O BANHO COLETIVO NO APTO 301 (SURUBINHA LEVE E GOSTOSA PRA CARALHO)

Um conto erótico de Rico Belmontã
Categoria: Grupal
Contém 1033 palavras
Data: 10/05/2026 09:08:12

Era uma noite gelada pra caralho na cidade, daquele tipo que faz teu cu virar picolé em cinco minutos. A Rua das Palmeiras tava mergulhada num breu desgraçado por causa de um apagão que fodeu a energia do prédio inteiro. Menos o apê 301, do Júlio, um cara de 28 anos, programador, com um aquecedor a gás que era tipo o Santo Graal numa noite daquelas. O lugar dele tinha aquele cheiro de sabonete de eucalipto misturado com café Pelé extra forte, umas samambaias penduradas e uma vibe minimalista de quem acha que menos é mais.

O caos começou quando a porta do Júlio quase foi pro chão com as batidas frenéticas da Gabi, a vizinha do 302, uma designer gráfica de 25 anos que não vive sem banho quente. “Júlio, pelo amor da porra toda, me deixa usar teu chuveiro! Tô congelando!” – ela berrou, enrolada numa toalha que mal segurava a dignidade. Júlio, que é aquele cara que não sabe dizer não, deixou ela entrar, pensando: “Tá, é só a Gabi, vai dar tudo certo.”

Spoiler: Não deu.

Em menos de dez minutos, a notícia do chuveiro mágico se espalhou mais rápido que meme no grupo do WhatsApp. A Larissa, do 303, uma influencer de 30 anos com um sorrisinho de quem já planejou três sacanagens antes de chegar, apareceu com uma toalha curtíssima e um “Júlio, amor, divide essa água quente aí?”. Logo depois, o casal do 305, o Pedro e a Camila, ambos na casa dos 20 e poucos, chegaram com uma garrafa de Pérgola e um papo de “vamos botar fogo na porra dessa noite!”. O corredor do apê do Júlio virou um desfile de corpos semi-nus, toalhas caindo e olhares que gritavam “quem sabe o que vai rolar”.

O banheiro minúsculo do 301 virou o palco do apocalipse sensual. O chuveiro tava no talo, cuspindo vapor e enchendo o ar com aquele sabonete líquido “ondas do mar” que o Júlio comprava no mercado. A espuma escorria pelas paredes, o chão tava liso que nem pista de patinação, e os jovens começaram a se espremer no box como se fosse uma boate lotada. Era a bunda da Camila roçando no peito tatuado do Pedro, que tentava dançar um funk safado e quase derrubou o suporte do chuveiro. “Porra, Pedro, não fode com o meu box!”, gritou Júlio, tentando manter o controle.

Mas o controle foi pro caralho rapidinho. A Gabi, que tava com uma energia de quem já tinha tomado a metade da garrafa do Pérgola, começou a zoar: “No que depender de mim, esse banho vai virar rave!” – e riu, passando sabonete nas costas com uma sensualidade desnecessária. A Larissa, com um olhar de quem sabe o que quer, chegou perto do Júlio e soltou: “Essa água quente tá deixando tudo mais… quente, né?” Júlio, vermelho que nem tomate, tentou organizar uma fila, mas era como tentar botar ordem num after de carnaval.

O casal do 305, já meio torto pelo vinho, começou a dançar uma mistura de reggaeton com sei lá que porra, fazendo o chuveiro balançar como se fosse desmoronar. “Pedro, para, caralho, isso aqui não é clipe da Rihanna!”, gritou Camila, mas ela mesma tava rindo e esfregando a bunda na rola do cara. Aí veio o ápice do caos: o Lucas, do 304, um estagiário de 22 anos que parecia nunca ter visto uma bunda ao vivo, escorregou numa poça ensaboada, derrubou o copo de vinho e caiu de cara na buceta depilada da Larissa. Ela, em vez de se irritar, puxou a cabeça dele pra perto da xana e fez ele dar um beijinho na testa da buceta, que ficou roxo de vergonha e com o pau suspendendo a toalha como se tivesse batendo continência. “Calma, novinho, isso aqui é só o esquenta!”, ela zoou, enquanto o banheiro explodia em risadas.

Alguém, provavelmente a Gabi, ligou o celular e mandou um “Sweet Dreams” do Eurythmics, e o banheiro virou uma porra de uma balada aquática. Corpos deslizando na espuma, gemidos misturados com gargalhadas, dedos entrando em orifícios que não deviam. O Pedro tentou um passinho de TikTok e quase quebrou a torneira. A Camila e a Larissa tavam dançando juntas esfregando os seios e as xoxotas, com direito a rebolada e olhares que diziam “quem sabe mais tarde”. O Lucas, agora mais soltinho, tava tentando acompanhar o ritmo, mas claramente perdido entre o tesão e o pânico, o pau duro virou suporte de toalha.

De repente, a porta do banheiro escancara. Era a Ana, a síndica de 35 anos com uma lanterna na mão, que todo mundo achava que era só trabalho e cara fechada. Todo mundo congelou, pensando: “Fodeu, agora ela chama a polícia”. Mas a mina riu, jogou a bolsa num canto, tirou a jaqueta e ficou só de top. “Porra, se é pra fazer bagunça, eu quero entrar na dança!”, ela gritou, puxando uma garrafa de espumante da bolsa e brindando geral. “Vocês acham que são os primeiros a fazer putaria num apagão? Eu já vi coisa bem pior aqui nesse prédio!”, ela disse, rindo, enquanto o vapor embaçava suas lentes de contato.

O banho virou uma orgia leve, com direito a beijos aleatórios, corpos se esfregando na espuma, paus duros entrando sem alvotoço em bucetas ensaboadas, cus sendo explorados levemente por dedos, risadas, gemidos gostosos e um clima de “foda-se, amanhã a gente vê no que essa merda vai dar”. O Júlio, que só queria tomar um café em paz, terminou com a Larissa bêbada mamando o seu pau, a Camila chupando o clitóris da Larissa, ambas gemendo baixinho, e uma taça de vinho na mão, pensando: “Que porra tá acontecendo na minha vida?”

No dia seguinte, a luz foi restabelecida, mas a “festa do banho compartilhado” já era a lenda do momento. No elevador, todo mundo se olhava com um sorrisinho de canto de boca, e o Júlio, que antes era só o cara do 301, agora recebia mensagens no celular com emojis de fogo. Ele olhou pras samambaias do apê, tomou um gole de café e pensou: “Se todo apagão for assim, que venha o próximo.” Mas ninguém colaborou quando a porra da conta do gás chegou. 😏

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Comentários

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Porra, safadeza ouvindo "Sweet Dreams" é outro patamar...

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Um apagão com ducha comunitária é tudo de bom! Todo mundo come todos(às)!

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