BRINCADEIRAS DA MINHA ESPOSA PT 4 LUANA A VIRGEM.

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 3813 palavras
Data: 11/05/2026 12:34:46
Assuntos: Grupal

A chuva continuava caindo pesada lá fora, martelando o telhado de amianto como se quisesse derrubar a casa inteira. Mas ninguém ali dentro dava mais a mínima pra ela. O mundo lá fora podia desabar que a gente nem ia perceber.

O silêncio voltou devagar, se espalhando entre os seis corpos suados, nus, ainda próximos demais. Respirações irregulares, paus latejando no ar, bucetas brilhando de tesão, olhares que não desviavam mais. Ninguém ria. Ninguém fazia piada. O jogo... talvez tivesse acabado. E, ao mesmo tempo, parecia que estava só começando de verdade.

Eu encostei as costas na parede fria de cimento, tentando organizar a cabeça. Não conseguia. Meu pau ainda tava duro pra caralho, latejando, a cabeça inchada brilhando com o pré-gozo. Meu corpo respondia sozinho a tudo que tinha rolado ali. E o pior — ou o melhor — era que eu não queria parar. Nem um pouco.

Do meu lado, Luana já não era mais a mesma garota que tinha entrado envergonhada naquela casa.

Ela não se encolhia mais. Sentava com as pernas um pouco mais abertas, consciente do próprio corpo. A bucetinha ainda avermelhada e inchada do meu dedo, brilhando molhada, o desenho de asa delta de pelinhos molhados colados na pele. Os peitões empinados subiam e desciam com a respiração, bicos escuros duros. E o olhar... caralho, aquele olhar cor de mel agora sustentava o meu sem fugir. Desafiava. Pedia. Queria mais.

Viviane percebeu tudo.

Claro que percebeu. Ela sempre percebia.

Sentada no centro do colchão, pernas abertas sem nenhuma vergonha, ela não precisava fazer esforço pra dominar o ambiente. Bastava existir. Os seios grandes e pesados balançavam levemente a cada respiração, mamilos rosados grossos ainda duros. A boceta inchada, aberta, brilhando de tanto tesão acumulado. Ela virou o rosto primeiro pra mim, depois pra Luana, e abriu um sorriso lento, perigoso.

— Engraçado... — murmurou, voz baixa, rouca, quase preguiçosa. — Como as coisas mudam rápido, né?

Ninguém respondeu.

Antoni passou a mão no rosto, tentando se recompor, o pau grande ainda semi-duro entre as pernas. Kayk evitava olhar direto, mas os olhos dele traíam toda hora, voltando pra bunda da Viviane ou pros peitos da Luana. Enzo respirava fundo, peito largo subindo e descendo, claramente lutando contra o próprio corpo. Viviane se levantou devagar.

Cada movimento parecia esticar o tempo. Os quadris balançando de leve, a bunda gigante empinada, os seios pesados balançando enquanto ela dava alguns passos pelo espaço pequeno entre os colchões. Não tocou em ninguém. Não precisava. A presença dela já bastava.

— A gente ainda pode parar — disse ela, olhando ao redor, voz calma. — Pode fingir que foi só uma brincadeira que passou do ponto... que amanhã cada um volta pra sua vida normal...

Ela virou o rosto e cravou os olhos em mim.

— Ou pode parar de fingir.

O ar ficou ainda mais denso. Pesado. Quente.

Antoni soltou o ar devagar.

— Isso aqui já passou do ponto faz tempo...

— Então fala — respondeu Viviane, ainda calma. — Alguém aqui quer parar?

Silêncio.

Mas não era mais um silêncio de dúvida. Era um silêncio de escolha. De consentimento.

Luana foi a primeira a se mexer.

Devagar, ela mudou de posição no colchão, chegando mais perto de mim. Não encostou ainda... mas o calor do corpo dela chegava na minha pele. A coxa magra quase roçando na minha. Ela sustentou meu olhar, mordendo o lábio de leve.

Foi o suficiente.

Kayk soltou um riso curto, nervoso.

— Parar agora seria pior... a gente ia se arrepender pra caralho depois.

Enzo só concordou com a cabeça, sem conseguir falar.

Antoni olhou pra todos nós, por último pra Viviane, e assentiu.

Viviane fechou os olhos por um segundo. Quando abriu, não tinha mais dúvida nenhuma. Só desejo cru.

Ela voltou a sentar, agora mais no centro, de pernas abertas, completamente à vontade.

— Então esquece a garrafa — disse, voz firme. — A partir daqui... ninguém mais se esconde atrás de regra.

O jeito que ela falou não era convite.

Era um comando.

E ninguém questionou nada.

Luana respirou fundo ao meu lado. Senti o ar quente saindo da boca dela. Não foi um toque... mas foi quase.

Viviane apoiou os braços atrás do corpo, inclinando o tronco levemente pra trás, empinando os seios e deixando a boceta totalmente exposta pra quem quisesse olhar.

— Eu só quero uma coisa agora... — continuou ela, a voz descendo ainda mais, quase um sussurro safado. — Quero ver até onde a gente consegue ir... sem limite. Sem mentira. Sem parar.

Ela olhou direto pra mim, depois pra Luana, e sorriu devagar.

— E eu acho... que vocês também querem.

O ar pareceu crepitar.

Ninguém disse nada.

Mas os corpos falaram por si.

A chuva continuava lá fora.

Aqui dentro, o temporal tinha acabado de virar furacão.

Ninguém se mexia de imediato.

Mas ninguém também estava parado de verdade.

Era como se o ar estivesse carregado de eletricidade, esperando o primeiro raio cair.

Viviane não esperou muito. Ela nunca esperava.

Apoiou as mãos no colchão velho e se moveu de joelhos com aquela lentidão deliberada que deixava todo mundo louco. Os seios pesados balançavam pesadamente a cada movimento, os mamilos rosados duros e arrepiados. A bunda gigante empinada para trás, redonda e macia, balançava devagar enquanto ela se posicionava no centro.

— Vocês três… — murmurou, voz rouca e baixa — ainda estão tentando se controlar?

Kayk soltou um riso nervoso, quase um gemido preso.

— Nem um pouco, porra…

Viviane sorriu satisfeita e se aproximou dele primeiro, ainda de joelhos. Sem dizer mais nada, inclinou o corpo para frente, segurou o pau grosso dele com a mão direita e olhou para cima, direto nos olhos do garoto. Kayk tremia inteiro.

Ela abriu a boca devagar, deixando a língua rosada deslizar pela cabeça inchada da rola dele, lambendo o pré-gozo que escorria. Kayk soltou um gemido rouco quando ela finalmente o abocanhou. Devagar. Bem devagar. Os lábios carnudos dela se esticando ao redor da pika dele enquanto descia centímetro por centímetro, quente, molhada, apertada.

— Caralho… — Kayk gemeu, jogando a cabeça para trás.

Viviane não tinha pressa. Chupava com calma, sugando forte na subida, girando a língua na cabeça sensível, descendo novamente até quase engolir inteiro. A saliva escorria pelos cantos da boca, pingando nos seios pesados dela. Ela segurou o pulso dele e guiou sua mão grande até um dos seus seios. Kayk apertou imediatamente, amassando a carne macia, beliscando o mamilo duro enquanto ela acelerava o boquete.

Enzo não aguentou ficar só olhando. Chegou mais perto, ajoelhando ao lado. Viviane, sem tirar o pau do Kayk da boca, esticou a outra mão e segurou o pau dele também, masturbando devagar, apertando a base grossa e subindo até a cabeça, espalhando o líquido que vazava.

Antoni observava tudo com o maxilar travado, o pau latejando no ar. Viviane olhou para ele de canto de olho, tirou o pau do Kayk da boca com um “pop” molhado e falou, voz manhosa:

— Vem aqui também… não vou deixar ninguém de fora.

Antoni se aproximou. Agora os três estavam ao redor dela. Viviane virou o rosto e abocanhou o pau do Enzo, chupando com a mesma fome, enquanto masturbava Kayk com a mão direita e Antoni com a esquerda. Os sons molhados enchiam o quarto: o barulho da boca dela trabalhando, os gemidos baixos dos três, o som das mãos dela deslizando nos paus melados.

Do meu lado, Luana estava hipnotizada.

A coxa dela pressionava forte contra a minha agora. Senti sua pele quente, tremendo. A respiração dela estava curta, quase ofegante. Seus peitões empinados subiam e desciam rápido, bicos escuros duros como pedra. A bucetinha dela brilhava, um fiozinho fino de excitação escorrendo pela coxa interna.

— Ela… manda neles e eles obedece— murmurou Luana, quase sem voz.

— Manda — respondi baixo, minha mão subindo devagar pela coxa dela.

Viviane tirou o pau do Enzo da boca, uma corda grossa de saliva ligando seus lábios à cabeça rosada. Ela olhou direto para nós dois enquanto falava:

— Presta atenção, Luana… — disse, voz rouca, lambendo os lábios. — Eles são grandes… jovens…

Ela se posicionou melhor, empinando aquela bunda gigante, e voltou a chupar Kayk com mais vontade, descendo fundo, engasgando levemente, os olhos lacrimejando de tesão. A mão dela não parava de trabalhar nos outros dois, masturbando com movimentos firmes, apertados, girando na cabeça.

Kayk já gemia alto, quadril se mexendo involuntariamente, fodendo a boca dela devagar. Viviane deixou ele a vontade, controlando o ritmo com o queixo no quadril dele.

Luana soltou um suspiro trêmulo quando meus dedos chegaram na parte interna da sua coxa. Ela abriu as pernas um pouco mais, convidando. Passei dois dedos devagar entre os lábios molhados dela, sentindo o calor escaldante e o quanto ela estava encharcada. Luana gemeu baixinho, encostando a testa no meu ombro.

Viviane percebeu. Sorriu com o pau do Kayk ainda na boca, os olhos brilhando de satisfação.

Ela tirou o pau da boca novamente, saliva escorrendo no queixo, e falou:

— Ainda não viram nem metade do que eu consigo fazer…

Então ela se abaixou mais, apoiando os seios pesados no colchão, empinou a bunda alta e começou a chupar os três alternadamente — boca no Kayk, mão no Enzo, mão no Antoni — depois trocando, lambendo as bolas, passando a língua na virilha, chupando com fome, gemendo enquanto fazia aquilo. A bunda gigante dela balançava, a boceta inchada pingando de tesão, completamente exposta.

Luana apertou minha coxa com força, a mãozinha tremendo. Seus quadris começaram a se mexer de leve contra meus dedos, que agora entravam e saíam devagar da bucetinha apertada dela.

O que estava acontecendo ali já não tinha mais nada a ver com o jogo.

Era puro desejo cru.

E estava só começando e ninguém precisou falar nada.

O ritmo dentro da casa abandonada já tinha mudado por conta própria — mais lento, mais denso, quase ritualístico. As respirações estavam pesadas, o ar quente e úmido cheirava a tesão, suor e chuva.

Viviane era o centro absoluto.

Ela continuava de joelhos no colchão, majestosa, os seios pesados balançando levemente, mamilos rosados duros. Com uma mão masturbava o pau grosso do Kayk e com a outra o de Enzo, movimentos lentos e firmes, apertando a base e subindo até a cabeça inchada, espalhando o pré-gozo que escorria sem parar. Antoni estava ao lado, passando a mão grande nas costas dela, apertando aquela bunda gigante.

— Tá vendo, Lu… — murmurou Viviane, voz rouca e calma, sem tirar os olhos do que fazia. — Não é sobre pressa. É sobre sentir cada pedacinho de rola.

Luana engoliu seco ao meu lado. Seu corpo miúdo tremia, mas não de medo. Seus peitões empinados subiam e desciam rápido, bicos escuros duros. A bucetinha dela brilhava, um fiozinho brilhante de excitação escorrendo pela coxa interna.

Senti a mãozinha dela se mover devagar sobre minha coxa, subindo até chegar no meu pau. Os dedinhos quentes e inseguros tocaram primeiro na base grossa, quase como se testasse se era real. Meu pau deu um pulo forte na mão dela.

— Assim…? — sussurrou Luana, voz miúda, olhando pra mim com aqueles olhos cor de mel cheios de desejo e curiosidade.

— Isso… aperta um pouco mais — respondi baixo.

Ela obedeceu. Fechou a mãozinha em volta da grossura (não conseguia dar a volta completa) e começou a mexer devagar, pra cima e pra baixo. O movimento era inocente, mas isso só deixava tudo mais safado. Luana lambia os lábios sem perceber, concentrada, aprendendo o ritmo enquanto sentia meu pau latejar e pulsar na palma da mão dela.

Viviane observava tudo com um sorriso satisfeito, sem parar de trabalhar nos dois paus que segurava.

— Isso, Luana… devagar no começo. Sente como ele fica mais duro na sua mão… como pulsa quando você aperta a cabeça — ensinou ela, com a voz manhosa.

Luana ficou mais confiante. Acelerou um pouco o movimento, girando a mãozinha na cabeça inchada do meu pau, espalhando o líquido transparente que saía sem parar. Com a outra mão, ela segurou minhas bolas, massageando com cuidado, descobrindo cada reação minha. Eu soltei um gemido rouco e ela sorriu tímida, orgulhosa de estar me fazendo sentir aquilo.

Enquanto isso, Viviane decidiu subir o nível.

Ela abaixou o corpo, empinando aquela bunda gigante redonda pra trás, e abocanhou o pau do Kayk novamente. Desceu fundo, engolindo quase tudo, garganta apertando em volta dele enquanto gemia. O barulho molhado e obsceno enchia o quarto. Kayk agarrou os cabelos loiros dela, mas sem forçar — só segurando, sentindo o calor da boca gostosa.

Enzo não aguentou só ser masturbado. Ajoelhou atrás dela e começou a esfregar o pau grosso entre as nádegas grandes da Viviane, deslizando entre a fenda da bunda enorme, sem penetrar ainda, só sentindo o calor. Antoni se aproximou pela frente, segurando um dos seios dela e enfiando o mamilo na boca, chupando forte.

Luana assistia tudo isso enquanto continuava me masturbando. Sua respiração estava cada vez mais curta. Sem que eu pedisse, ela se inclinou e deu um beijo tímido na cabeça do meu pau. Depois outro. Até que abriu a boquinha e colocou só a cabeça dentro, quente e molhada. Chupou devagar, desajeitada, mas com tanta vontade que compensava tudo.

— Caralho, Luana… assim tá perfeito — gemi, passando a mão no cabelo dela.

Ela gemeu com meu pau na boca, o som vibrando gostoso. Começou a descer mais, tentando engolir o máximo que conseguia, saliva escorrendo pelos cantos da boca e pingando nos peitões dela.

Viviane tirou o pau do Kayk da boca com um gemido alto e olhou pra Luana, olhos brilhando de tesão.

— Olha só pra ela… nossa santinha aprendendo rápido a chupar um pau — disse, orgulhosa. — Não para, Lu. Chupa ele gostoso enquanto eu mostro pra você o que fazer com o resto.

Viviane se posicionou de quatro, empinando a bunda alta. Kayk não esperou: ajoelhou atrás e enfiou o pau grosso nela de uma vez, até o fundo. Viviane soltou um gemido longo e rouco, jogando a cabeça pra trás.

— Isso… mete fundo… — ordenou ela.

Kayk começou a foder ela com estocadas fortes, a bunda gigante da Viviane batendo contra o quadril dele, fazendo um barulho molhado alto. Enzo se colocou na frente dela e enfiou o pau na boca da Viviane, que chupava enquanto era comida por trás. Antoni masturbava o pau ao lado, esperando sua vez.

Luana tirou meu pau da boca, ofegante, um fio de saliva ligando seus lábios à cabeça rosada. Olhou pra cena ao lado, depois pra mim.

— Eu quero… quero continuar — sussurrou.

Eu a puxei gentilmente e a fiz sentar no meu colo, de frente pra cena. Meu pau latejava entre as coxas dela, roçando na bocetinha quente e molhada. Luana rebolou devagar, esfregando a boceta inchada no meu pau, se masturbando em mim enquanto assistia Viviane sendo fodida pelos três.

O quarto inteiro pulsava de tesão e Viviane não parava.

Mas também não se apressava. Era exatamente isso que tornava tudo tão intenso — cada movimento dela parecia carregar um peso, uma intenção deliberada.

Luana hesitou só um segundo. Depois se moveu. no meu colo, de frente pra mim, joelhos apoiados no colchão dos dois lados do meu quadril. A bucetinha virgem, inchada e encharcada, roçou devagar contra meu pau. O calor dela era absurdo. Luana rebolou devagar, esfregando os lábios molhados e o clitóris inchado ao longo do meu pau, se masturbando em mim.

— Quero você… — sussurrou ela, voz tremendo de desejo.

Segurei sua cintura fina com as duas mãos. Posicionei a cabeça grossa do meu pau na entradinha apertada dela e comecei a entrar devagar.

Luana prendeu a respiração.

Centímetro por centímetro, forcei a cabeça larga para dentro. A bucetinha virgem dela era absurdamente apertada — quente, molhada, pulsando ao meu redor como se quisesse me expulsar e me puxar ao mesmo tempo. Ela gemeu alto, unhas cravando nos meus ombros.

— Ahh… João… tá muito grosso… — choramingou, testa encostada na minha.

— Relaxa… respira… — murmurei, segurando firme sua cintura para não deixar ela subir.

Empurrei mais um pouco. A cabeça entrou inteira com um estalo molhado. Luana soltou um gemido agudo, o corpo inteiro tremendo. Continuei descendo devagar, abrindo ela centímetro por centímetro. Sentia as paredes quentes e virgens se esticando ao máximo ao redor do meu pau. Metade dele já estava dentro quando ela começou a rebolar devagar, instintivamente, olhos semicerrados, boca aberta.

— Isso… vai descendo devagar, gostosinha — incentivei ela assim.

Viviane assistia tudo de perto, ainda de quatro, sendo comida por trás pelo Kayk em estocadas ritmadas. Os seios dela balançavam enquanto ela gemia:

— Olha como ela tá tomando rola dele… que delícia. Continua, Luana. Rebola no pau dele. Sente cada veia te abrindo.

Luana obedeceu. Com os olhos fechados e a boca entreaberta, começou a rebolar mais fundo, descendo mais um pouco a cada movimento. Metade do meu pau já entrava e saía dela, brilhando com os cremes dela. A bucetinha virgem fazia barulhos molhados obscenos a cada descida.

Segurei aqueles peitões empinados com as duas mãos, chupando um mamilo escuro com fome enquanto ela cavalgava devagar. Luana gemia cada vez mais alto, rebolando com mais vontade, descendo mais fundo. Já tinha quase ¾ do meu pau grosso dentro dela.

— Tá tão fundo… eu tô tão cheia… — gemeu, voz manhosa.

Aumentei o ritmo, segurando a bunda miúda dela e ajudando a descer. Estocadas curtas e profundas agora, batendo no fundo da bucetinha apertada. Luana jogou a cabeça pra trás, rebolando mais rápido, os peitões pulando no meu rosto.

Do lado, Viviane gemia alto sendo fodida pelos três. Kayk metia forte por trás, Enzo enfiava o pau na boca dela, e Antoni mamava seus seios. Mas os olhos de Viviane não saíam de nós dois — assistindo Luana perder a virgindade no meu pau grosso.

Luana começou a tremer inteira. A bucetinha apertava forte ao meu redor, pulsando, melando minhas bolas.

— João… eu acho que vou… ahh… — choramingou.

Segurei firme sua cintura e meti mais fundo, estocando firme enquanto ela rebolava desesperada, olhos fechados, boca aberta em gemidos contínuos. Luana gozou pela primeira vez no meu pau — apertando, tremendo, gemendo meu nome enquanto a bucetinha virgem pulsava forte ao meu redor. A respiração da Luana ainda vinha em ondas curtas e trêmulas. O corpo miúdo dela ainda sofria os últimos espasmos do orgasmo intenso, a bucetinha virgem pulsando visivelmente, escorrendo uma mistura grossa de creme claro meio avermelhado pelo interior das coxas magras. Ela piscava devagar, tentando voltar à realidade, mas Viviane não permitia que o clima baixasse nem por um segundo.

Viviane riu baixo, um riso rouco, safado e dominador, enquanto rebolava devagar no pau que a fodia por trás.

— Tá vendo, Luana…? — murmurou, voz carregada de tesão e superioridade. — É disso que eu tô falando. Deixa o corpo falar primeiro.

Ela estava completamente no comando. De quatro no colchão, a bunda gigante empinada alta. Kayk metia nela com força por trás, o pau grande entrando e saindo da boceta inchada, fazendo um barulho molhado e obsceno a cada estocada. Enzo estava ajoelhado na frente dela, enfiando o pau até o fundo da garganta da Viviane enquanto ela chupava com fome, baba escorrendo pelo queixo e pingando nos seios . Antoni tinha o pau na mão dela, sendo masturbado com movimentos firmes e ritmados.

Viviane rebolava com maestria — círculos lentos, profundos e brutais, apertando a buceta no pau do Kayk como se quisesse ordenhar ele. Os seios enormes balançavam , mamilos rosados duros roçando no colchão.

Luana observava tudo ainda ofegante, o olhar vidrado.

Viviane ouviu. Virou o rosto de lado, pau do Enzo ainda enchendo sua boca, e cravou os olhos na Luana. Tirou o pau da boca com um “pop” molhado, saliva grossa ligando seus lábios à cabeça roxa, e sorriu.

— Então aprende direito, santinha. Agora é sua vez de mostrar o que aprendeu.

Luana respirou fundo. Dessa vez não hesitou tanto. Ela se posicionou de quatro na minha frente, empinando a bundinha miúda e empinada, olhando pra trás com aqueles olhos cor de mel cheios de tesão e nervosismo. A bucetinha ainda inchada e vermelha brilhava, aberta, pingando.

Eu me ajoelhei atrás dela, segurei o pau grosso pela base e esfreguei a cabeça latejante entre os lábios molhados. Luana gemeu só com o atrito.

— Devagar no começo… — Viviane orientou, ainda sendo comida. — Deixa ele abrir você de novo.

Segurei a cintura fina da Luana e empurrei. A cabeça grossa forçou a entrada apertada mais uma vez. Luana soltou um gemido longo e agudo quando eu meti tudo de uma vez, até o fundo. A bucetinha virgem dela apertou forte ao redor do meu pau, pulsando, quente pra caralho.

— Ahhhhh… João… tá muito fundo… — choramingou ela, unhas cravando no colchão.

Comecei a meter com força. Estocadas longas e profundas, tirando quase tudo e enfiando até bater no fundo. O barulho da pele batendo ecoava junto com os gemidos dela. Cada vez que eu metia, os peitões empinados da Luana balançavam pra baixo.

Viviane, do lado, acelerou o rebolado. Deu três reboladas brutais, lentas e fortes — círculos perfeitos com aquela bunda gigante, apertando o pau do Kayk com a buceta. Kayk soltou um gemido rouco, desesperado.

— Porra… Viviane… não faz assim… — ele tentou segurar.

Tarde demais. Viviane riu alto, safada, e fez mais uma rebolada bem fundo, apertando forte. Kayk gozou imediatamente, gemendo alto, o corpo inteiro tremendo enquanto enchia a boceta dela de porra quente. Ele tentou continuar metendo, mas as pernas falharam.

Viviane riu novamente, tirando o pau dele de dentro dela. Um fio grosso de sêmen escorreu da boceta inchada.

— Não aguentou, né? — provocou ela, olhando pra trás com um sorrisinho cruel e satisfeito. — Tudo bem… troca. Você — apontou pro Antoni — vem aqui agora. E você — disse pro Kayk — vem na minha mão.

Kayk, ainda tremendo, ajoelhou ao lado dela. Viviane segurou o pau dele melado de porra e continuou masturbando devagar enquanto Antoni enfiava o pau na boceta dela de uma vez, metendo fundo com vontade.

Luana assistia tudo isso enquanto eu a fodia cada vez mais forte. Segurei o rabo de cavalo dela como rédea e puxei, arqueando suas costas, metendo mais fundo. O barulho molhado da minha pelve batendo na bundinha dela era alto.

— Mais forte, João… — Luana pediu, voz manhosa, empinando mais a bunda.

Aumentei o ritmo. Metia com força bruta agora, estocadas rápidas e profundas, minhas bolas batendo na boceta dela. Luana gemia sem parar, o corpo miúdo sacudindo a cada impacto.

Viviane olhava pra cena, olhos brilhando de tesão e rivalidade.

— Isso, Luana… geme pra ele. Deixa ele te foder como uma putinha… — provocou, rebolando forte no pau do Antoni.

O quarto inteiro virou um coro de gemidos, pele batendo, bocetas molhadas e paus latejando. Luana começou a tremer de novo, a bucetinha apertando meu pau como um punho quente.

Viviane sorriu, satisfeita, rebolando mais devagar no pau do Antoni enquanto masturbava o Kayk e chupava o Enzo agora.

— Tá vendo…? Quando você para de travar… seu corpo aprende rápido.

A chuva caía forte lá fora.

Dentro da casa, o tesão só aumentava. E ninguém ali queria que acabasse.

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