Se a Mamãe Acordar? – Nossa filha Capítulo 2

Um conto erótico de xandinha
Categoria: Heterossexual
Contém 693 palavras
Data: 11/05/2026 07:16:02

Depois do dia na igreja, eu não conseguia parar de pensar na minha filha. Naquele rabão gostoso, na boquinha deliciosa e, principalmente, nos seios dela balançando enquanto me cavalgava. Minha filha era extremamente gostosa.

Sempre que passava por mim, fazia gestos obscenos ou deixava um seio à mostra, mas assim que a mãe virava o rosto, ela o escondia de novo. Estava me provocando o tempo todo. Eu sabia que não ia aguentar muito: precisava comer minha filha de novo.

Uma noite, minha esposa dormia profundamente. Eu estava sem sono, então fui até a cozinha comer algo e assistir vídeos no celular. Entre um vídeo e outro, recebi uma notificação.

“A mamãe está dormindo?”

Logo em seguida, chegou uma foto: minha filha sem calcinha, mostrando aquela raba linda e empinada. Que tentação do caralho!

Fiquei imaginando nós dois transando no quarto dela, mas não podia arriscar ficar lá muito tempo. Guardei a foto e voltei para a cama.

Deitei-me e cobri minha esposa com o cobertor. Foi quando a porta do quarto se abriu devagar. Apesar do susto, vi que era ela — minha filha, completamente nua.

– O que você está fazendo, menina? — perguntei baixinho.

– Estava com saudade… Vim dormir com o senhor — sussurrou ela, piscando e passando a língua nos lábios enquanto apertava um dos seios e dedilhava a própria buceta.

– A gente vai se foder. Sua mãe vai acordar.

Ela não respondeu. Apenas sorriu e subiu na cama. Logo senti suas mãos puxando o cobertor e colocando sua cabeça para baixo dele.

Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ela já tinha baixado a cabeça e caído de boca no meu pau. Estava realmente acontecendo. Eu sonhava com isso desde a igreja. Ver aquela raba para cima e o cobertor subindo e descendo enquanto minha filha me chupava ao lado da mãe dormindo era surreal.

Tentei avisar que ia gozar, mas ela não parou. Engoliu tudo, limpou o canto da boca e sorriu. Caralho, como eu amo essa guria!

Em seguida, sentou-se em cima de mim, posicionando o pau na entrada da buceta.

– Para! Sua mãe está bem aqui. Vamos pro seu quarto ou pra cozinha…

Ela olhou para a mãe dormindo, depois para o meu pau, e sorriu com malícia. Desceu devagar, engolindo tudo de uma vez. Caralho, eu tava com o pau durasso, mesmo depois dela me chupar. Ela quicava devagar e gemia baixo me olhando com malícia.

– Sua mãe vai acordar… — sussurrei, preocupado.

– Foda-se — respondeu ela, sem sussurrar.

Minha filha começou a quicar no meu pau com força, jogou o cobertor longe, deixando nós três expostos. Apertou a bunda da própria mãe e falou:

– A bunda da mamãe até que é gostosa… mas sei que o senhor prefere a novinha da filha.

Ela me beijou enquanto continuava cavalgando. Estava descontrolada: gemia alto, falava sem medo, apertava os seios da mãe enquanto eu metia nela. Parecia que queria que a mãe acordasse e visse tudo.

– Papai, me fode! Igual o senhor fez na igreja… Mamãe, eu tô transando com o papai! Na igreja foi incrível, todo mundo cantando enquanto ele me comia como um animal.

Troquei de posição, coloquei ela de costas na cama, abri suas pernas e meti fundo. Um verdadeiro papai e mamãe, ou papai e filha.

– E se sua mãe acordar? — perguntei, ofegante.

– A gente chama ela pra participar… ou sei lá. Eu só quero que o senhor não pare de me comer. Tá ouvindo, papai? Mete até gozar. Se a mamãe acordar? Foda-se. Se o senhor gozar dentro? Foda-se. Se os vizinhos ouvirem a gente transando? FO-DA-SE! Mete na sua filha, papai. Não para!

Eu gozei dentro dela uma, duas, três, quatro vezes. Enquanto isso, ela tirou a camisola da mãe e chupava os seios dela enquanto eu continuava fodendo sua buceta. Fizemos amor em cima da minha esposa dormindo.

Depois de um tempo abraçados, ela voltou para o quarto antes do amanhecer.

Só mais tarde entendi tudo: quando fui ao quarto dela, vi um frasco de remédio para dormir na mesinha. Essa capetinha… Acho que estou apaixonado.

Quando amanheceu, ouvi a voz da minha esposa:

– Querido… por que eu estou pelada e coberta de porra?

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