Após a chegada de Henrique da UPA, eu mesma o levei até o quarto que ele dividiria com Gegê. O quarto era simples, mas confortável: duas camas de solteiro, um guarda-roupa, uma escrivaninha pequena e uma janela que dava para o quintal dos fundos. Henrique ainda estava um pouco abatido pela fumaça que inalou, mas seus olhos intensos me acompanhavam o tempo todo.
— Obrigado, Jaque… por tudo — disse ele com a voz rouca, parando perto de mim antes de entrar no quarto.
Eu apenas assenti e desci as escadas rapidamente, sentindo meu coração acelerado.
O resto do segundo dia foi cheio de agitação. A casa, que sempre foi um refúgio tranquilo para mim e Maurício, agora parecia menor e mais barulhenta com a presença dos três jovens. Gegê já estava na sala com o notebook, e Maurício, mesmo visivelmente desconfortável com toda aquela situação, tentava ser útil.
— Olha, Gegê, aqui tem vagas boas de suporte técnico. Você tem boa base de matemática, isso ajuda bastante. Posso te ensinar o básico do que eu faço em casa, sobre servidores, atendimento remoto… — explicava Maurício, ajustando os óculos, falando com aquela timidez dele.
Gegê ouvia atento, fazendo perguntas inteligentes. Eu observava os dois da cozinha enquanto preparava um café.
Foi quando Marina desceu as escadas usando um shortinho jeans extremamente curto, que mal cobria a polpa da bunda, e uma regata branca fina sem sutiã. Os seios firmes balançavam a cada passo. Maurício ficou vermelho e desviou o olhar. Eu senti uma forte pontada de ciúme.
Por volta das 11h40, Maurício e Gegê saíram para comprar o almoço. Assim que a porta fechou, Marina me olhou com um sorriso safado e subiu as escadas quase correndo.
Eu subi devagar. A porta do quarto de Henrique estava entreaberta. Marina já estava completamente nua, montada sobre ele.
Henrique estava deitado, o corpo forte brilhando de suor. Seu pau estava completamente ereto: 22 centímetros de rola grossa, pesada, cheia de veias saltadas e com a cabeça grande e rosada. Era impressionante o tamanho e a grossura — Marina mal conseguia fechar a mão ao redor dele.
— Coitado… acordou assim de novo? — disse Marina rindo baixinho, segurando aquela monstruosidade com as duas mãos.
Ela cuspiu na mão, lubrificou toda a extensão grossa e foi descendo devagar sobre ele. Gemeu alto quando sentiu aqueles 22 centímetros abrindo-a inteira, centímetro por centímetro.
— Aaaahhh… que delícia… vai fundo… — gemeu ela.
Henrique agarrou a bunda média dela com força e começou a meter para cima, forte e ritmado. O barulho molhado dos corpos batendo enchia o quarto. Marina cavalgava com vontade, os seios pulando enquanto gemia sem vergonha:
— Isso… mete gostoso… alivia essa rola grande… pensa na Jaque enquanto me fode…
Henrique olhou diretamente para mim, parado na porta, e gemeu meu nome baixinho enquanto metia ainda mais fundo, fazendo Marina quicar naqueles 22 centímetros grossos.
Marina percebeu, sorriu safada e acelerou o movimento, rebolando mais forte.
Eu estava paralisada, pernas tremendo, calcinha completamente encharcada. O ciúme e a excitação se misturavam violentamente dentro de mim.
Marina gozou primeiro, tremendo e gemendo alto. Henrique apertou a bunda dela com força, empurrou bem fundo e gozou logo depois, enchendo-a enquanto olhava fixamente para mim.
Eu me afastei da porta antes que eles terminassem, coração disparado.
Quando Marina desceu alguns minutos depois, estava com o rosto corado, cabelo bagunçado e um sorriso satisfeito.
— Pronto, Jaque — disse ela casualmente. — Podemos ir pro posto agora?
Depois de um turno relativamente tranquilo no posto de saúde, voltamos para casa. Atendi alguns pacientes antigos do bairro, fiz duas obturações e uma limpeza. Marina me ajudou como sempre, mas estava mais quieta que o normal — provavelmente ainda satisfeita com o que tinha feito com Henrique mais cedo.
Ao chegarmos em casa, Maurício nos recebeu com um semblante mais relaxado.
— Chegaram! . Gegê é muito inteligente, sabia? Ele aprende absurdamente rápido. Mostrei algumas coisas básicas de rede e ele já entendia o raciocínio. Ah, e convidei o Henrique para correr comigo. fizeremos uns 4 km juntos. Henrique está bem disposto apesar de tudo.
Fiquei surpresa. Maurício raramente se abria tão rápido com estranhos. Isso me deixou um pouco inquieta.
Terminamos de nos falar e, logo depois, Maurício se levantou.
— Vou tomar banho. Estou suado da corrida — disse ele, subindo as escadas.
Eu peguei uma toalha limpa no armário e subi atrás dele para entregar. Quando cheguei perto da porta do banheiro, ela estava entreaberta. Congelei.
Marina estava lá dentro, completamente pelada, fingindo que ia tomar banho também. Seu corpo definido, seios firmes, bunda média e redonda totalmente à mostra. Maurício, de cueca, deu um passo para trás assustado, mas não conseguiu desviar o olhar imediatamente.
— Ai, desculpa Maurício! Achei que você ia demorar mais… — disse Marina com voz manhosa, sem fazer nenhuma questão de se cobrir. Pelo contrário, virou de lado devagar, exibindo o corpo.
Meu marido ficou vermelho como um tomate, gaguejando algo que não entendi. Eu estava parada no corredor, segurando a toalha com força, sentindo uma onda quente de raiva e ciúme subir pelo peito. Marina sabia que eu estava vendo. E ela estava adorando.
Entreguei a toalha para Maurício sem dizer uma palavra, com o rosto sério. Ele pegou rapidamente e fechou a porta. Marina saiu do banheiro enrolada em outra toalha, passando por mim com um sorrisinho desafiador.
Fui para a cozinha preparar a janta, tentando controlar minha respiração. Estava cortando legumes quando Henrique desceu, vestindo apenas uma bermuda de basquete. O volume entre as pernas dele era impossível de ignorar — a rola grossa marcava o tecido de forma evidente, já meio inchada.
Ele se aproximou da bancada e falou baixo:
— Jaque… sobre aquela garota que você falou que ia trazer pra me ajudar… ela vem hoje?
Olhei para o volume marcante na bermuda dele. O pau de 22 centímetros parecia latejar mesmo sem estar totalmente duro. Senti um calor subir pelo meu corpo novamente.
Respirei fundo, mantendo a voz firme:
— Eu vou ligar para ela agora.
Henrique me olhou intensamente, sem dizer nada. O ar entre nós ficou pesado.
O jantar foi estranho. O clima na mesa estava carregado, quase elétrico. Eu tinha feito frango grelhado, arroz, feijão e salada, mas quase ninguém parecia prestar atenção na comida.
Marina sentou-se ao lado de Maurício. Ela estava usando uma blusa decotada que deixava boa parte dos seios firmes à mostra e, de vez em quando, inclinava o corpo na direção dele enquanto falava.
— Maurício, você cozinha também? — perguntou ela com voz doce, passando o dedo lentamente na borda do copo. — Adoro homem que sabe fazer as coisas em casa… me excita.
Maurício ficou visivelmente nervoso, corando e gaguejando uma resposta curta. Ele tentava olhar para o prato, mas Marina não facilitava: roçava o braço no dele “sem querer” e sorria inocentemente.
Do outro lado da mesa, Gegê e Henrique se entreolhavam. Henrique tinha um meio-sorriso sarcástico no rosto, enquanto Gegê observava tudo com aquela calma calculada, quase divertido com o desconforto do meu marido.
Eu sentia o ciúme queimando por dentro, mas tentava manter a compostura.
No meio do jantar, resolvi quebrar o clima:
— E aí, Gegê… você está gostando de ficar hospedado aqui?
Gegê me olhou com um leve sorriso e respondeu educadamente:
— Estou sim, Jaque. Vocês estão sendo muito generosos. A casa é ótima e a comida está deliciosa. Obrigado mais uma vez.
O jantar terminou em meio a uma tensão palpável. Assim que terminamos, Maurício se levantou:
— Vou jogar o lixo fora.
Assim que ele saiu com as sacolas para o quintal, eu vi pelo vidro da sala que Larissa já havia chegado mais cedo e estava esperando discretamente na calçada. Virei-me rapidamente para Marina:
— Marina, vai distrair o Maurício agora. Fala com ele, segura ele lá fora um pouco. Larissa chegou.
Marina sorriu, maliciosa, e saiu logo atrás do meu marido. Eu abri a porta de casa discretamente e fiz sinal para Larissa entrar. Ela era bonita, corpo definido, cabelo castanho escuro, vestindo uma roupa casual para não chamar atenção.
— Oi, Jaque. Tudo certo? — perguntou ela baixinho.
— Sim. Ele está no quarto dos fundos. Sem barulho, por favor.
Larissa assentiu e subiu rapidamente. Assim que ela desapareceu no corredor, eu fui até a porta dos fundos e chamei Maurício:
— Amor, vem aqui rapidinho? Quero te mostrar uma coisa no quarto.
Maurício, ainda conversando com Marina, pareceu aliviado por ter uma desculpa para entrar. Marina piscou para mim antes de soltar o braço dele.
Subimos juntos. Assim que entramos no nosso quarto, fechei a porta e o beijei, tentando distraí-lo. Meu coração batia forte sabendo que, no outro quarto, Larissa estava prestes a aliviar os 22 centímetros de Henrique.
No quarto após o jantar, sugeri que assistíssemos a uma série para “passar um tempo juntos como um casal”. Maurício gostou da ideia. Coloquei uma série na TV gigante recém comprada e nos acomodamos no sofá.
— Amor, vou pegar pipoca — disse eu, me levantando.
Passei pelo corredor e, ao chegar perto do quarto de Henrique, a porta estava entreaberta. Parei.
Larissa estava de joelhos entre as pernas de Henrique. Ela segurava com as duas mãos aquele pau enorme de 22 centímetros, grosso, cheio de veias saltadas. A cabeça rosada brilhava de saliva. Larissa abriu a boca o máximo que conseguia e desceu, engolindo quase metade da rola de uma vez. O som molhado e obsceno ecoava baixo no quarto enquanto ela subia e descia a cabeça, babando bastante, as mãos masturbando a parte que não cabia na boca.
Henrique tinha uma mão na cabeça dela, guiando o ritmo, o abdômen marcado se contraindo de prazer.
Fiquei alguns segundos hipnotizada, sentindo minha boceta pulsar, depois segui para a cozinha.
Voltei com a pipoca. Maurício assistiu à série por cerca de uma hora, mas acabou cochilando no sofá, exausto da corrida e do dia agitado.
Levantei-me em silêncio e fui até o corredor. A porta do quarto de Henrique continuava entreaberta. Larissa ainda estava lá.
Agora ela estava completamente nua, montada de quatro em cima de Henrique. A rola grossa de 22cm entrava e saía da boceta dela com força. Larissa rebolava para trás, empinando a bunda, gemendo baixinho enquanto tentava segurar o volume:
— Caralho… que pauzão… me abre toda…
Henrique metia de baixo, segurando a cintura dela, enfiando fundo. O barulho molhado de pele contra pele era claro. O pau saía brilhando de tesão e entrava novamente, esticando a boceta dela ao máximo. Larissa tremia, gozando pela segunda ou terceira vez, mas continuava cavalgando, determinada a tirar toda a porra acumulada dele.
Foi quando Henrique olhou diretamente para mim, parado na porta. Seus olhos intensos me prenderam enquanto ele metia mais forte em Larissa, como se estivesse fodendo ela pensando em mim.
Senti um calor insuportável. Entrei rapidamente no banheiro, fechei a porta e encostei na pia, respirando fundo. Minhas mãos tremiam.
Uns vinte minutos depois, ouvi a porta da casa se abrindo e fechando. Larissa tinha ido embora.
Quando saí do banheiro, Maurício havia acordado e já estava , Na cozinha pegando um copo de água. Assim que me viu, ele me puxou pela cintura e me beijou com desejo acumulado. O beijo foi ficando quente, urgente.
— Vem… — murmurei.
Subimos para o quarto. Depois de tantos dias sem conseguir, finalmente aconteceu.
Tirei a roupa dele e ele tirou a minha. Maurício tem 18 centímetros, um pau bonito, grosso o suficiente e bem proporcionado. Ele me deitou na cama e veio por cima. Beijou meus seios siliconados, chupando os mamilos com vontade enquanto eu gemia baixinho.
Quando ele me penetrou, senti ele me preenchendo. Não era o tamanho monstruoso de Henrique, mas era o pau do meu marido, quente e familiar. Maurício metia com ritmo, segurando minhas pernas fortes, olhando para meu corpo curvilíneo enquanto meus seios balançavam a cada estocada.
— Jaque… você é tão gostosa… — gemeu ele, acelerando.
Eu o abracei com as pernas, cravando as unhas nas costas dele. Ele meteu mais fundo, forte, até que gozou dentro de mim com um gemido rouco. Eu gozei logo depois, tremendo, apertando ele com minha boceta.
Ficamos abraçados, suados e ofegantes. Pela primeira vez em semanas, conseguimos transar.
Mas enquanto Maurício dormia ao meu lado, minha mente traía: eu não parava de pensar nos 22 centímetros grossos e veiosos de Henrique.
Acordei com o corpo leve. Ao meu lado, Maurício ainda dormia profundamente depois da noite que tivemos. Sorri por um momento, mas logo a realidade da casa cheia voltou à minha mente. Levantei, vesti um robe curto e desci com ele para a cozinha.
Para minha surpresa, os três já estavam lá, organizados como se morassem na casa há meses.
Gegê espremia laranjas frescas para fazer suco. Henrique chegava da cozinha com uma grande garrafa térmica de café recém-passado. Marina arrumava a mesa com pães, frios, frutas e iogurte. Tudo limpo e bem apresentado.
— Bom dia! — disse Marina com um sorriso radiante ao nos ver. — Fizemos o café da manhã. Isso é o mínimo que podemos fazer por terem nos recebido em casa. Vocês salvaram a gente.
Maurício ficou visivelmente satisfeito com a iniciativa. Eu agradeci, mas senti novamente aquela sensação estranha de ver Marina tão à vontade na minha cozinha.
Durante o café, Marina e eu estávamos com pressa. Olhávamos o relógio a todo momento — iríamos nos atrasar para o posto de saúde.
— Hoje o Henrique, o Gegê e eu vamos correr juntos — comentou Maurício, passando geleia no pão. Depois olhou para mim e disse: — Amor, por que você não leva os três para andar a cavalo depois do trabalho? Você não faz isso há tempos. Eles vão adorar, tenho certeza.
Fiquei surpresa com a sugestão. Maurício raramente se envolvia tanto. Olhei para os três: Henrique me encarava com aqueles olhos intensos, Gegê com um leve sorriso curioso e Marina com uma expressão animada.
— Pode ser… — respondi. — Vou ver com o dono da fazenda se tem vaga hoje à tarde.
Terminamos o café rapidamente. Marina e eu nos arrumamos e saímos de casa. No caminho para o posto, ela não parava de falar:
— Seu marido é tão fofo, Jaque. E atencioso… Você tem sorte, hein? — disse ela com um tom que misturava inocência e provocação. — E o Henrique… nossa, depois de ontem ele acordou mais leve. Aquela Larissa sabe o que faz.
Eu apenas assenti, tentando não demonstrar o turbilhão de sentimentos que aquelas palavras causavam em mim. Passei o dia no posto atendendo pacientes, fazendo restaurações e atendimentos de rotina. Marina estava mais eficiente que o normal, mas eu notava que ela me observava de canto de olho.
No fim da tarde, antes de sairmos do posto, peguei o telefone e liguei para o dono da fazenda onde costumo andar a cavalo. Consegui agendar para nós quatro.
Quando chegamos em casa, chamei os três na sala:
— Então… topei a ideia do Maurício. Vamos andar a cavalo hoje. A fazenda fica a uns 40 minutos daqui. Se preparem, saímos em uma hora.
Henrique sorriu de forma discreta, Gegê pareceu genuinamente interessado e Marina bateu palmas animada:
— Ai, que delícia! Nunca andei a cavalo. Você vai ter que me ensinar, Jaque…
Olhei para ela e forcei um sorriso. A ideia de passar a tarde com os três longe de casa me deixava ansiosa… e, ao mesmo tempo, estranhamente excitada.
Quando estávamos quase saindo, Marina desceu as escadas com a mão na testa.
— Ai, Jaque… estou com uma dor de cabeça forte. Acho melhor ficar em casa e descansar. Vocês podem ir sem mim.
Senti uma pontada de ciúme imediata. Deixá-la sozinha em casa com Maurício? Mas logo me lembrei que meu marido havia saído mais cedo para visitar a mãe, que não andava muito bem. Ele só voltaria à noite. Respirei aliviada e respondi:
— Tudo bem, descansa mesmo. Tomou remédio?
— Já tomei — disse ela, com um sorrisinho fraco.
Eu, Gegê e Henrique fomos para a fazenda. Durante o caminho, Henrique ia no banco da frente e Gegê atrás. Chegamos à fazenda no fim da tarde. O lugar estava tranquilo, com um belo pôr do sol.
Eu vesti minha roupa de montaria — calça legging preta justa que marcava minhas pernas fortes e minha bunda empinada, uma blusa de manga longa branca que realçava meus seios siliconados e o cabelo loiro ondulado solto. Comecei a ensinar os dois o básico: como subir no cavalo, como segurar as rédeas, postura correta.
Henrique, com seu corpo forte de 1,85m, aprendeu rápido. Gegê, mais magro, era mais cauteloso, mas prestava muita atenção.
Depois de quase uma hora cavalgando, paramos em uma área sombreada perto de um riacho para um intervalo. Peguei umas garrafas de água na mochila e, quando me virei, percebi que havia perdido Gegê e Henrique de vista.
— Gegê? Henrique? — chamei.
Caminhei entre as árvores seguindo um barulho baixo. Quando contornei um grande tronco, congelei.
Os dois estavam ali, de costas para mim, calças abaixadas. Henrique segurava seu pau grosso de 22cm, masturbando-se com movimentos firmes. Gegê, ao lado, tinha um pau bonito de 19 centímetros, bem grosso, veias aparentes, e também se masturbava com a mão direita enquanto falavam baixo.
— Porra, mano… aquela loira é gostosa demais — murmurava Gegê, olhos pretos expressivos semicerrados de prazer. — Olha esse corpo curvilíneo… aqueles seios siliconados balançando enquanto ela montava no cavalo… Eu daria tudo pra foder ela.
Henrique respirava pesado, a mão subindo e descendo rápido no pau monstruoso:
— Eu penso nela o tempo todo. Naqueles olhos verdes, naquela cintura definida, nas pernas fortes… Queria meter bem fundo nessa dentista casada, fazer ela gemer meu nome enquanto o nerd do marido dela tá trabalhando.
Gegê acelerou o movimento:
— Imagina ela de quatro… essa bunda empinada… eu comendo ela enquanto você enfia na boca dela. Aquela boca de dentista gostosa…
Os dois gemiam baixo, os paus latejando. Henrique era mais grosso e longo, Gegê tinha uma rola bem proporcionada e pesada. Os dois negros, corpos suados da cavalgada, se masturbando enquanto falavam de mim.
Fiquei parada atrás da árvore, sentindo meu rosto queimar, a calcinha molhando rapidamente. Meu coração batia descontrolado. Parte de mim queria sair correndo, outra parte não conseguia desgrudar os olhos daqueles dois paus duros latejando por mim.
Eu me afastei correndo, o coração disparado. Não consegui dar nem dez passos e acabei tropeçando numa raiz, caindo no chão. Minha calça e blusa ficaram sujas de terra e grama. Voltei envergonhada para o centro da fazenda.
Disse que tinha escorregado e pedi para usar o banheiro/chuveiro da sede da fazenda para me limpar. Tomei um banho rápido, lavei o corpo e o cabelo para tirar a terra. Saí enrolada apenas em uma toalha branca que o dono da fazenda me emprestou — a toalha mal cobria meus seios e a parte superior das coxas.
Quando saí do banheiro, levei um susto. Henrique estava esperando do lado de fora.
— Eu sei que você viu — disse ele com a voz baixa e intensa, dando um passo à frente. — Vi você assistindo eu e a Larissa ontem. Vi como você ficou olhando enquanto eu metia nela. Você gostou, né, Jaque?
Senti meu rosto queimar.
— Eu… não…
— Não precisa mentir pra mim, dona Jaque — interrompeu ele, aproximando-se mais. — Seu olhar entregou tudo.
Sem dizer mais nada, Henrique abaixou a bermuda. Seu pau saltou para fora, semi-duro, pesado, 22 centímetros de grossura impressionante, veias saltadas e a cabeça grande já brilhando.
Eu comecei a suar. Meu coração batia forte. Olhei para aquela rola monstruosa por alguns segundos e, quase sem perceber, minha mão direita foi até ele. Envolvi meus dedos ao redor da grossura quente e comecei a masturbar devagar.
— Isso, dona Jaque… — gemeu Henrique, a voz rouca de prazer. — Assim… aperta mais.
Meu corpo traía. Eu sentia a boceta molhada enquanto minha mão subia e descia naquele pau enorme.
De repente, meu celular tocou. Era Maurício. Soltei o pau dele como se tivesse levado um choque, atendi gaguejando e desliguei rápido.
— Temos que ir embora agora — falei, nervosa.
Me vesti às pressas. O caminho de volta para casa foi silencioso e carregado de tensão.
Ao chegarmos, a primeira coisa que vi foi Maurício e Marina na sala, sentados no sofá, rindo juntos. Ela estava com um short curto e uma blusa larga que caía de um ombro.
Maurício olhou para mim sorrindo:
— Ela é divertida pra caralho, né amor? Não para de contar história engraçada do orfanato.
À noite, depois que todos foram para os quartos, Maurício me puxou para o nosso quarto com desejo. Transamos com força. Ele me fodeu de quatro, segurando meus quadris, metendo seus 18cm com vontade enquanto meus seios balançavam. Gozei gemendo baixo e ele gozou dentro de mim pouco depois.
Mais tarde, acordei com sede e fui ao banheiro no corredor. A porta do quarto de Henrique estava entreaberta. Parei.
Marina estava de quatro na cama, completamente nua, enquanto Henrique metia nela com força por trás. Ele segurava a cintura dela e enfiava aqueles 22 centímetros grossos até o fundo, fazendo o corpo dela tremer a cada estocada violenta.
— Isso… me fode gostoso… — gemia Marina, empinando a bunda.
Henrique metia sem piedade, o abdômen marcado brilhando de suor.
Eu fiquei parada, assistindo, sentindo novamente aquela mistura perigosa de ciúme, raiva e excitação.