Uma bezerrinha

Um conto erótico de Rafa
Categoria: Heterossexual
Contém 2280 palavras
Data: 10/05/2026 10:27:00

Meu nome é Rafael, mas todos me chamam de Rafa. Sou casado com Débora há anos, uma bela mulher que abracei já com uma filha de outro casamento, Natália — a Naty. Hoje ela tem 19 anos.

Sou um homem comum, nada demais. Corpo magro com aquela gordurinha natural, mas nada que me impeça de gostar do que vejo no espelho. Gosto de mim. Minha esposa também gosta. E minha enteada, com o tempo, aprendeu a gostar.

Débora e eu sempre fomos tranquilos. Ensinamos tudo para Naty, respondemos a todas as perguntas dela. Sempre com respeito. Ou quase sempre.

Eu estava transando com Débora como de costume — suados, aproveitando. Ela sempre cuidou dos hormônios, então libido não faltava. Mas já não tinha mais aquela sede de chupar uma rola como quando nova. Não depilava mais a buceta. Às vezes ficava o sábado e o domingo inteiros sem escovar os dentes. Quando ela queria carinho mais erótico, eu pedia para tomarmos um banho e escovarmos os dentes. Ela se ofendia.

Às vezes Naty presenciava a discussão. Achávamos que ela estava dormindo quando eu pedia para Débora ir tomar banho. Mentíamos como se ela não estivesse em casa. Esquecíamos que já era mulher.

Quando estávamos limpos, eu não resistia à minha mulher. Lambia até o cuzinho rosado dela. Lindo até hoje!

Naquela noite, tomamos banho juntos. Ensaboei o corpo inteiro de Débora, passei bastante sabonete na buceta e na bunda. Enfiei o dedo ensaboado no cuzinho dela enquanto ela ria e reclamava do toque invasivo, mas excitante. Saímos do banheiro cheirando a sabonete e tesão. Joguei-a na cama ainda molhada, abri bem as pernas grossas e comecei a lamber tudo. Lambi a buceta inchada, chupei o grelo sentindo o gosto do sabonete se misturando ao mel dela, enfiei a língua bem fundo. Depois desci e lambi o cuzinho rosa e apertado, circulando devagar, enfiando a ponta da língua enquanto metia dois dedos na buceta encharcada.

Débora gemia alto, segurava minha cabeça contra a própria carne, rebolava na minha cara com uma urgência que há tempos eu não via. Quando ela gozou — trêmula, sugando meus dedos lá dentro —, subi e meti meu pau duro de uma vez. Fodi com força, suados, o barulho molhado do saco batendo na bunda ecoando pelo quarto. Virei-a de quatro, segurei o quadril com força e estiquei bem fundo, metendo até gozar dentro dela com jatos grossos e quentes. Caímos suados, ofegantes, meu pau ainda latejando dentro da buceta dela. O silêncio da casa parecia carregar o peso do que Naty ouvia do outro lado.

Naty e eu éramos muito próximos. Às vezes ficávamos no sofá vendo TV, Débora de um lado no meu ombro, Naty do outro. Num desses dias, Naty começou a pedir conselhos sobre perder a virgindade. Débora e eu nunca perguntamos se ela ainda era virgem. Achávamos que não. Mas Naty disse:

— Não riam de mim. Eu confio em vocês. Nunca nem chupei um pau. É uma tortura ouvir vocês dois metendo enquanto eu só tenho os meus dedos.

Débora riu.

— Você quer uns presentinhos, filha? Uns pintos de borracha que vibram. Eu compro pra você.

Naty recusou com a cabeça.

Débora então se virou para mim:

— O que você acha, Rafa?

— Isso é conversa entre vocês duas. Me deixa fora disso.

Mas Naty insistiu:

— Posso namorar em casa? Trazer alguém no meu quarto.

— Não acho legal — respondi. — Mas a primeira vez tem que ser com um cara que respeite seus limites, que não pense só nele. E que, no mínimo, pague um jantar, um lanche ou um motel. Ou que tenha um carro, na falta do motel.

Naty disse, meio decepcionada:

— Eu pensava que era só transar.

Nessa conversa, Débora pediu licença, deitou no braço do sofá com uma almofada e dormiu. Naty e eu continuamos falando.

Enquanto eu explicava, Naty resmungava:

— Não é justo. Vocês dois podem foder em casa, e eu não. A casa é sua, mas eu também sinto vontade.

Reclamando, ela deslocou a cabeça até a altura do meu umbigo e apoiou a mão em cima do meu pau — por cima do samba-canção. E disse, com uma voz mole e manhosa:

— Ahhh, vai papaizinho, me ajuda a entender como são essas coisas... Tem sequência? O que acontece primeiro, depois, e depois...?

Olhei para Débora. Verifiquei se o sono era profundo.

— Sai daqui, Naty.

Mas a fala mole dela e a mão sobre meu pau mole me fizeram perder o juízo. Meu pau começou a crescer debaixo da palma dela, respondendo ao calor. Ela olhou nos meus olhos.

— O que é isso? — perguntou, com uma curiosidade cínica.

Fiz “shiu” com o dedo nos lábios.

— Sai daqui, capeta. Vai para o quarto.

Ela envolveu meu pau com os dedos de uma mão e fez um sobe e desce leve por cima do pano — suave, sem pressionar.

— Eu quero aprender essas coisas. Eu confio em você. Você confia em mim?

Débora se mexeu no sofá. Naty, com susto, se recompôs. Naquela hora tive certeza: ela sabia o que estava fazendo, e eu era um objeto. Ela era uma predadora paciente.

Débora levantou, bocejou, sem noção do que se passou.

— Vamos dormir, Rafa. Está tarde. Você também, Naty, vai pra cama.

Essa rotina se estendeu por vários dias. Débora sempre dormia do lado. Naty esperava e, como se eu não esperasse, ficava com uma das mãos no meu pau, se aninhando, conversando mole e fazendo movimentos de carinho. Eu nem lutava mais. Ela percorria os relevos da glande e do canal como se estivesse analisando pelo tato cada detalhe do relevo da rola do padrasto. Eu ficava ali, dividido entre o tesão que subia e a culpa que batia depois. Meu pau endurecia cada vez mais rápido nas mãos dela. Eu perdia o controle da minha própria moral.

Depois de algum tempo, a ousadia aumentava e ela já me acariciava com Débora acordada, por debaixo do cobertor. As duas conversavam como se nada estivesse acontecendo. A filha punhetando o marido dela. Eu suava frio, sentia o coração na boca, respondia às duas com a voz rouca, tentando manter a normalidade enquanto Naty apertava e masturbava meu pau devagar, me desafiando a não gozar ali mesmo.

Eu até duvidava que Naty fosse mesmo virgem pela habilidade e frieza. Já desconfiava que era ninfomaníaca. Mas me culpava por ter cedido e deixado chegar onde chegou.

Certo dia, Naty descobriu que, mexendo do jeito certo, meu pau fazia um barulho de ar. Chegou no meu ouvido:

— Seu pau tá mandando beijo pra mim, papai.

Ela olhou para Débora fiscalizando, dormindo novamente.

— Posso ver?

— Não.

Mas para ela foi um sim. Enfiou a cabeça por debaixo do cobertor, desceu meu shorts e tirou meu pau para fora. Ficou admirando e movendo a glande até ouvir o beijo. Cada vez que fazia o som, tirava a cabeça de fora e me olhava sorrindo, achando graça com uma falsa pureza.

Quando passou o dedo, sentiu o pré-gozo liso. Saiu e perguntou:

— Isso é porra?

Eu já estava embriagado de tesão. Olhei para Débora — quase roncando. Cheguei no ouvido de Naty.

— Não, safadinha, ainda não. É pré-gozo.

Sem compostura nenhuma, cochichei:

— Se você mamar, aí sim sai o gozo.

Me entreguei de vez. Ela voltou para debaixo da coberta e começou a mamar a glande. Quando senti que estava intenso, tirei-a. Ela me olhou assustada, achando que Débora ia acordar. Cheguei no ouvido dela de novo:

— Se continuar, vou encher sua boca de leite.

Pensei que ela fosse parar. Mas ela só soltou um “uhum” abafado e voltou a mamar com mais vontade. Segurei a cabeça dela, os dedos enterrados nos cabelos, e comecei a sincronizar o vai e vem da boca com o vai e vem do meu pau, fodendo aquela boquinha. Gozei um dos jatos mais densos e intensos que já tive. Sensível, eu latejava. Ela se segurava para não fazer barulho, os olhos esbugalhados. Vi a garganta dela trabalhando, engolindo tudo sem desperdiçar uma gota.

Ela saiu debaixo do cobertor com o rosto vermelho e os olhos cheios de lágrimas — não de arrependimento, mas de ter engasgado, segurado e engolido aquela carga quente.

Depois, ela disse:

— Eu sou realmente virgem. Só sei como é pela internet. Eu sei a teoria, agora sei a prática. É bom!

— Vai se limpar — falei.

Ela acenou com a cabeça.

— Vou dormir.

Poucos minutos depois, chamei Débora para irmos deitar na cama. Antes de dormir, ela me deu um beijo.

— Eu te amo.

Fiquei com remorso. Prometi a mim mesmo que iria acabar com aquilo.

No outro dia, sem Débora em casa, fui até o quarto de Naty. Bati na porta.

— Posso entrar?

— Pode.

Quando entrei, ela pulou no meu pescoço me abraçando com as pernas, o corpo quente contra o meu. As tetas dela esmagando no meu peito. Vestia um pijaminha folgado. Antes que eu dissesse qualquer coisa, ela disse:

— Eu tô limpinha. E com os dentes escovados.

Entendi a provocação. Ela tinha ouvido eu pedir exatamente isso para Débora quando queria dar uma.

— Sossega, Naty. Para com isso. Ontem, antes de dormir, deu vontade de chorar. Eu amo sua mãe. O que aconteceu ficou doendo no meu peito.

Mas Naty me olhou com aquele olhar de quem sabe o poder que tem.

— Só hoje, Rafa. Pelo menos uma vez na vida. Me ensina. Eu achei que você veio me comer. Depois eu te deixo em paz.

— Não é certo. Você é virgem. E não é justo com a sua mãe.

Não adiantou. Ela se ajoelhou na minha frente.

— Por favorzinho — disse com olhar de cachorrinho pidão.

E começou a descer minha roupa. Meu pau já estava duro. Ela já foi pegando sem pedir. Eu, mais uma vez, não aguentei.

— Foda-se! Você vai ter a melhor primeira vez que uma mulher pode ter na vida.

Falei para ela chupar meu pau, mas agora até as bolas, com muita baba, sem nojinho, tratando aquilo como o banquete que ela tanto desejou. Ela fazia e ia perguntando:

— Assim? Assim? E aqui é assim?

Eu respondia sim para tudo. Ela realmente tinha assistido a muitos vídeos.

— Me mama até eu gozar. Depois eu vou broxar, aí eu chupo você inteira até meu pau voltar pra colocar dentro.

Ela soltou um “uhull” feliz e mamou com uma técnica assustadora até ganhar leitinho novamente.

Depois tirei a roupa dela. Joguei aquela diaba na cama de solteiro, puxei o shorts do pijaminha já úmido — ela estava sem calcinha — e joguei as pernas dela nos meus ombros enquanto apertava os peitos firmes e novos. Quando coloquei a língua na fresta úmida, ela deu um gritinho de surpresa e prazer.

— Então é assim, papai? Nossa, que coisa boa, meu Deus do céu!

Eu lambia o grelo abrindo com uma das mãos, sentindo o cheiro de menina limpa. Tentei enfiar um dedo devagar. Ela assustava e recuava, mas logo pedia mais. Lambi o cuzinho, voltei para a buceta... Ela encharcou. Já estava molhada, mas agora a lubrificação dela lambuzava toda a minha cara. Quando ela não reclamou mais do dedo bagunçando tudo lá dentro, eu falei:

— Você está pronta.

E eu também estava: o pau brilhando de tão duro. Fui para cima dela, lambi a barriga, subi para os peitos médios, fiquei um tempo ali castigando os bicos com a língua. Depois fui para a boca. Ela me beijava com muita fome, uma urgência de quem queria me engolir.

— Coloca logo, filho da puta. Hoje você não é meu pai, hoje você é meu homem. Desculpa, mãe.

Essas palavras foram meu combustível. Aos poucos fui pegando caldo, saliva e invadindo com a cabeça. Não foi difícil. Não houve resistência. A buceta dela me sugava. Entrou fácil. Logo eu estava estocando com força, e ela pedia mais e mais, minhas bolas batendo no colchão.

— Não posso gozar dentro, Naty.

— Já viciei no seu leite, Rafa. Manda na boquinha de novo.

— Na in-ter-net eu ti-nha no-jo. Mas ag-ora pe-guei gosto. Pelo sabor do pa-drasto.

Ela era uma bezerrinha falando em sílabas a cada estocada.

Acho que gozou umas três vezes naquela tarde. Eu avisei que ia gozar. Tirei. Ela se posicionou com a boca preparada, as bolinhas dos olhos atentas na ponta do meu pau. Gozei antes de colocar dentro, enchendo o rosto dela de porra rala — a primeira gozada da manhã tinha esvaziado o estoque. Ela passava as mãos no rosto coletando a porra e levando à boca com muita fome, como se fosse um troféu.

— Obrigado, meu Deus! Puta que pariu, que negócio bom demais! Por que esperei 19 anos pra sentir isso?

Depois da euforia, ela deitou no meu peito. Refletindo sobre o que tínhamos feito, disse:

— Eu prometi que ia ser só essa vez. Mas não vou conseguir mais ficar sem isso. Será que é bom no cu também?

— Meu casamento com sua mãe é ótimo — disse eu. — Se a gente perder o controle, uma hora acaba tudo. Acalma esse fogo. Procura um macho da sua idade.

Ela fez isso. Mas ainda transamos mais algumas vezes — em saídas rápidas, em momentos de descuido de Débora. Até que a frequência esfriou.

Passei a dar mais carinho para Débora. Não passei a exigir que ela se limpasse, mas induzia o banho como um ritual nosso. Afinal, a enteada me deu algo que eu queria sempre, mas era proibido. Isso me deu uma paciência nova.

Eu errei. Errei mais algumas vezes. Mas parei. E isso nunca veio à tona, graças a Deus.

Hoje Naty tem com quem meter. Está seguindo a vida dela. Eu estou satisfeito com Débora. Mas se a Naty aparecer na porta do quarto quando a mãe não estiver e me pedir mais leite... talvez eu não consiga resistir.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Ca & Er a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários