Pessoal, vou contar uma parte da minha vida, a qual eu me sinto um perdedor no sexo, fui criado por pelo meu pai e e minha irmã mais velha, além dela tenho outra irmã, seu nome é Loara e mais nova de nóis três.
Meu pai é vendedor de uma empresa multinacional, homem que vive viajando a trabalho, então ele mal fica em casa, tenho 19 anos, trabalho numa padaria perto de casa, a minha irmã mais velha é policial e tem 24 anos, morena linda, não tem nada de vaidade, simplesmente natural. Minha outra irmã tem 18 anos, ela sim gosta de maquiagem e outros produtos, ela trabalha em loja de cosméticos, mas em menos de um mês vai começar a faculdade em outra cidade.
No meu quarto ninguém entrava, depois que eu comprei um espelho grande, todas minhas irmãs entram para se olhar como estão.
Eu sou virgem, nunca tinha colocado uma camisinha na minha vida, esses dias atrás comprei um pacote na farmácia. Hoje porventura achei uma boa ideia usar, me masturbei com ela, foi umas das minhas piores sensações, eu simplesmente não gostei e tirei deixando em cima da mesinha ao lado da minha cama. Escutei um barulho do lado de fora do meu quarto só deu tempo de puxar a minha coberta. Minhas irmãs entram e ficam se olhando no espelho e com o pau duro debaixo da coberta finjo que estava mexendo no Instagram, quando a minha irmã mais nova cutuca a mais velha e aponta pra camisinha em cima da mesinha.
“Isso estava no seu pau?” pergunta Loara
Fico pálido, sem chão. "O que?" Respondi.
“Isso é camisinha e estava no seu PAU?”
Ela perguntou de novo, me deixando mais agoniado, minha ereção nesse momento sumiu, a vergonha era tremenda.
“A camisinha você tem que colocar até o final, não só a cabeça… ou você tem um pauzinho?” Ela falou rindo
Eu não sabia o que dizer.
Paola, minha irmã mais velha: “Vem Loara, vamos deixar ele sozinho.”
Elas saíram, eu fiquei sem chão, eu tinha pau pequeno? Mas tinha certeza que coloquei a camisinha até o final. Eu não sabia o que fazer, estava morrendo de vergonha fiquei uns três dias evitando elas.
E acabei passando mais tempo do que devia no meu quarto, por isso minha irmã acabou tendo uma conversa comigo.
Paola entrou no meu quarto vestindo a sua farda da polícia que havia chegado do serviço “posso entrar?”
Sentou na cama ao meu lado, por ser policial sempre controladora, séria e responsável.
“João, você vai ficar morando nesse quarto? Você tem que sair para encontrar uma namorada, a vida não é só trabalho, quarto e masturbação.”
“Eu não me….”
Ela me interrompeu falando “Sério, vimos até camisinha no seu quarto, aqui na nossa cara e não tinha nenhuma mulher! Pra que proteção? Se não tinha nenhuma mulher para engravidar?”
Não tinha como responder tal pergunta, era tão vergonhoso.
“Larguei do Wesley, não porque ele estava desempregado! Vou te contar a verdade.”
“Pensei que era por causa disso.” falei curioso.
Ela me olha séria. “Vou te contar a verdade, promete não contar a ninguém?”
“Prometo.”
“Só estou falando isso porque eu quero te ajudar.”
Seu semblante mudou.
“Quando estávamos a sós antes mesmo da gente tirar a roupa só nós beijos ele ficava fraco e ofegante igual um cachorro, ele começava ejacular nas calças, era nojento”
Ela fez uma pausa e falou baixinho “depois que o pau dele ficou inútil, vinha aquela mancha na calça eu não tinha vontade de fazer nada, só estou falando que você precisa encontrar uma garota rápido, ou vai ficar igual.”
“Irmã?!”
“Não quero um irmão perdedor!” ela falou séria.
“Vou encontrar uma namorada.”
Ela fez uma cara que estava duvidando e falou.
“Imagina você com o seu pau duro pulsando, mostrando todo o volume para sua namorada, deixando ela louca de tesão, e quando ela mais precisa do seu pau, ele não serve pra nada.”
Fiquei em silêncio.
“Não tente impressionar uma garota se você tiver um pau inútil, então pare de se masturbar igual um doente, e vai atrás de uma.”
Ela me deu um beijo na testa e saiu do quarto, passei o dia inteiro pensando (pau inútil, um perdedor).
Será que ela acha que eu sou um?
Parte 2
Eu precisava muito arranjar uma namorada, tinha baixado o Tinder e comecei a tirar umas fotos no meu espelho, quando batem na porta.
Ela entra e observa “Tá tudo certinho aqui? Amanhã é minha folga quer ir ao Thermas comigo?”
“Vamos sim.”
Seria bom para ela também relaxar pois o seu serviço era bem estressante, partimos no outro dia cedinho, só somente eu e ela, Loara foi para a casa do seu namorado no final de semana.
Chegamos no Thermas, minha irmã colocou um biquíni que mal cobria seu corpo, nem eu tinha percebido o quanto ela tinha peitos grandes e bunda grande, a farda da polícia ofusca o seu corpo, quando ela me viu de bermuda me deu uma bronca.
“João, cadê a sunga você tem que impressionar as gatinhas com o volume.”
Fiquei bem sem graça e acabei colocando uma sunga, ela deu uma olhada pro meu volume, que na verdade não era nada impressionante.
“Melhorou.” Ela falou.
Começamos a andar, eu preparei nos volumes das pessoas e de muitas pessoas não era nada muito impressionante, era um Thermas! Não havia um lugar para fazer orgia, fomos caminhando em direção às piscinas, ela ficou nas piscinas mais calma, enquanto eu fui no tobogã e outros mais divertidos, bom, demorei bastante, na hora do almoço encontrei minha irmã sentada numa mesa com duas mulheres junto com elas.
Elas estavam bebendo, todas eram bem vaidosas, podia ver que elas estavam no Thermas e mesmo assim não tinha molhado o cabelo, estavam sentadas bebendo caipirinhas, todas estavam altas.
“João querido, senta com a gente… meninas esse é meu irmão mais novo, a gente está aqui para ele conhecer uma garota.”
Uma delas falou “ele é bem bonito, porque está com dificuldade de encontrar uma garota?”
Minha irmã fez o sinal de masturbação “fica no quarto fazendo isso.”
Fiquei vermelho de vergonha, elas caíram na risada, bebendo.
“Irmã?” Falei bravo, ela me abraçou e colocou minha cabeça no meio dos seus peitos. Logo que a comida chegou mas elas continuavam bebendo, tinha uma morena na minha frente parecia uma boneca, usava um biquíni amarelo e na bucetinha estava rachada fui ficando com tesão o meu pau foi querendo ficar duro.
Acabei me levantando e fui ao banheiro, tentei esconder o meu pau, me controlei e sentei na mesa, mas eu não conseguia parar de olhar a bucetinha da moça.
“Irmão? (Eu olhei) elas fizeram uma música para mim, quer ouvir?”
“Sim.”
“Paola, Paola que você encontre um namorado
Que ele seja bonito e carinhoso
Que seja rico e atraente
Mais especialmente que seja dotado, que seja dotado.”
Quando ela terminou de cantar, todas riram.
A moça que tinha comentado que eu era bonito completou “não precisa ser tudo isso, só precisa ser dotado.”
Todas riram e brindaram bebendo mais e a moça sentada na minha frente com certeza percebeu eu olhando fixamente para sua virilha enquanto todas não percebia, fiquei sem graça e com pau duro não tinha como sair.
Ela me olhou “João é minha primeira vez, você sabe onde é piscina de bolhas.”
Paola falou “ele vem sempre aqui, se quiser ele pode te levar lá.”
Fudeu, como eu iria.
“Vamos!” Ela falou levantando.
Ela se levantou e ficou me olhando rindo, eu meio sem jeito me levantei torto, dei uma arrumada na sunga tentando disfarçar, minha irmã me olhou atravessado, dei um sorriso e caminhei com a moça e descobri que seu nome era Pamela, levei até a piscina e ela me convidou para entrar junto. Sem pensar, entrei muito rápido ela era puta gostosa, achava incrível ficar do lado dela todos olhando eu ao lado de uma gostosa.
“Estava gostando da vista?”
Eu sabia do que ela estava falando, mas não queria parecer um pervertido.
“Aqui é incrível.”
Ela riu: “Você sabe do que estou falando, suas bochechas estão vermelhas.”
Eu abaixei a cabeça, ela se sentiu poderosa e passou a mão no meu rosto.
“ahh… olha a ardência da vergonha… vou te dar uma dica, quando vir em lugares assim, traz um óculos de sol.” Ela falou com um sorriso no rosto.
Fiquei em silêncio.
“Antes de você chegar, a sua irmã estava comentando sobre você.”
A lembrança da história passada caiu na minha cabeça, masturbação.
“Não sou isso.”
Ela rindo “Isso o que?”
Não consegui falar, só fiz o sinal da masturbação, ela riu.
“Você acha que eu não percebi que você me deixou vir na frente mesmo eu não conhecendo o caminho, simplesmente para olhar minha bunda.”
“Não foi isso.”
“É o que foi então?”
“Promete não rir?”
“Prometo.” Ela já falou rindo.
“Pra você não perceber que eu estava excitado.”
Falei morrendo de vergonha.
“Eu percebi, mas você não percebeu que eu percebi, por isso os óculos.” Falou se gabando. “Mas você olhou pra minha bunda?”
Com muita vergonha falei. “Olhei.”
Ela riu “está tudo bem, não estou brava, o que você achou da minha bunda?”
“Com todo respeito…grande, linda, sem marca, branquinha, redonda.”
Ela riu a cada elogio e passando a mão em volta de mim.
“Se você me pagar uma bebida, eu deixo você pegar na bunda.”
Sem pensar muito sai da piscina ela me olhou “vai a onde?”
“Vou buscar a sua bebida!”
Ela ficou rindo satisfeita com a resposta, logo eu voltei com a sua caipirinha, ela bebeu um gole, “saborosa.”
Eu fiquei sem jeito de pedir para pegar na bunda dela, ela ficou me olhando rindo e colocou a sua bunda no meu pau e ficou esfregando, sem pensar muito apertei a sua bunda, ela deu um gritinho e saiu de lado.
Eu fiquei morrendo de tesão, só que ficou um silêncio.
“Não que eu esteja reclamando você me pagou uma bebida, mas agora seria a hora de você me impressionar com o seu pau, ou pelo menos com a conversa.”
Quando eu puxei a conversa.
“Não vai me impressionar com o seu pau?”
“Como eu faria isso.”
Ela com uma carinha de safada colocou a mão dentro da minha sunga e apertou o meu pau, nessa hora eu morri de tesão e acabei gemendo.
Ela riu do meu jeito, mas era a minha primeira vez que estava acontecendo isso.
“Impossível, você é adotado?” ela falou.
“Não.”
“Sua irmã é adotada?”
“Não.”
Ela riu e falou “impossível, sua irmã com um corpão daquele, pensei que certamente você estava escondendo um negocião.”
Nesse momento ela atacou meu pau com a mão, e apertou e eu deixei estava com o meu pau duro no máximo, era impossível ela não ficar impressionada.
Seu comentário “está faltando genética.”
Meu mundo desabou, fiquei sem reação.
“Minha bebida está acabando.” ela falou.
“Deixa ele ficar mole e eu vou.”
“Pode ir assim poucas vão perceber.”
E eu me levantei com o pênis duro marcando na sunga e fui comprar outra caipirinha para ela e quando eu voltei ela me perguntou. “Alguém percebeu?”
“A vendedora da lojinha.”
Ela rindo “relaxa ela deve ver todo dia pinto marcando na roupa… você podia me fazer uma massagem nos ombros?”
Ela veio colocando a sua bunda no meu pau, ficou roçando, eu adorei. Comecei a fazer massagem naquela mulher enquanto eu encoxava ela, eu estava prestes a explodir, eu iria gozar.
“Aí estão vocês.”
Era minha irmã com a outra mulher, cortou totalmente o clima, demos um oi sem graça, minha irmão e outra mulher foram para perto da piscina com bar, certamente mais drinks.
“Vamos dar uma voltinha, eu preciso pegar meu celular.”
Mas antes ela novamente pegou no meu pau deixou ele bem duro e com carinha de putinha “vamos.”
“Porque você fez isso.”
Ela riu “pouca gente vai perceber.”
Quando eu saí da piscina foi uma humilhação, a sunga fez o corpo do meu pau tive que ajustar tudo sem graça enquanto ela ria.
“Onde a gente vai?” eu perguntei.
“Vamos pegar meu celular.”
Fomos até os armários, ela pegou o celular dela e o protetor solar, e depois voltamos para uma piscina mais afastada.
“Vai pagar outro drink.” ela falou.
“Precisa nem pedir.”
Peguei outro a ela e um refrigerante pra mim.
“A onde vamos?” ela perguntou.
Eu com toda a minha maldade em mente levei ela a uma parte que estava mais afastada, e não tinha brinquedo, era uma piscina longe quase abandonada.
“Leva o meu celular cuida pra não molhar.”
Levei meu refrigerante e celular dela e protetor, ela com o drinks e muito cuidado pra não molhar o cabelo.
“Não tem quase ninguém aqui, você não tá pensando em nada né.” Ela me deu um sorriso.
Eu fiquei bem vermelho, ela riu e começou a mexer no celular “pode fazer massagem?”
Comecei pelos ombros e fui descendo a mão, ela não falou nada e foi tão gostoso que quando segurei a cintura dela me sentia poderoso.
“Você tem ficado com alguma garota?” Ela perguntou.
“Não, mais baixei o Tinder.”
“Ah, não sei se vai dar certo.”
“Porque não daria perguntei.”
“Porque amor, eu e todas mulheres pedem fotos.”
“Tem a minha foto de perfil lá.”
“Não amor, foto do seu bilau.”
“Ah, eu mando.”
Ela riu.
“A gente pede a foto pra ver se vale a pena.”
“Ah, saquei.”
“Não me importo com o pau pequeno, tem que ser grossinho.”
Aquilo foi um ponto pra mim? Bom eu não sei, me encostei na borda da piscina e fiquei olhando água, ela se virou e veio de frente me encoxando contra a parede da piscina, me deixando só com a cabeça pra fora da água.
“Quem mandou você para a minha massagem?”
Ela simplesmente colocou os peitos na minha cara. “Pamela.”
“Vai ficar preso pra aprender”
Eu estava adorando ela pegou o celular começou a mexer e deixou a minha cara no seus peitos, era como um travesseiro.
Eu segurei a cintura com delicadeza e aproveitei os peitos dela, eu nunca tinha ficado tão perto de uma mulher como eu gostaria de provar aqueles peitos.
“Você está gostando do seu castigo?” Ela me perguntou. “Deixa eu ver.”
Ela colocou a mão na água e foi pegando no meu pau.
“Olho como ele está.”
Eu precisava perguntar, mesmo imaginando uma resposta negativa. “O que você acha dele?”
Ela tirou ele da sunga e segurou firme.
“Como eu vou falar isso.”
Ela me olhou e viu como eu estava.
“Olha quando eu vejo um pau enorme normalmente fico impressionada perguntando se caberia em mim… e o seu caberia em mim de boas.”
Fiquei em silêncio.
“O que você está pensando?” ela me perguntou.
“Uma vagina passa até bebê, então passaria sim.”
Ela riu, nesse momento eu segurei na bunda dela.
“Estamos no parque.” ela falou.
Minha ficha caiu e fiquei com vergonha.
“E se não tivesse.”
Ela riu “espertinho… acho que vou me deitar naquela cadeira.”
Era uma cadeira de banho em que a pessoa ficava deitada, ela saiu da piscina e se deitou.
“João poderia passar o protetor em mim?”
Comecei pelo pescoço e ombro dela e fui passando como se estivesse fazendo uma massagem e fui descendo nas costas.
“Pode continuar passando em tudo João.”
Passei na bunda enorme dela, era molinha e muito gostosa, fiquei brincando com a bunda dela até eu puxar para fora as nádegas e acabei vendo uma parte do cuzinho dela, era um cuzinho preto, fiquei morrendo de vergonha.
“Você tem uma bunda incrível.”
Ela riu “obrigado… você está olhando o meu cu né… até isso te excita.”
Fiquei morrendo de vergonha.
“As pernas também tá.”
Passei na sua coxa, ela abriu as pernas e pude olhar o seu pacote, meu tesão estava claro demais, quando eu terminei.
“Você pode buscar outro drink pra mim.”
“Claro.”
“Está tudo bem aí?”
“Eu tenho um super poder, posso andar pelas pessoas de pau duro e ninguém nota.”
Ela começou a rir de gargalhar, eu também ri e fui buscar e quando voltei.
“Muito obrigado pessoa do super poder.”
“Gostou?”
“Claro.” Falou com um sorriso no rosto aproveitando o seu drink.
Fiquei do lado dela por uns 30 minutos esperando ela tomar um sol, ficamos conversando ela anotou o meu número falou que iria ligar.
Depois fomos a caminho da minha irmã, já era quase 16:00 horas tínhamos que ir embora, eu e minha irmã passamos na sorveteria e depois fomos pra casa.