O Menino Do Pijama Listrado

Um conto erótico de Tito JC
Categoria: Gay
Contém 3287 palavras
Data: 01/05/2026 19:58:25

Muitas vezes a gente vai vivendo e fazendo coisas quase que no automático, ganhando dinheiro, pagando contas, resolvendo problemas, enfrentado batalhas diárias que, na maioria das vezes, a gente nem precisaria lutar, pois foram batalhas criadas por outras pessoas, e quando a gente se dá conta a vida tá indo embora.

Vem a grande pergunta que acho que todo ser humano, em algum momento da vida, se faz:

É só isso a vida?

Aí você tenta acordar e se libertar, mas foram tantos tentáculos que você criou e alimentou, que se sente preso. Sufocado entre grades e arames farpados, como se estivesse num campo de concentração.

Era assim que eu estava me sentindo naquele momento da minha vida. Preso, encarcerado e sem ver que caminho seguir.

Tinha aberto mão de uma vida amorosa, só para me dedicar à vida profissional. Agora que ela estava resolvida, sentia a falta de algo mais profundo e via que a prisão que eu mesmo construí, me deixava sem saída, dentro daquele campo de presidiários da vida.

“Uma coisa é certa, ficar se sentindo miserável, não tornará as coisas mais alegres”.

“Temos que procurar fazer o melhor de uma situação ruim”.

Essas duas frases me vieram à mente e eu resolvi agir.

Um mês depois eu estava entrando pelo condomínio de casas bonitas e luxuosas no interior do estado, uma região isolada, perto da capital, onde uma grande área foi transformada em condomínio com casas elegantes e confortáveis, feitas para pessoas que tinham dinheiro e queriam um refúgio longe da agitação e do ritmo corrido da grande metrópole.

Eu havia decidido largar tudo para trás, vender algumas propriedades que tinha, me desfazer das ações da empresa e me aposentar num lugar tranquilo. Tinha trabalhado muito, então poderia me dar ao luxo de me aposentar aos quarenta e cinco anos.

Não queria mais me sentir um presidiário da minha própria trajetória. Fugir daquele campo de concentração que estava me sufocando a cada dia. Queria reescrever a minha história.

A primeira coisa que me deixou impressionado ao entrar na quadra, onde eu tinha comprado a minha casa, era que a maioria das construções eram muito luxuosas. Não que a minha não fosse, mas perto das outras, a minha até que era bem normal.

O quintal era imenso, cheio de arvores e plantas ornamentais, além de uma piscina ricamente decorada com azulejos coloridos.

O trecho final do grande terreno, que eu chamava de quintal, era separado do quintal do vizinho, por uma cerca alta de arame farpado e plantas ornamentais, aquelas cercas vivas, que vemos em filmes americanos.

Por falar na casa do vizinho, devo ressaltar o ar luxuoso e ao mesmo tempo muito austero da construção.

Muros altos, arame farpado por todos os lados do quintal, piscina grande e ricamente decorada, e um ar de mistério, reforçado pela presença de um segurança alto e muito forte, que ficava sempre em lugares estratégicos da moradia.

Eu só consegui ver tudo isso, porque passei dias observando e procurando um local de onde eu pudesse bisbilhotar a casa ao lado. Até que encontrei um ângulo através da pequena janela do andar superior de minha casa, onde ficava meu quarto e meu escritório.

Mais uns dias bisbilhotando e acabei achando uma brecha pequena entre a cerca viva e o arame farpado, bem num cantinho do quintal, de onde eu podia ver a piscina e grande parte da área traseira da casa.

Como eu nunca via movimento naquele lugar, eu deduzi que deveria ser casa de algum artista ou político famoso, que tinha que ter privacidade.

Cheguei a fazer umas pesquisas com algumas pessoas que encontrei pelo condomínio, mas ninguém sabia exatamente quem era o dono, só diziam que um carro muito luxuoso, com um homem elegantemente vestido, sempre acompanhado de outros que pareciam ser seguranças, aparecia por lá em dias aleatórios, ficava pouco tempo e depois ia embora.

Essas informações me deixaram ainda mais curioso, queria saber quem era que se escondia por trás daqueles muros e cercas que me remetiam demais a uma prisão, a um campo de concentração.

Passei dias tentando enxergar alguma coisa, sempre bisbilhotando através da pequena janela ou olhando pelo buraco da cerca.

Já estava quase desistindo dessa tarefa, quando um dia eu vi o tal carro parando e um homem de mais ou menos cinquenta anos, bonito, elegantemente vestido, com aura de poder, acompanhado de um homem negro, forte e gigante, com cara de segurança particular, entrarem pela lateral da casa.

Minha vontade era ir lá na casa e me apresentar como o novo vizinho, tentar fazer amizade, mas achei melhor esperar um pouco, não fazer isso tão de imediato.

Continuei a observar o ambiente da casa vizinha, através da minha janela secreta e acabei tendo a visão mais impressionante de minha vida, até então.

O tal homem, já com uma roupa bem esportiva, cabelos alinhados e penteados com gel, sem nenhum um fio fora do lugar, apareceu na área traseira, perto da piscina, sentou-se em um banco espaçoso e logo a seguir apareceu um jovem, de mais ou menos uns dezenove anos, corpo malhado, bem definido, cabelos loiros e despenteados propositalmente, o que o deixava impressionantemente bonito. Era uma beleza fora do normal. Parecia uma figura do cinema dos anos dourados de Hollywood.

Fiquei impressionado com a visão daquela criatura jovial, que ainda não tinha visto, e imaginei que deveria ser filho do tal homem misterioso.

Continuei observando, sentindo um incômodo pelo corpo. De verdade estava excitado com aquela imagem juvenil e marcante.

O menino vestia um pijama listrado de tecido leve, parecido com seda, azul claro, que realçava a cor dos seus olhos.

Mesmo com seus dezenove anos, ele parecia ter menos, devido a sua aparência radiante e alegre. Ele se aproximou do homem, com um sorriso largo nos lábios, e foi abraçado calorosamente por ele.

Era bonito de observar essa interação entre pai e filho, eu pensei, até que que o homem se sentou novamente no banco, bateu na própria perna, convidando-o para sentar, e ele sentou-se.

Até aí tudo normal, era um filho que, mesmo adulto, sentara no colo do pai, mas logo em seguida ele deu um beijo demorado na boca do homem e eu percebi que se tratava de uma relação diferente. Eles ficaram por ali conversando e logo o homem chamou o negro grandão, falou alguma coisa para ele e os três entraram para a casa e eu não os vi mais.

A partir daquele dia eu fiquei observando, queria ver aquele menino novamente, apreciar aquela beleza rara.

Dois dias depois eu o vi indo em direção à piscina, vestindo um pijama igual ao do dia anterior, só que de outra cor, agora era verde claro. Ele tirou o pijama, ficando completamente pelado e eu cheguei a perder o fôlego, vendo aquele corpo perfeito mergulhando nas águas da piscina. O homem parecia ter ido embora, pois estava tudo muito tranquilo, somente o segurança da parte frontal da casa continuava no seu posto de sempre.

Dias depois eu estava colhendo umas flores no pequeno jardim que ficava nos fundos de meu terreno e senti como se alguém me vigiasse. Olhei ao redor e nada percebi, mas a sensação continuou.

Depois daquele dia eu tive essa mesma sensação de estar sendo observado em vários momentos, até que olhei distraidamente na direção da cerca e vi, através daquele buraco, um par de olhos azuis me observando e me aproximei. Ao perceber que eu o tinha visto, ele tentou correr, mas eu falei rapidamente:

— Oi rapaz, boa tarde! Não foge não, vamos conversar. Eu sou o seu novo vizinho. – Ele parou e sorriu para mim.

— Desculpa te observar, eu estava curioso para saber quem estava morando nessa casa, já que ela ficou tanto tempo fechada.

— Você mora aí há muito tempo? – Eu perguntei curioso, tentando prendê-lo na conversa.

—Já tem um tempinho, quase um ano. – Antes estava em outra casa.

— Nem me apresentei. Meu nome é Conrado e o seu? – Eu falei.

— Me chamo Bruno. – Ele respondeu sorrindo graciosamente.

— E seu pai, está em casa? Só moram vocês dois aí? – Perguntei cuidadosamente, para não parecer inconveniente.

— Ele não é meu pai. Ele foi para a casa dele na cidade. Trabalha muito. Eu fico a maior parte do tempo sozinho com o segurança. Ele vem de vez em quando me ver.

— Não é seu pai? – Eu perguntei com um tom curioso. Ele sorriu e respondeu:

— Não! É meu protetor. Ele cuida de mim.

— Desculpa Bruno, mas protetor, cuida de você? Eu não entendi muito bem. Vem aqui em casa pra gente conversar melhor e tomar um suco. – Eu o convidei, louco para ter aquele menino mais perto de mim. Só pra deixar registrado, ele estava usando um pijama igual aos outros, só que com listras cor de rosa.

— Entendeu sim. Você já é adulto. Eu sou dele, uma espécie de amante, namorado, marido, alguma coisa assim. Ele me protege e me dá o que eu preciso e eu dou o que ele gosta de ter. – Ele respondeu e eu insisti novamente:

— Vem aqui tomar um suco comigo. A gente conversa melhor. Fazemos companhia um para o outro, também estou sozinho em casa.

— Não posso. Eu nunca saio de casa sozinho. Não converso com estranhos sem a presença dele ou do segurança. Faz parte do nosso acordo. – Eu ouvi aquilo e me assustei com a naturalidade com que ele falava.

— Desculpa Bruno, a gente se conheceu agora, mas não posso deixar de comentar: isso não é natural. Você está sendo mantido preso. Isso é uma prisão. – Ele ouviu isso, me olhou nos olhos e falou:

— Não é não, cara. É apenas um acordo. Ele me dá segurança e proteção e eu sigo as regras dele. É um bom acordo.

— Mas e a sua liberdade, menino? – Eu perguntei com um tom indignado.

— Não existe liberdade quando se estar nas ruas, correndo risco nas mãos de um cafetão violento, podendo morrer a qualquer momento. Pode acreditar Conrado. Eu estou bem melhor nesse lugar que você chama de prisão. – Ele me respondeu e eu respeitei a sua posição.

"A verdade é que, ninguém vai te entender, até que passe pela mesma situação."

Lembrei dessa frase e não quis mais questionar os motivos que levavam aquele menino a se submeter àquela situação. A achar natural ser mantido naquele campo de concentração.

A partir daquele dia nós passamos a conversar todas as tardes, através daquele buraco na cerca. Através dessas conversas fiquei sabendo que ele foi expulso de casa pelo padrasto, assim sua mãe morreu, e acabou indo para nas ruas da capital, onde tentou ganhar a vida como garoto de programa e acabou parando nas mãos de um cafetão violento, até ser resgatado pelo homem misterioso.

Ele também sabia pouco sobre aquele protetor. Apenas que ele era muito rico e poderoso, e que era muito bom com ele, desde que ele obedecesse às regras combinadas.

Quando o dono dele estava em casa, ele se ausentava e eu ficava ansioso para estar com ele novamente. Nossas conversas deram um novo rumo e sentido aos meus dias de vida nova.

Todas as vezes em que nos encontrávamos ele estava com um pijama listrado, variando só as cores. Aquilo me despertou a curiosidade e eu perguntei:

— Por que você está sempre de pijama listrado? – Ele sorriu e respondeu:

— Uma vez eu assisti um filme e fiquei impressionado pela história. Resolvi que, se algum dia eu tivesse dinheiro, compraria vários pijamas listrados, para nunca esquecer daquele filme.

Eu tenho outras roupas, poucas. Meu protetor mandou fazer um armário imenso em meu quarto e encheu ele de pijamas listrados, realizando o meu desejo. Ele sempre me dá as coisas que eu desejo ter. – Ele me falou com olhos radiantes.

— Lembrei da história e pensei que ele não se dava conta de que também estava preso, como o famoso menino do filme. Pensei também que até pouco tempo atrás, era eu também prisioneiro de uma vida sem sentido.

Numa tarde de verão, eu estava na parte da frente de minha casa, quando vi o carrão chegando. O homem misterioso desceu e, junto com ele, estavam o segurança negro e grandão e outro homem jovial, forte, com aparência de dançarino de boate.

Eu fiquei alerta, fazendo algumas coisas, já que não tinha empregada fixa. Tirei um cochilo e, um tempinho depois, pude ouvir um certo agito na casa, umas vozes mais animadas. Resolvi subir para meu ponto de observação, no primeiro andar de minha casa.

Da janela eu pude ver uma cena que me acendeu física e psicologicamente. Perto da piscina do vizinho, onde tinha uma mesa de madeira maciça e vários bancos bonitos, o homem estava sentado, vestindo somente uma sunga, mostrando seu corpo maduro, malhado e bem-cuidado, com um pauzão grande e duro para fora, batendo uma punheta, enquanto observava a cena à sua frente.

O segurança negrão e gigante estava nu, ao lado do outro homem com cara de Gogo Boy, ambos em pé, enquanto o meninão Bruno, também nu, com seu corpo lindo e juvenil, estava ajoelhado, mamando os caralhos imensos daqueles dois homens, como se chupasse sorvetes de sua fruta preferida.

O homem misterioso se deliciava com a cena. O moleque parecia de divertir também, proporcionando prazer àqueles três machos.

De onde eu estava eu via tudo claramente. O pauzão do negro quase não entrava na boca do Bruno, de tão grosso que era. O do Gogo Boy era menos grosso, mas era igualmente grande. O moleque fazia um bom trabalho mamando aquelas trolhas gigantes. Eu também fiquei pelado e comecei a me punhetar, assistindo aquela cena excitante.

Depois de muito mamar, o moleque foi levantado e colocado curvado sobre a mesa em frente, com o corpo bem empinado e as pernas abertas, pronto para o que veio a seguir.

O segurança negrão falou alguma coisa para o chefe e ele fez um gesto, mandando o jogo erótico continuar. Ele então despejou gel bem no meio das nádegas carnudas do moleque, e o Gogo Boy se aproximou, começou a pincelar seu caralhão no buraquinho dele. Em seguida ele segurou na cintura do Bruno e fez força, empurrando seu pau para dentro. O moleque soltou um gemido alto e se abriu mais, para receber aquele macho. O cara também gemeu, se deliciando com o corpo jovem e bonito e logo estava entrando e saindo do cuzinho. Bombou por um tempo e arrancou o pau de dentro.

O negrão se aproximou, pegou o moleque no colo como se ele fosse um boneco, colocou-o na mesa, na posição de frango assado e encostou a cabeçona roxa de seu pau na entradinha já aberta. Deu um empurrão de leve e a cabeça do caralhão pulou para dentro do cuzinho do moleque, que gritou de dor e prazer.

O negrão tapou a sua boquinha com sua mão grande e socou o pau para dentro.

O moleque se contorcia e gemia, sendo arrombado por aqueles dois machos, que agora se revezavam em seu buraco. O negrão saía e o outro entrava. Quanto mais eles fodiam brutalmente, mais o homem misterioso parecia se excitar.

Meu pau pingava de tesão e eu sabia que logo gozaria assistindo aquele filme pornô ao vivo. Minha vontade era pular o muro e também foder aquele moleque.

As estocadas se intensificaram e logo gemidos foram ouvidos. O homem se aproximou, socou seu pauzão branco na boca do moleque e gozou gostoso. Os outros dois bateram uma punheta e jorraram muito leite em cima do moleque, que também gozou gostoso.

Eu gozei intensamente, espirrando jatos na parede em frente.

Pouco tempo depois eu voltei a olhar e vi que o segurança e o Gogo Boy não estavam mais por lá. O menino e o homem misterioso estavam lado a lado, bebendo suco e conversando animadamente. Ele de sunga e o moleque com um pijama listrado.

Três dias depois estávamos conversando no nosso local secreto e eu não pude deixar de falar para ele que tinha assistido toda a cena sexual. Ele se admirou de saber que eu pude ver tudo e perguntou:

— Você gostou do que viu? Ficou excitado?

— Eu estou excitado até hoje. Nunca tinha visto algo tão intenso. – Eu respondi, sentindo meu pau duro, enquanto conversávamos.

— Meu protetor também se excita muito ao ver alguém me fodendo. Ele sempre faz uns joguinhos assim. É fetiche dele.

— Isso não te incomoda? – perguntei.

— Não. Encaro apenas como parte do meu acordo. Também procuro aproveitar o momento. - Ouvi aquilo e fiquei novamente surpreso com aquela postura do moleque.

— Interessante essa sua postura. Saber que você se diverte também, me deixa ainda mais excitado. – Eu comentei, apertando meu pau por cima da bermuda.

— Mostra pra mim como você está. – Ele falou sorrindo maliciosamente. Eu abri o zíper da bermuda e coloquei meu pauzão para fora. Não era grande como os dos dois caras que o foderam, mas é um pau de bom tamanho. Ele deu um jeito de passar a mão pelo buraco e segurou meu pau, batendo uma punheta de leve.

— Pau bonito que você tem! Se aproxima bem da cerca e tenta colocar seu pau aqui no buraco.

Eu obedeci ao moleque e ganhei o melhor boquete da minha vida. Ele mamou meu pau como um mestre na arte. Me fez gozar intensamente em sua garganta, bebendo todo o meu leite farto.

A partir daquele momento eu sabia que estava perdido, tinha que libertar aquele menino, ter aquele ser só para mim.

Na hora nem refleti que também estava querendo mantê-lo numa prisão especial. O ser humano e suas contradições.

Dias depois eu fui chamado à capital para finalizar a venda de um imóvel e também resolver umas pendências judiciais. Tudo se enrolou muito e eu fiquei preso por semanas, sentindo uma saudade imensa do menino do pijama listrado. Não via a hora de retornar e fazer a minha proposta para tê-lo só pra mim.

Depois de um mês e meio eu voltei ansioso para casa e, assim que entrei na minha casa, vi que a casa vizinha estava muito silenciosa. Nem o segurança estava no seu posto, como sempre ficava.

Achei que ele devia ter viajado com seu protetor, mas os dias foram se passando e nada mudava, ele não aparecia, a casa parecia abandonada.

Procurei saber com os vizinhos sobre a casa ao lado, mas ninguém sabia exatamente o que tinha acontecido. Só sabiam que o carro preto esteve por lá e que o menino tinha viajado com o homem misterioso.

Os dias foram se passando e minha angústia não cessava, até que numa tarde eu vi um movimento estranho na casa e fui ver o que era.

Dei de cara com uma mulher elegantemente vestida, na frente da casa, acompanhada por um casal, e perguntei para ela o que estava acontecendo.

Fui informado de que a casa estava sendo vendida e fiquei aflito. Perguntei sobre o proprietário e ela desconversou, não me deu nenhuma informação.

Nunca mais eu tive nenhuma informação sobre aquele menino e seu protetor. Eles simplesmente desapareceram.

Meus dias foram e ainda são bem difíceis, esse mistério me incomoda até hoje.

“Uma coisa é certa, ficar se sentindo miserável, não tornará as coisas mais alegres”.

Penso nisso e vou seguindo em frente.

****

Nota do autor:

As citações entre aspas, foram retiradas do livro de mesmo nome, que inspirou esse conto.

Como falei anteriormente, tinha que publicar dois contos antes de me afastar. Esse é o segundo conto que eu me comprometi a escrever.

Espero que gostem, curtam e comentem.

A gente vai se falando.

Abraços a todos!

titojn05@gmail.com

Conto Registrado no Escritório de Artes e protegido pela Lei 9.610 de Fevereiro de 1998. Não pode ser reproduzido sem autorização do autor.

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Foto de perfil de Tito JCTito JCContos: 189Seguidores: 568Seguindo: 77Mensagem Apenas um cara que gosta e respira artes em todas as suas formas. Um escritor de alma aberta, que quer ser lido e passar mensagens, mesmo em contos eróticos. Escrevo para o leitor, sem ele não existe escritor. Quer saber mais, me pergunte... titojn05@gmail.com... Abraços a todos!

Comentários

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Show. Confesso que esperava mais

Como assim se afastar?

Nada bom ficar sem seus contos.

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