Jhonny acorda no sábado pela manhã empolgado. O sol já filtrava pelas cortinas do quarto, prometendo um dia lindo em Florianópolis, raios dourados dançando no piso de madeira, mas a mente dele já estava a mil, pensando no reencontro com Andressa e na noite que os esperava, o corpo formigando de expectativa. Tomou um café rápido, o cheiro do pão torrado e do café fresco envolvendo o apartamento, e mandou uma mensagem pra Andressa, o coração batendo mais forte com a empolgação: "Bom dia, minha loirinha! Já pensando no jantar a três de hoje. As meninas teriam alguma preferência? Ou deixam a surpresa por minha conta?"
Andressa respondeu pouco depois, mas a mensagem não era o que ele esperava. A voz dela, num áudio curto, soava tensa e um tanto apreensiva, como se estivesse contendo as palavras: "Amor, precisamos conversar depois. Deu um problema. Mas não posso explicar agora. Por favor, Jhonny, aguarda eu chegar." Jhonny sentiu um frio na barriga. "Deu um problema? Que problema?" Ele questionou, digitando rápido, os dedos tremendo levemente no teclado, mas ela apenas pediu que ele aguardasse, o texto evasivo. Ela avisou que Cristopher já tinha acertado o carro antigo (vendeu pro mecânico mesmo, a um preço de banana, ele imaginou) e que estavam fazendo o check-out do hotel. Jhonny ficou ressabiado, a empolgação da manhã se esvaindo como areia entre os dedos. Mandou uma mensagem pra Suzana, buscando mais detalhes, o peito apertado, uma preocupação com as meninas surgindo: "Ei, Su, o que rolou? Andi tá tensa. Vocês estão bem?" Mas ela visualizou e apenas respondeu: "Depois a gente conversa, Jhonny. Fica tranquilo, estamos bem." Algo estava errado, e o silêncio delas era mais ensurdecedor que qualquer grito, ecoando naquele apartamento vazio.
Ele tentou se distrair, foi ao mercado, o ar fresco da manhã ajudando a clarear a mente. Comprou um peixe fresco para almoçar com Andressa e ingredientes para uma torta de carne com legumes para à noite, imaginando o cheiro reconfortante preenchendo a cozinha, tentando manter a rotina e a esperança de que tudo se resolveria, as sacolas pesadas balançando nas mãos.
Andressa depois enviou mais mensagens, a irritação transbordando nos textos, como se não aguentasse mais guardar. Ela não se aguentava, tanto pra Jhonny saber o que estava acontecendo, quanto pela sua própria frustração. Cristopher agora estava de bico e não estava querendo liberar Suzana, conforme acordado na noite anterior. Mas Andressa parou de digitar e ficou por isso, deixando Jhonny ainda mais bolado, o celular vibrando com fragmentos que só aumentavam o mistério. Ela avisou que já estavam na estrada, partiram por volta das 10h, então almoçariam juntos em casa, o tom apressado.
Finalmente ela chegou. Jhonny já a esperava na porta do prédio, o coração apertado de preocupação, mas aliviado ao vê-la, o sol batendo em seus cabelos loiros. Eles se abraçaram com força, um abraço que misturava saudade, alívio e uma ponta de tensão, corpos colando como se nunca mais quisessem se soltar. O beijo foi profundo, faminto, um alívio para a distância e a incerteza, línguas dançando com urgência, mãos traçando costas e quadris. Andressa se aninhou em seus braços, o cheiro dela preenchendo seus sentidos, perfume floral misturado a suor de viagem. "Preciso de um banho pra relaxar, amor," ela murmurou, a voz abafada contra seu peito. "O almoço está quase pronto," Jhonny avisou, beijando o topo de sua cabeça, o aroma de peixe grelhado já se espalhando.
Após um bom banho, Andressa saiu do banheiro enrolada na toalha, o cabelo úmido caindo em ondas loiras e o rosto mais relaxado, mas os olhos ainda carregavam um peso, sombras de preocupação. Eles almoçaram em silêncio, o peixe grelhado e a salada fresca parecendo sem gosto diante da expectativa da conversa, garfos tilintando no prato. Andressa por fim se preparava pra contar quando o telefone tocou, interrompendo o momento, o toque ecoando como um intruso. Era Cintia, toda escandalosa, a voz alta e irritada ecoando pelo viva-voz: "Andi! Que barraco Foi aquele que o Cris fez! Que idiota! A Suzana me contou agora há pouco, ele tá surtado!" Andressa, com um olhar de desculpas para Jhonny, mandou Cintia ficar quieta. "Cintia, cala a boca! Eu ia contar pro Jhonny agora mesmo!" Cintia pediu desculpa, a voz um pouco mais baixa, mas ainda com um tom de indignação: "Desculpa, amiga! Mas é que ele é um babaca! E Jhonny, você é um gostoso que abala a estrutura mental até de um roludo como o Cris! Ele deve estar com inveja!" Jhonny riu, um riso tenso, enquanto Cintia desligava. Andressa suspirou, o momento de contar a história finalmente havia chegado, o ar pesado com expectativa.
"Na despedida, na noite anterior," Andressa começou, a voz suave, mas firme, sentando-se ao lado dele no sofá, "eu disse que te amava, Jhonny. E ao fundo, a Suzana disse que também. Aquilo já deixou o Cristopher bolado e eles quase brigaram ali mesmo. Ele ficou com uma cara de poucos amigos, mas a gente tentou ignorar. Pela manhã, eu tomei um banho e a Suzana entrou logo depois, comigo ainda no banheiro, mas já vestida.
O Cristopher ainda se espreguiçava e procurava o telefone do mecânico. Eu, sem pensar, disse que o Cris tem um pauzão cabeçuco top, mas que eu não troco o pau gostoso do meu marido por nada." Jhonny sentiu um calor subir pelo corpo, um misto de orgulho e preocupação, o pau dando um pulso involuntário ao imaginar a cena. "A Suzana riu e, sem maldade aparente, acabou concordando. Mas, da forma que foi, pareceu que ela também preferia o seu, Jhonny. Ela tentou se corrigir, dizendo que preferia o do próprio marido, mas o Cris entendeu errado e já gritou, exigindo uma explicação do porquê de sua mulher preferir o pau de outro. A Suzana tentou se explicar, mas ela quase deixou a entender que o seu pau, mesmo um pouco menor, era mais gostoso, chegando a gaguejar de nervosismo. Eu tentei zoar pra amenizar o clima, mas Cristopher agiu de modo grosseiro comigo, me ignorando e me tratando mal. Eu me emputeci com aquilo e saí pra tomar café. A Suzana foi logo atrás, dizendo que ele estava sendo um idiota, que ela só tem olhos pra ele e outras coisas. Mas Cris retrucou, chamando ela de vadia, que estava doida pra dar pro 'amigo'."
Jhonny sentiu o sangue ferver. "Vad… ele chamou a Suzana de vadia?" A voz dele saiu mais baixa do que esperava, carregada de uma raiva contida, punhos cerrando involuntariamente. "Sim," Andressa confirmou, os olhos marejados, voz tremendo levemente. "E ele continuou, dizendo depois, que na noite anterior ele queria me comer mais do que a Suzana pra aproveitar a carne branca. Ele fez uma analogia escrota, Jhonny, me chamando de carne de piranha ou de galinha. Aquilo fez a Suzana surtar e eu também. A gente tomou café super irritadas. Cris tinha exagerado e passado dos limites. Ele apareceu depois pra tomar café, mas não comeu com a gente. E a gente deu de ombros. Depois ele saiu pra acertar o carro velho quebrado. Demorou menos de meia hora e já voltou, dizendo que estava acertado. Ele vendeu a um preço baixo pro mecânico que consertou. Mas continuava grosso com a gente. A Suzana tentou contornar, brincar de leve e elogiar seu marido amado, mas ele estava irredutível. Eu tentei ajudar, mas ele me ignorou. Então eu retruquei, que na noite anterior, ele queria comer mais ela do que a Suzana, por isso, esse ciúme bobo não tinha fundamento. E Cristopher confirmou, mas fez aquela analogia escrota de novo. Ai que ódio!"
Jhonny ouvia tudo com a mandíbula travada, o peito subindo e descendo em respirações controladas, raiva borbulhando como lava. Andressa também nunca tinha visto Cris daquela forma. A única vez que ela soube dele ficar assim… ela parou e refletiu… foi quando ele descobriu os segredos dela, da segunda vez pra ser mais exato, não muito tempo depois de casados. Aquele momento de vulnerabilidade e raiva de Cris, quando ele se sentiu traído e enganado, parecia ter sido revivido. A fala de Suzana, mesmo que inocente, deve ter atingido o ego e a auto-estima de Cristopher em cheio, como um gatilho para velhas feridas.
Jhonny olhou pra ela e pediu pra que ambos se acalmassem, voz baixa e controlada, apesar da fúria interna. Ele mesmo estava muito irritado com a forma como Cris tratou Andressa e Suzana, e se fosse lá naquele momento, poderia dar merda, punhos cerrados imaginando o confronto. "Amor, vamos nos acalmar. Eu estou puto com o Cris, mas não podemos deixar isso nos afetar agora. Ele errou feio, mas a gente vai resolver isso."
Jhonny então pegou Andressa nos braços, sentindo o corpo dela relaxar contra o seu, o calor dela se misturando ao dele. A levou pra cama, dizendo que a ajudaria a relaxar, voz rouca de desejo misturado a carinho. Ela agradeceu com um sorrisão, os olhos brilhando com uma mistura de alívio e desejo, o corpo magrinho se aninhando no dele.
Ele a beijou com ternura, um beijo lento e profundo que prometia esquecer o mundo lá fora, línguas se entrelaçando com languidez, mãos traçando curvas suaves. Despiu-a devagar, cada peça de roupa caindo ao chão como um fardo, revelando a pele branquinha e os seios pequenos, mamilos rosados endurecendo ao ar. Quando ela estava nua, ele a chupou gostoso, a língua explorando cada curva, cada reentrância de sua intimidade, sugando os lábios majores rosados com fome voraz, circulando o clitóris inchado em movimentos ritmados, gemidos vibrando contra a boceta úmida: "Essa bocetinha é minha, não do Cris," ele murmurou entre lambidas, rindo em seguida, o sabor doce dela enchendo a boca dele em seu primeiro orgasmo. Ela riu também, um riso rouco e sensual, quadris rebolando contra o rosto dele: "E mesmo que o dele seja maior, não é mais gostoso de jeito nenhum." ela tranquilizou, os dedos em seus cabelos, puxando levemente. Eles se zoaram enquanto se agarravam, a tensão se dissipando no calor dos corpos, risadas misturadas a suspiros de prazer.
Jhonny a encaixou em um missionário, e a fodeu fundo e gostoso, pau grosso invadindo a boceta apertada em estocadas ritmadas, corpos colando suados, gemidos ecoando: "Ah, amor… você é só minha," ele grunhia, metendo com força controlada. Estava louco de saudade, cada estocada um alívio para a distância, sentindo-a pulsar ao redor dele. Depois a pegou de quatro e, enquanto estocava forte, acariciou o ânus dela com seu polegar, dedo circulando o anel apertado com pressão gentil, lubrificado pela umidade escorrendo da boceta. Ela se arrepiou toda, um arrepio que percorreu sua espinha, gemendo alto: "Come meu cuzinho, amor!" a voz ofegante e suplicante.
Mas antes, ele a colocou de lado e a fodeu gostoso enquanto se beijavam, perna dela erguida sobre o quadril dele, pau deslizando profundo na boceta rosada, línguas dançando famintas, gemidos abafados pelo beijo: "Eu morria de saudade," ela disse, entre beijos e estocadas, "mesmo me aliviando com Cris e Suzana. Ninguém é mais importante pra mim. E eu não desejo ninguém mais do que desejo você, Jhonny." Por fim, ela implorou pra ele comer seu buraquinho, com uma voz manhosa e de aparente cansaço, mas cheia de desejo, olhos azuis flamejando. Ele por fim comeu seu cuzinho, após colocar uma camisinha, o anel apertado cedendo devagar ao pau grosso, metendo ritmado enquanto a masturbava por baixo, dedos circulando o clitóris inchado com pressão perfeita. Ela gritou de prazer, a voz embargada, e gozou gostoso mais uma vez, o corpo tremendo em seus braços, boceta e cuzinho pulsando em uníssono: "Eu amo esse careca que minhas amigas tanto aprenderam a gostar também!" ela gritou, a voz rouca de prazer. "E eu sou todo seu, minha loirinha," ele respondeu, a voz grave, beijando seus lábios úmidos, sentindo os espasmos dela o levarem ao limite.
Ela reparou que ele ainda não tinha gozado, então se apressou, tirou a camisinha e o chupou até ele gozar, boca quente engolindo o pau veioso com voracidade, língua rodopiando na glande sensível, sugando ritmado até as bolas, olhos nos dele enquanto bebia cada gota do sêmen quente, o resto escorrendo pelos lábios rosados em filetes brancos. Zoou, com um sorriso malicioso: "Esqueci do beijo!" Ela riu alto, e ele riu também, um riso rouco e satisfeito. "Fica pra próxima, não faço questão de beijo esporrado," ele disse, e a pegou no colo, levando-a para o banho, os corpos colados, o cheiro de sexo e suor misturados, água quente cascateando sobre eles como uma bênção.
Mas o telefone toca. Era Christopher.