O Chulézinho de Bianca, a Roqueirinha - Parte 2

Um conto erótico de O Amante Podolatra
Categoria: Heterossexual
Contém 1992 palavras
Data: 11/05/2026 02:29:13
Última revisão: 11/05/2026 02:38:27

Continuação da historia de: “Chulézinho de uma garota Trevosa”

Anteriormente a historia estava no clima em que Bianca sem saber, iria calçar seus coturnos a qual Rafael, pouco tempo antes havia soltado seu esperma.

ATO 2

Bianca então coloca o seu pé dentro do calçado e pisa firme do chão, fazendo a umidade da palmilha que antes era suor agora era uma mistura de suor e a leve camada de sêmen.

Dialogo de Bianca: “ – Nossa, esse calçado esta meio molhado,será q suei tanto assim?”

Bianca confusa na situação começa a achar que seus pés e o calçado estava mais suados do que de costume, mas acaba colocando o outro calçado no outro pé também. Ela coloca os dois fica em pé e da umas pisadas no chão sentindo a textura.

Rafael a alguns metros dali olhava com excitação e apreensão ela usando o calçado batizado pelo leite dele e tentando decifrar o que ela pensava.

Pensamento de Bianca: (“ nossa será que a rasteirinha da minha amiga tava com alguma coisa? Um creme ressecado que eu não percebi e passou para meus pés e quando coloquei meu coturno que sempre está suado deu alguma reação? Parece uma sensação de leve grude”)

Bianca estava com os pés inquietos, abria e fechava os dedos dos pés dentro do coturno tentando entendendo que estava acontecendo... Quando Kelly aparece ela diz “ - vamos pegar nosso lanche?”.

Rafael, estava ali quieto, empolgado, só olhando Bianca ficar de pé sentindo algo, ele se levanta e diz tambem: “- vamos então”

Pensamento de Bianca: “ – Ah sei la o que é isso.. tanto faz... meus pés estão sempre melados de suor mesmo.. um pouco mais ou menos não tem diferença”

Dialogo de Bianca: “ – Ai ai gente meu pé ta suando tanto agora, estranho, mas vamos comer então”

Então os três saíram pra lanchonete comer um lanche. Kelly não parava de falar, Bianca ouvia, respondia, e as vezes falava do pé dela estar mais suado que o normal, Kelly ignorava isso. Rafael ouvia e se excitava com toda informação das falas de Bianca quando ela falava do pé.

Chegando la, eles sentaram em uma mesa e Kelly como era conhecida do pessoal da lanchonete foi no balcão pedir os lanches e Rafael fica sozinha com Bianca. Ela começa a mexer no coturno e Rafael pergunta o que foi com ela, porque ela esta bem inquieta.

Dialogo de Bianca: “ – É que meus pés estão mais suados que o comum... eu sinto meus pés meio grudentos sabe... no começo tava mais escorregadia mas agora só esta meio grudento ou algo assim sabe”

Dialogo de Rafael: “ – Bom, seus pés sempre suaram muito né... de repente sei la , caiu algo em seus pés ou na bota e você não percebeu, ou algo assim.. eu achava que voce ate não ligava para seus pés suados, você nunca fala tanto assim...”

Dialogo de Bianca: “ – Eu não ligo tanto mesmo para estarem assim, só que parece mais melados que de costume, mas o que me incomoda não é nem o grude, é que chegando na casa de vocês vou ter q tirar eles e se subir chulé, vocês vão reclamar e terei q lavar o pé de novo, mó preguiça isso...”

Dialogo de Rafael: “ – Bom eu não ligo pro seu chulé.. é normal ter chulé, não me incomodo não. Só minha Irma é mais nojenta com isso”

Bianca houve aquilo e pensa, que bom q ele não liga, menos um que eu tenho q me preocupar de forma forçada....

Dialogo de Bianca: “ –Bom vou aproveitar que Kelly não ta aqui pra reclamar e por voce não ligar e tirar o coturno pro meu pé respirar.

O coração de Rafael batia forte quando ela começou a se abaixar... ele olhava os cabelos dela deslizando, o contorno de suas pernas na calça jeans justa e quando finalmente ela liberta os pés do calçado ele sente muito tesão no que vê e sente.

O pé dela saiu da bota e ele viu aqueles dedos lindos de perto, pés brancos, bem dedos bem alinhados.. o dedão o maior dedo e os outros indo de grau em degrau ate um mindinho, que tesao era olhar o pé dela. Nesse momento também subiu um cheiro de chule bem forte.

Pensamento de Bianca: “ Que porra de chule é esse? ta mais forte eu nunca... como ficou assim? (Bianca sentia a sola grudando entre os dedos meio grudando também, mas como não foi deixado tanto esperma ali no calçado não se tinha a percepção do que era. Era como se tivesse uma camada fina de esperma na sola e na palmilha dela, ela olhava e não entendia)

Pensamento de Rafael: “ Olha esses pés que tesao.. que vontade de me ajoelhar na frente dela colocar o pau pra fora e jorrar todo o leite que ainda tenho nesses pés... e esse cheiro... o chule dela misturado com minha porra deixou o cheiro bem forte”

Dialogo de Rafael: “ – O cheiro da meio forte mesmo, mas relaxa que não ligo. Alias voce tem pés bonitos sabia, quem ligaria pra chule de um pé lindo desse né”

Bianca ouviu aquilo achou estranho mas não se importou. Ela perceber que ele não sentia nojo naquilo fez ela ficar mais a vontade e se sentir menos mal. Ela então apóias dos dois lado a lado em cima do coturno.

Dialogo de Bianca: “ – Isso era para ser elogio? rs, eu ate acho meu pé bonito e tals, mas é a primeira vez q alguém fala isso com ele fendendo Rafael”

Ela olha para o lado para procurar a amiga e já ia colocando os pés dentro do calçado quando Rafael se inclinava para tocar nos pés dela de alguma forma ele vê a irmã vindo na direção. E ele diz: “ A kelly esta vindo”

Nisso Bianca já começa a colocar os pés de volta na botinha dela e sente a umidade de novo. Após isso eles comem conversam e depois de quase uma hora voltam pra casa. Na volta o namorado de Kelly liga para ela e ela atende. Enquanto isso Rafael fala com Bianca.

Dialogo de Rafael: “ – eai ta muito incomodo em seus pés ainda?

Dialogo de Bianca: “ – Ate que não, já to me acostumando com isso, é estranho falar isso mas nem me incomoda mais, quando tava grudando muito ou escorregando tava pior mas parece q ta melhorando agora. Um grudizinho gostoso de sentir, pelo menos estão hidratados né rsrsrs”

Pensamento de Rafael: “ hidratado? Ela não sabe que a hidratação desse pezinho foi uma leitada gostosa Bianca...”

E entao eles chegam de novo na casa de Kelly e Rafael. Nisso Kelly diz que deu uma dorzinha de barriga nela e disse que ia no banheiro. Rafael já pensou terei mais alguns minutos pra tentar algo . Quando a irmã saiu correndo, ele sentou na varanda , via bianca tirando o coturno pra colocar a rasteirinha de volta dentro de casa e ele comenta:

Dialogo de Rafael: “ – porque vc não senta ou deita aqui no banco, com os pés virados pra ca trago um ventilador pra refrescar seus pes Bianca?”

Pensamento de Bianca: “ Olha, não é má idéia hein, ai que preguiça, vou poder deitar um pouco e descansar, Rafael não esta se incomodando mesmo”

Bianca agradece a idéia e aceita ela então deita no banco da varanda dele, ela de forma folgada fica jogada no banco comprido. Rafael estava voltando com o ventilador e ligando virado para os pés dela, e na pose que ele ficou ele tinha o foco nas solas dela. E ela começou a mexer no celular despreocupada

Rafael ao lado com total acesso a visão das solas ela esta cheio de tesao inflado pela Bianca, e ele pega o celular e começa a tirar fotos das solonas dela de forma disfarçada. As solas dela estavam meio brilhante, os dedos dela eram lindos e estavam meios grudados quando ela mexia, se notava isso. O dedo mindinho dela era meio tortinho, e era uma sola macia se percebia. E ele olhava BIanca de rabo de olho e percebia que ela tava pouco se fudendo para o melado dos pés. Era tão acostumada a ficar com as solas úmidas q já não tava se incomodando mais.. e o fato dela não ser nojenta ajuda muito nisso... ela podia ser o sonho de quase todo podolatra... esporrar no pezinho de uma garota e ela não achar ruim e ainda andar com os pés assim.

Rafael ouve o barulho da descarga do banheiro, Kelly estava pra vir. Ele como ultimo ato tentou pensar em algo mas não tinha tempo, ele então vai para trás de Bianca e ele abre o elástico da bermuda e vê o pau dele todo melado sofrendo preso ali , querendo o calor dos pés dela. Ele toma coragem e passa o dedo tentando recolher todo a baba que o pau dele tava soltando, e mela bem o dedo e arruma o short de volta.

Entao ele vai ate os pés dela, e leva o dedo melado com liquidos pré ejaculatório e passa embaixo dos últimos 2 dedos dela (o mindinho e o do lado) espalha ali, ela leva um susto no toque dele e nisso ele diz:

Dialogo de Rafael: “ – ah Kelly esta já esta vindo Bia”

Bianca mal sente que ele melou mais os pés dela ali e ela senta rapidamente e calça a rasteirinha e fica mais comportada no sofá, ela apenas olha a amiga chegando. E Rafael olhava o pezinho de Bianca que com a força que ela fez juntando os pés rápidos e pisando na rasteirinha ela espremeu os dedos dos pés, ele viu uma gota sendo forçada a subir entre o mindinho e o penúltimo dedo.... que tesão ele sentia vendo aquilo... e Bianca acostumada com os pés úmidos nem se ligou nisso.

Kelly volta e fala com eles e então Bianca olha a hora e diz:

Dialogo de Bianca: “ – Ai Kelly to me sentindo cansada e podre, acho que vou pra casa descansar”

Dialogo de Kelly: “ – ah, então esta bom amiga, obrigada por aparecer, vamos marcar mais vezes quando der”

Dialogo de Rafael: “ – A casa é sua Bianca , pode vir quando quiser!( e mais baixinho ele diz: - E não fique com nojo de ficar com os pés assim não, um pé lindo desse não pode sofrer julgamentos)”

Dialogo de Bianca: “ – vamos tentar marcar sim Kelly. Deixa so eu não estar naquelas preguiças né haha”

Dialogo de Bianca:(bem baixinho) “ – Não to com nojo em meus pés não, e... obigada pelo elgogio aos meus pés, eu acho... foi estranho, mas gostei..”

Bianca então pega seus coturnos, não repara seu mindinho meio melado ainda, e começa a calçar eles. Rafael olhava como se ela fosse uma ninfa. Bianca estava pronta e em pé. Ela se despede deles e começa a ir embora. Rafael a olhava indo ate ela sumir ao longe, Kelly já havia voltado pra dentro de casa.

Bianca chega em casa, sua mãe estava na sala, ela tira os fones de ouvido que ouvia psychosocial de slipknot, ela passa pela mãe, da boa noite e diz que esta cansada e vai dormir. Sobe as escadas, entra no quarto e senta na cama. Ela então começa a desamarrar o coturno e tira os pés de dentro e os liberta. O cheirinho de chule mais forte sobe de novo. Ela olha e diz que tem que tomar banho pra tirar esse cheiro... ela empurra o coturno pra baixo da cama e depois..

Dialogo de Bianca: “ – Ai que chulé é esse hoje hein... eu tinha que tomar banho...mas... que preguiça da porra... que se foda, vou dormir. Amanha tomo banho quando acordar”

Bianca então se deita na cama de bruços e aconchega no travesseiro.. e com os pezinhos úmidos de suor e néctar de seu chulé misturado com uma boa esporrada oculta.

E Bianca dorme descansando bem gostoso no dia que seus pés tivera uma aventura escondida.

Fim

Essa foi “uma” das histórias de Bianca, a Roqueirinha.

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