Não há nada como a liberdade da intimidade entre pai e filho. Eu descobri isso pela primeira vez por acidente, entre meu pai e meu avô. Depois me veio o desejo irresistível de também sentir o mesmo com meu pai, e depois partilhamos essa descoberta com meu avô. Mas nada me preparou para a sensação indescritível do mesmo prazer com meu filho. E ele parecia igualmente excitado com a experiência.
"Não acredito que a gente tá fazendo isso!", ele me sorria.
"Estamos só tomando um banho juntos, filho", eu o ensaboava.
"Eu sei, pai", ele não se continha. "Tô falando do que a gente fez... de você me chupar e deixar eu gozar na sua boca."
"Com o tempo vai descobrir que, na cama, tem muitos outros tipos de prazer que pode experimentar. E vai ver que mesmo provar um pouco de porra pode ser prazeroso."
"É mesmo muito bom gozar na boca de alguém."
"Nunca fez isso antes?", eu lhe perguntei. "Quero dizer, com um garoto, só por curiosidade", eu ensaboava o seu pau duro.
"Eu e um amigo já fizemos umas coisas. Eu chupei o pau dele e ele chupou o meu", seu rosto ficou vermelhinho, ao me confidenciar suas aventuras de descobertas sexuais.
"Só isso?"
"A gente também tentou meter, mas ficamos só roçando um no outro."
"Também fiz umas brincadeiras assim com um primo meu. É normal nessa idade."
"Eu queria tentar... com você...", ele passava a mão pelo meu peito.
"Olha, filho", meu pau pulsava na sua mão, mesmo assim tentei me controlar. "Não sei a idade que tinha quando fez isso com seu amigo, mas meu pau é bem maior."
"Acho que eu aguento."
E ele me confidenciou que em casa, quando se masturbava, costumava enfiar todo tipo de coisa no seu cuzinho, desde a escova de dentes, o cabo da escova de cabelos da mãe, e até coisas maiores. Mas fez questão de me assegurar que não era gay.
"Está tudo bem, filho. Não tem nada de gay em ter prazer anal. Eu mesmo tenho muito", e eu quase lhe contei o meu segredo.
"Sério?"
"Mas ter um pau de um adulto no seu cuzinho virgem pela primeira vez pode doer um pouco."
"Tudo bem, eu aguento", e se virou de costas.
Apoiado na parede, meu filho virava o rosto, me olhando e me oferecendo seu cuzinho. Por um instante eu me detive, ainda repensando a coisa toda, mas o Beto continuava olhando ansioso. Ele fechou os olhos enquanto eu enfiava um dedo explorador no seu cu antes de tomar coragem, só pra ver como ele reagia.
Ele se endireitou e pareceu aguentar bem o meu dedo indicador. Meti dessa vez o dedo do meio, aplicando mais força enquanto deslizava para dentro dele. Então enfiei um segundo dedo, e o seu orifício o recebeu com alguma dificuldade, mas aos poucos ele foi se abrindo, me surpreendendo.
"Bem, isso pode doer um pouco. Mas se quiser parar é só falar."
Meu filho balançou a cabeça e se apoiou na parede de azulejos, abrindo as pernas. Então ele mesmo agarrou meu pau e o guiou em direção ao seu orifício virgem. Depois de algumas tentativas, quando a cabeça entrou, ele gemeu e eu me detive, mas ele queria continuar.
Estava com medo de estar machucando meu filho, mas ele continuou me encorajando. Então fui metendo e indo cada vez mais fundo, até que estava quase todo dentro dele.
"Ai, pai!", ele gemia docemente.
"Quer que eu pare?"
"Não, continua! Mete mais!"
Eu me surpreendia com a sua atitude e já não aguentava com a voz de prazer do meu filho, quase como uma putinha, me pedindo pra meter mais no seu cuzinho.
Com o rosto virado de lado, o Beto suspirava meio ofegante, e aos poucos ia se acostumando, entrando no mesmo ritmo. Podia sentir a sua respiração mais quente e acelerada, aguentando bem o pau de um adulto quase todinho dentro dele.
De repente, uma onda de prazer me percorreu ao começar a penetrar o orifício virgem do meu filho. Deus, o corpo do garoto era tão gostoso. Eu amava tanto meu filho e queria mostrar isso a ele. Queria preencher seu pequeno cuzinho com todo o meu amor de pai.
"Tudo bem?", perguntei enquanto aumentava a pressão.
"Mete mais, pai", ele ofegava, sem desistir.
Respondi empurrando para dentro, meu pênis dilatando seu ânus apertado. Seu cu engoliu a cabeça do meu pau bem devagar, deixando que se ajustassem o tamanho e a grossura. Meu Deus, eu estava mesmo fazendo aquilo. Eu estava realmente enfiando meu pau no cu apertado do meu próprio filho. Caralho, e como era gostoso!
"Não está doendo?"
Ele olhou nos meus olhos mostrando-se resoluto em continuar.
"Eu posso tirar, filho", ofereci, secretamente esperando que ele não quisesse. Acariciei seu peito liso e firme. Meu Deus, a pressão dele no meu pau era incrível!
"Não, não. Eu quero continuar!", ele insistiu. "Eu quero que você me foda, pai. Só... vai devagar."
"Pode deixar, filho."
Meu pau pulsou e eu quase gozei de novo, só de ouvir aquelas palavras. Puta merda, o Beto era mesmo um garoto safado... e com um cuzinho delicioso. Como eu não tinha percebido isso antes? Passei as mãos por todo o seu corpo esguio enquanto pressionava meu pau, ainda mais duro, em seu buraco apertado, sentindo aos poucos seus músculos se dilatarem.
Suas paredes internas se abriram para mim, me segurando bem firme, mas ainda me acolhendo mais fundo. Parei quando cerca de metade do meu pau estava dentro dele. Seu buraco estava incrivelmente aberto ao redor da parte mais grossa do meu pau.
"Você é tão apertadinho, filho!", eu sussurrei. "Tem certeza de que não é demais pra você?"
"Continua!", era tudo o que ele conseguia dizer, entre gemidos.
Seus olhos ainda estavam cerrados e eu sentia seus músculos se contraindo e relaxando ao redor do meu pau. Seus braços estavam estendidos ao longo da parede, com as mãos abertas.
Recuei um pouco e empurrei de volta, fazendo meu garoto gemer. Fiz de novo e recomecei a meter. Gradualmente, fui penetrando mais fundo, enfiado meu pau quase que todo nele.
Logo, meus pêlos pubianos roçavam na bunda do meu filho. Seu canal apertado tinha engolido meu pau inteiro. Mantive-o ali por um instante, sentindo o calor apertado do seu orifício.
Eu o acariciava enquanto entrava e saía nele. Seus olhos não conseguiam focar. Seu pau estava duro como pedra, enquanto eu o masturbava, ao mesmo tempo em que o fodia.
Encorajado, segurei suas pernas com firmeza, mantendo-as erguidas e afastadas. Estava com meu pau quase todo enfiado nele. Então, saí quase completamente e empurrei de volta. Seus olhos se fecharam com força e ele soltou um grunhido entre os dentes cerrados. Repeti o movimento, enfiando mais fundo.
Comecei a penetrá-lo com todo o meu pau, repetidamente. Eu estava transando com meu próprio filho. Eu estava dando uma boa penetrada profunda nele e não acreditava como ele aguentava e pedia mais.
Eu nunca tinha estado em um buraco tão quente e apertado assim. Por que eu nunca tinha fodido o cu do meu filho antes? Eu poderia ter tirado o uniforme de futebol dele e o short apertado e dobrado seu corpo esguio e atlético sobre a cama pra foder até gozar, como um bom pai.
Isso era incrível. Meu corpo se chocava contra o dele a cada estocada. Seu corpo magro e menor se contraía quando eu enfiava meu pau com força. Estávamos ambos no mesmo movimento, ele empinando a bundinha e eu metendo atrás dele.
Em pouco tempo, ele pareceu se acostumar com a intrusão invadindo seu pequeno buraco. Ele me encarava agora, com o rosto virado de lado, enquanto eu o penetrava. Qualquer vestígio de seu desconforto inicial havia desaparecido, e ele me sorria, meio ofegante.
Meu peito era um turbilhão de emoções. Eu desejava ardentemente o corpo do meu filho. Estava tão orgulhoso por ele ter conseguido receber meu pau até o fundo. Eu amava o meu garoto mais naquele momento do que nunca. Eu o amava e queria que ele soubesse, então continuei a penetrá-lo com força.
"Dá a sua língua, vai!", e ele colocava pra fora a linguinha, me oferecendo.
Enquanto o penetrava, eu beijava a sua boca e chupava a sua língua. E nem podia acreditar como ele já recebia o meu pau sem dificuldade, seu cuzinho apertado se abrindo cada vez mais.
Ele se movia em resposta, remexendo os quadris numa coreografia sensual à minha penetração. Eu já estava perto de gozar, de tão excitado com a experiência. E por uma vez ou duas, eu cheguei a tirá-lo do chão, segurando ele pela cintura e metendo tudinho.
"Você é tão lindo, filho!", eu sussurrava no seu ouvido, e buscava a sua boca.
"Eu te amo, pai!", ele gemia baixinho enquanto eu o fodia.
Isso de repente me levou ao clímax, enquanto dava uma estocada seguida de outra. E quando eu me dei conta, um arrepio me subiu pela espinha, me fazendo meter mais forte, enquanto torrentes de esperma jorraram do meu pau para dentro do orifício virgem do meu filho.
Ainda assim, eu não parava de foder o seu cuzinho, segurando ele pela cintura e metendo com força. Não há nada como a sensação de gozar dentro do seu filho, ouvindo o seu gemido enquanto continua metendo nele. É como foder o cuzinho de um anjo... e queria ter feito isso há mais tempo.
Até que finalmente desabei ofegante sobre as costas dele, com meu corpo molhado colado ao seu. Por um instante, ficamos ali, sob a água morna do chuveiro, em silêncio por algum tempo, antes dele se virar e me beijar docemente.
Àquela altura, o seu beijo tinha outro gosto, mais intenso e mais desinibido. Ele me oferecia sua língua, enfiando na minha boca pra eu chupar e fazendo o mesmo quando eu metia na sua boquinha. Acho que a partir de agora o beijo entre meu filho e eu nunca mais seria o mesmo… e eu não me cansava de chupar a sua língua, como se fosse o seu pau.
E é claro que depois do banho ele ainda me seguiu até o meu quarto. Eu nem acreditava que pela primeira vez estávamos eu e meu filho completamente nus na minha cama. Ele me acariciava, brincando com os pêlos do meu peito, enquanto nos beijávamos.
"Posso te chupar um pouquinho, pai?", ele sussurrou no meu ouvido, meio tímido.
Era como um sonho ouvir aquelas palavras da boca do meu filho, ditas assim, com toda naturalidade, depois de sentir a sua língua na minha boca. E na mesma hora eu senti meu pau dar uma guinada pra cima, pulsando quente entre os seus dedos.
Enquanto ele me masturbava, meu pau ficava cada vez mais duro em sua mão.
"Eu queria te mostrar o quanto eu te amo, pai."
"Eu também te amo", eu disse. "O que quer me mostrar?"
"Você cuidou de mim todos esses anos", ele disse, e então passou a língua por toda a extensão do meu pau.
"Você me ajudava com a lição de casa quando eu era pequeno", ele continuou, e então deslizou a língua pela fenda da minha glande.
A ponta da sua língua circulou ao redor da glande. O jeito dele me deixava louco. Então ele abaixou a boca sobre a cabeça do meu pau, com a ponta da língua molhando os lábios. Foi nesse instante que eu senti a umidade quente da sua língua deslizando pelo meu pau duro.
Dei um longo suspiro e passei os dedos pelo seu cabelo, enquanto ele movia a cabeça, chupando o meu pau. Seria possível que meu filho estivesse me dando o melhor boquete da minha vida? E eu nem sei como o garoto aprendeu aquilo... mas ele fazia divinamente.
Depois de algumas chupadas para cima e para baixo, ele parou, me olhando pra ver a minha reação. E então voltou a lamber a cabeça do meu pau.
Ele se aproximou e deslizou pela lateral do meu pau, deixando meu membro rígido repousar sobre o seu rosto. Ele sorriu pra mim de forma brincalhona, antes de beijar e lamber a base peluda. Sua atenção se voltou para os meus testículos, que ele lambeu e chupou suavemente enquanto segurava o meu pau pulsante.
Abrindo a boca o máximo que podia, ele sugava os meus testículos, primeiro um, depois o outro. Uma gota transparente de líquido pré-ejaculatório se formou na cabeça do meu pau. Enquanto o Beto me masturbava, o líquido escorria pela sua mão, o que parecia excitá-lo.
Sempre acreditei que os laços familiares mais próximos não deveriam ser desprovidos de prazer. Por que deveríamos pegar uma conexão amorosa como a família e privá-la de interações como essa?
Meu filho segurou o meu pau, olhando pra ele enquanto deslizava a mão lentamente ao longo de seu comprimento.
"Até parece que já fez isso bastante", eu brinquei.
"Só uma vez, mas não com um pau tão grande", ele sorriu, com luxúria nos olhos.
Ele então começou a deslizar a boca no meu pau. Senti a pressão da sua garganta envolvendo a glande, depois mais da metade, enquanto meu filho literalmente engolia o meu pau. Ele gemeu e senti uma vibração espetacular no meu pau duro.
Seus lábios e nariz estavam enterrados nos meus pêlos pubianos, e meu pau estava quase todo metido na sua boca. Seu rosto avermelhado, de tão corado que ele tava, era a coisa mais linda, com o esforço que ele fazia enquanto me chupava.
O garoto segurava o meu pau, olhando pra mim com seus olhos arregalados enquanto eu sentia os músculos da sua garganta se contraindo. Acariciei a nuca dele enquanto o encarava. Seu rosto lindo estava contorcido e tenso, mas ele continuava ali, mantendo meu pau dentro dele. Até que não aguentou mais e precisou recobrar o fôlego, rindo pra mim feito um menino levado.
"Posso te pedir uma coisa?", ele perguntou, esfregando o polegar na glande sensível do meu pau. "É só uma coisa que eu vi num vídeo uma vez... e queria tentar com você..."
Então meu filho me explicou a cena que o deixou tão excitado. E eu nem acreditava que ele queria mesmo que eu fizesse aquilo com ele. Acho que pra um pai que acordou aquele dia querendo ensinar ao filho sobre sexo, meu filho parecia saber bem mais do que eu imaginava. E se já era incrível sentir a sua boquinha em volta do meu pau, inclinado sobre mim feito um bom menino fazendo um boquete no papai, imagina a loucura de foder a sua boca — mas era exatamente o que ele queria.
"Tá bom, filho", murmurei. "A gente pode fazer isso, se é o que quer."
Eu estava deitado confortavelmente na minha cama, acariciando o cabelo do meu filho, que me chupava, me surpreendendo como ele sabia fazer aquilo tão bem. Mas quando me levantei, ficando de joelhos na cama, diante dele, meu pau tava duro feito pedra.
Ele estava numa posição linda, meio de quatro na cama. E quando ele abriu a boquinha e engoliu o meu pau de novo, eu quase não aguentei. Era uma loucura fazer aquilo, mas tentei me concentrar e apenas realizar o seu desejo.
Então, quando ele começou a me chupar, tentando engolir tudo, eu segurei a sua cabeça, e comecei a foder a sua boca.
"Tá quase gozando?", ele passava a língua em volta da cabeça.
"Então é isso o que você quer, né, seu diabinho! Vem cá", eu puxei de novo a sua cabeça, cravando na sua boca o meu pau.
Mas antes que pudéssemos voltar à nossa aula de boquete, o impensado aconteceu, e eu nem sabia o que fazer, segurando a cabeça do meu filho, com ele de quatro na minha cama. Estávamos os dois completamente nus, e não havia nenhuma desculpa a dar... ao menos nenhuma que meu pai fosse acreditar.
Ele continuava ali parado na porta, sem reação diante da cena. Eu também não ousava me mover, muito menos o Beto, ainda de pau duro diante do avô.
Se a minha pequena aula de sexo pro meu filho não tinha saído bem como eu planejei, talvez pudesse contar com a ajuda do meu pai; quem sabe ele não tivesse uma ideia de como ensinar a um garoto sobre sexo. Isso, no entanto, me trazia uma dúvida: será que o meu pai já comeu um garoto da idade do seu neto? Bem, isso a gente logo descobriria.
Continua...