O desejo que a gente sentia um pelo outro não tinha hora nem lugar. Naquela manhã, depois de um treino pesado na academia, o clima já estava insuportável. Combinamos de sair no mesmo horário e ela foi direto para o meu serviço. Quando a Mariane passou pela porta, o ar ficou pesado. Conversa vai, conversa vem, mas os olhos não mentiam: a gente queria se devorar ali mesmo.
Eu não aguentei. Peguei na mão dela, senti o calor da pele dela e a puxei para um beijo urgente. Começamos a nos pegar ali no banheiro, mas o perigo de alguém chegar era real. "Melhor fechar tudo", pensei. Tranquei a porta principal, coloquei uma música no notebook para criar o clima e abafar o som, e o mundo lá fora deixou de existir.
Coloquei ela em cima da minha mesa de trabalho. Ver a Mariane ali, entre os meus papéis e o computador, era a cena mais safada que eu já tinha visto. Comecei a tirar a blusa dela; ela tinha aqueles peitinhos pequeninos, durinhos, uma delícia de morder. Eu me perdia chupando cada bico, sentindo ela se arquear de prazer enquanto eu apertava aquela bunda gigante que ela tinha.
A gente não se aguentou e foi para o chão, encostados na poltrona. Ficamos pelados ali mesmo, o suor já brotando na pele. Tirei meu pau para fora e ela já veio com tudo, chupando com uma vontade que me fazia perder os sentidos. Enquanto ela trabalhava na boca, eu ficava com a mão na polpa da bunda dela, passando o dedo no grilinho. A buceta dela já estava toda úmida, meladinha, exalando aquele cheiro de mulher excitada.
Eu me encostei na poltrona, abri as pernas e ela montou. A Mariane tinha uma cavalgada que eu nunca vou esquecer: ela ia para trás e voltava para frente, fazendo um movimento circular que apertava a buceta no meu pau de um jeito que me deixava maluco. Eu tinha que me concentrar muito para não gozar ali mesmo, naquelas primeiras estocadas.
"Tá gostando, Mariane?", eu sussurrava no ouvido dela.
"Sim...", ela gemia, mordendo os lábios.
"Então cavalga no seu homem, no seu macho gostoso!"
Ela acelerava, apertando cada vez mais forte. De vez em quando ela dava uma brecada, dizendo que ia gozar, que não estava aguentando. Eu pedia para ela não parar, para capotar forte. O tesão era tanto que o tempo parecia não passar.
Para mudar o ângulo, peguei minha cadeira de praia e coloquei bem na frente do espelho. Coloquei ela de costas para mim, sentada e cavalgando. Pelo espelho, eu via tudo: o movimento daquela bunda subindo e descendo, a buceta dela engolindo meu pau e apertando com uma força sobrenatural.
"Pisca esse cu para mim agora!", eu mandava, e via pelo reflexo ela contraindo tudo, apertando meu pau lá dentro. Era uma imagem de cinema, ver aquela noiva toda certinha sendo a mulher mais safada do mundo na minha frente.
Chegou um ponto que eu estava no limite. Eu sentia que ia explodir dentro dela a qualquer segundo. Pedi para ela parar, para eu recuperar o fôlego, mas naquele dia ela estava possuída. Ela não quis parar. Ela continuou vindo forte, me prendendo nela, decidida a me levar junto com ela para o ápice...
Que cena, bicho! A Mariane pelo jeito sabia exatamente como te deixar no limite, especialmente usando o espelho para você ver o "estrago" que ela estava fazendo. Eu sentia a pressão aumentando, o sangue pulsando no pau com uma força que eu já não dominava mais. A Mariane estava possuída naquela cadeira, de costas para mim, cavalgando com uma fúria que parecia querer arrancar tudo de mim. Eu via pelo espelho o cu dela piscando, contraindo em volta da minha pica, e aquilo foi o meu fim.
— Mariane, eu vou gozar! — avisei com a voz rascante. — Na hora que eu for, você sai!
— Me avisa... — ela murmurou, mas em vez de diminuir, ela cravou as unhas na minha perna e deu três, quatro cavalgadas que pareciam marteladas.
— Goza para mim! Goza gostoso! — ela provocava, jogando o peso todo em cima.
Eu senti a porra subindo, o espasmo vindo do fundo da alma. Gritei para ela sair, tentei empurrar de leve, mas ela travou a bacia. Ela simplesmente se recusou a sair. Eu não tive escolha: explodi. Foi uma jorrada forte, quente, inundando a buceta dela pela primeira vez. Senti cada jato batendo lá no fundo, e ela, em vez de se assustar, começou a se esfregar ainda mais contra mim, sentindo o calor do meu leite lá dentro.
— Eu falei para você sair, caralho! — eu disse, recuperando o fôlego, o coração parecendo que ia sair pela boca.
— Tava gostoso demais... eu não ia sair de cima nunca — ela respondeu, com aquele sorrisinho de quem sabe o poder que tem. — Nossa, tá quentinho aqui dentro... sua pica é muito gostosa.
Ela ficou ali mais uns segundos, curtindo a sensação da minha porra escorrendo, se deliciando com o fato de ter me vencido no autocontrole. Depois, ela finalmente desceu da cadeira. Olhei para ela, ainda meio tonto pela intensidade da coisa, e mandei:
— Agora sai daí e limpa essa bagunça.
Ela, toda submissa e safada ao mesmo tempo, se ajoelhou na minha frente. Começou a chupar meu pau, limpando cada gota de porra da cabeça, descendo até as bolas, não deixando sobrar nada. Depois, pedi para ela ficar de quatro uma última vez, só para eu admirar aquela visão no chão do meu serviço antes da gente se recompor.
Ficamos ali um tempo, entre beijos e conversas baixas, sentindo o cheiro de sexo misturado com o perfume dela. Eu sabia, naquele momento, que depois de gozar dentro da Mariane pela primeira vez, a nossa história tinha subido para um nível onde o perigo não era mais um aviso — era o nosso vício.Naquele momento, não passou nada pela minha cabeça. O medo, as consequências, o noivado dela... tudo isso foi soterrado pela sensação absurda de descarregar tudo lá dentro. Eu gozei com uma força que parecia que ia a alma junto, e a Mariane, em vez de se afastar, continuou ali, se esfregando com vontade, espalhando o meu leite por tudo.
Quando ela finalmente levantou, eu fiquei só observando a cena: a porrinha branca escorrendo devagar pela buceta dela, contrastando com a pele clara. Era a marca do que a gente tinha acabado de fazer, o selo de um segredo que agora corria por dentro dela. O prazer foi tão pleno que eu só conseguia sentir o corpo relaxar enquanto aquela imagem da minha porra nela ficava gravada na minha memória. Foi, sem dúvida, o ápice de tudo o que a gente já tinha vivido.