Vou começar esse conto me apresentando, me chamo Luana, mas todos me chamam de Lua, e o nome ficou. Sou loirinha de 1,60m, seios médios e uma bundinha grandinha, sempre fui magrinha, uma falsa magra daquelas, e por ser pequena minha bunda parece que sempre foi gigante, e meus peitos também. Sempre tive um rostinho bonito, que chamava atenção por onde passava,uma ninfetinha mesmo, e sempre cuidei do meu corpo, com perfumes, cremes e tudo do mais caro. Minha família e muito rica, meus avós paternos tinham várias fazendas, e meu pai se tornou um rico empresário do ramo de máquinas pesadas, e tudo mais de mineração, asfalto, agricultura e um monte de coisas mais. Eu era a filha única, e sempre tive os privilégios de ser a princesinha e bajulada, por ser a única filha. Desde pequena fui criada na fazenda, porque passava muito tempo com meus avós, aos 8 já andava de cavalo, e sabia das coisas da fazenda que meu avô me ensinava. Aos 16 anos já estava na faculdade, fazia agronomia e veterinária, por sempre gostar de fazenda e amar os bichos. Quando completei 17 anos, meus avós já estavam bem velinhos, depois da pandemia meu pai levou eles para morarem na cidade, na nossa casa que era praticamente uma mansão. Ao todo meus avós tinham 4 fazendas, em 3 cidades diferentes, e deram as fazenda para o meu pai, que vendeu suas fazendas, e só restou duas que eram uma do lado da outra, se tornando uma terra gigantesca, que tinha muitos cavalos, gado, bezerros, plantações e tudo mais. Essa fazenda especificamente, ficava em Atibaia interior de São Paulo, e eu tinha sido criada praticamente nessa fazenda, que era onde meus avós moravam. Essa fazenda os meus avós deram para mim, pedi para meu pai não vender as fazendas, que eu iria cuidar delas, e me mudar pra fazenda. Meu pai pensou com a minha mãe um tempo, e disse que sempre achou que eu seria fazendeira mesmo, e concordou, desde que eu terminasse a faculdade que eu transferi para a cidade, e que sempre que pudesse visitasse eles em São Paulo. Concordei com os termos, e para me ajudar inicialmente, a parte das plantações meu pai arrendou por alguns anos, para que eu pudesse ter dinheiro e iniciar os negócios, e me deu a caminhonete e os equipamentos que meu avô tinha nas outras fazendas. O que se iniciou já é um bom começo para fazer dar tudo certo. Na fazenda tinha o capataz Chaves, um senhor de uns quase 50 anos que sempre ajudou meus avós, e ajudava a fazenda se manter. Ele tinha um filho chamado Tonho, que morava lá e trabalhava, sua família sempre morou na fazenda, e meus avós deram uma casa pra eles, e um pedacinho da terra onde a casa ficava, eles sempre moravam lá. Na fazenda o começo foi difícil, tivemos que dispensar a maioria dos peões, e vender algumas coisas. Mas com os arrendamentos, venda de alguns gados, e as colheitas dando certo, o dinheiro começou a entrar bastante e tudo foi dando certo. E eu sempre me senti em casa na fazenda, a casa era gigante, tinha piscina, vários quartos, e pedi que o capataz Chavez e sua família se mudassem para lá por enquanto. Tonho também dormia lá algumas vezes, Tonho já era um capataz forte, era o filho mais velho do seu Chavez, tinha uns 30 e poucos anos, ele era grande tinha mais de 1,90m, suas mãos eram mais que o dobro da minha, e era bruto para o trabalho. As noites na fazenda eram solitárias, então passava muito tempo conversando com Tonho, a família do capataz Chavez. Ele era muito fofo, e gentil, apesar de ser bruto, tinha completado somente o ensino médio, mas sabia conversar muito bem, e sobre vários assuntos. Ele conhecia muito da vida, da fazenda e sobre a vida do campo. Conversávamos muito, a vida na fazenda era um pouco solitária, apesar de muito trabalho e muitas coisas para fazer.
Mas passar tanto tempo assim na solidão, estava despertando algo em mim, eu estava solitária, e como praticamente só conversava com Tonho, o cápatas Chavez e sua esposa, me apeguei muito a eles, como se fossem meus pais, mas me apeguei principalmente ao Tonho. Porque seus pais dormiam cedo, e eu ficava até tarde conversando com ele, e não tinha tanto contato assim com os outros peões, que além de brutos não tinham tanto respeito assim por mim, porque me culpavam pelas demissões e pelo resto. Mas Tonho e seu pai, me respeitavam muito, obedeciam minhas ordens, e sabiam separar bem as coisas, e entendiam que tudo eu fazia para manter as fazendas e os empregos de todos. Cada dia eu me aproximava mais do Tonho, e conversávamos sobre tudo, e ficávamos muito tempo conversando. Um dia deitada eu me peguei pensando no Tonho, estava de alguma forma gostando dele, e sentindo algo por ele, mas não podia sentir aquelas coisas, e tentava parar de pensar nisso. Até que numa quinta feira, já eram quase umas 18h da tarde, e estava escurecendo, era dia de pagamento e eu já tinha pagado e dado baixa no salário de quase todos os peões, só faltava o Tonho, e o pai dele disse que ele tinha ficado no celeiro arrumando algumas coisas. E como eu já queria me livrar de tudo, e fazer os pagamentos, fui no celeiro chamar o Tonho, e o seu Chavez foi tomar banho e se arrumar para o jantar. Começei a procurar pelo celeiro, mas não o encontrava, até que subi num 2 andar onde ficava os silos, e no celeiro tinha um chuveiro onde alguns peões tomavam banho, na parte de baixo, e não tinha cobertura, só umas madeiras que separavam os chuveiros. Assim que subi e vi esses chuveiros eu vi o Tonho tomando banho, ele estava pelado, me surpreendi que ele não era tão peludo quando eu pensava, mas era muito forte, quando ele virou pra frente, me abaixei e me escondi para não ser flagrada, e peguei um susto quando vi o tamanho da sua rola, ela era monstruosa, tinha quase uns 24cm, e era grossa, muito grossa, chegava quase nos joelhos do Tonho. Aí fiquei pensando em como aquele corpo dele era lindo, ele era um moreno forte, e com uma rolona daquela, aquilo me subiu um calor ao mesmo tempo que me deu espanto. Mas sai logo dali, antes que fosse flagrada ou alguém visse eu ali espiando. O capataz Chavez era muito conservador, é muito rígido sobre algumas coisas, fiquei com muito medo dele ter visto ou saber que estava espiando. Durante o jantar fiquei distante, e evitava muito contato com o Tonho, mas não parava de pensar naquilo que vi, aquela sua rola era muito grande e seu corpo bem lindo. Depois do jantar nem fiquei conversando muito, o que não era normal pra mim, e fui logo deitar, meus pensamentos estavam nas nuvens, estava distraída e pegando fogo por dentro. Me deitei com uma camisolinha bem folgada, sem calcinha ou sutiã, não parava de pensar na cena do Tonho nu tomando banho. Eu já não era mais virgem, aos 15 anos tive um namorico de alguns meses com um menino da escola, e tinha perdido a virgindade com ele, e tinha feito sexo uma 4x vezes com ele, mas não tinha sido nada demais, ele nunca tinha me feito gozar, e nem chupado minha buceta, e tinha chupado a pica dele penas 3x durante o namoro. Então ainda estava muito crua sobre sexo, orgamos e tudo mais, tinha perdido a virgindade, mas ainda era praticamente virgem é inocente de algumas coisas. E perto daquela rola do Tonho, a do meu namorado era de criança praticamente, tinha no máximo uns 12cm, a do Tonho era o dobro do tamanho da dele. Mas aquela noite não parava de pensar no Tonho, e comecei a me tocar, minha xaninha estava molhada, pegava fogo, eu estava pegando fogo por dentro, era um calor tremendo, e o ar-condicionado estava na temperatura mais baixa possível, mas mesmo assim eu suava, e não conseguia dormir, estava pegando fogo, não parava de pensar no Tonho me possuindo, e me comendo. Quando dei por mim estava me tocando, estava meio descuidada, não me depilava a algum tempo, apesar de não ter muitos pelos, eu sempre fui lisinha e rosadinha. Esfrega o meu clítoris com vontade, estava muito bom, eu pensava no Tonho me comendo com vontade e brutalidade, estava muito molhada, enfiei um dedo na minha buceta, estava muito apertada, não era penetrada a muito mais de um ano, mas minha xana pegava fogo, e comecei a me masturbar, e pegar nos peitos, quase involuntariamente, me entreguei ao tesão e aos pensamentos por Tonho, deva uns gemidos fortes, e fiquei com medo de gemer mais alto e alguém ouvir, então me virei na cama e mordi a fronha do travesseiro, enquanto hora me dedava, hora esfrega meu clítoris, até que tive um orgasmo intenso, bom e relaxante, pensando no Tonho.
No outro dia acordei relaxada, era uma sexta feira, mas estava louca pelo Tonho, não parava de pensar naquela pica grande dele, por isso estava com os pensamentos em outro lugar. Tentava de todas as formas fugir dele, mas bem no fim da tarde, eram quase umas 18h, o Capataz Chaves, disse que ia para um aniversário em uma das fazendas próximas com a esposa, e que tinham deixado comida pronta, e qualquer coisa pedia para o Tonho que ainda estava no celeiro. Depois que vi eles indo embora, pensei em novamente me esconder e tentar ver o Tonho tomando banho, e fui até o celeiro, e dito e feito, o Tonho estava entrando no chuveiro, e estava bem claro ainda, eu me escondi, e peguei meu celular para gravar, aquela rola era realmente gigante, eu estava babando por aquela tora imensa. Quando ele desligou o chuveiro, eu saí correndo de lá, e me tranquei no quarto, e coloquei o vídeo e as fotos que eu gravei dele tomando banho, e comecei me masturbar de novo. Dessa vez tranquei todo o quarto, botei a televisão num volume alto, fiquei toda pelada e me masturbei e gemi bastante, por um bom tempo. E nem quis saber de jantar, fui dormir pelada mesmo, só fiz desligar a televisão, e acordei no outro dia. Acordei no sábado e não conseguia parar de pensar no Tonho, decidi que de alguma forma teria aquele homem só pra mim, ele seria meu homem. Decidi que ia para a piscina naquele sábado, coloquei um biquinho bem fio dental, e fui pegar um sol, coloquei umas músicas, e o dia estava lindo. Algumas vezes notava o Tonho dando umas olhadas pra mim, e logo abaixava a cabeça ou disfarçava. Pela parte da tarde, meu pai me buscou na fazenda, porque surgiu alguns problemas em São Paulo para resolver, e acabei voltando somente na terça feira para a fazenda. Na quarta feira foi um dia cansativo de trabalho para todos, finalmente todas as coisas estavam dando certo, e tomei um bom banho, e coloquei um vestido bem colado mas confortável, e uma calcinha daquelas arejadas e grandes sem sutiã e desci para jantar e conversar com todos. Almoçamos na mesa de jantar da piscina, porque a noite estava muito calor, e ficamos jogando conversa fora, até que o capataz Chavez e sua esposa foram deitar, e fiquei sozinha pela primeira vez conversando com o Tonho, desde que vi ele tomando banho pelado. Ficamos conversando, e algumas vezes trocando olhares, até que Tonho perguntou o que estava acontecendo, porque eu estava meio distraída e distante, eu pensei um pouco, e vi que não teria outra oportunidade, resolvi jogar tudo que sentia para o Tonho, e ver o que rolava, sempre fui muito decidida, e não seria dessa vez que não seria. Aí joguei a real pro Tonho, e que eu estou gostando muito de você, é muito legal, gentil e atencioso comigo, além de eu achar você muito bonito, e eu não consigo parar de pensar em você, por isso estou tão distante. Ele olhou pra mim meio assustado, olhos arregalados, estava sem palavras, até que ele disse eu também gosto da senhora dona Luana, mas não dá, a senhora é a patroa, ninguém aceitaria, nem meus pais, nem os seus, nem ninguém, não dá, aí ele levantou e foi embora. Pelo menos eu sabia que era recíproco, e que ele também me queria, não próximos dias ele quase não se encontrou comigo pela fazenda, não almoçava e nem jantava com a gente. Até que no sábado a noite depois do jantar, que ele finalmente jantou com a gente, todos fomos para uns bancos que tinham no celeiro, estava uma noite bonita e um vento bom lá fora. A prosa estava boa, mas Tonho quase não falava, estava pensativo, já era um pouco tarde, quando os pais dele resolveram entrar, eu disse que ficaria mais um pouco ali, aproveitando o vento e Tonho disse que daqui a pouco iria também. Seus pais foram embora, e ficamos quase uns 10 minutos em silêncio, até que Tonho quebra o silêncio, e diz Dona Luana não consigo parar de pensar na senhora, não sei o que fazer, até pensar em ir embora eu já pensei, mas não ia conseguir viver longe da senhora. Aí eu quebrei o silêncio e disse, então porque você não fica comigo homem, vamos ficar juntos e namorar. Aí ele perguntou a senhora quer namorar comigo dona Luana? Aí eu disse claro que eu quero, como eu disse gosto de você, me faz bem, deixa disso homem, e vamos ficar juntos. Aí ele disse, mas se meu pai souber, ele me mata, aí eu disse mas homem ninguém precisa saber, ninguém, somente a gente. E depois se ficar muito sério, a gente vê o que faz, deixa disso homem, aí me joguei pra cima dele e beijei, ele retribuiu o beijo e ficamos nos beijando. Ele rapidamente me puxou pra dentro do celeiro, e ficamos nos beijando, até que depois de uns 5 minutos ele diz que precisa ir logo para os pais não desconfiarem. No domingo acordei tomamos café e resolvi ver um filme na sala, e todos assistimos e a noite novamente ficamos conversando, até que seu Chavez e sua esposa disseram que iam entrar logo para dormir, e disse que tava muito quente, que ia dar uma volta no celeiro, e Tonho disse que ia no banheiro. Estava andando no celeiro, até que vejo Tonho entrar por trás, entramos e começamos a nos agarrar. Dessa vez ele pegou na minha bunda com força, ele era bruto e suas mãos apertavam com força, ele me colocou em cima de uma mesa, e ficamos nos agarrando. Até que paramos pra respirar um pouco, e eu disse, estou tão feliz Tonho que agora somos namorados, ele deu um sorriso e disse que estava vivendo um sonho. Ficamos nos agarrando mais uns minutos e ele disse que precisávamos entrar e ter muito cuidado, para que ninguém nos flagrasse. Durante a semana todas as noites, que tivemos oportunidade estávamos juntos, nos beijando, nos pegando, mas percebi que ele estava me respeitando muito, se é que me entendem rsrsrs. Até que no sábado dei um sono de tarde, e coloquei um shortinho bem curtinho e uma blusinha e desci, não vi ninguém, a casa estava vazia, até que vi Tonho na varanda e perguntei, cadê seus pais Tonho? Essa casa tá tão vazia, e ele disse que tinham ido na cidade rápido, comprar uma coisas que a mãe dele estava querendo. Aí eu chamei o Tonho pra dentro da casa, e disse vem rápido, fechei a porta da sala e puxei ele pro sofá e comecei a me agarra com ele, literalmente me joguei em cima dele, e começamos a nos beijar e ele apertar minha bunda muito forte, até que comecei a sentir aquela tora dele crescendo nas calças contra a minha coxa. Ficamos nos beijando um bom tempo e se agarrar com vontade, até que resolvi jogar ele sentado no sofá, e me ajoelhei no sofá, e abri a calça dele, aí ele disse dona Luana não dá, meus pais podem chegar a qualquer momento, aí eu disse relaxa amor, não vamos chegar tão longe assim, é só um agrado rápido enquanto temos tempo. Abri o zíper da calça e puxei aquele monstro de rola pra fora, aquilo ao vivo, comigo pegando era ainda mais monstruoso que eu pensava, a rola pesava, eu não conseguia nem fechar com a minha mão, era muito mais grossa que o meu braço. Eu me espantei, e fiquei de olhos arregalados olhando aquilo, aí abri um sorriso safado e disse, Tonho essa rola é muito grande, nunca vi nada desse tamanho, nem em filmes e nada. Eu sei dona Luana, por isso até hoje eu nunca casei ou namorei, por isso eu pensei muito em ficar com a senhora, e não avanço muito. A senhora é pequena e muito novinha pra mim ainda, eu tenho medo de machucar a senhora, e acontecer algo de ruim. Aí eu disse deixa disso homem, agora que eu gosto mais de você mesmo, deixa eu fazer um carinho pra você, aí fui e caí de boca naquela rola, e ela mal cabia na minha boca, não conseguia nem botar a cabeça pra dentro, mas fui chupando, lambendo, até que consegui colocar a cabeça, mas já chegava na minha goela, só de engolir a cabeça já estava uma garganta profunda. Aí fui chupando, tentando colocar até onde conseguia aquela rola na minha garganta, e o Tonho tava adorando aquilo, eu chupava e estava com um olhar fixo nele, assim como via nos filmes, eu olhava pra ele e via uma cara de prazer. Enquanto eu chupava Tonho apertava minha bunda, e pegava na minha xaninha por cima do shorts, eu estava indo a loucura, chupando uma rola monstruosa enquanto era apalpada. Até que Tonho grita, dona Luana meus pais estão chegando e ouvimos barulho de carro, eu me joguei no chão e fui me arrastando até as escadas e subi correndo. Me recompus e depois de uns minutos desci as escadas, e fui falar com os pais do meu namorado, que eu estava mamando na sala rsrsrs.
Eu já sabia que em algum momento íamos acabar transando, e que eu iria entrar na rola, por isso já estava tomando anticoncepcional a algum tempo, porque queria dar sem culpa pro Tonho, e sem risco de engravidar. Mas as oportunidades eram escassas, seus pais quase nunca me deixavam sozinha, sempre estavam em cima, e o Tonho tinha muito medo de sermos pegos. Até que surgiu a oportunidade perfeita, era um feriado, os pais do Tonho já tinham me falado que passariam o feriado prolongado, e mais uns dias fora, para visitar uma das filhas com os netos, em uma outra cidade. E para despistar, disse que ia passar o feriado em São Paulo com meus pais, se não, eles nunca iam me deixar ficar sozinha com o Tonho. Aí combinei com o Tonho, disse pra ele inventar alguma coisa, pra ficar na fazenda aquele feriado, e ele disse para os pais que ia ficar, porque ia num aniversário de um dos peões e inventou uma desculpa. Estava tudo pronto, os planos estavam armados, e tudo se encaminhava. Na quarta de manhã, seu Chavez disse que na quinta feira ia viajar bem cedo, para poder aproveitar bastante e render a viagem. Eu disse que tinha combinado com umas amigas, e iria para São Paulo só na quinta de tarde, porque meus pais tinham viajando com os meus avós nesse feriado, e iria para o litoral com essas minhas amigas, e que talvez elas fossem me buscar na fazenda para irmos direto, sem eu precisar ir pra São Paulo. E eles falaram que qualquer coisa era pra pedir ao Tonho, que ele ia ficar na fazenda. De tarde naquele dia foi até a cidade, passei na farmácia, comprei umas giletes, cremes, lubrificantes e umas pomadas pra dor. Estava tudo preparado para o abate, aquele final de semana eu seria a presa devorada por um animal insaciável, e eu nem imaginava o que estava me aguardando. Jantamos normalmente, e eu subi para dormir, até mais cedo do que o normal, com a desculpa de descansar para a viagem. Subi, raspei bem a minha pepequinha, ela tava bem lisinha e rosadinha, passei uns creme no corpo, demorei pra dormir, pensando em como ia aguentar aquela rola dentro de mim, mas com uma ansiedade enorme de finalmente transar com o meu homem. Quando acordei na quinta feira já eram 9h da manhã, acordei bem tarde, e o seu Chavez, já estava na estrada bem longe dali, ele saiu às 5h da manhã e me mandou mensagem avisando que já estava chegando na cidade da filha. Eu coloquei uma camisolinha bem curtinha e sexy, estava sem calcinha e sem sutiã, já deixei todo o quarto pronto, os lubrificantes nas mesinhas do abajur, e desci. A casa estava toda trancada, e tive que sair da casa pra ver o Tonho sentado na varanda, quando ele me viu abriu um sorriso, e disse tá linda dona Luana, aí eu disse Tonho essa final de semana somos namorados, você pode me chamar de amor, vida ou namorada ou de sua puta e dei um sorriso safado. Sentei no colo dele e nos beijamos, aí sorri e disse finalmente estamos sozinhos e podemos ficar juntos sem medo, e ele disse sim, estava quase morrendo de ansiedade pra chegar esse feriado. Aí eu fui no ouvido dele e disse, com uma voz manhosa, amor me leva lá pra cima logo, e vamos começar, fazer o que você quiser comigo. Ele me pegou pelo colo, e foi me levando carregada até o meu quarto, eu parecia uma folha de papel nas mãos dele, ele tinha mais que o dobro do meu tamanho, e ao mesmo tempo que pensava na encrenca que estava me metendo, sentia minha buceta pegar fogo é meu desejo subir no meu corpo como se fosse braza. Eu estava literalmente em chamas, e o Tonho estava doido pra jogar mais gasolina no meu fogo, ou melhor, leite rsrsrs. Quando chegamos em cima Tonho só fez me jogar na cama, e pulou em cima de mim me agarrando, só fiz ligar o ar-condicionado e me entreguei a ele. Ele foi me beijando, descendo pela minha barriga, até que eu peguei e tirei minha camisola, fiquei nua pra ele, estava maravilhado com o meu corpo, uma novinha loirinha, ninfeta entregue para ele, e ele com aquele olhar que estava prestes a me devorar, eu estava louca por aquele homem. Ele não perdeu tempo caiu de boca na buceta, ele chupava, beijava, dava um trato no meu clítoris, ele sabia muito bem que estava fazendo, eu gemia, e gemia cada vez mais alto, e falava ai Tonho tá acabando comigo, tu tá me deixando louca caralho. Até que ele botou um dedo na minha buceta, que entrou fácil, eu estava muito molhada, e olha que o dedo dele era grande, quase do tamanho da pica que eu perdi minha virgindade rsrsrs era o tamanho do dedo dele. Eu estava delirando, enquanto ele me dedava chupava meu clítoris, eu estava indo a loucura, até que ele colocou um 2 dedo, que dessa vez entrou com mais dificuldade, mas entrou, aí quando ele começou a socar mesmo os dois dedos e me chupar, eu dei um grito alto e forte, estava chegando ao meu primeiro orgasmo. O Tonho socava aqueles dedos fortes enquanto eu gozava freneticamente, quando aquela sensação maravilhosa passou, eu disse pra ele, vem Tonho que agora é a minha vez, joguei ele na cama, tirei a camisa e o short que ele usava, e caí de boca naquela rola, eu chupava aquela tora monstruosa, e ficava olhando pra ele com cara de putinha, com aquele olhar pedindo rola, enquanto eu me engasgava com aquela rola, e já conseguia botar mais que a cabeça daquilo na minha garganta, mas quase sufocando. Eu fiquei chupando quase uns 10 minutos, e ele falava que boca gostosa, que língua deliciosa, chupa igual uma bezerrinha. Até que eu parei e falei, Tonho não aguento mais, me come safado, eu to pegando fogo quero te dar. Aí ele me virou na cama, e me jogou e disse vou pegar a camisinha, aí eu disse não Tonho, não precisa eu to tomando anticoncepcional, pode colocar a vontade, ele deu um sorriso safado e começou a pincelar aquela rola na minha xota. Aquilo me deixava louca, ele pincelava, esfregava no meu clítoris, e me deixava doida, aí eu pedia mete logo porra, acaba comigo caralho, até que ele começou a forçar, mas a cabeça não passava, a rola era muito grande, eu tava muito molhada e lubrificada, mas aquela pica monstruosa era muito grande pra minha xotinha, mas ele ia forçando, forçando, parecia uma bucha querendo furar um poço. Ele foi forçando até que sinto a rola me arrombar, aquela dor foi terrível, a tora estava me arrombando, eu tava urrando de dor, e a minha cara era de desespero, a cabeça estava passando, aí ele fez menção de parar e tirar, aí eu segurei a mão dele e disse, não amor, não para, fode essa buceta porra, aí a cabeça foi deslizando até que eu sinto minhas pregas arrombarem, e a cabeça entrar. Aí sinto um alívio, ele deixa a cabeça um pouco lá, pra buceta se acostumar, aí começa um vai vem, lento, a cabeça deslizava cm por cm, mais e mais rápido tá dentro, a dor já se misturava com prazer e eu gemia de dor e prazer, ele já estava uns 5 minutos bem lento, e eu sorria igual puta com a pica dentro de mim, aí ele olha pra mim, e dá uma risada cretina, e diz aproveita amor, essa primeira vai ser com carinho e amor, depois que você acostumar, eu vou maltratar muito você, vai pedir arrego. Aí eu desafio ele, e digo bora ver quem vai pedir arrego, vou acabar com você meu macho, e rimos juntos, estávamos aproveitando bem aquele primeiro dia. Até que ele diz agora vou comer você de ladinho, pra acostumar é melhor, e podemos ficar agarradinhos e posso beijar você. Aí eu lembro dos lubrificantes, e digo peraí eu comprei lubrificante, aí eu pego jogo bastante na rola dele, e passo na minha xota, aí ele me põe de lado e dessa vez a rola entra sem muita dificuldade e sem muita dor, e entra um pouco mais do que a cabeça, aí ele me agarra e começa a socar aquela tora em mim, enquanto me beija, chupa meus peitos, morde meu pescoço, e soca forte mesmo, eu começo a gemer e gritar ai caralho, soca porra, soca nessa putinha, e ele vai botando com força, enquanto olha pra mim e diz, você é o meu sonho sua novinha putinha. Ele ficou uns 10 minutos socando em mim de ladinho, eu já delirava essa hora, e disse amor, agora eu quero sentar, me deixa quicar nessa rola. Ele tira a rola de mim e fica sentado na cama, eu subo nela, a rola é muito grande e preciso ficar de cocas, porque não consigo sentar, fico na ponta dos pés, mas não consigo sentar, a cabeça nem passa, era muito grossa, até que jogo meu peso e sento, a rola entra rasgando e eu grito aí Crl me arrombou porra, a cabeça entrou rasgando muito, eu dou um berro, que se alguém tivesse perto ouviria longe daquele quarto. Tonho me deixa no controle, e eu vou sentando, sentando e vou sentindo prazer, eu olhava fixamente pra ele, beijava sua boca pra abafar os gritos, gemia igual uma putinha pra ele, fiquei uns 20 minutos sentando naquela rola e matando aquela vontade, até que sinto um calor vindo de dentro, me descontrolo começo a sentar mais forte, e gemer igual cadela no cio, estava tendo o meu primeiro orgamos na rola do Tonhão, gozei igual uma puta, gemendo e falando as piores insanidades que vinham na minha cabeça. Dizia come meu macho, comia tua loirinha putinha, vai arromba safado, comi caralho, aí nesse momento estava muito sensível e molhe, enquanto gozava, aí sinto a rola dele ficar um pouco mais grossa, e as veias pulsarem, ele pega meu quadril e começa a meter forte, aí eu gritava alto e berrava, aí Caralho, tá machucando Tonho, mas ele não me ouvia só bombava forte e fazia uma cara de prazer, metia muito forte mesmo, minha xotinha não aguentava aquela curra, mas eu não conseguia me desvencilhar, só aceitava aquele arrombamento, o sofrimento durou uns 2 minutos, até que ele deu um urro e gozou litros e litros de porra na minha xota, que inundaram meu ventre, meu útero e toda a minha buceta. Quando ele terminou de esporrar tudo, consegui me desvencilhar e me joguei desfalecida pro lado tirando aquele monstro de dentro de mim. Escorria porra de dentro de mim, como se fosse uma cachoeira, pelas minhas coxas até o meu joelho. Mas estava satisfeita, rindo e feliz pela curra que tinha levado, e pela primeira vez que tive com meu macho. Bom essa é a primeira parte da minha história com o Tonho, ainda tenho muita coisa pra contar, e muita coisa aconteceu nesse primeiro dia e no primeiro final de semana transando com meu homem. Mas são histórias pra outro momento e eu vou contar tudo aqui.