Conexões Incestuosas - Confissões do pai

Da série O Paizão e Eu.
Um conto erótico de Luiz
Categoria: Gay
Contém 1427 palavras
Data: 10/05/2026 18:15:06

A madrugada começava a avançar, ainda estávamos nus depois do sexo. O pai encostou nos travesseiros e ficou deitado na cama. Eu me aconcheguei nos seus braços, o rosto encostado em seu peito peludo enquanto ele me abraçava me aninhando perto dele.

Ele ficou em silêncio por alguns minutos e eu também. Esperei até que senti ele respirar diferente e a seguir começar a falar baixinho.

— Esta é a primeira vez que vou falar sobre isso e também será a última, por isso preste atenção, Nando. Ele iniciou com um ar solene, em tom de segredo.

Quando eu ainda estava casado com sua mãe. Nós, estávamos vivendo um momento complicado no casamento, nem sei se deveria estar te contando isso. As coisas não andavam bem entre a gente e acabamos nos afastando naturalmente.

Eu não esperava que ele fosse falar sobre a separação, fiquei atento e me movi de modo a me acomodar em seu abraço.

— O que interessa agora é que acabei encontrando uma mulher, e nos tornamos amantes. Ficamos meses juntos. Eu fechava o escritório e passava muitas tardes com ela. Muitas vezes na casa dela, outras vezes em motéis. A sua mãe acabou ficando desconfiada e as coisas só pioraram entre nós. Uma noite, enquanto você dormia, ela me colocou contra a parede. Não assumi nada, não confessei, não podia. Apenas disse a ela que aceitava a separação e foi assim que tudo entre nós terminou.

Eu ouvi suas palavras, permaneci quieto, deixei ele continuar.

— Depois disso, fiquei muito tempo achando que isso era tudo o que bastava. Um homem que precisava de muitas mulheres, - fez uma pausa enquanto o silêncio dominava o quarto à meia luz.

— Até aquela noite, a primeira noite, quando senti você puxar meu pau para fora da cueca e me chupar.

Senti um choque subir pela minha espinha quando o pai mencionou aquilo.

— Quando você me lambeu, colocou meu pau na boca… - sua voz ficou mais grossa. - Tudo mudou dentro de mim.

Quando ele falou daquele jeito senti meu corpo arrepiar, meu pau começou a ficar duro. - Então ele também me desejou, pensei. .

— Depois daquela primeira noite, eu tentei ignorar o que você tinha feito. Menti para mim mesmo. Comi duas mulheres diferentes nos dias que se seguiram e tentei continuar minha vida como se nada tivesse acontecido. Mas você criou uma obsessão em mim, que não consigo controlar desde então.

Eu não podia acreditar no que ele estava me dizendo. Eu nunca poderia supor que ele tivesse passado por aquilo, entretanto o que ele me dizia me atiçou ainda mais.

Me toquei em silêncio. Meu cuzinho piscou de tesão por ele.

— Passo o dia inteiro pensando em como você me deixa cheio de tesão, filho. Enquanto trabalho, dirijo, em qualquer lugar. Você sempre está aqui, tocou com o dedo a própria testa.

— Quando você chega perto de mim, se aproxima daquele jeito que me provoca. Quando toca meu pau ainda dentro da roupa, ou quando você se ajoelha entre minhas pernas. Porra, filhão, teu coroa fica louco. Meu pau fica duro em segundos.

Quando ele falou sobre mim daquele jeito, senti meu pau ficar ainda mais duro, senti um desejo muito forte de me entregar. Meu coração acelerou, lembrei do quanto eu fui impetuoso desde o primeiro momento. Se antes eu já havia me conectado a ele. Depois do que ele disse, eu entendi que não poderia lhe negar nada.

— A questão é que não consigo mais ficar sem você, desse jeito, do nosso jeito, - disse me puxando para mais perto dele. - Tem outra coisa que preciso que saiba. Gosto de estar com mulheres, assim como gosto de estar com você. Só assim me sinto completo e não abro mão disso. Sou um homem que fode, e fodo quem me excita.

Eu ouvi cada palavra. O que ele me dizia fazia todo sentido. Toda a masculinidade dele, na minha opinião, estava justamente neste ponto, e era exatamente isso que me atraía tanto. Ele era quem eta.

Já havia percebido as suas chegadas mais tarde em casa e quando ele falou das mulheres, tudo se encaixou, e aquilo também me deu muito tesão.

Passei a mão pelo peito peludo dele, sentindo o calor da sua pele, meu dedos traçaram um rastro entre os pelos até o seu abdômen. Vi seu pau endurecer enquanto eu o tocava. Enquanto ele confessava.

— Você me tira do sério, sabia? - disse ele já alisando meu corpo e tocando na minha bundinha toda arrepiada.

Ele me virou de bruços sem dizer mais nada, com um movimento firme me colocou na posição que queria. Senti meu corpo arrepiar quando seu peito peludo ficou pressionado contra minhas costas, Senti seu pau muito duro contra minhas nádegas.

Com as mãos ágeis, me agarrou e em seguida virou meu rosto na direção dele, me beijou profundamente, Seu bigode roçando meus lábios, sua língua áspera invadindo minha boca de forma dominadora.

Senti suas unhas arranharem minhas costelas, enquanto descia a mão até minha bundinha.

Ele afastou minhas carnes e tocou meu buraquinho que já estava pegsndo fogo de desejo e largo devido a foda de uma hora antes. Ele me deixou completamente exposto para ele.

Dedilhou meu buraquinho antes de encostar a cabeça do seu pauzão. Posicionou o pau bem na entrada do meu buraco e começou a entrar devagar. Senti dor, sempre sentia, mas me recusava a pedir para ele parar

— Ai, pai, eu gosto tanto disso, de sentir você alargando minhas preguinhas, disse a ele quase ronronando.

Ele gemeu de um jeito longo e incontrolável quando estava todo dentro de mim. Eu mal conseguia me mover.

— Mmmmm, gemeu baixinho, enquanto começou a meter com uma violência que eu não tinha experimentado ainda.

A cama balançava levemente conforme ele me estocava. Suas unhas cravadas na minha cintura. Ele aumentou o ritmo. As estocadas mais profundas, cada vez mais brutais, mais cheias de fúria.

— Ahhh, gemi mordendo a fronha do travesseiro, meu corpo tremendo de excitação a cada movimento dele.

Ele gemia baixo, quase como um rosnado predador nos meus ouvidos. Sua respiração pesada, no mais completo domínio de si.

Que macho era o paizão, ainda sinto ele dentro de mim depois de todos estes anos. Tamanha foi a marca que deixou em mim.

De repente ele me virou sem sair de dentro de mim, me colocou sentado de costas no colo dele. Comecei a cavalgar no seu pau.

De repente ele começou a me foder de baixo para cima, segurando minha bunda com as mãos e os dedos afastando as partes da minha bundinha para poder entrar ainda mais.

— Ohhh, ohhh, gemia gostoso enquanto me fodia, e meu corpo o acompanhava em sincronia.

O silêncio no quarto era quebrado apenas por nossos gemidos baixos e o som de nossas carnes molhadas. Enquanto ele me fodia, eu me tocava sentido-o inteiro dentro de mim.

Pouco depois ele me deu ordens para ficar de bruços na cama. Assim que eu me posicionei e afastei as pernas, ele me penetrou novamente, largou seu peso todo sobre mim. Falava putarias no meu ouvido enquanto enterrava cada centímetro daquela rola enorme no meu buraquinho que era só dele.

Cada vez que ele metia, era como uma sentença dizendo: — Você é só meu, Nando!

Senti seu pau começar a pulsar dentro de mim, seu ritmo ficando cada vez mais irregular.

— Quero ver seu rosto quando estiver gozando dentro de você, disse ele.

Eu me virei em seguida, ergui as pernas oferecendo-me a ele inteiramente. Ele meteu de novo, gostoso. Eu já estava todo laceado por ele.

— Mmmmm, ohhh, filhão - gemeu longo, profundo, enquanto seu corpo contraia. O teu pai vai te encher de porra.

Senti o calor enquanto ele gozava, seu sêmen preenchendo-me, seu corpo ainda em movimento, ainda me dominando, ainda me possuindo.

Aquela sensação me levou ao limite. Meu corpo tremeu incontrolável, meu próprio pau disparando. Gozei em seguida, molhei todo o peito enquanto meu buraquinho contraía ao redor dele.

Ele não parou, continuou metendo ainda duro e de forma muito intensa. Pouco tempo depois senti ele desacelerar um pouco as estocadas. Urrou como um enorme urso, e terminou de esvaziar as bolas dentro de mim.

Permanecemos deitados, ele sobre mim, seus pelos roçando meu corpo, os pelos do bigode que eu tanto amava, me acariciando a pele do rosto. Ele me beijou mais uma vez, longamente até que senti ele escorregar de dentro de mim.

Ele se deitou ao meu lado. Eu não disse nada. Mas ele foi categórico:

— Este seu cuzinho vai ser sempre meu, só meu.

— Sim, pai, só seu.

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Comentários

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Que coisa ridícula! O pai come quem quiser e ele só pode dar para o pai? Espero que tenha uma reviravolta e ele dê para os amigos do pai para seu pai entender que os direitos são iguais.

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Muito bom. Nunca tive tesão no meu pai mas adoro esses contos de incesto. Seu texto é ótimo, o cuzinho não precisa necessariamente ser só do papai uma vez que a rola dele não é só sua. E ele nem precisa saber que você vai conhecer outros homens também.

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SACANAGEM, SEU CUZINHO É SÓ DO SEU PAI E DE MAIS NINGUÉM, MAS ELE TAMBÉM TEM AS MULHERES. UMA HORA SE CANSA DE VOCÊ E DAI COMO FICA? ESTRANHO ISSO. ELE QUER TUDO, QUER AS MULHERES E QUER VOCÊ, E VOCÊ BABACA ACEITOU DE CARA ISSO. NEM DÁ. RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

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Agradeço seu comentário, amigo. Meus contos são escritos para provocar, entreter e excitar, não necessariamente, são todos fatos verídicos.

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Que texto bom!!! Inovador na narrativa e intenso na construção das cenas... Muito bom.

Ainda não tinha percebido seu perfil aqui no site... Acho que não liguei os pontos...rsrsr... Muito bom ler textos seus diferentes.... Abraços!!! ⭐⭐⭐

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Obrigado, Tito, pelo comentário. Ainda mantenho minha conta no outro site, mas principalmente para leituras. Por aqui, resolvi ampliar mais. Criar personagens, mudar cenarios, sempre visando agradar os leitores.

Abraço.

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Muito bom!!! Eu não sei como não percebi seu perfil aqui...rsrs... Também estou acompanhando por lá... Abraços queridão!!!

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