Capítulo 34: Uma Tempestade Avassaladora

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 2024 palavras
Data: 10/05/2026 12:09:09

O toque insistente do celular de Jhonny cortou o ar ainda denso de prazer e suor no quarto, o aparelho vibrando na mesinha de cabeceira como um intruso indesejado. Era Christopher. Jhonny e Andressa se entreolharam, um misto de cansaço e a urgência do momento os fez ignorar a primeira chamada, os corpos ainda colados, suados e ofegantes do clímax recente. Eles precisavam daquele banho, daquele momento de intimidade para processar tudo o que havia acontecido e o que estava por vir – a água quente escorrendo pelos corpos no box amplo, vapor embaçando o espelho enquanto se beijavam e se abraçavam, mãos deslizando pela pele molhada, toques suaves traçando curvas e músculos, lavando não só o suor pegajoso, mas também a tensão acumulada, gemidos suaves ecoando no banheiro úmido como um eco de reconciliação. Mas Chris insistiu, o telefone vibrando incessantemente na bancada do banheiro, o som cortante rompendo a paz. Após o banho, Jhonny finalmente o atendeu, o coração batendo forte no peito, toalha enrolada na cintura.

A voz de Chris estava perceptivelmente irritada, cortante, quase um rosnado abafado, o tom carregado de frustração: "Jhonny, ainda quer comer a Suzana?" A pergunta veio direta, sem rodeios, carregada de veneno, ecoando pelo viva-voz. Jhonny respirou fundo, tentando manter a calma, enquanto Andressa, ao seu lado, arregalava os olhos azuis, o rosto ainda corado do banho. "Chris, cara, deixa isso pra lá. Não tem problema, agora estamos 2x2, né?" Ele tentou apaziguar, forçando um tom de brincadeira, "Mas tenho que admitir que o seu segundo gol foi no campo do adversário, dando uma vantagem e tanto pra você, hein?"

Mas Christopher não estava para brincadeiras, a voz elevando-se em um tom acusatório: "Não vem com essa de 2x2, Jhonny! Você sabe muito bem do que eu tô falando!" A ignorância na voz de Chris era palpável, como se ele estivesse no limite. Jhonny, que sempre procurava manter a calma, coçou a cabeça, sentindo o rosto esquentar, Chris sempre fora tranquilo, nunca o tinha visto exaltado, por isso manteve a voz baixa e controlada: "Mano, deixa pra lá. Tu sabe que Suzana e eu só estivemos juntos uma única vez e você estava junto. Nunca toquei nela fora aquele dia. E talvez até seja melhor não tocar mais." Andressa, ao ouvir aquilo, ficou com uma cara de indignação e balbuciou: "Não é justo, Jhonny!" Mas ele retrucou, balbuciando de volta para ela deixar pra lá, o olhar fixo no telefone, tentando não escalar a situação.

Jhonny então foi enfático, a voz ganhando um tom mais sério, o peito apertando com a tensão: "Mas o que eu não gostei, Chris, foi você xingar as meninas. Isso não é atitude de homem." Chris, do outro lado da linha, admitiu, a voz um pouco mais baixa, mas ainda carregada de raiva, como se as palavras doessem ao sair: "Eu sei, Jhonny, eu sei que foi errado. Mas a Suzana me deixa doido! Não sei se posso confiar nela!" Jhonny ouviu Suzana gritando ao fundo, a voz embargada de raiva e mágoa, ecoando como um eco distante: "Não escondo nada de você há anos, Christopher! Você é homem feito! Ou acredita em mim e a gente é feliz, se amando, ou cai fora de uma vez!"

A ligação foi interrompida abruptamente. Chris desligou, o silêncio repentino mais pesado que o barulho da discussão, deixando Jhonny com o celular na mão, o ar carregado de apreensão. Ele olhou para Andressa, que já se vestia apressada. "Fica aqui, eu vou lá na casa deles." Mas Andressa se recusou, a determinação em seus olhos verdes flamejando: "Não, eu vou junto. Ela é minha amiga, e você é meu marido. Não vou te deixar ir sozinho."

Chegando lá, a casa de Chris e Suzana era um campo de batalha, o quintal iluminado por uma luz fraca, sombras dançando como fantasmas nervosos. Eles discutiam no quintal, a casa parecia ter ficado pequena, gritavam, as vozes ecoando como lâminas cortantes, o ar carregado de tensão e lágrimas. Jhonny tentou intervir, pedindo para Chris se acalmar, voz firme mas conciliadora: "Chris, por favor, se acalma!" - Ele retrucou, a raiva em seus olhos vermelhos, injetados de frustração: "Por que não manda a Suzana se acalmar?! Ela que tá me enlouquecendo!" - Mas Suzana chorava, as lágrimas escorrendo pelo rosto, e entrou pro quarto, batendo a porta com força, a raiva a consumindo como um fogo selvagem. Chris olhou para Jhonny, os olhos injetados, o peito subindo e descendo rápido: "Veio aqui pra me bater por ter xingado a Andressa, é isso?"

Jhonny cerrou os punhos, sentindo a tentação de descarregar a raiva que sentia pelo amigo, os músculos tensos como cordas: "Me sinto muito tentado a isso, Chris, muito mesmo. Mas estou tentando resolver numa boa, como fizemos quando conversamos da outra vez." - Chris riu, um riso amargo e quebrado, e logo depois chorou de raiva, desabando no chão do quintal, os ombros tremendo: "Eu sei, Jhonny, eu sei que estou sendo um crianção. Mas eu estou com muita raiva! Porra, na moral, muita raiva mesmo. Raiva de ouvir que a Suzana te ama e que prefere a sua pica!" - Jhonny retrucou, tentando desfazer o mal-entendido, voz baixa mas firme: "Chris, aquilo foi um mau entendido, você sabe." Mas Chris balançou a cabeça, os olhos fixos em Jhonny, lágrimas escorrendo: "Não, Jhonny. Não foi. Eu reparei. A Suzana mudou depois que te conheceu. Eu sabia há tempos que ela se exibia, mas pra você foi diferente. E ela ficar nua na sua frente, duas vezes, só confirma isso. Ela nunca tinha feito isso antes!" - dizia Chris, agora andando de um lado pro outro no quintal, gritando e chorando, a dor e a raiva se misturando em sua voz, o eco reverberando nas paredes.

Andressa passou correndo e foi onde Suzana estava, no quarto, para tentar consolá-la, já que ali percebia que não poderia ajudar muita coisa, a porta se fechando com um clique suave atrás dela.

Chris continuou, a voz embargada, as mãos tremendo: "E a Andressa e a Cintia? Elas são super amigas, quase irmãs, mas se deixassem, se chupavam toda semana, igual piranhas lésbicas!" Jhonny, pela primeira vez, gritou, a voz firme, mas ainda com educação, o peito apertando de raiva: "Chris, se acalma! E não xinga mais as meninas!" Chris então, sarcasticamente, respondeu, o tom amargo: "Ah, é? Então só a Suzana e a Cintia são vadias, é isso?"

Mas antes que Jhonny perdesse a compostura e partisse para a briga, Chris se ajoelhou no chão e chorou, copiosamente, um choro de desespero e arrependimento, lágrimas molhando a grama do quintal. Ele disse que sabia no que estava se metendo quando preferiu seguir casado com Suzana, que a amava de todo o coração e que se sentia um merda por ter agido e falado daquela forma. Ele estava super irritado e magoado com tudo o que tinha acontecido até ali, mas sabia que o que estava fazendo era muito errado. E por fim, pediu desculpa, voz quebrada: "Me perdoa, Jhonny… eu exagerei, fui um completo idiota." - Jhonny, de punho ainda cerrado, se aproximou, mas em vez de bater, abraçou Chris, pedindo para ele se acalmar, o abraço firme como um ancoradouro: "Ou é isso, Chris, ou seu casamento vai pro ralo." - Chris concordou, a voz embargada pelo choro: "Eu sei, Jhonny. Mas não sei se a Suzana vai me perdoar. Ou as outras meninas. Eu exagerei demais. Eu sei disso." - Ele chorou novamente, e então, num tom mais baixo, quase inaudível, disse: "E eu entendo, mais ou menos, porque até a Cintia está gamando em você."

Eles entraram na casa. Chris foi tomar um banho, demorando bastante tempo, talvez tentando lavar a raiva e a vergonha, o som da água correndo ecoando pela casa silenciosa. Quando Jhonny foi ver Suzana, ele a encontrou chorando, chamando Chris de idiota e outras coisas piores, as lágrimas escorrendo pelo rosto mulato, o quarto iluminado por uma luz fraca: "Ele é um babaca, Jhonny… me magoou tanto!" - Ela então sacou o celular e mostrou uma foto no Telegram. "Essa é antiga, antes de eu conhecer o Chris." - ela disse, voz trêmula. Na foto, ela chupava dois homens, um branco de cerca de 40 anos e um moreno, de uns 30. "Eram funcionários da biblioteca da faculdade. Um deles quem fotografou pra ela. Eu topei transar com eles porque eu curtia estudar com eles, que eram bem sacanas, mas muito inteligentes." - Ela foi passando as fotos, dedos tremendo na tela. Em outra foto ela chupava o branquinho, língua rodopiando na glande, enquanto levava rola do moreno por trás, boceta carnuda esticando ao redor do pau. Em outra, o contrário, gemidos imaginados ecoando na mente de Jhonny. Jhonny disse que aquelas fotos poderiam reascender a fúria de Chris, mas ela disse que não ligava, olhos flamejando: "Que se dane, ele que aguente! Isso aqui é meu passado. Nunca vai mudar. E se eu quisesse, na hora que pedisse, eles com certeza me comeriam de novo." Ela então mostrou um vídeo. Os dois a comiam ao mesmo tempo, DP intensa com paus invadindo boceta e cuzinho, ela gemia alto pelo prazer, corpo moreno tremendo em espasmos, boceta pulsando visivelmente. Ela disse que foi sua única vez e que queria fazer de novo, mas com o Chris. "O segundo homem pouco importava. Tudo o que importava era o Chris. Mas agora, Jhonny, eu estou cansada. Ele queria é aproveitar as minhas amigas, por isso não me largou, mas não queria que eu mesma aproveitasse elas. Eu estou muito magoada pelas ofensas. E por ele ofender a Andressa e a Cintia também."

Quando Chris saiu do banho demorado dele, ele foi até ela, toalha enrolada na cintura, olhos vermelhos de choro. E pediu desculpas, chorando novamente, voz embargada: "Su, me perdoa… eu fui um idiota, não mereço você." - Mas ela se levantou, a expressão séria, o rosto ainda marcado pelas lágrimas. Ela estava novamente com aquele roupão de seda, o tecido colando às curvas generosas. Ao abrir, na frente dele, de Jhonny e de Andressa… ela vestia uma roupa normal por baixo, blusa preta justa realçando os seios médios e saia jeans curta marcando os quadris, nada revelador. "Christopher," ela disse, a voz firme, olhos fixos nos dele: "independente do que os outros vejam, o único que tem acesso e permissão para tirar minhas roupas e transar gostoso comigo, é você, meu marido. Eu não o trocaria nem por mil Jhonnys." - Ela olhou para Jhonny, que assentiu, compreendendo, o peito apertando com a intensidade do momento. "Mas eu estou decidida: vou passar o resto do fim de semana na casa da Andressa e do Jhonny. E já aviso: eu vou dar muito. E, se mesmo assim, você quiser que eu volte pra casa, que você vá me buscar apenas amanhã à noite. Se você for, nós conversaremos e nos acertaremos, como sempre fizemos. Se você não for, tudo bem, eu tendo. Eu volto pra essa casa na segunda à tarde, mas só pra buscar as minhas coisas."

Após dizer isso, ela se virou e saiu de casa, carregando uma bolsa com algumas coisas dentro, possivelmente algumas roupas e itens pessoais, que ela arrumara com Andressa, indo para o carro de Jhonny com a amiga, o roupão esvoaçando levemente.

Jhonny pediu que Chris colocasse a cabeça no lugar, voz baixa mas firme: "Vou tentar falar com a Suzana, Chris. Não esquece: ambas tão se acertando. Nem a Andi me traiu nessa viagem de vocês, nem a Su vai te trair esse fim de semana, pois ela só quer fazer o contrário do que vocês já fizeram... E nós dois liberamos isso. Cara, ela te ama. Se não, nem pedia pra você ir buscá-la... só... coloca essa cabeça no lugar." - Chris se preparou para gritar e retrucar… mas parou e apenas se calou, pedindo com os olhos que Jhonny o ajudasse com Suzana, lágrimas ainda escorrendo. E quando Jhonny estava saindo, Chris apenas agradeceu e disse que ia refletir no que ele realmente queria, a voz rouca de emoção: "Obrigado, cara… me ajuda com ela, por favor. E eu... vou pensar bem no que eu realmente quero..."

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Comentários

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Outra coisa, como vai ter clima depois disso para uma transa entre eles durante todo o final de semana? Eu não estaria no clima e não conseguiria comer ninguém nesse momento, depois pode até ser, mas com esse clima não iria rolar

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Caramba bateu uma baita insegurança no cara, diferente do Jhony.

Na minha opinião todos estão até um certo ponto errados, eu não tenho estomago para esse tipo de vida onde a mulher fica me manipulando o tempo todo,sendo assim para3la voltar pra casa teria de ser sozinha e não me encontraria mais em casa.

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