Marcelo empurrou a porta enferrujada do almoxarifado. O ar úmido e poeirento o envolveu como um sussurro proibido. Era tarde, o expediente havia encerrado, e ele só queria pegar uma caixa esquecida. Mas o que viu o paralisou: duas silhuetas entrelaçadas num canto sombrio, sob a lâmpada piscante.
Simone, aos 40 com frescor de 25, angelical e letal, pressionava as prateleiras com a saia arriada até a cintura. Seus seios firmes escapavam da blusa aberta, a bunda empinada como luas cheias marcada pela renda fina, coxas esguias tremendo em êxtase. Ela gemia baixo, devorando os lábios de Bianca com fome dominante – sua marca, sempre guiando o caos para o prazer.
Bianca, 25 anos, deusa esculpida em carne viva: seios pequenos e afiados sob o top colado, quadris perfeitos moldados na legging, cabelos ondulados caindo como fumaça. Pupilas faiscantes traíam uma dúvida fugaz, a garota que amava paus e bocetas, mas hesitava em se entregar por completo.
— Que porra é essa?
Marcelo rosnou, o desejo endurecendo-o instantaneamente.
Bianca se afastou, o corpo tenso, mas Simone a reteve pelo braço, com um sorriso predador nos lábios enquanto ajeitava a saia sem pudor. Mamilos eretos furavam o tecido.
— Calma, Bi. É o Marcelo, o touro das minhas histórias. Lembra? Ele me rasgou aqui mesmo, na sala de reuniões, no carro... Pau grosso me enchendo até transbordar. Ele é nosso. Relaxa.
Ela murmurou, roçando o ombro dela com posse carinhosa.
— Verdade? Ele é bom assim? Me conta mais, Simone. Como ele te faz implorar?
Bianca mordeu o lábio, o olhar ardente descendo para a protuberância na calça dele. Sua insegurança derretia ante a convicção de Simone; unhas vermelhas roçaram o braço de Marcelo, perfume e suor invadindo-o.
Simone piscou maliciosa, apertando a ereção dele por cima do jeans.
— Ele me preenche até eu explodir, Bi. Imagina nós três... Teu corpo perfeito no centro do furacão. Pronto pra provar?
— Vamos pra minha casa, então. Tenho algo mágico pra gente.
Bianca sugeriu, o desejo vencendo a hesitação.
Marcelo assentiu, latejante. Minutos depois, no apartamento dela – luzes baixas, incenso e batida eletrônica pulsando –, ela trancou a porta e sacou uma cartela da legging.
— LSD puro. Uso pra fazer o tesão dançar em cores vivas, texturas que derretem a alma. Um pra cada, e o mundo vira nosso éter erótico. Topam?
Eles dissolveram os quadradinhos na língua. O amargo se espalhou como raízes quentes entrelaçando veias, pulsando devagar do peito aos membros. As paredes do quarto ganharam vida, respirando em roxos e azuis neon. Auras iridescentes envolveram os corpos: halos dourados nos seios de Simone, fractais dançantes nos mamilos afiados de Bianca. O pau de Marcelo se ergueu como torre de luz, veias como rios de magma.
Bianca despiu o top primeiro, girando para exibir os seios pulsantes, veias luminosas traçando ritmos na pele.
— Toquem... Sintam as cores irromperem. Tá sentindo isso, Marcelo?
Marcelo arrancou tudo, membro grosso brilhando como supernova.
— Caralho, Bi, você é uma visão. Vamos devorar isso tudo.
Simone libertou os seios médios, balançando-os em espirais hipnóticas, e baixou a saia, revelando curvas elétricas.
— Vem, Bi, lambe aqui primeiro. Sente as cores me inundarem?
O LSD tecia sinestesia: toques explodiam em sinfonias coloridas, gemidos ecoavam como cosmos nas paredes ondulantes. Bianca se ajoelhou, engolindo-o com lábios derretendo em ondas quentes, garganta vibrando arco-íris.
— Que pilar vivo... Pulsa galáxias na minha boca. Mais fundo, vai!
Ela gemeu, babando fundo, o olhar rodopiando em padrões etéreos.
Simone lambeu os mamilos dela, faíscas estalando, e abriu as coxas, boceta reluzente como néctar estelar.
— Lambe mais, Bi. Tua língua tá virando fogo vivo...
Marcelo, agora guiando o ritmo, fodeu a boca dela em estocadas profundas, bolas batendo como trovões.
— Toma tudo, sua deusa hesitante. Agora é só prazer.
Ele puxou Simone pelos cabelos, de quatro no sofá: mergulhou na boceta dela, vórtice de estrelas sugando-o.
— Toma, minha rainha angelical... Sinta ele te tecendo em fractais.
— Isso, Marcelo! Arromba mais, faz eu gozar primeiro!
Ela rosnou, enquanto a bunda quicava, ondas coloridas irradiando. Bianca lambia suas bolas flamejantes e o ânus de Simone, língua girando em redemoinhos que faziam o mundo piscar.
No pico, corpos suados fundiram-se em massa pulsante. Marcelo deitou Bianca, abrindo pernas perfeitas, mergulhando missionary na boceta apertada – curvas distorcendo em hipnoses.
— Mais fundo, faz meu gozo estelar explodir! Não para!
Ela gritou, unhas cravando, dúvida fully dissolvida. Simone montou seu rosto, sucos doces escorrendo.
— Tua língua é raio laser agora... Chupa tudo, amor!
Segunda onda: Simone de costas no sofá, Marcelo penetrando seu ânus intocado – lubrificado pelos fluxos alucinantes – enquanto Bianca esfregava a boceta na boca dela e chupava o membro saindo dali.
— Enche meu cu de lava, Marcelo! Bi, tua boceta tá doce como néctar...
Gozos cascatearam: lava estelar enchendo Simone, esguicho arco-íris de Bianca, tremores violeta dela.
Desabaram na cama, o afterglow estendendo o êxtase: línguas traçando suor como frutas cósmicas, dedos desenhando padrões suaves em peles que ainda pulsavam.
— Outra viagem amanhã? Isso foi... eterno.
Bianca sussurrou, abraços derretidos ecoando no quarto em paz multicolorida.