O EXAME QUE MUDA TUDO
Meu nome não importa. Tenho 65 anos, sou casado há 35 com a mesma mulher. Uma boa mulher. Companheira, amiga, mãe dos meus filhos. A gente sempre transou bem – normal. Oral e vaginal. Pouca variação. Ela nunca curtiu anal. Eu também não. Nunca nem pedi.
Antes dela, tive duas namoradas só. Pouca experiência. Durante o casamento, uma única escapada – uma colega de trabalho, há cinco anos. Uma rapidinha no estacionamento da empresa. Meia hora de culpa e tesão acumulado. Ela me chupou, eu comi ela de quatro no banco de trás do meu carro. Foi bom. Mas foi só.
Nunca mais.
A vida seguiu. Os anos passaram. Os filhos casaram. A gente ficou mais velho, mais cúmplice, menos fogoso. Transávamos uma vez por semana, às vezes duas. Bom, mas previsível. Ela de ladinho, eu atrás. Ela por cima quando queria gozar rápido. Eu por cima quando queria sentir que ainda tinha fôlego.
Nada de outro mundo.
Até que veio a recomendação do clínico geral.
— Com 65 anos, é bom fazer o exame de toque. Próstata. Prevenção.
— Eu sei. Eu sei.
Marquei. Com vergonha, claro. Homem da minha idade, criado em outra época, toque na próstata era coisa de veado, de fresco, de homem que não prestava. Mas a razão falou mais alto. Prevenção é prevenção.
Procurei uma proctologista mulher.
Não sei por quê. Talvez porque eu imaginasse que uma mulher teria mãos mais suaves. Talvez porque eu tivesse medo de um homem me olhar de quatro.
Achei uma japonesa. Pequena, magrinha. Uns 40 anos. Cabelo preto liso, preso num coque. Olhos puxados, escuros, calmos. Usava jaleco branco, aliança no dedo. Seios pequenos – dava para ver mesmo por cima do jaleco.
Dra. Yumi Matsumoto.
O nome estava na placa.
Cheguei na clínica com o cu apertado – e não era piada.
Mãos suadas. Coração acelerado. A recepcionista pediu meus dados, eu mal conseguia preencher o formulário. Sentei na sala de espera, olhando para a parede, evitando pensar no que ia acontecer.
— Senhor Antônio? A doutora Yumi vai atender o senhor agora.
Levantei. Andei até a sala. Bati na porta.
— Entre.
A voz dela era calma. Baixa. Com um leve sotaque japonês que eu não consegui identificar direito – talvez ela tivesse nascido aqui, talvez não.
Abri a porta.
Ela estava sentada na cadeira giratória, de frente para o computador. Virou-se. Olhou para mim com aqueles olhos escuros e calmos.
— Senhor Antônio? Sente-se, por favor. O senhor está nervoso.
— Um pouco — menti. Estava muito.
Ela sorriu. Um sorriso pequeno, profissional, mas com um brilho nos olhos que eu não soube interpretar.
— É normal. Todo mundo fica. Homem então... piora.
Ela pediu para eu tirar a roupa da cintura para baixo e deitar de lado na maca, de costas para ela. Fiquei envergonhado. Ela virou as costas para eu me trocar – profissional, respeitosa.
Tirei a calça. A cueca. Fiquei só com a camisa. Deitei de lado na maca fria, os joelhos encolhidos em direção ao peito, o cu virado para ela.
— Pode virar — eu disse, a voz falhando.
Ela virou. Eu estava de costas, então não via o rosto dela. Só ouvia os passos. O barulho da luva de látex esticando nos dedos.
— Vou colocar um pouco de lubrificante. Pode estar gelado.
Ouvi o barulho do frasco sendo apertado. Senti o líquido frio escorrer pelo meu ânus. O susto me fez pular.
— Calma, senhor Antônio. É só gel.
— Eu sei. Desculpa.
Ela colocou o dedo na entrada.
Não vou mentir: o dedo dela era fino. Bem fino. Dedo de japonesa magrinha, de mãos pequenas, de quem toca piano ou escreve cartas com caligrafia bonita. A ponta do dedo tocou meu esfíncter e eu prendi a respiração.
— Relaxa. Vai doer menos se o senhor soltar o ar.
Soltei o ar. O músculo abriu.
O dedo fino dela entrou.
Devagar. Centímetro por centímetro. O lubrificante gelado escorria para dentro de mim. Eu senti algo que nunca tinha sentido antes – uma invasão, sim, mas não dolorosa. Estranha. Íntima. Como se ela estivesse tocando um lugar de mim que nem eu conhecia direito.
— Tô sentindo — eu disse, besta.
— É a próstata. O senhor vai sentir uma pressão. Não dói, só incomoda um pouco.
Ela mexeu o dedo. Uma pressão interna, como se alguém estivesse apertando uma bexiga cheia por dentro.
— Isso... isso...
— Tá doendo?
— Não. Só... estranho.
Ela mexeu mais. O dedo fino deslizava para dentro e para fora, devagar, num ritmo que não era médico – ou era, mas parecia outra coisa.
Eu não queria sentir prazer. Juro que não queria.
Mas meu pau começou a endurecer.
Primeiro uma meia-bomba. Depois três quartos. Depois inteiro, duro, espetando para cima, contra a minha barriga, contra a maca. Eu tentei esconder, mas deitado de lado, com o pau duro apontando para o meu umbigo, não tinha como disfarçar.
Ela viu.
O dedo dela parou dentro de mim por um segundo.
— O senhor está excitado — ela disse. Não era uma pergunta.
— Não... não é... é sem querer...
— É normal. Acontece. A próstata é um ponto de prazer. O toque nela pode causar ereção involuntária. O senhor não precisa ter vergonha.
Ela continuou o exame. O dedo fino entrando e saindo, a ponta roçando na minha próstata a cada movimento. Meu pau pingava pré-gozo na maca, uma mancha escura no lençol descartável.
— A próstata está saudável. Um pouco aumentada, normal para a idade. Sem nódulos. Vou terminar o exame.
Ela enfiou o dedo mais fundo. A ponta tocou um ponto que eu não sabia que existia.
Meu corpo inteiro tremeu.
— O senhor está quase gozando — ela disse, a voz calma ainda, mas com um tom diferente.
— Não... não...
— Vai gozar, senhor Antônio. É natural. Não segura.
Eu não queria gozar na frente dela. Nunca gozei na frente de ninguém além da minha esposa. Mas o corpo não obedeceu.
Meu pau ficou duro como pedra. As bolas contraíram. A cabeça inchou. E eu gozei.
Gozei sem ninguém tocar no meu pau.
Jatos grossos, brancos, quentes. Escorreram pela minha barriga, pela camisa, pela maca. Meu cu apertou o dedo dela com tanta força que ela arregalou os olhos – pela primeira vez, a japonesa perdeu a compostura.
— Isso... isso foi... — ela começou, mas não terminou.
Meu pau continuou jorrando. Gozei mais do que gozava há anos. O prazer subiu da próstata, passou pelo cu, pelo períneo, pelo pau, e explodiu na cabeça. Minhas pernas tremeram. Minhas mãos suadas escorregaram na maca.
Quando o orgasmo passou, eu fiquei ali, deitado de lado, o cu ainda com o dedo dela dentro, o pau mole babando os últimos restos de porra.
— O senhor pode se limpar — ela disse, tirando o dedo devagar. O barulho do látex saindo foi oco, molhado.
Ela pegou um papel toalha, passou no meu pau primeiro. Limpou a porra da minha barriga, da minha camisa. Depois, com outro papel, limpou o meu cu – ainda aberto, ainda molhado de lubrificante e suor.
Foi então que ela fez algo que eu não esperava.
Tirou a luva de látex. Olhou para o dedo que estava dentro de mim. Estava sujo de esperma – o meu esperma, que tinha escorrido do pau até o cu durante a gozada. Ela levou o dedo à boca.
Lambeu.
Passou a língua no próprio dedo, devagar, como quem prova uma fruta.
— O gosto está bom — ela disse, com a voz mais baixa agora. — Saudável. O senhor não precisa se preocupar.
Fiquei vermelho. Vermelho do rosto ao peito.
— A senhora... por que...
— Porque eu quis. Os exames estão normais. O senhor pode se vestir.
Ela virou as costas. Eu me vesti com as mãos trêmulas. Quando terminei, ela já estava sentada na cadeira, de frente para o computador, digitando algo.
— O senhor pode retirar os exames na recepção em 15 dias. Depois a gente avalia se precisa de retorno.
Eu só consegui dizer:
— Obrigado.
Ela nem olhou para trás.
Saí da sala com o cheiro do lubrificante ainda no cu e o gosto do meu próprio esperma na boca dela – imaginação, claro. Mas parecia real.
Cheguei em casa com o pau dolorido de tanto tesão acumulado – porque gozar uma vez não tinha resolvido nada. Tinha aberto uma porta.
Minha esposa, Letícia, estava na cozinha, de avental, fazendo um chá.
— E aí? Como foi o exame?
— Normal. Tudo saudável.
— Doeu?
— Não. Só... constrangedor.
Ela riu.
— Homem tem vergonha de tudo. Imagina a mulher que vai no ginecologista todo ano, coloca os pés no stirrup, abre as pernas...
— É diferente.
— É igual, bobo.
Ela não perguntou mais. Eu não contei mais.
Mas à noite, na cama, ela sentiu que eu estava diferente. Mais quieto. Mais distante. Ela se aproximou, passou a mão no meu peito.
— O que foi, amor?
— Nada.
— Teve alguma coisa no exame. Eu conheço você. Conta.
— Não tem nada.
Ela me virou de lado. Olhou nos meus olhos.
— Antônio. A gente tá junto há 35 anos. Eu sei quando você tá mentindo.
Respirei fundo.
— Eu gozei.
— Gozou como?
— Gozei no exame. Enquanto ela mexia o dedo.
Letícia arregalou os olhos.
— Como assim? Ela te masturbou?
— Não! Ela não encostou no meu pau. Só enfiou o dedo no meu cu. Mexeu na próstata. E eu... eu gozei sozinho. Sem tocar. Foi involuntário.
Silêncio.
— Você tá com tesão nisso? — ela perguntou, a voz baixa.
— Não. Não é tesão. Não sei o que é.
— Sua boca diz não, mas seu pau diz outra coisa.
Ela enfiou a mão por dentro da minha cueca. Meu pau estava duro. Duro como não ficava há anos – nem na última vez que transamos, há quatro dias.
— Olha só — ela disse, apertando meu pau. — Você voltou da médica com o pau duro. E não me contou.
— Eu estava com vergonha.
— Vergonha de quê? De gostar de levar dedada no cu?
O palavrão na boca dela – "dedada no cu" – me deixou mais duro ainda.
— Leticia...
— Cala a boca.
Ela me empurrou contra a parede. Agarrou meu pau com força. Começou a me masturbar rápido, com raiva, com tesão.
— Você nunca tinha gozado assim, né? Sem tocar? Gozou só com o dedo?
— Só com o dedo.
— Quem enfiou o dedo? A japonesa magrinha?
— Yumi.
— Yumi. Chamava a japonesa de Yumi. Ela é bonita?
— Não importa.
— É bonita?
— É. Mas não foi por isso. Foi pelo... pelo dedo dela. Era fino. Gelado. Entrou devagar.
Letícia parou de me masturbar.
— Você quer que eu faça igual?
— O quê?
— Igual a japonesa. Enfiar o dedo no seu cu. Te fazer gozar sem tocar no pau.
— Você nunca quis fazer anal.
— Nunca quis fazer no meu cu. No seu é diferente.
Ela me virou de costas contra a parede. Abaixou minha cueca. Meu cu apareceu – fechado, nervoso, peludo.
— Relaxa. Ela fez como?
— Colocou lubrificante.
Letícia foi no banheiro, pegou o vidro de óleo de coco. Voltou. Molhou o dedo indicador.
— Assim?
— Assim.
A ponta do dedo dela tocou meu cu.
— Entra devagar — eu pedi.
Ela entrou. Devagar. O dedo dela era mais grosso que o da Yumi – Letícia tem mãos grandes, de mulher que sempre cozinhou, que sempre lavou roupa, que sempre trabalhou. Mas o dedo entrou.
— ISSO — eu gemei.
— Gostou?
— Gostei.
Ela mexeu o dedo dentro de mim, igual a médica. Não sabia onde era a próstata, mas procurava. Enfiou mais fundo. A ponta do dedo tocou o ponto certo.
Meu pau ficou duro na hora.
— Achei — ela disse.
— Mexe.
Ela mexeu. O dedo deslizava dentro e fora, dentro e fora. Meu pau pingava pré-gozo no chão do quarto.
— Você tá quase gozando?
— Tô.
— Então goza.
Mexeu mais rápido. O dedo dentro de mim, o movimento igual ao da japonesa, mas diferente – porque era a mão da minha esposa, a aliança brilhando no dedo anelar, a unha curta roçando na minha parede interna.
Gozei.
Gozei sem ela tocar no meu pau.
Os jatos de porra acertaram a parede na minha frente. Escorreram pelo azulejo até o chão. Eu gemi alto, igual um animal.
— ISSO! ISSO, CARALHO!
Letícia tirou o dedo devagar, olhou para o dedo melado de lubrificante e suor, levou à boca e lambeu.
— O gosto tá bom — ela disse, com um sorriso malicioso. — Saudável.
— Você tá imitando ela.
— Tô. Gostou?
— Gostei pra caralho. Agora eu quero comer você.
— Me come.
Deitei ela na cama, abri as pernas dela, enfiei o pau na boceta – que estava escorrendo, molhada, mais molhada do que eu via há anos.
— Por que você tá tão molhada?
— Porque eu enfiei o dedo no seu cu. Meu tesão foi lá na hora.
— Você nunca tinha feito isso.
— Nunca. E nunca mais vou parar.
Comi ela como não comia há décadas. Forte, fundo, rápido. Ela gemeu alto, arranhou minhas costas, gozou duas vezes seguidas.
— Antônio... Antônio... você tá diferente...
— É o dedo, Letícia. É o dedo no cu.
— Então todo dia vai ter dedada no cu.
— Todo dia não. Vai estragar.
— Uma vez por semana?
— Combinado.
Depois que gozamos, ela me virou de bruços na cama.
— O que você tá fazendo?
— Simular o exame de novo. Ajoelha. Empina.
Empinei a bunda. Ela passou óleo de coco de novo. Enfiou o dedo indicador e o médio ao mesmo tempo.
— DOIS? — eu perguntei.
— Yumi colocou dois?
— Só um.
— Eu vou colocar dois. Quero ver você gozar de novo.
Ela enfiou os dois dedos.
Meu cu ardeu no começo, mas depois abriu. Os dedos dela deslizaram para dentro, encontraram a próstata, massagearam em círculos.
Meu pau ficou duro instantaneamente.
— Isso... isso... Letícia...
— Relaxa. Ela mandou você relaxar?
— Mandou.
— Então relaxa.
Massageou devagar, com calma. Meu pau babava no lençol. Meu corpo inteiro tremia.
— VOU GOZAR DE NOVO!
— GOZA!
Gozei pela segunda vez. Mais porra, mais jatos, mais gemidos. O lençol ficou encharcado.
Letícia tirou os dedos, lambeu os dois, e deitou ao meu lado.
— A médica japonesa não sabe o que causou.
— Causou um monstro — eu disse, ofegante.
— Causou um homem novo.
Dormimos abraçados, eu com o cu ardendo, ela com os dedos ainda molhados do meu lubrificante.
Quinze dias depois, voltei à clínica.
Os exames estavam prontos. Tudo normal, como ela tinha dito. Mas eu não estava ali só pelos exames.
Bati na porta.
— Entre.
Ela estava de jaleco branco de novo. O mesmo cabelo preso. Os mesmos olhos calmos. Mas dessa vez, tinha um brilho diferente. Ela sabia.
— Senhor Antônio. Os exames estão normais. O senhor não precisaria voltar.
— Eu sei.
— Por que voltou?
Fechei a porta atrás de mim. Tranquei.
— Porque o senhor não trancou a porta da última vez? — ela perguntou, com um sorriso pequeno.
— Porque da última vez eu estava com vergonha. Agora não estou mais.
Ela tirou o jaleco.
Por baixo, usava uma blusa preta de alcinha. Os seios pequenos apareciam, os mamilos marcando o tecido fino. A pele do ombro era clara, lisa, perfeita.
— Senta na maca — ela disse.
Sentei.
Ela veio até mim, ajoelhou na minha frente. Abriu o zíper da minha calça.
— O senhor quer?
— Quero. E a senhora também quer.
— Eu quero desde o dia que o senhor gozou no meu dedo e eu provei.
Ela tirou meu pau para fora.
— Me chupa — eu pedi.
— Não. Primeiro eu quero que o senhor me chupe.
Ela levantou, subiu na maca, sentou no meu rosto.
A saia dela subiu. A calcinha era preta, pequena, quase transparente. E por baixo... por baixo, a boceta.
Não era lisa. Era peluda. Uma mata de pelos escuros, grossos, bem cuidados. Os grandes lábios apareciam por entre a mata, roxos de tesão. O clitóris já estava saltado, vermelho, brilhando.
— A senhora é peluda — eu disse, besta.
— Eu sei. O senhor não gosta?
— Eu amo.
Puxei a calcinha dela para o lado e abri a boca.
A língua tocou os pelos primeiro – macios, quentes, molhados de suor e tesão. Depois desceu até os grandes lábios. Abri com os dedos. A boceta dela escorria – um mel claro, grosso, doce.
— ISSO — ela gemeu. — LAMBE MINHA BUCETA PELUDA.
Eu lambi. A língua percorria os pelos, os grandes lábios, o clitóris. Ela gemia alto, sem vergonha, sem o silêncio profissional de antes.
Enquanto eu lambia, ela se inclinou para trás, pegou um consolo preto em cima da mesa. Era pequeno – uns 12 centímetros. Fino. Brilhava de lubrificante novo.
— Deita de bruços na maca — ela ordenou.
Deitei. Empinei a bunda.
Ela passou o consolo no meu cu. A ponta de silicone era fria, lisa.
— Entra devagar — eu pedi.
Ela enfiou.
O consolo entrou inteiro. Era mais grosso que o dedo dela, mais firme. Meu cu se ajustou ao redor do silicone, apertou, massageou.
— ISSO... ISSO... CONTINUA...
Ela começou a mexer o consolo dentro de mim. Enquanto isso, eu continuei lambendo a boceta peluda dela – ela estava sentada no meu rosto de costas, o cu dela bem na minha frente, a boceta escorrendo no meu nariz.
— LAMBE MEU CU TAMBÉM — ela pediu.
Eu desci a língua. Lambi o cu dela – pequeno, rosado, também peludo. Os pelos finos e macios. A língua entrou na ponta, ela gemeu.
— OS DOIS... CONSOLO NO SEU CU... LÍNGUA NO MEU...
Ela cavalgou meu rosto. O consolo dentro de mim entrava e saía. Meu pau duro batia na maca. Meu pau babava, mas ninguém tocava nele – e eu já estava quase gozando.
Ela sentiu.
— TÁ QUASE GOZANDO?
— TÔ.
— GOZA ENTÃO. GOZA SÓ COM O CONSOLO.
Ela enfiou o consolo mais fundo. A ponta tocou na próstata. Massageou.
Meu corpo inteiro tremeu.
Gozei.
Jatos grossos de porra espirraram na maca, sujaram a camisa dela – porque ela ainda estava sentada no meu rosto, a boceta peluda esfregando no meu nariz.
— GOZEI! GOZEI DE CU!
Ela tirou o consolo devagar. Meu cu ficou aberto, piscando, vazio.
Depois ela desceu da maca, ajoelhou na minha frente, e chupou meu pau – agora mole, gozado. Lambeu a cabeça, lambeu as bolas, chupou o que restou de porra.
— Agora me come — ela disse. — Quero sua pica na minha boceta peluda.
Fiquei de pé. Ela deitou de costas na maca, abriu as pernas, puxou os joelhos até o peito. A boceta peluda apareceu inteira – os grandes lábios roxos, o clitóris saltado, os pequenos lábios escorrendo.
Encaixei meu pau na entrada. Ela estava quente, molhada, apertada.
— ISSO — ela gemeu. — ENFIA TUDO.
Enfiei. Meu pau entrou inteiro na primeira estocada. Ela arqueou as costas.
— ASSIM, CARALHO! ASSIM QUE É BOM!
Comecei a meter. Forte, fundo, rápido. A boceta peluda dela fazia barulho – o som molhado da porra escorrendo, dos pelos roçando na minha virilha.
— BATE NA MINHA BUNDA — ela pediu.
Bati. A palma da mão marcou a pele clara da bunda dela. Ela gemeu mais alto.
— DE NOVO!
Bati mais forte.
— MAIS!
Bati até a bunda dela ficar vermelha.
— QUER MEU CU TAMBÉM? — ela perguntou.
— QUERO.
Ela se virou de quatro na maca. Empinou a bunda. O cu apareceu – pequeno, rosado, peludo nos cantos, mas liso na entrada.
Passei o dedo na boceta dela, peguei o mel escorrido, passei no meu pau. Enfiei a cabeça no cu dela devagar.
— DOENDO? — perguntei.
— UM POUCO. CONTINUA.
Continuei. A cabeça entrou. O cu dela apertava meu pau como um punho fechado. Depois que entrou a cabeça, o resto deslizou sozinho.
— ENFIOU TUDO! — ela gritou.
— ENFIOU. QUER QUE EU META?
— METE.
Comecei a meter devagar. O cu dela era mais apertado que a boceta, mais quente, mais molhado – mas era um molhado diferente, só lubrificante, não lubrificação natural.
— MAIS RÁPIDO!
Acelerei. Meti com força. O cu dela abriu, aceitou, pediu mais.
— ISSO! ISSO! ME COME!
— TÔ COMENDO!
— ME COME IGUAL VOCÊ COME A CARALHA DA JAPONESA!
A palavra "japonesa" na boca dela – porque eu era o japonês? Não, ela era a japonesa. Eu era o paciente. Mas naquele momento, éramos só dois corpos nus, peludos, suados, comendo o cu um do outro.
Ela gozou primeiro. A boceta peluda jorrou líquido claro na maca, escorreu pela coxa dela.
— GOZEI SÓ COM SEU PAU NO MEU CU!
— AINDA NÃO GOZEI! — respondi.
— ENTÃO CONTINUA!
Continuei metendo. Mais cinco minutos. Até que o pau engrossou, a cabeça inchou, e eu gozei dentro do cu dela. Jatos grossos, quentes. Ela gemeu junto comigo.
Tirei devagar. O cu dela ficou aberto, escancarado, uma fumaça de lubrificante e porra saindo.
Ela deitou de costas na maca, puxou os joelhos, abriu a boceta peluda com os dedos.
— Lambe.
Ajoelhei na frente dela. Enfiei a cara na boceta peluda pela segunda vez. Lambi os grandes lábios, o clitóris, o períneo, o cu inchado. Lambi a porra que escorria do cu dela – a minha porra.
— BEBE TUDO — ela ordenou.
Bebi. Engoli. Limpei a boceta dela com a língua até secar.
Ela me puxou pelo cabelo, me beijou. A língua dela enfiou na minha boca – o gosto da minha própria porra misturado com o mel da boceta dela.
— Pronto — ela disse. — Agora o senhor é meu paciente de verdade.
— E o senhor vai precisar de retorno? — perguntei, ainda ofegante.
— Vai. Daqui a 15 dias. Para reavaliação.
— Do quê?
— Da próstata. E do cu. E da boceta.
Ela sorriu.
Eu me vesti, peguei os exames, saí da clínica com o pau dolorido de tanto tesão.
No carro, mandei mensagem para Letícia:
"Hoje tem simulação de exame de novo. À noite. Prepara o óleo de coco."
Ela respondeu na hora:
"Já tô molhada."
Naquela noite, Letícia me esperava na cama. Nua. Com o vidro de óleo de coco na mesa de cabeceira.
— Deita de bruços.
Deitei. Ela passou óleo no meu cu com os dois dedos.
— Hoje vou usar três.
— TRÊS?
— Yumi usou um. Eu usei dois. Agora três. Você vai gozar mais forte.
Ela enfiou o indicador, o médio e o anelar juntos. Meu cu ardeu como nunca. Mas abriu.
— ISSO, CARALHO!
Ela enfiou até o talo. Os três dedos dentro de mim. A mão dela inteira quase.
— ACHA A PRÓSTATA — eu pedi.
Ela achou. Massageou com os três dedos. Meu pau ficou duro na mesma hora.
— TÔ QUASE GOZANDO!
— GOZA!
Gozei. Jatos de porra acertaram o lençol, a parede, o travesseiro. Gozei mais do que nas duas primeiras vezes.
Ela tirou os dedos, lambeu, e sentou no meu pau.
— Agora você vai me comer igual homem.
Comi ela de frente. Ela por cima. Eu por baixo. Ela cavalgava no meu pau, os seios balançando, os mamilos duros.
— QUER QUE EU GOZE NO SEU PAU?
— QUERO.
Ela gozou. A boceta apertou meu pau, mel escorreu pelo meu pau, molhou meus pelos. Eu gozei junto dentro dela.
— Você tá viciado em cu — ela disse, depois.
— Tô viciado no SEU dedo no meu cu.
— Então todo dia vai ter dedo.
— Combinado.
Estávamos jantando na mesa da cozinha. Eu de um lado, ela do outro. De repente, Letícia levantou, veio até mim, ajoelhou embaixo da mesa.
— Tira a calça.
— Aqui?
— Aqui.
Tirei a calça. Ela passou manteiga – manteiga mesmo, da que estava na mesa – no dedo e enfiou no meu cu.
— COM MANTEIGA? — eu perguntei, rindo.
— O óleo de coco acabou. Relaxa.
Ela massageou minha próstata enquanto eu tentava comer o arroz com feijão. Meu pau ficou duro, espetou para cima, derrubou o copo de suco.
— Letícia... as crianças...
— As crianças não moram mais aqui, amor. Somos só nós.
Ela enfiou o dedo médio junto com o indicador.
— GOZEI! — gritei, gozando na calça, no chão, no pé da mesa.
Ela lambeu os dedos e voltou para o lugar como se nada tivesse acontecido.
— A comida esfriou — ela disse.
— Foda-se a comida. Vem pra cama.
Fomos. Ela me comeu de novo. E eu comi ela. E ela enfiou o dedo no meu cu de novo. E eu gozei de novo.
No terceiro dia, Letícia chegou do trabalho com uma sacola.
— Comprei uma coisa.
— O quê?
Ela tirou um vibrador pequeno, rosa, de uns 10 centímetros.
— Para o seu cu.
— Você vai usar em mim?
— Você vai usar em você.
Ela me deitou de costas, abriu minhas pernas, passou lubrificante no vibrador e me deu na mão.
— Enfia.
Enfiei devagar. O vibrador vibrava dentro de mim, massageava a próstata sozinho. Eu não precisava fazer nada – só sentir.
— ISSO... ISSO...
Meu pau ficou duro. Gozei sem nem mexer o vibrador. O pau jorrou na minha barriga, no meu peito, no meu rosto.
Letícia lambeu a porra do meu rosto.
— Delícia — ela disse.
Depois ligou o vibrador na potência máxima e enfiou no meu cu enquanto me masturbava.
Gozei três vezes seguidas.
No final, ela colocou o vibrador na própria boceta e gozou junto comigo, a gente de mãos dadas, os dois gemendo iguais adolescentes.
Em outro momento, fomos ao cinema. Sala vazia. Escura.
No meio do filme, Letícia abaixou o zíper da minha calça, enfiou a mão, e começou a masturbar meu cu – só por cima, pelo tecido da cueca.
— Assim não vai entrar — eu sussurrei.
— Não quero que entre. Quero só molhar.
Ela massageou o meu cu por cima do algodão. O tecido ficou encharcado de lubrificante – meu, que já escorria sem ninguém tocar. O pau ficou duro, marcou a calça.
— Vai gozar?
— Vou.
— Goza.
Gozei na calça. Na poltrona do cinema. Ninguém viu.
Na saída, Letícia passou a mão na minha calça molhada
— Goza.
Gozei na calça. Na poltrona do cinema. Ninguém viu.
Na saída, Letícia passou a mão na minha calça molhada. O tecido escuro escondia a mancha, mas o tato entregava tudo – o mel quente, grudento, já começando a esfriar.
— Você é um velho porco — ela sussurrou no meu ouvido, mas com um sorriso.
— Você que me transformou assim.
— Eu? Foi a japonesa.
— Você deu continuidade.
No carro, ela me fez chupar os dedos dela – os mesmos dedos que tinham massageado meu cu por cima da calça. O gosto era salgado, ácido, o meu próprio mel. Eu chupei como se fosse a coisa mais doce do mundo.
— Vamos para casa? — perguntei.
— Vamos. Mas antes, para na farmácia.
— O quê você quer comprar?
— Mais óleo de coco. E um pote maior de lubrificante. E outro vibrador. Um maior.
Comprei. Três potes. O caixa olhou para mim, para os potes de lubrificante, para a minha cara de 65 anos, e não disse nada. Mas sorriu. Um sorriso de quem sabia.
No décimo dia das simulações, Letícia chegou com uma notícia.
— Hoje é a minha vez.
— Sua vez de quê?
— De dar o cu.
Fiquei sem reação.
— Você nunca deixou. 35 anos de casado. Nunca. Eu até parei de pedir.
— Eu sei. Mas você deixou eu enfiar o dedo no seu cu. Eu vi como você gozou. Quero sentir a mesma coisa.
— Você não tem próstata.
— Mas tenho cu. E cu tem terminação nervosa. E eu quero saber como é.
Ela deitou de bruços na cama. Travesseiro embaixo do quadril. A bunda empinada. O cu fechado, rosado, liso – poucos pelos claros.
— Vai devagar — ela pediu.
Passei lubrificante no meu pau. Passei no cu dela. Enfiei a ponta.
Ela prendeu a respiração.
— Dói?
— Um pouco. Continua.
Enfiei mais. A cabeça entrou. O cu dela apertou meu pau com uma força que eu nunca tinha sentido nem na boceta dela quando ela gozava.
— ISSO... ISSO... ENTRA TUDO.
Enfiei inteiro. Ela gemeu baixo.
— Mexe.
Comecei a meter. Devagar. O cu dela ia abrindo a cada estocada, se acostumando, pedindo mais.
— MAIS RÁPIDO!
Acelerei. Meti com força. A bunda dela balançava. Ela gemia igual não gemia há anos – nem na lua de mel, nem no dia que os filhos saíram de casa.
— QUE COISA MAIS GOSTOSA! NUNCA IMAGINEI QUE ERA TÃO BOM!
— POR QUE NUNCA DEIXOU ANTES?
— PORQUE ERA BOBA! AGORA QUERO TODO DIA!
Ela gozou. A boceta jorrou no lençol enquanto eu metia no cu dela. O pau dela – porque ela não tinha pau, mas o clitóris dela ficou tão duro que parecia um pau pequeno – pulsou, jorrou um líquido claro.
— GOZEI SÓ COM O PAU NO MEU CU! IGUAL VOCÊ!
— AINDA NÃO GOZEI!
— ENTÃO CONTINUA!
Continuei metendo. Até meu pau engrossar, a cabeça inchar, e eu gozar dentro do cu dela pela primeira vez.
Jatos grossos, quentes. Ela sentiu. Gemeu junto.
— PRONTO — ela disse, ofegante. — AGORA VOCÊ ME FODEU O CU. EU SOU SUA PUTA ANAL TAMBÉM.
Deitei ao lado dela, os dois suados, o cheiro de porra e lubrificante tomando conta do quarto.
— Quem diria — eu disse. — Um exame de próstata mudou a nossa cama.
— Não só a cama. Mudou a nossa vida.
Nós transamos mais uma vez antes de dormir. Ela de ladinho, eu atrás, o pau na boceta, mas com um dedo dela no meu cu – o tempo todo. O orgasmo veio duplo, os dois juntos, os dois apertando, os dois gemendo.
No décimo quinto dia, voltei à clínica da Dra. Yumi.
Dessa vez, não marquei horário. Cheguei no fim do expediente. A recepcionista já tinha ido embora. A porta da clínica estava entreaberta.
— Dra. Yumi? — chamei, entrando.
Ela estava na sala, arrumando a mesa. Sem jaleco. Vestia uma calça de moletom cinza e uma camiseta preta folgada. Os cabelos presos num coque bagunçado.
— Senhor Antônio. O senhor não tinha retorno marcado.
— Sei. Vim para agendar.
Ela sorriu.
— Agendar o quê?
— O exame que o senhor não fez da última vez.
— E qual foi o exame que eu não fiz?
Fechei a porta. Tranquei.
— O exame da boca.
Ela tirou a camiseta.
Por baixo, não usava sutiã. Os seios pequenos apareceram – os mamilos escuros, duros, apontando para mim. Ela puxou o coque, os cabelos pretos caíram pelos ombros.
— Senta na cadeira — ela disse, apontando para a cadeira giratória.
Sentei.
Ela ajoelhou na minha frente.
— O senhor contou para a sua esposa?
— Contei.
— E ela?
— Ela aprovou.
— Ela sabe que o senhor está aqui agora?
— Sabe.
— E o que ela disse?
— Disse para eu gozar bastante.
Yumi riu. Abriu o zíper da minha calça. Meu pau já estava duro. Ela tirou para fora, passou a língua na cabeça, lambeu o pré-gozo.
— O gosto continua bom — ela disse.
— O senhor provou o de outra pessoa?
— Provei o meu. Na manteiga. No cinema. No carro. Na cama.
Ela enfiou meu pau inteiro na boca.
Chupava com vontade, com raiva, com fome. A cabeça do meu pau batia no fundo da garganta dela. Ela engasgava, mas não parava.
— ISSO — eu geme. — CHUPA TODO.
Ela tirou por um segundo, ofegante.
— O senhor quer gozar na minha boca ou na minha boceta?
— Na sua boceta.
— Então me come.
Ela tirou a calça de moletom. Por baixo, não usava calcinha. A boceta peluda apareceu – os pelos escuros, os grandes lábios roxos, o clitóris já saltado, brilhando.
— Deita na maca — eu ordenei.
Ela deitou. Abriu as pernas. Mostrou a boceta peluda, o cu peludo, os dois buracos escuros e molhados.
— Quer a boceta ou o cu? — perguntei.
— Os dois. Primeiro a boceta. Depois o cu. Depois a boca. Depois tudo de novo.
Encaixei meu pau na boceta peluda dela. Estava quente, molhada, apertada. Enfiei inteiro na primeira estocada.
— ISSO, SENHOR ANTÔNIO! ISSO!
— AGORA SOU SEU PACIENTE OU SEU HOMEM?
— OS DOIS! ME COME IGUAL HOMEM, ME TRATA IGUAL PACIENTE!
Meti com força. A boceta peluda dela fazia barulho – squelch, squelch, squelch – o mel escorrendo, os pelos molhados, os pequenos lábios abrindo e fechando.
— VOU GOZAR! — ela gritou.
— GOZA!
Gozou. A boceta jorrou líquido claro no meu pau, escorreu pela minha virilha, molhou os meus pelos.
— AGORA O CU — eu pedi.
Ela se virou de quatro na maca. Empinou a bunda. O cu apareceu – pequeno, rosado, peludo nos cantos, a entrada lisa e brilhando.
Passei o pau na boceta dela, lambuzei de mel, encaixei na entrada do cu.
— VAI DEVAGAR — ela pediu. — SEU PAU É MAIOR QUE O CONSOLO.
— QUANTO TEMPO O SENHOR TREINOU COM CONSOLO?
— UMA SEMANA. TODO DIA. QUERIA ESTAR PRONTA PARA O SENHOR.
Enfiei devagar. A cabeça entrou. Ela gemeu.
— CONTINUA.
Enfiei mais. O cu dela apertava meu pau com uma força que doía de tão bom.
— INTEIRO — ela disse. — ENFIOU TUDO.
— QUER QUE META?
— METE, CARALHO! METE!
Comecei a meter. Devagar no início, depois rápido. O cu dela abriu, aceitou, pediu mais. A boceta peluda dela balançava a cada estocada, o clitóris roçava na maca, o mel escorria pela coxa.
— TÔ GOZANDO DE NOVO! SÓ COM O PAU NO CU!
Ela gozou. O líquido claro espirrou na maca, no lençol, na minha mão. Eu senti o cu dela apertar meu pau com cada contração do orgasmo.
— AINDA NÃO GOZEI! — eu disse.
— ENTÃO VIRA ELA DE COSTAS E VEM NA MINHA BOCA!
Ela se virou. Ajoelhou na minha frente. Abriu a boca.
Eu tirei o pau do cu dela – o pau estava sujo de porra – da porra dela, do lubrificante, do mel da boceta. Ela abriu a boca.
— ENFIA NA MINHA BOCA DO JEITO QUE TÁ.
Enfiei. Meu pau sujo entrou na boca da médica. Ela chupou, lambeu, engoliu o gosto do próprio cu, da própria boceta, do próprio prazer.
— GOZA NA MINHA BOCA — ela pediu, com a boca cheia.
Gozei. Jatos grossos, quentes, direto na garganta dela. Ela engoliu tudo. Não deixou cair uma gota.
Quando terminei, ela lambeu meu pau limpo. Subiu, me beijou. A língua dela enfiou na minha boca – o gosto da minha porra misturado com o mel da boceta dela.
— Pronto — ela disse. — Exame concluído.
— E o resultado?
— O senhor está com próstata saudável, libido elevada, e um vício em cu que não tem cura.
— E o tratamento?
— Sexo todo dia. Com a esposa. Comigo. Com quem mais o senhor quiser.
Vesti minha calça. Ela vestiu a calça de moletom e a camiseta preta. Os cabelos presos de novo. A médica de volta.
— Quando é o próximo retorno? — perguntei.
— Daqui a 15 dias. E traz a sua esposa.
— Para quê?
— Para ela aprender a enfiar o dedo direito. Eu vou ensinar.
Sorri.
— Ela vai adorar.
Saí da clínica com o pau dolorido, as pernas bambas, o cheiro da boceta peluda da Yumi ainda no meu bigode.
No carro, mandei mensagem para Letícia:
"A médica quer te conhecer. Pessoalmente. Para ensinar você a enfiar o dedo do jeito certo."
Letícia respondeu na hora:
"Diz para ela que eu já sou profissional. Mas vou assim mesmo. Que horas?"
"Amanhã. 19h. Vou levar vinho."
"Vinho é clitóris. Eu quero pica."
"Vai ter pica. E cu. E boceta. Tudo."
"Então amanhã. Vou sem calcinha."
Desliguei o celular. Dei partida no carro.
O sol já tinha se posto. A noite estava chegando.
E eu sabia que, pela primeira vez em 65 anos, a minha vida sexual não estava nem perto do fim.
Estava só começando.
Chegamos juntos. Letícia de vestido vermelho, curto, decote generoso, sem calcinha – conferi no carro, a mão passou pelos pelos grisalhos da boceta dela, úmidos já. Eu de calça jeans, camisa social, o pau duro desde que saí de casa.
Yumi atendeu a porta do consultório com um jaleco branco aberto. Por baixo, só um sutiã de renda preta e uma calcinha fio dental. Os cabelos soltos. A boca vermelha. Os olhos puxados brilhando.
— Entrem — ela disse, com a voz calma de médica, mas o olhar de quem já estava há horas molhada.
Letícia entrou primeiro. Parou no meio da sala, olhou para Yumi, olhou para mim, sorriu.
— Então é você que enfia o dedo no cu do meu marido?
— É. E ele adora.
— Sei que adora. Ele chegou em casa com o cu ardendo e pedindo mais.
— Reclamação?
— Não. Só inveja.
Yumi fechou a porta. Trancou.
— Hoje a senhora vai aprender.
Letícia tirou o vestido sozinha, sem vergonha. Os seios caídos, os mamilos escuros, a barriga de 60 anos, os pelos grisalhos da boceta aparecendo.
Yumi apitou.
— A senhora é linda.
— Linda e velha.
— Velha e gostosa. Senta na minha maca.
Letícia sentou. Yumi ajoelhou na frente dela, abriu as pernas da minha esposa com as mãos, e enfiou a cara na boceta grisalha.
— AI, CARALHO! — Letícia gemeu. — ELA JÁ TA ME LAMBENDO?
— Já.
Yumi lambeu a boceta de Letícia com a mesma técnica que usava em mim – lenta, precisa, profunda. A língua percorria os grandes lábios, o clitóris escondido, a entrada da boceta. Letícia arqueou as costas, agarrou a cabeça da médica, empurrou contra sua boceta.
— ASSIM, SUA PUTA! ASSIM QUE SE LAMBE UMA VELHA!
— A SENHORA NÃO É VELHA — Yumi disse, a boca cheia. — A SENHORA É UMA VACA SAGRADA.
— VACA SAGRADA?
— VACA SAGRADA. DAS QUE A GENTE ORDENHA ATÉ SECAR.
Yumi chupou o clitóris de Letícia até ela gozar. A boceta da minha esposa jorrou líquido claro no rosto da médica, que abriu a boca e bebeu tudo.
— PRONTO — Yumi disse, limpando o queixo. — AGORA A SENHORA VAI APRENDER A ENFIAR O DEDO NO CU DELE.
— EU JÁ SEI.
— A senhora enfia o dedo. Mas não enfia o dedo do jeito que aperta a próstata. A senhora enfia que nem homem.
— Como assim?
Yumi me olhou.
— Tira a roupa, Antônio.
Tirei. Meu pau já estava duro, apontando para as duas.
— Deita de bruços na maca.
Deitei. Travesseiro embaixo do quadril. Bunda empinada. Cu à mostra, peludo, já se acostumando com os dedos das duas.
Yumi pegou a mão de Letícia, guiou até o meu cu.
— A senhora vai enfiar o dedo médio. Devagar. Com bastante lubrificante. Depois que entrar, a senhora vai fazer um movimento de "vem cá" com a ponta do dedo. O dedo tem que tocar uma bolinha. A próstata. O ponto G do homem.
Letícia enfiou o dedo no meu cu.
— TÁ APERTADO, NÉ? — ela perguntou.
— TÁ. MAS É GOSTOSO.
— RELAXA — Yumi disse. — DEIXA ELA TOCAR.
Letícia tocou. A ponta do dedo encontrou a próstata, e um arrepio subiu pela minha espinha.
— AÍ! É ALI!
— SEI QUE É — Letícia respondeu, com a voz safada. — ESCUTEI VOCÊ GEMENDO IGUAL PUTA QUANDO EU ACERTAVA.
Ela massageou. Devagar. Círculos. Meu pau começou a babar na maca.
— ASSIM, LETÍCIA! ASSIM! TÔ QUASE GOZANDO!
— ENTÃO GOZA! GOZA IGUAL HOMEM!
Gozei. Jatos grossos, quentes, na maca, no lençol, na minha própria barriga. O cu apertou o dedo dela com cada contração.
— GOZEI, PORRA! GOZEI DE CU!
— AGORA EU SEI O SEGREDO — Letícia disse, tirando o dedo. — VOU TE DEIXAR DE CU MOÍDO TODA NOITE.
— PROMETE? — perguntei, ofegante.
— PROMETO.
Yumi se levantou, foi até o armário, pegou um cintaralho preto de 22 centímetros. Colocou na cintura. O pau de borracha duro, brilhante, apontando para Letícia.
— AGORA É A SUA VEZ — Yumi disse.
— MINHA VEZ DE QUÊ?
— DE DAR O CU.
Letícia arregalou os olhos.
— EU NUNCA...
— EU SEI. NUNCA É A PRIMEIRA VEZ.
— E ANTÔNIO?
— ANTÔNIO VAI ASSISTIR. E DEPOIS VAI ME COMER ENQUANTO EU COMO VOCÊ.
Letícia olhou para mim. Eu olhei para ela. Sorrimos os dois.
— DEITA, MULHER — eu disse. — VOCÊ ME FEZ PASSAR POR ISSO. AGORA É SUA VEZ.
Letícia deitou de bruços na maca ao meu lado. Travesseiro embaixo do quadril. Bunda empinada – a bunda de 60 anos, celulite, estrias, pero no quedaba nada. Linda.
Yumi passou lubrificante no cintaralho. Passou no cu de Letícia.
— VAI DOER — Yumi avisou.
— DOER É BOM — Letícia respondeu.
Yumi enfiou a ponta. Letícia prendeu a respiração, agarrou na minha mão.
— ISSO... ISSO... CONTINUA...
Yumi enfiou mais. A cabeça entrou. Letícia gemeu alto.
— CARALHO, COMO CABE AQUILO ALI?
— CABE. RELAXA.
— TENTANDO.
Yumi enfiou inteiro. O cintaralho preto sumiu dentro do cu da minha esposa. Ela gritou – não de dor, de surpresa.
— ENFIOU TUDO, PORRA!
— QUER QUE META?
— METE, CARALHO! METE!
Yumi começou a meter. Devagar no início, depois rápido. O pau de borracha entrava e saía do cu de Letícia, que gemia igual não gemia há anos – nem na lua de mel, nem no dia que os filhos saíram de casa.
— QUE COISA MAIS GOSTOSA! NUNCA IMAGINEI QUE ERA TÃO BOM!
— POR QUE NUNCA DEIXOU ANTES?
— PORQUE ERA BOBA! AGORA QUERO TODO DIA!
— VAI TER TODO DIA! — Yumi respondeu, metendo com força.
Letícia gozou. A boceta jorrou no lençol enquanto Yumi metia no cu dela. O clitóris dela pulsou, jorrou líquido claro.
— GOZEI! GOZEI DE CU! IGUAL VOCÊ, ANTÔNIO!
— Viu só? — eu disse. — AGORA SOMOS DOIS.
— FALTA ELA — Letícia respondeu, apontando para Yumi.
— ELA JÁ DEU O CU?
Yumi parou de meter, tirou o cintaralho, jogou na cama.
— AINDA NÃO. NENHUM HOMEM CONSEGUIU ENFIAR. O CINTARALHO FOI O MAIOR QUE ENTROU.
— ENTÃO HOJE É O DIA — eu disse, levantando da maca.
Yumi deitou de bruços. Travesseiro embaixo do quadril. A bunda empinada, redonda, lisa. O cu pequeno, rosado, sem nenhum pelo – ela depilava a laser.
— VAI DEVAGAR — ela pediu. — A ÚLTIMA VEZ QUE TENTEI COM UM HOMEM, SANGROU.
— NÃO VAI SANGRAR. CONFIA.
Passei lubrificante no meu pau. Passei no cu dela. Enfiei a ponta.
Yumi gemeu.
— ISSO... ISSO... CONTINUA...
Enfiei mais. O cu dela apertava meu pau como um punho fechado. A cabeça entrou. Depois o resto. Inteirinho.
Letícia assistia, se masturbando.
— ENFIOU TUDO, DOIDO! OLHA O CU DELA!
— TÔ OLHANDO — Letícia respondeu, os dedos enfiados na própria boceta. — TÃO LINDO!
Comecei a meter. Devagar. Yumi gemia baixo, mordendo o lençol.
— ASSIM... ASSIM... VOCÊ É MELHOR QUE O CINTARALHO.
— É PORQUE SOU DE VERDADE.
— SEI. TÁ QUENTE.
Aumentei o ritmo. Meti com força. A bunda dela balançava, os seios pequenos balançavam, os mamilos roçavam no lençol.
— VOU GOZAR, CARALHO! — ela gritou.
— GOZA!
Gozou. A boceta peluda dela jorrou líquido claro no lençol – o mesmo jorro que eu já tinha visto quando ela me masturbava, mas agora multiplicado por dez. O cu dela apertou meu pau com cada contração do orgasmo.
— AINDA NÃO GOZEI! — eu disse.
— ENTÃO CONTINUA!
Continuei metendo. Mais cinco minutos. Até meu pau engrossar, a cabeça inchar, e eu gozar dentro do cu da médica pela primeira vez.
Jatos grossos, quentes. Ela sentiu. Gemeu junto.
— PRONTO — eu disse, ofegante. — AGORA VOCÊS DUAS SÃO MINHAS PUTAS ANAL.
— E VOCÊ É O NOSSO SEXÓTICO — Letícia respondeu.
Os três deitamos na maca. Maca pequena para três corpos, mas a gente se apertou. Eu no meio, Letícia de um lado, Yumi do outro. Duas mulheres de 60 e 35 anos, as duas com o cu ardendo, as duas com a boceta escorrendo.
Yumi foi a primeira a falar.
— O senhor precisa voltar para o exame de próstata daqui a 15 dias.
— E o que o senhor vai examinar dessa vez?
— A sua uretra. Vou enfiar uma sonda.
— PARA QUE?
— Para ver se o senhor aguenta.
Letícia riu.
— Ele aguenta. Aguenta até o cotovelo.
— COTOVELO NÃO — eu disse. — DEIXA PARA A PRÓXIMA.
As duas riram.
Nos vestimos devagar, sem pressa. Letícia ajudou Yumi a prender os cabelos. Yumi ajudou Letícia a fechar o vestido. Eu apertei o cinto e senti o pau dolorido, as pernas bambas, o cheiro das duas mulheres ainda no meu bigode.
Na porta, Yumi me beijou primeiro. Língua. Fundo. O gosto da minha porra e da boceta dela misturados.
Depois beijou Letícia.
— A senhora é uma aluna rápida — Yumi disse.
— Tenho um bom professor.
— E um bom paciente.
Saímos de mãos dadas, eu e Letícia. No carro, ela segurou minha mão no cambio.
— Eu te amo, seu velho porco.
— Eu também te amo, sua velha puta.
— Vamos para casa?
— Vamos. Mas antes, para na farmácia.
— O quê você quer comprar?
— Mais lubrificante. E um vibrador maior. E uma sonda.
— Sonda?
— Para quando a Yumi vier nos visitar.
Letícia riu.
— Você está viciado.
— E você?
— Também.
Entramos na farmácia. O mesmo caixa da outra vez. Ele olhou para mim, para os potes de lubrificante, para a sonda uretral, para a minha esposa ao meu lado, e não disse nada. Mas sorriu. O mesmo sorriso de quem sabia.
Entramos na farmácia. O mesmo caixa da outra vez. Ele olhou para mim, para os potes de lubrificante, para a sonda uretral, para a minha esposa ao meu lado, e não disse nada. Mas sorriu. O mesmo sorriso de quem sabia.
Pagamos. Saímos. No carro, Letícia segurou a caixa da sonda no colo.
— Você vai mesmo deixar ela enfiar isso no seu pau?
— Ela é médica. Sabe o que faz.
— Médica, sim. Depravada, também.
— As duas coisas. Igual a gente.
Chegamos em casa. Tomamos um banho juntos – água quente, mãos que escorregavam, eu lavando as costas dela, ela lavando meu peito, os dois evitando o contato direto porque sabiam que, se começassem, não parariam mais.
— Hoje é descanso — eu disse.
— Descanso é o caralho. Hoje é sonda.
— A Yumi nem tá aqui.
— Eu vou enfiar.
Olhei para ela.
— Você sabe como?
— Ela me ensinou. Na maca. Enquanto você se limpava.
— Me ensinou o quê?
— A enfiar sonda. Disse que era o próximo passo. Que você ia pedir.
Ela abriu a caixa. A sonda era fina, transparente, de silicone médico. Um tubo de uns 25 centímetros, com uma ponta arredondada e furos laterais. Duas seringas acompanhavam – uma de lubrificante, outra vazia.
— Deita na cama — ela disse.
Deitei de costas. Ela sentou ao meu lado, abriu minhas pernas, pegou meu pau. Meu pau já estava duro – claro.
— Primeiro a gente passa lubrificante na uretra.
— Dói?
— Yumi disse que incomoda. Mas não dói.
Ela encheu a seringa pequena com lubrificante estéril. Encaixou na ponta da uretra, bem na fenda do meu pau molhado.
— Vai gelado — avisou.
Ela apertou o êmbolo.
O lubrificante entrou na uretra como um fio de gelo fino. Uma sensação estranha – não dor, mas uma invasão líquida, fria, escorrendo para dentro do meu canal. Meu pau ficou ainda mais duro.
— Pronto. Agora a sonda.
Ela pegou a ponta arredondada, molhou na boceta dela – que já estava escorrendo – e encostou na minha uretra.
— Respira fundo.
Respirei.
Ela enfiou a ponta.
A sonda entrou devagar. O silicone era liso, escorregadio. Eu sentia cada centímetro passando pelo canal – uma sensação de plenitude ao contrário, como se algo estivesse preenchendo um lugar que sempre esteve vazio.
— ISSO... ISSO...
— Tá doendo?
— Não. Tá... diferente.
Ela enfiou mais. A sonda já tinha sumido uns dez centímetros dentro de mim. Meu pau pulsava em volta do silicone. O pré-gozo escorria misturado com o lubrificante.
— Agora vou chegar na próstata — ela disse.
Empurrou a sonda mais um pouco. A ponta tocou um ponto interno – não a próstata em si, mas a uretra prostática. O toque fez meu corpo inteiro tremer.
— AÍ! É ALI!
— Sei que é. A Yumi me mostrou no desenho anatômico.
Ela mexeu a sonda devagar, empurrando e puxando centímetros. Cada movimento roçava na parede interna da uretra, massageava a próstata por dentro do canal.
Meu pau nunca tinha sentido nada igual. Era como se o orgasmo estivesse preso dentro de mim, pronto para explodir, mas sem caminho de saída – porque a sonda bloqueava o fluxo.
— TÔ QUASE GOZANDO, MAS NÃO SAI!
— É assim mesmo. A sonda segura. Quando eu tirar, vai jorrar.
— TIRA LOGO!
— Ainda não.
Ela enfiou a sonda até o talo – uns 20 centímetros. Eu senti a ponta tocar a bexiga. Uma pressão quente, cheia, como se eu fosse mijar e gozar ao mesmo tempo.
— AGORA, LETÍCIA! TIRA!
Ela puxou a sonda devagar.
Cada centímetro que saía, meu pau contraía. O pré-gozo escorria em cordas grossas. Quando a ponta saiu da uretra, o orgasmo veio.
Gozei como nunca havia gozado.
Jatos grossos, quentes, brancos. Espirraram no meu peito, na minha barriga, no meu rosto. Eu gritava – não de dor, de prazer. Letícia abriu a boca e pegou os jatos no ar, engoliu, lambeu os lábios.
— ISSO, CARALHO! ISSO É GOZADA DE HOMEM SONDA!
— QUE PORRA FOI ESSA? — eu perguntei, ofegante.
— Foi a sonda. A Yumi disse que você ia gozar igual adolescente. Ela acertou.
Deitei na cama, o pau mole, a uretra ainda latejando. Letícia deitou ao meu lado, passou a mão na minha testa suada.
— Pronto. Agora você já fez o exame completo.
— Falta o retorno.
— Daqui a 15 dias?
— Daqui a 15 dias.
Chegamos na clínica juntos, eu e Letícia. Yumi já esperava na porta, sem jaleco – vestia um vestido preto curto, decote nas costas, cabelos soltos.
— Entrem. A recepcionista folgou hoje.
Entramos. A clínica estava vazia, escura, só a luz da sala da Yumi acesa.
— Senta na maca, Antônio.
Sentei. Letícia sentou na poltrona ao lado, de pernas cruzadas, a boceta já aparecendo por baixo da saia.
— O exame de sonda deu certo? — Yumi perguntou.
— Deu. Gozei igual um touro.
— E a uretra? Ardência? Sangramento?
— Nada. Só tesão.
Yumi sorriu. Abriu a gaveta da mesa. Tirou uma sonda maior – mais grossa, mais comprida. Uns 30 centímetros. A ponta era lisa, arredondada, mas o corpo do silicone tinha veios texturizados.
— Hoje é a sonda texturizada.
— Para que serve?
— Para sentir. Cada veio vai roçar na sua uretra de um jeito diferente.
Ela pediu que eu deitasse de costas na maca. Letícia segurou minha mão.
Yumi passou lubrificante na minha uretra – mais gelado, mais abundante. Depois molhou a sonda na própria boceta – ela já estava pelada por baixo do vestido, a mata de pelos escuros brilhando.
— Respira fundo.
Enfiou a ponta.
A sonda texturizada era diferente. Os veios de silicone roçavam na parede interna da uretra como dedos finos acariciando por dentro. Cada centímetro que entrava, eu sentia um prazer novo.
— ISSO... ISSO... TÃO GOSTOSO...
— FALA, ANTÔNIO. FALA O QUE VOCÊ SENTE.
— PARECE QUE TÔ GOZANDO O TEMPO INTEIRO, MAS SEM GOZAR.
— É O EDGING DE URETRA. A SONDAGEM PROLONGADA.
Ela enfiou a sonda inteira – 30 centímetros dentro do meu pau. A ponta tocou a bexiga. Eu senti a pressão quente, o líquido preso, o orgasmo iminente.
— TIRA, YUMI! VOU GOZAR!
— AINDA NÃO.
Ela começou a puxar a sonda devagar. Os veios texturizados roçavam na uretra, cada um puxando uma onda de prazer. Quando a ponta saiu, o orgasmo veio.
Gozei mais forte que da última vez. Jatos de porra acertaram o teto da clínica, escorreram pela parede, molharam o chão. Yumi abriu a boca e se posicionou embaixo dos jatos – bebeu tudo.
Letícia se masturbava assistindo.
— PRONTO — Yumi disse, limpando o queixo. — EXAME CONCLUÍDO.
— E O RESULTADO?
— O SENHOR ESTÁ COM A URETRA MAIS SENSÍVEL QUE A DE UM ADOLESCENTE DE 18 ANOS. E A PRÓSTATA CONTINUA SAUDÁVEL.
— E O TRATAMENTO?
Ela tirou o vestido. Ficou pelada. Os seios pequenos, a boceta peluda, os mamilos duros.
— O TRATAMENTO É HOJE. AGORA. AQUI. COM AS DUAS.
Letícia tirou a saia. Tirou a blusa. Ficou pelada também – os seios caídos, a boceta grisalha, a barriga de 60 anos.
As duas se beijaram. Eu assistia da maca, o pau já duro de novo.
— VEM, VELHO — Letícia disse. — A GENTE VAI TE COMER JUNTO.
As duas me deitaram de bruços. Letícia ficou na minha frente, sentou no meu rosto – a boceta grisalha diretamente na minha boca. Yumi ficou atrás, ajoelhou na maca, enfiou a sonda texturizada no meu cu.
— SONDA LÁ TAMBÉM? — perguntei, a boca cheia da boceta de Letícia.
— SONDA NO CU. E NA URETRA. TUDO AO MESMO TEMPO.
Yumi enfiou a sonda no meu cu. Ao mesmo tempo, Letícia pegou a sonda menor, passou lubrificante, e enfiou na minha uretra.
As duas sondas dentro de mim – uma no cu, uma no pau.
Eu nunca tinha me sentido tão cheio.
— MEXE! — gritei.
Elas mexeram. Yumi empurrava a sonda do cu para dentro e para fora. Letícia fazia o mesmo com a sonda da uretra. Os dois canais preenchidos de silicone, os movimentos sincronizados.
— VOU GOZAR! — gritei de novo.
— GOZA! — as duas disseram juntas.
Gozei. Gozei com as duas sondas dentro de mim – a porra escorreu pela sonda da uretra, escorreu pela mão de Letícia, escorreu pela maca. O cu apertou a sonda de Yumi com cada contração do orgasmo.
Quando terminei, as duas tiraram as sondas devagar. Meu corpo tremia inteiro.
Yumi se ajoelhou na minha frente.
— AGORA É A MINHA VEZ. QUERO A SONDA QUE VOCÊ USA NA LETÍCIA.
— QUAL?
— A DA URETRA. EM MIM. PRIMEIRA VEZ.
Letícia pegou a sonda texturizada – a maior, de 30 centímetros. Passou lubrificante na uretra de Yumi. A japonesa arregalou os olhos quando o lubrificante gelado entrou.
— ISSO... ISSO...
Letícia enfiou a ponta. Yumi gemeu.
— DOENDO?
— NÃO. É ESTRANHO. CONTINUA.
Letícia enfiou a sonda inteira na uretra da japonesa. Os 30 centímetros sumiram dentro do pau – mas ela não tinha pau; a sonda entrou pela uretra feminina, que é mais curta. Na verdade, não caberia. Mas na fantasia daquele momento, tudo cabia.
Yumi gozou só com a sonda na uretra. A boceta peluda jorrou líquido claro no chão da clínica.
— PRONTO — ela disse, ofegante. — AGORA SOMOS TRÊS.
O exame de próstata entrou para o calendário como feriado nacional lá em casa.
A cada 15 dias, eu e Letícia íamos à clínica da Yumi. Às vezes Yumi vinha na nossa casa. Às vezes a gente se encontrava num motel – para variar o laudo.
Os exames nunca acusaram nada além de tesão elevado, libido incontrolável e uma vontade constante de ser sondado, fodido e amado.
A Dra. Yumi Matsumoto se tornou nossa amiga. Nossa amante. Nossa médica de confiança.
Na última consulta, ela me deu um atestado:
"Declaro que o paciente Antônio (65 anos) apresenta próstata saudável, uretra sensível, cu acostumado e uma ereção que faria inveja em muito rapaz de 20. Recomendo sexo diário, sondagem semanal e que nunca, em hipótese alguma, pare de enfiar o dedo no cu. Ass.: Dra. Yumi Matsumoto – CRM"
Hoje eu e Letícia estamos na cama. Ela está dormindo. Eu estou acordado, pensando.
Penso na mão fina da japonesa enfiando a sonda no meu pau pela primeira vez. Penso no gosto da minha porra na boca dela. Penso na cara da minha esposa quando ela viu o cintaralho preto e pediu para ser a próxima.
Minha vida sexual começou aos 18, normal.
Ganhou vida aos 65, depois de um exame de próstata.
O exame que mudou tudo.
O exame que me transformou.
O exame que me ensinou que o cu não é só para cocô. E que a uretra não é só para mijo. E que a vida, mesmo depois dos 60, pode ser uma festa – desde que você esteja disposto a abrir a porta certa.
E a porta certa, no meu caso, ficava atrás do consultório da Dra. Yumi Matsumoto, na Rua dos Pinheiros, 247, sala 12.
Não, não vou dar o endereço.
Vai que o clínico geral começa a recomendar para todo mundo.
FIM