Olá! Para facilitar a experiência do leitor, esse episódio é continuação do episódio 6.
Boa leitura!
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Depois daquela foda cheia de provocações e um orgasmo avassalador na banheira de hidro, o Demônio ainda me comeu de quatro na cama. Foi a primeira vez que fui comida naquela posição, que se tornaria a minha preferida. Gozei duas vezes, ficando toda molinha e saciada, mas nosso segundo dia no resort ainda me reservava um final arrebatador.
Eu estava me sentindo no paraíso, vivendo momentos maravilhosos com meu gato naquele lugar lindo e tendo orgasmos deliciosos. De quebra, conhecemos a Ayanna e o Gabriel. Foi amor à primeira vista. Parecia que éramos amigos desde a infância, tamanha a afinidade com o casal de cariocas.
André me acordou às 21h30. Depois de tantas emoções, havíamos adormecido.
- Amor, acabou o descanso. Gabriel ligou. Marcamos 10 horas no lobby, depois boate. Bora, Megera?
- Banho junto – murmurei, metade dormindo, outra metade acordada.
- Temos meia hora, gatinha – avisou, me dando um abraço gostoso para depois me puxar pelo braço.
Levantamos, tomamos banho juntos e nos arrumamos. Vesti um short saia jeans clarinho, uma blusinha tomara que caia folgadinha e uma sandalinha salto baixo trançada. André me obrigou a dar duas voltinhas. “Linda de morrer”, elogiou, ganhando um abraço como prêmio.
Encontramos o casal de amigos no lobby. Como estávamos morrendo de fome, Ay e Gabriel nos acompanharam para um lanche rápido. Depois, curtimos a música ao vivo e aproveitamos para conversar sobre música, literatura e moda. Aliás, por falar em moda, Ayanna estava linda, com uma Thiara de pano e um vestidinho branco de alcinha no ombro e curtinho, não chegando à metade de suas coxas. A cor do vestido realçava sua pele bem morena, queimada de sol, e a tiara realçava seu rosto lindo e seus olhos verdes cheios de vida e animação. Era difícil olhar para a amiga e não babar de admiração, sendo que a recíproca era verdadeira.
- Linda como sempre, megerinha do meu coração.
- Não tanto quanto você, mas eu dou minhas cacetadas.
- Isso é modéstia ou dissimulação?
- Vontade de zoar o plantão hoje – respondi.
- Essas mulheres são movidas a pilha, André – comentou Gabriel.
- Bota movidas a pilha nisso, brother.
- É, bebês, para acompanhar tem que suar a camisa – provocou Ay.
- Por falar em suar a camisa, que tal uma caipirinha? – sugeriu André, ganhando a adesão imediata de todos.
- Com um tira-gosto, porque eu não quero voltar para o quarto carregada, porque hoje eu vou ganhar um presente, não é amor? – provoquei, fazendo cara de safada para o Demônio.
- Uhn, que presentinho é esse? Conta miga, que eu fico curiosa – reagiu Ayanna.
- O André prometeu tirar a virgindade da minha portinha dos fundos – sussurrei em seu ouvido.
- Uaaaaaaaauuuuuuu, que delícia! Filma pra mim? Queria tanto ver esse momento tão especial.
Mal sabia ela que eu tinha perdido meu cabacinho cerca de 24 horas atrás. E que meu primeiro beijo na boca estava comemorando uma semana.
- Cruzes, Ay, tudo bem que nós já somos amigas íntimas, já até marcamos de uma lamber a bucetinha da outra, mas isso já é tara demais, sua gostosa! – retruquei.
- Filmar o que? – interrogou Gabriel.
- Posso falar, Megerinha linda do meu coração?
- Pode, mas eu vou ficar vermelha feito um pimentão de tanta vergonha.
- O André prometeu inaugurar a portinha dos fundos dela hoje.
- Porra, cara, então vamos brindar a isso. À inauguração da portinha dos fundos da Ana Clara. Esperamos que seja uma experiência maravilhosa para vocês – brincou Gabriel, levando todos às gargalhadas.
- Amor, lembra como foi nossa primeira vez? – emendou Ayanna.
- Claro que lembro. Você chorou igual uma bezerrinha desmamada, porque estava morrendo de vontade, mas não conseguia aguentar nem a cabecinha.
- Não precisava lembrar disso, seu monstro.
- Mas foi você que lembrou, amor.
- Amor, será que eu também não vou aguentar e vou chorar feito uma bezerrinha desmamada igual a Ay? – provoquei, fazendo carinha de preocupada.
- Relaxa, gatinha, nós temos a vida inteira para isso. Água mole em pedra dura, tanto bate até que entra – respondeu André.
- Não seria tanto bate até que fura? Estragou a rima – brincou Gabriel.
- Mas ficou mais autêntico assim – respondeu meu namorado.
- É verdade – respondeu Gabriel.
- É, miga, não se preocupe. Se entrou em mim, vai entrar em você também.
- Ai, miga, obrigada. Eu me sinto mais confiante com suas palavras – brinquei.
- Só não entendi uma coisa, Ay. Para que diabos você quer que eles filmem?
- Pra gente poder ver depois, amor. É uma forma de nós participarmos desse momento tão especial.
André, àquela altura, só balançava a cabeça negativamente e, ao mesmo tempo, dava risada a cada sacanagem que a gente falava.
- Ay, eu acho que você está precisando de um psicoterapeuta. Talvez, de um pai de santo para ver se expulsa essa entidade de dentro de você – brincou Gabriel, simulando reprovação.
André quase cuspiu o gole de caipirinha que tinha acabado de colocar na boca.
- Ai, amor, você é tão insensível. A gente até poderia ir junto para dar apoio moral pra Aninha. Eu poderia ficar segurando a mãozinha dela para dar força.
- Ou então lamber minha bucetinha para me deixar mais relaxada – emendei.
- Adorei a ideia, miga! E o Gabriel segura sua mão e faz cafuné na sua cabeça pra relaxar sua mente.
- Isso é o que eu chamo de trabalho em equipe – brincou André com as lágrimas descendo de tanto rir.
- Tá parecendo mais é uma suruba – reagi com um risinho safado.
- Gostei da ideia, amiga – respondeu Ayanna, mordendo os lábios e fazendo careta.
Se eu disser que não fiquei excitada com aquela conversa, estarei mentindo. Uma excitação leve, gostosa.
- Desde quando você gosta dessas coisas, Ay? Cansa de dizer que é nojento, que nunca faria. Deve ser essa entidade que se apossou de você que está falando essas doideiras aí.
- Ah, amor, eu também falei que nunca ficaria com outra mulher, até me apaixonar pela Megera.
- Então somos as duas, amor. Também estou com os quatro pneus arriadinhos por você – reagi, mandando um beijinho e um coraçãozinho para a amiga, que retribuiu o gesto.
- É, meu camarada, acho melhor a gente aproveitar a noite e caçar umas quengas por aí, porque, pelo visto, nós ficamos de lado aqui – brincou André.
- Eu vou dizer o que é que vocês vão caçar. Podem ir sossegando o facho, que as únicas quengas que vocês vão caçar estão nessa mesa – adverti, fazendo cara de séria e estalando um beijo na boca do meu príncipe encantado.
- Duas quengas lindas, por sinal – reagiu Gabriel.
- Então, vamos brindar à inauguração da portinha dos fundos da Megera e chega desses assuntos eróticos, porque eu fico aqui só pensando besteira – ordenou André.
E foi assim que o meu cuzinho virgem e desejoso deixou de ser o centro das atenções e tema de debate acalorado. Curtimos a música até meia-noite e fomos para a boate, onde ficamos durante uma hora sacudindo o esqueleto, principalmente as mulheres, enquanto nossos namorados estavam mais preocupados em admirar o bailar agitado e sensual dos nossos corpos. E, por que não dizer, ainda que disfarçadamente, o de outras quengas espalhadas pela pista, porque a gente sabe como é homem.
Paramos para beber a saideira no bar e não deu outra. Eu já estava com a calcinha toda molhada depois daquelas conversas quentes, ainda mais com a expectativa de o Demônio deflorar meu cuzinho. Aquela coisa de dançar com a Ay e nossos homens nos admirando só piorou a situação entre minhas pernas. Aliás, tinha uma coisa curiosa, que era o fato de eles sempre se referirem a nós no plural. Era sempre “nossas mulheres”, “vocês”, “elas”, “essas duas”. De alguma forma isso também me excitava. Quem diria, Ana Clara? Em uma semana, perdeu a virgindade da boca, perdeu a virgindade da bucetinha, estava ansiosa para perder a virgindade do cuzinho e ainda alimentando pensamentos libidinosos com aquelas conversas picantes com o casal de amigos. Que transformação vertiginosa, garota do Youtube.
Apesar da ansiedade pela inauguração da minha portinha dos fundos, que quase se transforma em um evento com repercussão em escala nacional, a companhia dos nossos amigos era muito gostosa e ainda ficamos uma hora na saideira. Claro que meu cu voltou a ser tema, só que agora com o Gabriel e André entrando de cabeça na farra.
- Ay, vamos beber só mais essa rodada e vamos dormir. Se continuarmos bebendo, arrisca o André broxar na noite da inauguração – brincou Gabriel.
- Porra, brother, com essa deusa é impossível broxar. Só de sentir o cheiro e ouvir a voz dela eu já subo pelas paredes. Não é, sua gostosa? – falou, se virando para mim.
- Tu quer me matar de tesão na frente dos outros, fala logo, Demônio – respondi, me pendurando em seu pescoço e lhe tascando um beijo apaixonado.
- Ai, amor, eu fiquei toda molhadinha só de ver essa cena. Você está proibido de broxar hoje. Eu quero gozar bem gostoso pensando na inauguração da portinha dos fundos da minha megerinha linda – falou Ayanna, tascando um beijo em Gabriel, seu vestido subindo pelas coxas ao se inclinar.
Não entendi bem o porquê daquilo, mas me excitei com a visão que André tinha das pernas da minha amiga descuidada. Difícil era saber o que não me excitava. Acho que é o que dá ser virgem até os 18 anos e descobrir o quanto o sexo pode ser maravilhoso.
- Por falar em portinha dos fundos da Megera, vocês vão para o Rio em Janeiro, não vão? Não aceitamos não como resposta – propôs Gabriel.
- É, se vocês não forem, juro que me atiro do vão central da ponte Rio-Niterói.
- Não faz isso, Ay, você pode morrer afogada – interveio André, arrancando gargalhadas dos quatro.
- E eu não sei se vou conseguir superar se você morrer – emendei.
- Ai, megerinha, que declaração de amor linda – reagiu Ayanna, se levantando da cadeira e se sentando no meu colo, enchendo meu rosto de beijos.
- Eu tenho uma mulher muito mais louca do que eu pensava – protestou Gabriel dando risada.
- Eu acho que loucas e lésbicas – emendou André.
- Qual o problema de as mulheres de vocês serem lésbicas? Vocês dois são nossos donos e nós amamos vocês, seu ciumento – respondi, pegando o rosto de Ayanna com as mãos e estalando um beijo em seus lábios, que até ela tomou um susto.
- Porra, miga, assim eu apaixono de vez – respondeu Ay, após se recuperar da surpresa.
- Amor, você está me saindo muito pior que a encomenda – interveio André, com uma cara que misturava espanto, surpresa e alguma coisa mais, enquanto Gabriel só ria, balançando a cabeça em sinal de negativo.
- Parceiro, é melhor a gente partir antes que essas duas tirem a roupa e façam um meia nove no chão do bar – brincou.
- Tenho que admitir que seria uma cena linda – provocou André com aquele sorriso de canto de boca que eu amava.
- Então, mais um motivo para vocês irem para o Rio. Elas vão poder ficar uma lambendo a bucetinha da outra o dia inteiro – reagiu Gabriel, arrancando gargalhadas.
- Parceiro, se nada acontecer até janeiro, tipo o mundo acabar, nós vamos. Não quero perder esse 69 por nada – brincou André, provocando mais risadas.
Ayanna levantou do meu colo eufórica e estalou um beijo na bochecha do meu namorado.
- Que felicidade, Demônio. Te amo. Juro que vamos fazer de tudo para serem os melhores dias da vida de vocês, não é amor? – falou se dirigindo a Gabriel e sentando em seu colo.
Era para eu sentir ciúmes da atitude da Ay, mas não foi bem o que eu senti, ainda mais vendo seus olhos marejados de felicidade. No dia seguinte, antes da despedida, Gabriel me falou que nunca tinha visto a Ay se apegar tanto a alguém, exceto a ele próprio, que nós fazíamos muito bem a ela. Era, também, como eu me sentia com relação a eles e falei sobre isso, e que sentiria muita saudade.
Naquela madrugada, nos despedimos com abraços demorados, mas tinha uma parte do meu corpo que parecia monopolizar meus sentidos, mas parece que não era só os meus.
Quando entramos no quarto, André me agarrou por trás, enlaçou minha cintura e começou a beijar meu pescoço. Eu sentia sua respiração alterada de tesão.
- Puta que pariu, Megera, você sabe o quanto você é linda sua safada?
Amei ser chamada de safada e sentir seu volume encaixado na minha bunda.
- Quer dar esse cuzinho para mim?
- Quero. Quero dar tudo para você. Quando eu não tiver mais nada para dar para você, eu invento – respondi com a excitação tomando conta do meu corpo inteiro.
- Você tem ideia do quanto é gostosa? Essa roupinha que você está usando te deixou mais gostosa ainda. Valorizou essa bundinha linda – sussurrou no meu ouvido, me deixando toda arrepiada.
- Meu pai e minha mãe me fizeram assim para eu ser sua, só sua, enquanto você me quiser. Eu te amo muito – respondi, esfregando meu rabo em seu pau, enquanto ele acariciava minha barriguinha.
André me virou de frente e me deu um beijo de tirar o fôlego, nossas bocas se pressionando com furor, suas mãos apertando minha bunda até com certa brutalidade. O que eu adorei e demonstrei gemendo dentro na sua boca, o coração e a respiração descompassados. Como eu amo esse homem. Puta que o pariu. O mesmo que me paparicava como irmãzinha postiça, que me tratava como uma princesa, mesmo quando eu era uma magrela desengonçada, que andava como um avestruz com problemas de coordenação motora e tinha aparelho nos dentes. O mesmo que me pediu em namoro com a voz embargada, me fazendo chorar de tanta emoção. O que sempre me fez sentir amada, mesmo antes de me sentir desejada. Agora eu era a sua mulher. Uma mulher cujo corpo e os desejos lhe pertenciam. Se quisesse, poderia se apropriar da minha alma e eu a entregaria de bom grado.
Puxei sua camiseta pela cabeça. Ele tirou minha blusa. Ele desabotoou minha saia. Eu puxei sua bermuda para baixo junto com a cueca com urgência, liberando seu pau lindo, grande e grosso. Ele desabotoou meu short e o tirou com a mesma urgência. Em poucos minutos, não havia roupas entre nós, só o contato das nossas peles. André não parava de me beijar e eu retribuía com a mesma sede, a bucetinha já pingando e o cu piscando.
Senti que meu namorado estava descontrolado de tesão. Enquanto apertava minha bunda, sua boca devorou meu seio, sugando com tanta vontade, que chegava a doer, mas eu não ousava pedir que ele parasse, porque estava adorando ser devorada daquele jeito, saber o quanto meu homem me desejava e o quanto eu era capaz de enlouquecê-lo de desejo.
Depois de devorar meus dois seios, que emitiam ondas de prazer, que chegavam à minha buceta e se irradiavam por todo o corpo, André se ajoelhou e começou a beijar meu montinho, minha barriga, minha cintura. Depois me virou de costas e estalou beijos, lambidas e chupadas na minha bunda, fazendo meu corpo rebolar e se empinar involuntariamente. Depois abriu minha bunda com as mãos e começou a dar beijinhos no meu cuzinho.
Fico molhada só de lembrar.
Quando começou a dar lambidas no me buraquinho, eu quase enlouqueci, as pernas ficaram bambas, os arrepios percorriam meu corpo, principalmente da espinha até o pescoço. Eu gemia baixinho, mas sem parar. André arreganhou ainda mais meu rabo e colocou a pontinha da língua na entradinha e começou a me foder com a língua. Ainda enfiou os dedos na minha bucetinha, me fazendo delirar, ao ponto de urrar de prazer. Sentia meu cu e minha buceta piscando, se contraindo ao mesmo tempo, me rebolando freneticamente em sua língua, enquanto eu esmagava meus seios sensíveis com as mãos.
O orgasmo veio violento, com ondas de tremedeira, aflito, o estômago revirando. Só não desabei no chão porque André me segurou firme, ficou de pé e encheu minha boca com sua língua, me envolvendo pela cintura, me deixando ainda mais possessa ao sentir o gostinho do meu próprio cu na sua boca.
Estava presa pela cintura, totalmente dominada e sendo beijada sem parar, mas o Demônio estava endemoniado, disposto a me enlouquecer de tesão e expectativa. Escorregou o dedo pela minha buceta enxarcada e usou a lubrificação para forçar a entrada do meu cuzinho, que, relaxado, o recebeu feliz. Era uma sensação maravilhosa. Seu pau duro estava entre as minhas coxas e, com os movimentos, roçava nos meus lábios e no meu grelo, me deixando mais fora de controle. Ainda começou a beijar, cheirar, lamber e chupar meu pescoço, roçando a barba rala, me levando às nuvens, o corpo todo arrepiado. Puta merda, eu gozei de novo. Eu juro que eu gozei de novo, mais uma vez urrando de tanto prazer.
- Ai, amor, você quer me deixar louca? Eu não estou suportando mais tanto prazer.
- É você que me deixa louco, sua gostosa, dançando daquele jeito com a Ay, toda gostosa, falando putaria. Essa roupinha, que te deixava deliciosa, esse seu cheiro de fêmea no cio, sua voz, essa buceta safada, toda molhada e oferecida para mim.
Além de me fazer gozar, o puto ainda sabia me deixar toda derretida e querendo mais.
- Me fode, amor. Fode sua mulher, sua propriedade. Eu sou louca por você – falei com um fio de voz, o coração querendo sair pela boca.
- Minha rainha, minha mulher, minha puta, minha dona. Eu te amo pra caralho sua gostosa, linda de morrer.
Gemi alto.
Não sei se por causa do “minha rainha”, do “minha mulher”, do “minha puta” ou do “minha dona”. Talvez tenha sido tudo junto e disputando espaço em minha mente. Só sei que o Demônio me colocou de quatro na cama.
- Você é minha puta? A puta mais linda que alguém já teve – provocou, antes de enterrar o pau na minha buceta oferecida.
- Aaaainnnnn, sou. Sou sua puta, sua meretriz, o que você quiser fazer de mim. Me usa, me estupra, faz o que quiser da sua propriedade
– respondi, a voz saindo mais alta que a intenção, o efeito daquela tora enterrada na minha buceta me enlouquecendo.
Enquanto metia, me fazendo gemer alto, seu dedo massageava o meu cu, que reagia por conta própria, se contraindo todo e se abrindo, ansioso por receber o pau do meu dono. A foda estava deliciosa, num ritmo gostoso e torturante. André, vez ou outra, tirava o pau e ficava esfregando na entradinha do meu cu, alimentando minha expectativa por ser enrabada.
- Deita de bruços agora, amor. Eu hoje vou gozar dentro desse rabo lindo e safado - provocou, me dando uma palmada na bunda.
- Aaaaiiinnn amor, fala assim comigo. Que delícia você chamando meu rabo de safado. Bate mais na bunda da sua mulher, bate, que eu tô adorando – pedi, completamente transtornada de expectativa e tesão, obedecendo e deitando de bruços. Sem perder tempo ou me deixar relaxar, André abriu meu reguinho e caiu de língua no meu cu de novo, me fazendo ir às nuvens. As ondas de choque percorriam meu corpo. Depois de me fazer quase surtar, ele se levantou, me deu uma palmada deliciosa na bunda e pediu que eu esperasse um minuto. Quando voltou, deu mais umas lambidas no meu cu, me deixando toda mole e rendida.
- Abre o bumbum para mim, que está chegando a hora de perder as preguinhas desse rabinho lindo e guloso que você tem.
Só de ele falar daquele jeito, com aquela voz ao mesmo tempo autoritária e sacana, eu quase vou as nuvens.
- Aaaaainnn, amor, você vai me arrombar todinha? Vai deixar o cuzinho da sua namorada todo ardido e feliz? – provoquei, antes de receber seu dedo, que deslizou lentamente para dentro do meu cu.
Eu ainda abria a bunda com as mãos para entrar mais fácil. Senti minhas paredes escorregadias e o incômodo inicial foi se transformando em prazer. Ele tirava o dedinho e depois colocava de novo com mais lubrificante, fazendo movimentos giratórios dentro do meu cu, que me arrancavam gemidos.
Quanto mais eu sentia que estava chegando a hora, mais meu coração disparava. André começou a fazer um vai e vem lento, fazendo com que a musculatura do meu ânus se contraísse a apertasse seu dedo, depois relaxando mais ainda.
- Está gostando, Megera?
- Amando.
- Está pronta para levar nesse cuzinho safado?
- Ansiosa - respondi ofegante de emoção e expectativa.
O Demônio introduziu dois dedos na minha buceta e começou a fazer um vai e vem delicioso. Como meu cuzinho estava todo lubrificado, o outro dedo deslizava gostoso, fazendo um vai e vem delicioso. E ainda estimulava meu grelinho com o outro dedo. Quase enlouqueci de vez quando ele enfiou o segundo dedo no meu cu. Doeu, mas foi aquela dor gostosa, que se misturava com prazer. Ele deixou meu rabinho se acostumar com a invasão dobrada, enquanto castigava minha buceta e meu grelinho com a outra mão, fazendo um entra e sai vertiginoso.
Logo, meu cuzinho foi relaxando e ele começou a movimentar os dedos naquele entra e sai torturante. Enquanto isso, os da buceta aceleraram o movimento, me fazendo gritar de prazer. Gritar, ao ponto de ter que tapar a boca com o travesseiro para não acordar todo o resort. E lá estava a Megera gozando de novo, urrando feito um bicho, empinando a bunda e rebolando nos dedos do Demônio.
As ondas de prazer ainda sacudiam meu corpo todo quando André montou em mim e tive um acesso de tremedeiras só de sentir a ponta do seu pau cutucando meu buraquinho.
- Abre bem a bundinha para mim, meu amor.
Obedeci e senti aquela tora toda besuntada de lubrificante forçando a entrada no meu buraquinho. A impressão era de que eu estava sendo rasgada enquanto sua cabeça deslizava lentamente, mas eu suportaria a dor, custasse o que custasse. Do jeito que meu cu e seu pau estavam escorregadios, o André facilmente enterraria aquela tora de uma vez se quisesse, mas ele explorava cada centímetro lentamente, com um cuidado que chegava a ser emocionante e que me deixava ainda mais louca de tesão.
A dor não era tanta que me roubasse o prazer de sentir meu cuzinho sendo arrombado e preenchido com aquela rola grossa e pulsante do meu dono. Mesmo doendo, eu já sentia prazer e até empinei a bunda para forçar a entrada dele.
- Tá gostoso amor?
- Tá doendo um pouquinho, mas eu tô adorando. Pode meter mais fundo, amor. Eu quero sentir tudo dentro de mim.
André, então, acelerou a invasão e eu senti seu pau me preencher profundamente. Aquilo me deixou louca. Levei meus dedinhos à buceta e comecei a estimular meu grelinho, o que aumentou meu prazer. André me deixou acostumar com a invasão e aos poucos começou a fazer um vai e vem curto, me arrancando um gemido alto.
- Mete com mais força, amor. Eu quero, fode meu cu assim.
Ele começou a me estocar com mais força, com aqueles movimentos curtos, praticamente sem tirar o pau lá do fundo. Era uma sensação diferente, mas arrebatadora, que pagava toda a expectativa que eu tivera por aquilo.
- Vou gozar, amor, não aguento mais segurar com esse cu delicioso me apertando desse jeito.
Mal avisou e explodiu num urro. Eu já estava quase lá e acabei indo quando senti os jatos do seu leitinho sagrado inundando o fundinho do meu cu, meus dedinhos castigando meu clitóris sem piedade, o travesseiro abafando meus gritos e recebendo as lágrimas que meus olhos minavam. André deitou em cima de mim, ainda com o pau enterrado na minha bunda e beijou minha nuca.
- Caralho, Megera, que diabo de mulher é você? Aguentou tudinho dentro sem reclamar. A cada segundo que passa eu fico mais louco por você.
- E eu por você, Demônio. Promete que vai ser sempre assim?
- Prometo, meu amor.
Meu corpo estava tão relaxado, que logo acabei adormecendo feliz da vida por agora todos os meus buraquinhos pertencerem ao meu príncipe encantado.
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