CRISTIANE, GRAVIDA E BOQUETEIRA, VOLTANDO AO SERVIÇO DE MAMADAS

Um conto erótico de Morena peituda
Categoria: Heterossexual
Contém 1219 palavras
Data: 01/05/2026 22:01:00
Última revisão: 01/05/2026 22:32:34

Olá! Isso aqui é mais um conto da Cristiane Melo, a morena mais peituda que escreve por aqui... ou não, é claro!

Eu estava no chão, realizando as fantasias de olhos vendados, neste último dia 18 de abril. Clima de festa, e eu engatinhando na sala do Raul, um médico gostosão, de pau também bom, aqui da cidade de Londrina. Adoro engatinhar para os paus, para a luxuria da minha boquetice desvairada. Mas o Raul tem um diferencial, sempre me maltratando, apesar de eu não ser, propriamente, uma masoquista. Também fazendo cara de que não me quer, apesar de eu não poder ver a cara dele naquele momento.

O tempo passa, e eu não me canso de chupar o pau do Raul. Cadê você, neném? Te quero aqui entre os meus peitões – peitões de chupadora nata, descarada como tenho que ser para os meus contemplados de boquetes. Achei ele, dei uma passada rápida entre os airbagues aqui, já mandando a cabecinha para dentro da boca. Era o Raul mesmo, a minha língua percebe de prontidão.

O desgraçado demora pra me ligar, pois que de casado, e promíscuo, precisa se encher de saudade minha. Também revidei nos últimos meses, mas neste dia, eu já estava grávida de 3,5 meses, e precisava dividir com ele. Oh, se precisava.

Parei de pensar para chupar melhor, mas apesar disso, ouvi passos de homem na sala. Danadinho! Chamou mais alguém para a festa, mas que eu, de também casada e ordinária o bastante, não liguei.

Brindaram com alguma coisa, e percebi que era vinho quando Raul jogou um pouquinho no meu rosto. Vinho novo, mas vinho bom. Continuei chupando a rola sem me preocupar com o que estava sendo comemorado, além da minha gravidez,... eu acho. Eu sou uma boqueteira apaixonada pelo cacete babento do Raul, e o ódio e ciúmes da vadia mulher dele é proporcional. Mas neste dia, estava em chá beneficente que eu própria, a repórter chupadora, arranjei para ela. Decerto que estava abafando com seu vestido de festa, mas a gozada do marido dela tava sendo aqui, na minha boca.

A gozada veio quente, espumada, mas imediatamente o pau do cidadão do lado adentrou roçando as minha bochecha, daquele jeito, meio de lado. Retirei a venda para xingar, e perguntar se tinha permissão do Raul, mas... Era do deslumbrante cunhado do Raul, lindo e maravilhoso, de pau equivalente, cujo único defeito é ser irmão da piranha ordinária.

Ah, coração de boqueteira devassa! Acabo de me apaixonar por mais um. Comecei fazer uma garganta profunda daquelas que sai água dos olhos, e contentamento de ser mais uma chupadora com moral decadente, mas com a felicidade de ser a melhor, ... submissa pelo menos.

Daí é submissão total! Olhei para a cara sem igual do Raul, e entreguei a cabeça para o bonitão da vez. Ele agarrou na minha nuca, e estando numa posição de pé, mas apoiada, fez o “tchac, tchac” frenético. Eu ficava molhada só de pensar que o Raul estava gostando, que é o que importa.

O Bendito percebeu o momento, fez as manobras do fim e apertou. Me deixou agonizando por uns segundos, e... “Splish!”, foi lá no fundo da minha garganta. Inundou mesmo! Acho que foi orientado a ficar sem gozar por uma semana, só pode ser. Relaxei, e continuei mamando para ir descendo, das amigdalas até o esôfago; do esôfago, passando pelo meio, até eu sentir chegando no estômago. Olhei para ele, e... Aquele sorrisinho de gravidinha, chupadora e feliz.

Cheguei em casa, e apesar, precisava de mais porra, e acho que já tinha passado a fase dos enjôos. Meu marido não queria muito, mas tombei ele na cama, já caindo de boca, com o corpo ao contrário, e de ladinho. Pra ele, só restou gemer, e esquecer aquele corpo mole de pau, pois que já na terceira ou quarta alongada da língua, já estava naquela posição, sabe o seno de 90°?

Mal ele gozou e virou dormindo para o lado. Eram duas da manhã, e o cheiro de porra no meu nariz. O tesão baixando. Mas não o suficiente para que eu passasse para a sacada do lado do meu prédio. É que os estudantes de medicina ficam preenchendo formulários até altas horas nestes fins-de-semana. Opa! Medicina? Medicina → pré natal. Mais porra para o meu estômago. Rsss.

Já era dia quando eu saí do apartamentos dos estudantes. Meu café-da-manhã foi aquele leitinho de que falo tanto. Domingo 19 de abril, e meu maridinho dormiria a manhã inteira. Quanto a mim, precisava encontrar um certo alguém. Sentei no carro, ajustei o retrovisor central, e vi os meus lábios ainda brilhantes do esperma.

Quando o telefone tocou, a voz do personal negão, Thiago, era de sono. Mas logo reavivou ao perceber que era eu: “Como vai, dona Cristiane? E a gravidez?” “Nada que uma rola preta na garganta não possa melhorar”, falei ainda dirigindo. Falava meio truncado, pois que a sua mãe tava do lado, no café com certeza. Continuei: “Sabia que ontem fui abusada na garganta, mas não como você faz, baby?”.

Apesar da conversa ser por telefone, supus que o Thiagão ficou corado. A rola, então devia estar tinindo por mim.

No horário combinado, que foi dali poucos minutos, no salão do fundo da academia. Na minha situação, eu já não podia levar carga no abdômen, mas sem problemas na garganta. – Que bom!

Chupei milímetro por milímetro, do saco até a glande, ... criando coragem. “Os 22 cm’s vão entrar aqui”, falei deslizando os quatro dedos, do queixo até a base do pescoço. Comecei firme, fazendo a flexão necessária com o pescoço, ajoelhada na braguilha do treinador negão. Pra quem não sabe, foi ele que treinou a minha garganta para o tormento inicial. Mas logo o cacete começou a babar, e tudo foi sendo felizmente deslizado para dentro.

Depois de um tanto, consegui encostar os lábios no saco dele, indicando que a minha úvula estava mesmo, comprimida com toda aquela extensão. A cada movimento ia saindo mais, eu percebia descendo.

É agora que eu vou? Não! Esperei um pouquinho, e vi que tudo era lindo naquele quartinho, incluindo as roupas no chão, sem cabides para pendurar. Peguei a cueca dele, e dei uma limpada na minha meleca de face e pescoço, quando se virou de bruços. Abaixei e comecei a lamber o saco por trás, escorregando pelo rego da bunda afora. Já é de tempo que eu aprecio fazer beijo grego, especialmente em bundas assim, bem pretas.

Virou de frente novamente, e a minha cara já era da puta indecente que sou. Na nova enterrada, e a minha língua colar no saco novamente, ajeitei para tomar nova esporrada. Abracei nas nádegas, e levei até o fundo,... esperando para tomar mais uma explosãozinha de porra. E foi dito e feito: surgiu de repente, viscosa como sempre é a porra do Thiagão.

Levantei para me ajeitar, orgulhosa de mais essa façanha, apesar de grávida, e o Thiagão ficou sorrindo pra mim. Falei: “Obrigada, querido! Pena eu não poder te levar para almoçar, que hoje é dia do digníssimo”. Sorriu ainda mais, apaixonado pela minha desenvoltura de adúltera assumida. “Ele vai apresentar essa barriguinha para os amigos dele. A rola de alguns eu até já chupei”, conclui percorrendo o volume que já se encontra, com a mão direita.

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Foto de perfil de Morena peitudaMorena peitudaContos: 105Seguidores: 212Seguindo: 14Mensagem Estou tentando resolver este problema, onde uma cena cresce mais que seu autor.

Comentários

Foto de perfil de Morfeus Negro

Olá Cristiane estava sentindo sua falta por aqui. É sempre muito bom adentrar esse seu universo fantastico, cômico e louco. Estou com problemas no e-mail habitual a algum tempo, vou entrar em contato pelo outro. Bj!

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