Olá, inicialmente vou me apresentar, já que sou novo aqui, esta é a primeira vez que escrevo.
Me chamo Mike, tenho 26 anos, sou personal trainer de uma academia aqui do bairro e também faço trabalhos particulares. Sou negro, cabelo estilo black, 1,90 de altura, forte estilo malhado até pela minha profissão, tenho 120kg de pura massa magra, corpo definido e seco pois me cuido muito com treino e alimentação.
Sou solteirão e pretendo me manter assim por muito tempo, neste tempo trabalhando como personal, já vivi várias aventuras com mulheres solteiras e até casadas, alunas da academia, particular e até outras mulheres com quem convivo diariamente, mas isso é papo para outro dia.
Sou louco por mulher e não desperdiço oportunidades, acho que se a mulher der condições, eu tenho que fazer o meu papel de homem, se ela for comprometida o problema não é meu. Isso vale para mim, se não der conta da minha mulher, vou tá abrindo oportunidade para outro cara, é a vida.
Bom, sem mais delongas, hoje vou contar sobre algo que aconteceu nesse mesmo assunto.
Há poucos meses, se mudou para o meu prédio minha nova vizinha de frente, se trata da Luíza. De cara, ela já me chamou a atenção, ela tem 36 anos, 1,59 de altura, é branca, cabelos escuros até as costas, um lindo sorriso, seios enormes (que de cara já atiçaram a minha curiosidade), pernas bem grossas, um rabão também exagerado que além de muito grande é bem redondo e uma cintura fina. Ela não faz o estilo de academia, mas tem uma genética muito boa, pois é cavala naturalmente, toda natural e nada de silicone. Já percebi que às vezes ela ainda tentar usar roupas para disfarçar suas abundâncias, mas mesmo assim consegue chamar a atenção. Não era muito de sair com mulheres mais velhas, mas essa me deixou vidrado.
O que a princípio me desanimou, é que a Luíza tem um namorado que vinha frequentemente vê-la aqui no prédio, se trata do Felipe. Ele tem mais ou menos a mesma idade dela, é branco, 1,70 mais ou menos de altura, não é gordo nem magro, ele vai academia, mas ainda não é muito desenvolvido.
Com o tempo, fui puxando mais assunto com ela até para ver se teria condições. A princípio ela era bem simpática, então sempre que eu estava em casa, ficava de olho quando ela saía no corredor para encontrar com ela e falar alguma coisa. Como estou sempre em forma, muitas vezes saia sem camisa e usava shorts bem soltos para ver a sua reação, reparava que muitas vezes ela olhava, mesmo que disfarçadamente.
Com o tempo, fui pegando intimidade com ela e até consegui o seu WhatsApp, então comecei a cercar mais e aparecia no corredor até quando o Felipe estava com ela, na tentativa de tentar intimidá-lo. Sempre brincava com ela e trocava mensagens no Zap e fui percebendo que ela me dava abertura. O Felipe, por sua vez, já se mostrava bastante incomodado com a nossa amizade e como eu fazia questão de provocar, ele se desestabilizava e não podia fazer nada, pois não se garantia contra mim. A Luíza, parecia estar se amarrando nessa “competição”, pois certamente notava minhas intenções. Pra vocês terem noção, às vezes saía no corredor, só com aqueles shorts de compressão de academia, esses que marcam bem a rola, como são de compressão e para treinos específicos, não dá para usar com cueca e modéstia à parte, nasci com privilégios, meu pau mede cerca de 22cm de comprimento por 15cm de diâmetro e é bem cabeçudo e veiúdo, e sim notei que a Luíza reparou sem conseguir desfaçar e o Felipe ficou muito incomodado com isso.
Certo dia, mandei uma mensagem no Zap tentando marcar uma conversa com ela, como ela, na minha casa ou na dela, bem na cara de pau, como ela negou eu respondi assim:
Vc nunca aceita marcar nada comigo, deve ser preconceito porque sou negro (risos)
Foi em tom de brincadeira, mas ela respondeu assim:
Preconceito? Jamais, a maioria dos meu ex são negros e sinto falta de alguma coisa...
Isso me encheu de esperanças, mas ela não deixou o papo evoluir a partir daí.
Num domingo, dias que tiro para fazer minhas corridas, a encontrei na varanda de um restaurante aqui perto, ela vestia uma blusa comum preta e uma minissaia de cor clara, estranhei, pois, só tinha a visto vestindo calças, shorts ou bermudas. Ela estava esperando o Felipe, então a cumprimentei e saí assim que ele chegou e fui para a minha corrida. Para provocar mais, tirei a camisa e fiquei correndo em volta do restaurante, corria 1km e voltava até o restaurante sempre passando em frente o casal. Lá pela terceira volta, ela deve ter reparado que ficaria passando ali o tempo todo, e como ela tava de frente para rua, percebi que perdeu os modos e sentou de pernas abertas. Toda vez que passava, ficava encarando sua calcinha branca, seu olhar me acompanhava disfarçadamente com um sorriso safado quase imperceptível, aquilo me deixou maluco de tesão e então pensei: “tenho que macetar essa mulher esta semana, não pode passar disso”
Devido a isso, minha corrida durou bem mais do que deveria, ao chegar em casa, olhei pro WhatsApp e me deparei com esta mensagem dela:
Olá, curtiu muito sua corridinha de hoje? (risos)
Respondi:
Sim, além do visual de sempre, me deparei com uma paisagem encantadora, por mim estaria correndo até agora (risos)
Ah é? Nessa paisagem pode ter mais coisas para vc descobrir
Fiquei estático nesse momento, um tesão absurdo e uma vontade de invadir a casa daquela gostosa e mostrar para ela o que um homem de verdade faz com uma safada como ela, mas ela disse não estar em casa e me chamou para conversarmos numa tarde durante a semana na casa dela.
Cheguei em sua casa no dia marcado para conversarmos, vestindo uma camiseta regata preta dessas que valorizam o shape, um short de moletom mais justo e propositalmente sem cueca. Sabia que ficaria de pau duro perto dela e queria deixar bem explícito e sem pudor. Levei uma garrafa de vinho, para deixá-la mais solta.
Ela me recebeu com um vestido curto preto, até as suas maravilhosas coxas, me abraçou pressionando seus seios enorme contra o meu peitoral e me deu 2 beijos no rosto, que devido a eu tentar dar na boca pegaram na “trave”.
Depois de alguma conversa e umas taças de vinho, ela foi se soltando, sentou-se do meu lado no sofá e colocou as pernas por cima da minha, nesse momento já via a sua calcinha preta, passava as mãos em suas coxas e minha pica começou a ficar muito dura, nesse momento já tentava beijá-la, mas ela ainda resistia, virava e os beijos novamente batiam na trave, porém sentia que ela já morria de vontade corresponder. Ela já passava as mãos em minhas pernas também, até quem em um momento, ela deslizou as mãos em minhas coxas, subiu e alisou a minha pica extremamente dura e exclamou:
Nossa, você tem um pirocão do caralho!
E seguiu o alisando.
Nesse momento, senti que saiu uma boa quantidade de líquido pré do meu pau, meu tesão foi nas alturas, então me levantei e baixei a calça de moletom revelando a minha pica para ela. Ela olhou maravihada e disse:
Caralho, seu pau é enorme! Como sinto falta disso.
Então começou a punhetar ainda sentada, eu a levantei e tomado pelo tesão, lhe dei um beijo, dessa vez ela deixou e retribuiu, um beijo muito intenso e com muita língua, chegava a estalar.
Daí, levantei o seu vestido e vi que usava um conjunto de calcinha e sutiã pretos e azuis, um sutiã que valorizava demais seu enorme busto e uma calcinha bem cavada, em formato de triângulo na frente e um fio dental atrás.
Então fui beijando o seu pescoço e descendo pelo seu colo, abusava de passar a mão em sua raba enorme, massageava toda extensão e passava o dedo com muito carinho na valinha do seu cuzinho.
Estava ansioso para revelar aqueles seios enormes, pois sou tarado em seios, fui beijando o seu colo devagar e abocanhando seus seios ainda por cima do sutiã, ela me punhetava com muita força e velocidade me levando a loucura, não parava de elogiar o tamanho do meu pau e dizer que morria de saudades de fuder com um negão. Então, tirei a mão de sua bunda, subi pelas costas e abri o seu sutiã, finalmente vi aqueles seios maravilhosos.
Eram de fato enormes, com um leve caimento fantástico de seios naturais, auréolas e bicos medianos e bem clarinhos. Daí, sem perder tempo comecei a chupá-los, deitei-a no sofá e fui chupando os seus seios, mamava em enquanto apalpava o outro, desci a mão para sua buceta (ainda de calcinha), mas já pude senti que estava bem molhada, ela aumentou os gemidos enquanto eu a massageava. Quando ameacei tirar a sua calcinha, ela se sentou no sofá, segurou o meu pau com as duas mãos e levou a boca até ele.
Começou um boquete cadenciado e muito molhado, com o tempo foi aumentando a velocidade, passava a língua na cabeça e descia até o saco, mamou as minhas bolas enquanto punhetava e isso me levava à loucura. Depois voltou a sugar a meu pau, depois de dar boas sugadas, aumentou o ritmo e seguiu num boquete bem acelerado e ajudando com as mãos. Já estava extremamente excitado, ela não cansava de repetir o quanto o meu pau era gostoso. Quando senti que gozaria em sua boca, a levantei, dei um beijo muito intenso para desacelerar.
Daí então, fui descendo por todo seu corpo, passei pela sua barriga, dei um beijo em sua buceta ainda por cima da sua calcinha e a tirei finalmente, revelando sua buceta bem inchadinha e molhada, com uma acentuada marca de biquíni e totalmente depilada e um grelo bem fácil de ser identificado. A coloquei deitada no sofá e comecei a chupá-la. Iniciei pela parte interna da coxa, subi para os lábios até que com muita calma comecei a lamber o grelo dela, fazia movimentos intensos e variados, descia até o seu cuzinho e depois voltava para o grelo. Ela pressionava minha cabeça e me mandava não parar, fui aumentada a intensidade da chupada, ela apertava os olhos e dava leves tremidas nas pernas, sua buceta começava a ficar encharcada. Quando pensei que ela gozaria, ela levantou a minha cabeça e disse:
Não, pare! Quero gozar nesse pauzão!
A coloquei deitada no sofá e fui introduzindo o meu pau, comecei bombar sua buceta com intensidade enquanto beijava a sua boca, fomos enroscando nossas línguas e fui aumentando o ritmo das bombadas. Tirei a camisinha e arregalou os olhos assustadamente, mas não ousou impedir que metesse na pele. Desci e fui mamando os seus seios, ela já gemia bastante e mandava não parar, sua buceta estava cada vez mais encharcada, isso me levava a loucura e fazia com que metesse num ritmo alucinante. Beijei o seu pescoço, dei 2 tapas em sua cara e a chamei de piranha, disse que ela muito vagabunda, ela de olhos fechados disse:
Vai me fode com força, cafajeste. Soca meu útero que vou gozar, cachorro!
Então a segurei pelo pescoço, dei uma estocadas com mais força ainda, desci a mão, massageei o seu grelo, senti suas pernas contraírem, ela começou a gritar de tanto tesão, deu uma última rebolada, afastou o meu corpo e esguichou intensamente enquanto gozava. Olhou para mim com cara de destruída e disse:
- Demônio, assim vc acaba comigo.
Dei alguns segundos para ela se recuperar, e voltei a estimular chupando o seu clitóris. Quando senti sua buceta se molhar novamente, voltei a deitá-la no sofá e bombá-la novamente.
Em pouco tempo, sua buceta já estava bem molhada de novo, ela já gemia com vontade, então ela pediu pra vir por cima. Sentou de costas e começou a controlar o ritmo da foda, ia rebolando e controlando a profundidade, era uma cena deliciosa ver aquela raba subindo e descendo. Cada vez mais foi aumentando o ritmo, botou as mãos no sofá e foi quicando com mais força, dei um belos tapas em sua raba deixando marcada. Então ela se levantou e veio sentar de frente, beijou minha boca com intensidade e já foi quicando num ritmo bem mais acelerado, segui chupando os seus seios e sentindo a sua buceta escorrendo pelas minhas pernas.
Daí a coloquei de ladinho, já na maldade de tentar comer o seu cuzinho, apoiei em seu rabão enorme e fui socando aquela buceta, quando a senti bem excitada e mais molhada ainda, retirei o meu pau e ameacei colocar no cu dela. A princípio, ela não queria, mas com a insistência ela concordou, mas pediu para ir devagar. Passei o KY no meu pau e na portinha dela, fui introduzindo devagar, no começo empurrava só a cabeça depois fui enfiando mais.
Mantive o ritmo mais lento enquanto ela tentava impedir que fosse até o final, apreciava cada momento dentro daquele cuzinho, me impressionava o tanto que era apertadinho, ela gemia, me afastava, via em seu semblante muito dor, misturado com prazer, seus olhos lacrimejavam. Com o tempo ela relaxou, começou a rebolar e massagear o grelo, até que ela disse:
Ai, para! Para! Vem comer a minha bucetinha para eu gozar nesse pauzão de novo.
Então segurei a minha onda, botei em sua buceta, que estava encharcada, aumentei o ritmo e fiz uns movimentos circulares, senti suas pernas contraírem, seus gemidos aumentaram e ela anunciou que estava gozando de novo.
Eu já não aguentava mais, então no mesmo instante pedi para ela ficar de 4, fiquei maravilhado com a visão da sua buceta e seu cuzinho virados para mim.
Botei em sua buceta, e fui socando com vontade, ela já parecia destruída, gemia com um semblante de dor com prazer, dei mais uns tapas na sua raba, senti meu pau latejar com força dentro dela, chamei-a de vadia, puta e gostosa, tirei meu pau às pressas e gozei intensamente na boca dela.
Foi uma gozada tão intensa que ela cuspiu boa parte, ficou com a cara toda melada. Continuei bombando a sua boca por alguns segundos e ainda gozando até o meu pau amolecer.
Ela se limpou, nos deitamos abraçados por uns instantes.
Depois, ela foi para o banho e fui logo atrás, mas isso assunto para outro dia, pois este conto já se estendeu bastante.