Enbebedei meu melhor amigo hetero e dei pra ele, pela primeira vez.

Da série Meu amigo hetero
Um conto erótico de VINI
Categoria: Gay
Contém 919 palavras
Data: 11/05/2026 15:57:13

Eu sou Vini, tenho 26 anos, mas isso aconteceu ano passado, sou branquinho, magrinho, e recentemente gay não assumido... Aquela noite era para ser só mais uma saída entre amigos. Combinei de sair com dois melhores amigos, peguei o Bruno (de carro) — 24 anos, novinho, magrinho, virgem, hetero, marrudinho, daquele jeito tímido que chama atenção sem fazer esforço, e fomos esperar o outro amigo. Só que, como sempre, ele deu cano na gente.

Ficamos putos. O cara fazia isso direto.

Na raiva, acabei chamando o Bruno para ir lá em casa beber alguma coisa. E foi aí que tudo começou.

Por sorte — ou azar — minha geladeira estava lotada de bebida. Desde o começo eu já tinha segundas intenções, pensei vou embebedar ele ao maximo, pois sei que ele é fraco e irá seder facíl, facíl. O Bruno sempre despertou algo em mim, e naquela noite eu queria ver até onde aquilo poderia ir, pois sempre tivemos muita intimidade como amigo, aquelas brincadeiras de hetero safadas sabe? então eu sempre tirei lasquinha dele, de colocar apalpar ele, mas sempre na brincadeira, nunca tinha passado dos limites.

E eu sempre o desejava, quando ele ia trocar de roupa e via ele de cueca, eu ficava todo excitado.

A gente começou a beber, conversar, rir de qualquer besteira. O clima foi ficando cada vez mais leve. Os olhos dele já estavam vermelhos, o sorriso mais solto, o jeito mais confortável perto de mim.

Em determinado momento eu falei:

— Cara, tá calor pra caramba… vou tirar a camisa.

Ele riu e tirou a dele também.

Continuamos bebendo, sentado no banco alto perto do balcão, cada vez mais à vontade. Então eu provoquei:

— Mano… vou tirar a calça também, fodase.

Ele deu aquela risadinha de canto e respondeu:

— Tá bêbado e safado hoje, né?

Nós dois começamos a rir. Então ele falou:

— Ah, então eu também vou. Bora ficar confortável logo.

Quando ele tirou a calça, eu percebi o volume marcado na cueca e meu pensamento simplesmente foi longe. O álcool já tinha acabado com qualquer filtro.

Brincando, tentei provocar:

— Que isso aí, Bruno… tá animado já?

Ele riu, sem vergonha nenhuma e disse:

— voce que está, esse seu pau não ta mole nem lascando

E aquilo me deu coragem.

Cheguei mais perto,e disse:

— Deixa eu ver então se isso é mole mesmo, duvido.

E para minha surpresa ele se levantou do banco e se inclinou para frente me deixando totalmente avontade para olhar dentro da cueca dele, e cara... quando eu me aprossimei daquela cueca preta, aquele volumão, fiquei totalmente excitado, pois quando pixei eu vi aquela pica meia bomba de lado, mas com vergonha olhei muito rapido, e foi o suficiente para eu me entregar com meu pau ficando duro. e Nessa ele veio dizendo:

— deixa eu ver aí esse seu amigão, pois é o seu que está durão aí

E aí ele veio puxou minha cueca e olhou. Demos risada da situação.

Eaí eu fui denovo dizendo que nao tinha visto direito, eaí eu fui com os olhos brilhando olhar com mais calma, e quando puzxei aquela cueca preta, naquele amigo sem camisa, meio fortinho, eu puxei e vi aquele pauzão praticamente duro, delicioso e grande. Sabe aquele pau de jovem madurinho magrinho, com a cabeça todinha para fora, bem rosinha.

Aquilo incendiou tudo.

O clima mudou completamente. A tensão entre nós ficou pesada, quente, impossível de ignorar. Ele começou a entrar na brincadeira também, me provocando de volta, olhando diferente pra mim.

Quando percebi, nas brincadieras estavamos pelados de pau duro, eu levei ele para minha cama sem saber exatamente se realmente aquilo iria rolar.

Não houve beijos, só alguns selinhos nas brincadieras, mas nada demais, desajeitados por causa da bebida, mas cheios de vontade. Cada toque aumentava ainda mais o tesão acumulado. O Bruno parecia surpreso com a situação, mas ao mesmo tempo completamente entregue ao momento.

E eu também estava.

Aquele momento eu fui abocanhei o pau dele, pois era algo que eu sempre quis fazer, aquele pau gostoso, comecei a babar nele todinho como se não houvesse amanhã, e ele apesar de confuso e surpreso com o que estava acontecendo estava bem avontade aproveitando o momento, com a respiração pesada,

O Bruno parecia dividido entre surpresa e desejo, mas acabou se entregando ao momento. E eu também.

Aquela madrugada foi uma mistura de impulso, curiosidade e desejo reprimido. O quarto abafado, a respiração pesada, os gemidos baixos… tudo parecia acontecer rápido demais e devagar ao mesmo tempo.

depois de uns 10 minutos chupando ele eu fui para cima dele esfregar meu cuzinho nele, ele me botou de quatro na cama, e deu um cuspão no meu cuzinho, deu uma risadinha e botou dentro. Sem experiencia, tanto ele quanto eu, tinha machucado, eaí coloquei ele deitado e comecei a sentar com mais calma no pau dele, só sei que nao demorou muito aquele pau começou a gozar dentro de mim.

Depois que acabou, o clima mudou. Ele foi para o banheiro correndo, pois depois de gozar a conciencia bateu e acho que ele fiou com vergonha, pois ele é hetero, pelo menos se diz ser até hoje... e isso é o que mais me deixa louco, heteros...

Era uma noite qualquer que acabou virando uma daquelas lembranças impossíveis de esquecer, principalmente por ser uma das minhas primeiras experiênciaS com sexo gay, nunca me esqueço.

Depois disso rolou mais duas situações assim, com ele, se esse conto repercurtir um pouco por aqui me insentivo de contar pra vocês.

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