Viviane estava no auge.
Ainda de quatro, aquela bunda gigante empinada brilhando de suor, ela rebolava com maestria no pau do Antoni. Movimentos lentos, circulares e brutais, apertando a buceta quente em volta dele como se quisesse sugar até a última gota.
— Agora você… — murmurou ela, voz rouca e safada, olhando por cima do ombro. — Quero sentir você gozando bem fundo.
Antoni agarrou os quadris largos dela com força, tentando aguentar, mas Viviane não dava chance. Ela deu três reboladas perfeitas — lentas, profundas e violentas — fazendo a bunda gigante bater contra o quadril dele com um estalo molhado. A boceta dela apertava ritmadamente, ordenhando o pau dele.
— Porra… Viviane… eu vou… — gritou Antoni, o corpo inteiro tensionando.
Viviane riu baixinho, triunfante, e empurrou a bunda pra trás com mais força, engolindo ele inteiro. Antoni soltou um gemido rouco e longo, gozando forte dentro dela. As veias do pescoço saltadas, o quadril tremendo enquanto jatos grossos de porra quente enchiam a boceta da Viviane.
Quando ele finalmente saiu de dentro dela, um fio grosso e branco escorreu imediatamente da boceta inchada e alargada, pingando devagar no colchão velho. Viviane nem se mexeu. Apenas olhou pra trás, satisfeita, sentindo a porra escorrendo pelas coxas grossas.
— Vem outro… — disse ela, quase como uma ordem.
Enzo não esperou. Substituiu o irmão imediatamente, enfiando o pau melado até o fundo na boceta já cheia de porra. O som foi ainda mais molhado, obsceno. A porra do Antoni escorria pelos lados do pau do Enzo enquanto ele começava a meter.
Viviane gemeu alto, jogando o cabelo loiro pra trás.
— Isso… mete fundo… usa a porra dele pra me foder melhor — provocou.
Ela começou o mesmo ritual: reboladas lentas, circulares e poderosas, apertando a buceta ritmadamente. Enzo aguentou menos que o irmão. Em menos de um minuto, Viviane acelerou o movimento, batendo aquela bunda gigante contra ele com força.
— Goza… goza pra mim — mandou ela.
Enzo soltou um gemido quase desesperado e gozou. O corpo inteiro dele convulsionou enquanto descarregava jatos quentes e grossos dentro dela. Quando ele tirou o pau, a boceta da Viviane estava uma bagunça — inchada, vermelha, escancarada, com porra branca e grossa escorrendo sem parar, pingando em fios longos no colchão.
Viviane riu satisfeita, rebolando devagar no ar, exibindo o estrago. A porra dos 3 misturada escorria pela parte interna das coxas grossas dela, brilhando à luz fraca das velas.
— Olha o que vocês fizeram… — murmurou, passando dois dedos na boceta e mostrando a mistura leitosa.
Do meu lado, Luana assistia tudo hipnotizada, a bucetinha apertando meu pau com força a cada cena.
Eu não aguentava mais.
Segurei firme a cintura fina dela, puxei o rabo de cavalo como rédea e comecei a meter com tudo. Estocadas brutais, profundas, minhas bolas batendo forte contra a bocetinha encharcada. Luana gemia alto, empinando a bundinha o máximo que conseguia.
— João… mais forte… por favor… — implorou, voz manhosa e quebrada.
Meti com mais força ainda. O colchão rangia. O barulho da nossa pele batendo era alto. Senti o orgasmo subindo rápido, quente, inevitável.
— Vou gozar dentro de você, Luana… — avisei, rouco.
— Goza… goza dentro… me enche de porra— ela pediu, rebolando desesperada contra mim.
Não segurei mais. Dei algumas estocadas finais bem fundo e explodi. Gozei forte, jatos grossos e quentes enchendo a bucetinha virgem dela até transbordar. Luana tremeu inteira, gozando junto comigo, a boceta apertando e ordenhando meu pau enquanto eu descarregava tudo dentro dela.
Ficamos assim por uns longos segundos, pulsando juntos, gozando sem parar.
Finalmente, saí de dentro dela devagar. Um rio de porra escorreu da bucetinha da Luana, misturando com a dela própria. Ela desabou de lado no colchão, pernas tremendo, olhos semicerrados, um sorriso pequeno e satisfeito no rosto.
Viviane se deitou também, de barriga pra cima, pernas abertas sem vergonha. A boceta dela ainda pingava porra dos três garotos. Kayk, Enzo e Antoni desabaram nos colchões, exaustos, paus semi-duros brilhando de porra e cremes.
Eu me deitei ao lado da Luana, puxando ela pra meu peito. Ela se aninhou ali, ainda tremendo levemente, a mãozinha descansando na minha barriga.
O quarto ficou em silêncio por um tempo, só se ouvindo a respiração pesada de todos e a chuva ainda caindo forte lá fora.
Seis corpos suados, marcados, sujos de porra e tesão, deitados nos dois colchões velhos. Ninguém falava nada. Mas o ar ainda estava carregado. Ainda quente. Ainda vivo.
Viviane virou o rosto devagar, observando cada um deles… demorando um segundo a mais em mim, depois em Luana.
E aquele sorriso…
não era de quem tinha terminado.
Era de quem ainda estava decidindo o que fazer a seguir.
Seis corpos suados, marcados e sujos de porra ainda descansavam nos colchões velhos. A respiração pesada de todos misturava-se ao som constante da chuva lá fora. Porra escorria lentamente da boceta inchada da Viviane e da Luana, formando pequenos filetes brancos que desciam pelas coxas.
Luana permanecia encostada no meu peito, o corpo miúdo ainda tremendo de vez em quando, como se ondas residuais de prazer ainda passassem por ela. Os três rapazes estavam largados, exaustos, paus semi-duros brilhando.
Viviane, como sempre, foi a única que não parecia satisfeita.
Ela se sentou devagar, passou os dedos pelos cabelos loiros bagunçados e olhou ao redor com aquele olhar calculista. Pegou sua bolsa de grife, tirou dois frascos — o shampoo importado e o creme hidratante cheiroso que ela usava em seus stories — e se levantou.
— Então levanta — disse, voz rouca e firme. — Vamos pro vestiário. Quero tomar banho direito.
Ninguém discutiu. Os corpos doloridos e ainda excitados se ergueram devagar e seguiram ela pelo corredor escuro.
O vestiário era maior do que eu lembrava. Um espaço amplo e antigo, com cheiro forte de mofo, cimento úmido e abandono. As paredes eram revestidas de azulejos brancos antigos, muitos rachados ou faltando pedaços, revelando o concreto por baixo. O piso era de cerâmica cinza escorregadia, com algumas poças de água velha acumuladas nos cantos. Havia um longo banco de cimento encostado na parede esquerda, frio e áspero, grande o suficiente para várias pessoas sentarem. No fundo, três chuveiros alinhados na parede, sem nenhuma divisória ou cortina — completamente expostos. As torneiras eram antigas, de metal enferrujado não sabíamos se funcionava. No teto, uma lâmpada solitária pendurada por um fio, soltando uma luz amarelada fraca que mal iluminava o ambiente.
Viviane entrou primeiro, como se fosse dona do lugar. Testou os interruptores. Um clique seco e outra luz acendeu, fraca e tremida. Ela foi até os registros e girou um por um pra ver se ainda funcionava.
O primeiro chuveiro soltou água gelada. O segundo demorou um pouco, mas logo começou a soltar vapor. O terceiro saía irregular, quase só um fio. Ela deixou os dois melhores abertos. O som da água ecoava forte no espaço amplo, misturando-se ao barulho da chuva no telhado.
O vapor começou a subir devagar, deixando o ar mais quente, denso e íntimo.
Viviane entrou debaixo do chuveiro mais forte, a água quente caindo direto sobre sua cabeça. Ela fechou os olhos, passando as mãos devagar pelo corpo. Lavou o rosto, desceu pelos seios pesados, apertando-os, espalhando a água. Desceu mais, passando os dedos entre as pernas, limpando a porra que ainda escorria da boceta inchada. Depois abriu o shampoo, o cheiro doce e caro invadiu o vestiário inteiro. Ensaboou os cabelos loiros com calma, massageando o couro cabeludo, deixando a espuma escorrer pelos ombros, seios e barriga.
Em seguida veio o creme hidratante. Ela espremeu uma boa quantidade nas mãos e começou a passar devagar pelo corpo, como se estivesse fazendo um ritual. Apertou os seios com força, espalhando o creme branco brilhante, desceu pela cintura, pelos quadris largos, e passou bastante tempo na bunda gigante, abrindo as nádegas e passando os dedos entre elas.
Quando terminou, virou o rosto pra nós. O olhar estava completamente diferente — faminto, dominante.
— Agora sim… começa o segundo round de verdade — disse com um sorriso safado.
Os três rapazes se aproximaram quase ao mesmo tempo, paus já endurecendo sob a água quente. Viviane se ajoelhou no chão molhado, a água caindo em cascata sobre ela. Sem hesitar, segurou o pau do Kayk e do Enzo ao mesmo tempo e começou a revezar. Abocanhou o de Kayk primeiro, descendo fundo, engolindo quase tudo, garganta apertando enquanto babava. Depois trocou pro Enzo, chupando com fome, língua girando na cabeça inchada. Antoni se aproximou e ela masturbava ele com a mão livre, alternando os três paus com maestria — chupando um, lambendo as bolas do outro, passando a língua por toda a extensão.
Mãos grandes apertavam seus seios, beliscavam os mamilos rosados, dedos entravam na boceta e na bunda dela por trás. Viviane gemia alto com o pau na boca, rebolando contra as mãos que a invadiam.
Do outro lado, eu sentei no banco longo de cimento frio. O contraste da superfície gelada com o calor do meu corpo era forte.
Luana veio até mim. Parou na minha frente, gotas de vapor brilhando na pele morena. Olhou pra cena no chuveiro por alguns segundos, depois ajoelhou devagar no chão molhado entre as minhas pernas.
Segurou meu pau grosso com as duas mãozinhas e, sem dizer nada, começou a chupar. A boquinha quente e molhada desceu devagar, tentando engolir o máximo possível. Mesmo sendo bem mais grosso que os dos primos, ela se esforçava, descendo fundo, engasgando, saliva escorrendo toda pela boca e pingando nos peitões empinados. Subia e descia com mais confiança agora, olhos cor de mel fixos em mim, aprendendo a cada movimento.
Enquanto isso, Viviane se levantou, virou de costas, empinou aquela bunda gigante e apoiou as mãos na parede azulejada. Kayk meteu nela de uma vez, estocando forte. A água batia nas costas deles, fazendo barulho molhado. Enzo ficou na frente, fodendo a boca dela. Antoni apertava e mamava os seios pesados.
O vestiário inteiro ecoava: gemidos, pele molhada batendo, água caindo, o cheiro de sexo misturado com shampoo caro.
Luana subiu no meu colo, posicionou meu pau na boceta dela e sentou devagar, gemendo alto enquanto a bucetinha apertada engolia minha rola mais uma vez. Começou a cavalgar, rebolando devagar no começo, depois com mais força, os peitões pulando no meu rosto enquanto eu chupava seus mamilos escuros com vontade. Viviane deu um passo para trás, saindo debaixo da água por um segundo. Passou as mãos pelo cabelo loiro molhado, jogando-o para trás com os dedos, expondo completamente o rosto. A água escorria em rios pelo seu corpo: descia pelos seios redondos, contornava os mamilos rosados duros, descia pela barriga lisinha e pingava da boceta inchada e vermelha, ainda escorrendo porra dos rounds anteriores.
Ela observou os três rapazes em silêncio. Um olhar lento, dominante, quase predatório.
Kayk, Antoni e Enzo ficaram imóveis, paus duros latejando, esperando. A água caía sobre eles também, brilhando nos corpos escuros e musculosos.
— Chega de bagunça — disse Viviane, voz baixa, rouca e autoritária. — Agora eu quero fazer do meu jeito.
Ela encostou na parede azulejada fria, abriu as pernas e empinou levemente aquela bunda gigante, fazendo as nádegas se abrirem um pouco.
— Você primeiro, Kayk.
Kayk se aproximou imediatamente. Viviane olhou por cima do ombro e ordenou:
— Vem por trás. Com força. Quero igual aqueles filmes pornô que você assiste escondido. Sem dó. Me fode como se quisesse me quebrar no meio.
Kayk soltou um riso nervoso, mas excitado. Segurou a cintura larga dela com as duas mãos grandes e alinhou o pau na entrada da boceta. Com um movimento forte do quadril, meteu tudo de uma vez, até o fundo.
Viviane soltou um gemido longo e rouco, apertando as mãos contra a parede.
— Isso… assim… mete forte!
Kayk começou a foder com estocadas violentas e profundas. O barulho molhado da pelve batendo na bunda gigante ecoava alto no vestiário, misturando com o som da água. Cada estocada fazia a bunda dela tremer violentamente. Viviane rebolava para trás, encontrando as metidas, apertando a boceta em volta do pau dele.
— Mais forte, porra! Quero sentir suas bolas batendo em mim — exigiu ela.
Kayk obedeceu, segurando firme nos quadris e metendo com tudo. A água escorria entre os corpos, tornando as estocadas ainda mais escorregadias e ruidosas. Viviane gemia alto, sem vergonha, o som reverberando nas paredes.
Depois de alguns minutos, ela apertou a buceta com força, ordenhando o pau dele.
— Agora. Goza. Enche minha buceta de novo.
Kayk não aguentou. Gemeu alto, cravou os dedos na carne macia da bunda dela e gozou forte, jatos grossos e quentes explodindo bem no fundo. Viviane sorriu, rebolando devagar enquanto sentia ele pulsar e esvaziar dentro dela.
Quando Kayk saiu, um grosso fio de porra branca escorreu imediatamente da boceta inchada, misturando com a água e descendo pelas coxas grossas dela.
Viviane nem olhou para trás.
— Próximo.
Antoni já estava pronto. Ele se aproximou com mais fome. Viviane manteve a mesma posição, mãos na parede, bunda empinada, mas dessa vez rebolou devagar, provocante, abrindo mais as pernas.
— Vem… mas devagar no começo. Quero sentir cada centímetro entrando depois fode forte.
Antoni enfiou devagar, sentindo a boceta quente e cheia de porra. Quando estava todo dentro, Viviane começou a rebolar em círculos, apertando ele. Depois ordenou que acelerasse. Antoni meteu forte, estocadas brutais que faziam os seios dela balançarem pra frente. Ele segurava a cintura dela com força, quase com raiva, querendo provar que aguentava mais que o irmão.
Viviane ria entre os gemidos, desafiando ele:
— Isso… mete mais fundo… acha que aguenta esta loira aqui?
Ela apertava a boceta ritmadamente, massageando o pau dele por dentro. Antoni tentou segurar o máximo possível, mandíbula travada, mas Viviane sabia exatamente o que fazer. Diminuiu o ritmo, rebolou bem devagar, apertando forte… e de repente acelerou de novo.
Antoni soltou um gemido rouco e gozou. O corpo inteiro dele tremeu enquanto descarregava mais porra quente bem no fundo dela. Quando saiu, a boceta da Viviane estava uma verdadeira bagunça — inchada, vermelha, escancarada, com porra escorrendo em fios grossos.
— Sempre a mesma coisa… — murmurou ela, rindo baixinho. — Queria mais, mas não aguenta.
Então virou o rosto para o último.
— Bora, Enzo.
Enzo foi diferente. Viviane mudou completamente a dinâmica. Virou de lado, levantou a perna direita e apoiou o pé na parede, ficando quase de lado. A posição deixava a boceta completamente exposta e aberta. Enzo segurou a coxa dela no ar, o corpo molhado colado no dela, e enfiou o pau com força.
A água caía direto nas costas dele enquanto metia. Ele fodia com mais intensidade que os irmãos — estocadas longas, profundas e agressivas. O pau entrava e saía brilhando, misturado com toda a porra acumulada. Viviane gemia mais alto agora, segurando no pescoço dele com uma mão enquanto a outra se apoiava.
— Isso… assim… rasga essa buceta — provocava ela.
Enzo metia com tudo, o som molhado ecoando forte. A perna dela tremia no ar. Ele segurava firme na coxa, quase suspendendo ela enquanto socava. Durou mais tempo que os outros. Viviane rebolava como conseguia naquela posição, apertando ele, até que finalmente ordenou:
— Agora, Enzo. Goza bem fundo.
Enzo soltou um gemido gutural e gozou forte, empurrando o pau o máximo possível enquanto pulsava e enchia ela ainda mais. Quando saiu, a boceta da Viviane estava transbordando porra — porra branca grossa escorrendo sem parar, misturando com a água quente.
Viviane se afastou da parede devagar, passou a mão entre as pernas, sentiu a bagunça que tinha virado sua boceta e sorriu satisfeita.
Do outro lado, no banco de cimento, Luana cavalgava meu pau com vontade. Subia e descia, rebolando fundo, os peitões empinados pulando no meu rosto enquanto eu chupava seus mamilos escuros. Ela gemia baixinho, concentrada, mas não tirava os olhos da cena no chuveiro.
Viviane olhou para nós dois por alguns longos segundos. Observando Luana me cavalgar, vendo o pau grosso entrando e saindo da bucetinha apertada dela.
E então sorriu.
O corpo da Viviane ainda brilhava sob a água quente, mas agora havia algo diferente nela. Uma satisfação profunda, quase preguiçosa, no jeito como se movia. A boceta estava visivelmente arrombada — inchada, vermelha, entreaberta, com fios grossos de porra branca ainda escorrendo e sendo lavados pela água. Mesmo assim, ela sorria. Um sorriso satisfeito, de quem tinha ido exatamente até onde queria.
Do meu lado, Luana ainda tremia no meu colo. Ela tinha gozado forte, com orgasmos múltiplos que fizeram seus olhos revirarem. A bucetinha apertada pulsava ao redor do meu pau enquanto ela cavalgava devagar, quase sem força. Quando finalmente parou, ficou alguns segundos com a testa encostada na minha, respirando pesado.
— Porra, João… eu nunca gozei assim… — murmurou ela, voz fraquinha.
Ela se levantou devagar, as pernas bambas, um fio de gozo escorrendo pela coxa magra.
Foi nesse momento que a voz de Viviane cortou o ar quente e úmido do vestiário:
— Amor… vem cá.
O tom era calmo, mas impossível de ignorar. Eu me levantei. Luana deu um passo para o lado, ainda ofegante, observando tudo.
Viviane estava de frente para mim, água escorrendo pelo corpo escultural. Ela passou a mão entre as pernas, limpando parte da porra que ainda saía dela, e sorriu de canto.
— Luana já foi além do que imaginava hoje. Gozou tanto que quase desmaiou no seu pau… — disse ela, olhando para a garota com aprovação. — Agora vem cá. Você foi muito bem. Merece sua recompensa.
Eu me aproximei. Viviane abriu a bolsa molhada, pegou um tubinho pequeno e transparente de lubrificante (um dos que ela vendia para as seguidoras) e olhou nos meus olhos.
— Hoje eu quero algo diferente — falou baixinho, só para mim. — Minha buceta já tá toda arrombada de porra… mas eu quero te dar uma coisa que nunca te dei.
Ela virou de costas, apoiou as mãos na parede azulejada e empinou aquela bunda gigante. Passou uma boa quantidade de lubrificante no meu pau grosso, massageando devagar da base até a cabeça, deixando ele todo melado e brilhante. Depois passou um pouco no próprio cuzinho, circulando o dedo devagar, se preparando.
— Vai com calma… mas não para — ordenou, olhando por cima do ombro.
Eu segurei a cintura dela e posicionei a cabeça grossa no cuzinho apertado. Empurrei devagar. Viviane soltou um gemido rouco quando a cabeça forçou a entrada.
— Ahh… caralho… — grunhiu ela, apertando os dedos contra a parede.
— Doeu? — perguntei, parando.
— Continua… eu quero sentir. Quero tudo — respondeu ela, voz rouca de tesão. — Enfia devagar, amor. Ensina esses meninos como se fode um cu direito.
Eu empurrei mais. Centímetro por centímetro, o cuzinho dela foi se abrindo ao redor da minha grossura. Era absurdamente apertado. Viviane respirava fundo, gemendo a cada avanço. Quando finalmente meti metade do pau, ela soltou um gemido longo e alto, a bunda tremendo.
— Isso… assim… vai fundo… — pediu.
Comecei a meter devagar, entrando e saindo com cuidado, mas cada vez mais fundo. O cuzinho dela ia se acostumando, apertando meu pau como um punho quente. Viviane começou a rebolar devagar, empinando mais a bunda, pedindo mais.
— Mais fundo, João… me arromba amor…
Aumentei o ritmo aos poucos. Estocadas longas e firmes, minhas bolas batendo na boceta encharcada de porra dela. O barulho molhado era obsceno. Viviane gemia alto, sem vergonha, a voz ecoando no vestiário.
— Olha como ele tá comendo o meu cu… — disse ela, olhando pros três. — Prestem atenção. É assim que se faz.
Os três estavam com os paus duros novamente, assistindo hipnotizados.
Depois de alguns minutos fodendo o cuzinho dela com vontade, Viviane definiu as regras, ainda empalada no meu pau:
— A partir de agora… o cu é só dele. Entenderam? Só o João fode minha bunda. Mas a boceta… a boca… e as mãos… são de vocês três.
Kayk, Enzo e Antoni sorriram, paus latejando desafiando a fisica.
Viviane olhou para Luana, que estava sentada no banco, pernas abertas, se masturbando devagar enquanto assistia.
— E você, santinha… fica olhando e aprendendo. Toca essa bucetinha enquanto me vê tomando tudo quanto e rola.
Eu continuei metendo no cu dela, agora com estocadas mais firmes. Viviane rebolava, gemendo, completamente entregue. Enquanto isso, Antoni se posicionou na frente dela e enfiou o pau na boca. Kayk enfiou a mão entre as pernas dela e enfiou dois dedos na boceta arrombada. Enzo mamava um dos seios pesados, apertando o outro.
Viviane estava sendo usada por todos ao mesmo tempo — meu pau grosso no cu, boca cheia, boceta sendo dedada, seios chupados. E ela adorava. Gemia, rebolava, chupava com fome.
Viviane estava completamente dominada. Empinada contra a parede azulejada, meu pau grosso entrava e saía do seu cuzinho apertado com estocadas firmes e profundas. Ela rebolava contra mim, gemendo rouca, enquanto o resto do corpo era usado pelos outros.
Antoni fodia sua boca com força, segurando sua cabeça loira e enfiando o pau até a garganta. Enzo metia sem piedade na boceta arrombada e encharcada, o barulho molhado ecoando alto. Kayk usava a mão direita dela para se masturbar, enquanto apertava um dos seios pesados da Viviane.
— Isso… me usam… me enchem toda — gemeu ela, tirando o pau da boca por um segundo, saliva escorrendo pelo queixo.
Eu segurei firme naquela bunda gigante e meti mais fundo no cu, sentindo o cuzinho apertar meu pau a cada estocada. A sensação era insana — o pau do Enzo entrando na boceta ao mesmo tempo criava uma pressão absurda.
— Caralho, Viviane… seu cu tá apertando pra caralho — grunhi, dando um tapa forte na nádega direita.
Viviane soltou um gemido alto e chamou, voz manhosa e quebrada:
— Luana… vem cá, vem…
Luana se aproximou, excitada e tímida ao mesmo tempo. Viviane puxou a garota para perto, fez ela encostar na parede ao lado e abaixou o rosto, enfiando a língua na bucetinha dela com fome. Começou a chupar Luana com vontade — língua girando no clitóris, sugando os lábios molhados, gemendo enquanto era fodida.
Luana segurou a cabeça da Viviane, gemendo alto:
— Ahh… Viviane… assim… sua língua tá tão tão…
A cena estava insana. A água quente caía sobre todos. Gemidos, tapas, pele molhada batendo, o som obsceno dos paus entrando e saindo.
Eu aumentei o ritmo, metendo forte no cuzinho dela. Enzo socava a boceta com tudo. Antoni agora fodia a boca sem parar. Kayk gemia enquanto ela o punhetava cada vez mais rápido.
Viviane tremia inteira, quase sem conseguir aguentar tanto prazer ao mesmo tempo.
— Eu vou gozar… — Enzo avisou primeiro, metendo mais fundo.
— Eu também… porra… — grunhiu Antoni, segurando a cabeça dela.
Eu segurei a bunda da Viviane com força e meti fundo no cu, sentindo o orgasmo subir.
— Goza tudo, amor… — mandei.
Foi o gatilho.
Enzo foi o primeiro: empurrou o pau até o fundo da boceta e gozou forte, enchendo ela de porra quente. Logo depois Antoni gemeu alto e explodiu na boca da Viviane, que engoliu o máximo que conseguiu, o resto escorrendo pelos cantos dos lábios.
Kayk não aguentou mais e gozou na cara e nos seios dela, jatos grossos acertando os mamilos rosados.
Eu dei mais algumas estocadas brutais no cuzinho e gozei por último — explodindo fundo dentro da bunda dela, enchendo seu cu de porra quente enquanto segurava sua cintura com força.
Viviane tremeu violentamente, gozando junto com todos nós. Um orgasmo forte, quase convulsivo, enquanto levava porra na boca, na cara, nos peitos, na buceta e no cu ao mesmo tempo.
Por quase um minuto só se ouvia a respiração pesada de todos e a água caindo.
Viviane ficou ali, encostada na parede, pernas tremendo, corpo completamente coberto de porra — escorrendo da boca, pingando dos seios, escorrendo da boceta e do cu arrombado. Ela respirava fundo, um sorriso satisfeito e exausto no rosto.
Luana, ainda ofegante ao lado, olhava a cena com os olhos arregalados, fascinada.
Viviane virou o rosto lentamente para mim, lábios inchados, voz rouca:
— Agora sim… terminamos o segundo round. A água ainda caía sobre os corpos, mas o ritmo havia mudado completamente. Não era mais o som frenético de antes. Agora era apenas um ruído constante, quase calmo, como se o chuveiro também estivesse cansado.
Ninguém falava nada. O vestiário estava tomado por respirações pesadas, o vapor denso e o cheiro forte de sexo, suor e shampoo caro. Viviane foi a primeira a se mexer. Ela passou as mãos no rosto, tirando o excesso de porra e água, e soltou um longo suspiro. Seu corpo ainda tremia levemente — a boceta inchada e vermelha, o cuzinho arrombado, os seios marcados por chupões e dedos.
— Tá… — disse ela, voz rouca, quase um sussurro. — Acho que por hoje já deu neh.
Não era cansaço. Era satisfação plena. Ela começou a se enxaguar devagar, como se quisesse guardar cada sensação. Os três rapazes fizeram o mesmo, ainda atordoados, trocando olhares discretos, como se não acreditassem no que tinham acabado de viver.
Luana permanecia encostada no banco de cimento, pernas trêmulas, olhando para o chão. Seu corpo miúdo brilhava molhado, e havia algo novo no seu rosto — uma mistura de choque, prazer e confusão.
Aos poucos, as vozes voltaram, baixas e desconexas:
— Caralho, mano… — murmurou Kayk, rindo nervoso enquanto passava a mão no rosto. — Isso foi foda demais.
— Eu ainda tô tremendo — confessou Enzo, balançando a cabeça.
Antoni apenas sorriu, sem dizer nada. Ainda olhava para Viviane com uma mistura de admiração e respeito.
Viviane deu um meio sorriso, pegando a toalha da bolsa e começando a se secar.
— Vocês aguentaram melhor do que eu imaginava — provocou ela, com aquele tom safado de sempre, mas agora mais leve. — Da próxima vez eu vou ser mais cruel.
Os garotos riram, mas dava pra sentir o peso no ar. O que tinha acontecido ali não era algo que se esquecia facilmente.
Depois de se arrumarem como dava, saíram do vestiário. A casa abandonada parecia diferente agora — mais silenciosa, quase testemunha cúmplice de tudo.
Enquanto os três se ajeitavam perto da entrada, eu puxei Luana discretamente pelo braço.
— Vem aqui um segundo.
Eles notaram, mas ninguém comentou. Caminhamos até um canto mais reservado da casa, onde a luz da lanterna mal chegava.
Luana cruzou os braços, ainda nua por baixo da camiseta larga que tinha vestido, olhando para mim com uma mistura de curiosidade e insegurança.
— Que foi? — perguntou baixinho.
Eu a observei por um momento. A garota que tinha chegado ali tímida e virgem agora parecia outra pessoa.
— Você tem algum plano de verdade? — perguntei. — Tipo… futuro. Sonho. O que você quer fazer da vida.
Ela franziu a testa, claramente surpresa com a pergunta.
— Como assim?
— Faculdade, trabalho, sair de Birigui… sei lá. O que você sonha.
Luana ficou em silêncio por quase um minuto, mordendo o lábio inferior. A chuva caía mais fraca lá fora agora.
— Eu queria estudar… — respondeu finalmente, quase envergonhada. — Fazer enfermagem ou pedagogia quem sabe educação física. Mas é complicado. Minha vó não tem dinheiro, e eu… nem sei se consigo passar no vestibular.
— Eu pago — falei direto.
Ela piscou, como se não tivesse entendido.
— O quê?
— A faculdade. Moradia. Livros. Tudo. Se você quiser de verdade, eu pago.
Luana me encarou longamente, os olhos cor de mel brilhando na penumbra. Parecia que ela esperava que eu risse ou dissesse que era brincadeira.
— Você tá falando sério, João?
— Tô.
— Por quê? — perguntou, quase sussurrando. — Você mal me conhece.
Dei de ombros, sincero.
— Porque eu posso. E porque vi algo em você hoje. Você merece uma chance de verdade e eu tenho dinheiro.
Ela ficou em silêncio novamente. Depois baixou o olhar, emocionada.
— Me passa seu número — pedi.
Ela passou. Guardei no celular. Nenhum de nós falou mais nada sobre o assunto. Mas algo importante tinha sido selado ali.
Quando voltamos para o grupo, ninguém perguntou nada. O clima era estranhamente leve.
No dia seguinte, a viagem de volta para Rio Preto foi surreal de tão normal. Viviane no banco do passageiro, cantando junto com as músicas, tirando fotos do rio pela janela. Eu dirigindo. O sol entrando no carro. Como se nada tivesse acontecido naquelas 48 horas.
Mas tinha acontecido.
E todos carregavam aquilo dentro de si.
Com o tempo, as coisas entre mim e Viviane mudaram. O sexo ficou ainda mais intenso, quase selvagem. Ela descobriu um lado mais dominante e eu, um lado mais complacente. Às vezes ela me provocava falando dos meninos, às vezes pedia para eu ser bruto como tinha sido com ela no vestiário. Fora da cama, curiosamente, nosso relacionamento ficou mais maduro. Menos brigas por bobagem. Mais cumplicidade.
E Luana?
Recebi uma mensagem dela duas semanas depois. Curta. Apenas: “Passei no vestibular. Obrigada.”
Nunca mais nos encontramos pessoalmente ate a data de hoje. Mas toda vez que eu via uma notificação dela, lembrava daqueles olhos cor de mel e da garota que deixou de ser santinha naquela noite chuvosa.
Viviane, quando me pegava olhando o celular às vezes, só sorria de canto. Como quem sabe de tudo.
E talvez soubesse mesmo.
Porque no final, foi ela quem abriu todas as portas aquela noite.
E ninguém ali saiu igual.
Fim.