A secretária também era vagabunda

Um conto erótico de Dante Rômulo
Categoria: Heterossexual
Contém 902 palavras
Data: 10/05/2026 09:32:19
Última revisão: 10/05/2026 09:37:33

A secretária também era uma vagabunda

Depois do flagra que Fiorella nos presenteou, precisamos recalcular a rota e redobrar cuidados, uma vez que ela era indicação de minha esposa para trabalhar no escritório e naquele dia, eu cheio de tesão com vontade de me esbaldar em Lorena cometi o lapso do esquecimento, o qual tinha já entregue as chaves do escritório para a nova integrante.

Quando me atentei da grande falha de memória já era tarde. Lorena estava totalmente nua sobre a minha mesa e eu entre as suas pernas agraciando o meu paladar. O som da tosse de Fiorella fez Lorena se travar. Só olhou pra mim de cima para baixo, em razão da posição dela sobre a mesa em relação a mim e procurava o vestido que ficara na recepção do escritório.

Fiorella se desculpa por ter atrapalhado, pois só queria avisar que estava já à disposição. Mostrou-se séria, contudo, ao interromper meu momento, me deixou com tesão incubado e meu pau continuou duraço feito ferro por um tempo. Sem sabermos o que fazer, a ideia natural foi nos recompor. Assistir a Lorena se vestindo se equiparava a ver um presente lhe sendo tomado. Lorena mostra-se arredia comigo. Cara fechada. Depois descobri que era por causa de ter uma nova secretária e não ela. De fato, se fosse ela, teria uma secretária o dia todo metendo gostoso. Porém, ali estava um detalhe ainda oculto. Lorena se despede timidamente de mim com um selinho e vai embora. Mando um WhatsApp pra ela e peço pra ir de Uber.

Sem saber como reagir, esperei as coisas fluírem naturalmente. Como o dia estava planejado para desfrutar da Lorena, a agenda ficou esvaziada e não tinha serviço nenhum para Fiorella.

Após, aproximadamente, 2 horas, Fiorella bate em minha porta. Eu estava em pé enchendo um copo de água, buscando me tranquilizar e pensar que meu tesão seria saciado depois.

Autorizo sua entrada já acomodado em minha cadeira. Fiorella já estava um pouco diferente. Estava com os cabelos presos, estilo rabo de cavalo e com a camisa aparentemente desabotoada até a altura de seus seios, de modo que fosse possível já percebê-los.

Ela começa se desculpando por ter interrompido um momento que parecia estar muito bom tanto pra mim, quanto para a felizarda que recebia uma chupada com vontade de um faminto encantado.

Comecei a me interessar pelo rumo da conversa.

Fiorella que até então estava de frente pra mim separada pela mesa, dá a volta e vem desfilando, sem antes se virar, ir até a porta e trancá-la não só com as chaves, mas principalmente com o trinco. Ainda alertou que se eu tivesse feito isso, não teria sido flagrado com a boca onde eu estava. Fiorella se mostrava uma promissora vagabunda. Até a porta, era possível perceber o tamanho do rabo naquela saia social uns 2 palmos acima do joelho. Assim que ela volta, penetra aquele olhar no meu como se fosse um convite. Meu pau pulsava dentro da calça.

Ela vem se aproximando. Me viro com a cadeira para recebê-la de frente. Ela se aproxima e estende sua mão, esfregando-a no meu pau.

-Eu posso finalizar o que você tanto desejava fazer com aquela vadia, disse Fiorella.

Imediatamente, ela se senta no meu colo, de pernas abertas e de frente pra mim. A sensação de experimentar uma carne nova e bem servida é saborosíssima. Subo com as mãos por suas pernas até chegar na sua bunda e descobrir uma raba grande e bem durinha. Aperto e aliso bastante. E subo. Ela cruza os braços e os flexiona, prendendo a minha cara entre os melões que senti eram gostosos. Passei a desabotoar sua camisa, debaixo pra cima. Seu sutiã era aberto pela frente. Já via que tinha ganho na loteria. Abro um colchete. Primeiro, o de cima. Aqueles peitos começam a tomar forma fora da prisão. Abro o segundo e a belezura e gostosura já começam a demonstrar que eram deliciosos. Por fim, abro o terceiro e tiro as alças pelos braços e arremesso para trás. Com minhas mãos em sua cintura, subo com a direita, acaricio aquelas tetas bem na minha cara e passo a chupá-las, ouvindo ao fundo, gemidinhos daquela vadia recém conhecida.

Rapidamente, ela aparece com um preservativo e diz que adoraria cavalgar em mim daquele jeito, assim eu poderia continuar me satisfazendo em seus seios. Ela tira minha roupa inteira e já estávamos pelados. Ela encapuza meu pau, dá uma bela chupada para lubrificar, se encaixa e começa a cavalgar com um fôlego invejável. De tanto tesão acumulado, vendo aquela cabritona em cima de mim, com os peitos gostosos na minha cara, gozo demais. Parecia que não ia acabar mais. A vadia sente. Olha pra mim, me dá um beijão na boca e promete que o dia todo vai ser assim, posto que a agenda está vazia e todos os dias, eu serei muito bem atendido nesse quesito.

Admite a vagabunda que sempre que minha mulher me elogiava bastante, ela se interessava em me conhecer e não poderia existir oportunidade melhor como a qual nos conhecemos. Eu comendo uma puta no meu escritório. Enfim, o recorde foi batido. Transei com 2 mulheres, quase 3, numa mesma manhã. Minha esposa e minha secretária. A meta agora é comer a Lorena e fechar a trinca.

Mando msg pra Lorena: meu amor, me espera no almoço, vou terminar o que comecei aqui.

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