Depois de um primeiro ano de muitas descobertas e aventuras, chegou o segundo. Agora eu não era mais caloura e sim veterana. Até aproveitei bastante meu tempo de caloura. Nas festinhas, choppadas, calouradas, os veteranos sempre dispostos a tirar todas as minhas dúvidas e se oferecendo pra me mostrar todos os lugares. Eu acabei conhecendo mais o interior dos quartos das repúblicas e banheiros da faculdade que qualquer outro lugar do campus kkkkkk.
Então, agora como veterana, era a minha vez de iniciar os calouros, ajudar nos trotes etc. Mas eu decidi que faria isso da minha forma.
Em vez de alguma brincadeira de tinta, trote, amarrar os outros, eu resolvi que aqueles estudantes que vinham de outro país (eu estudava em uma universidade que tinha vários africanos via programas do governo, comentei isso em um conto anterior), mereciam uma oportunidade de conhecer nossa cultura e se integrar bem em nossa comunidade.
Então, nas festas de apresentação e iniciação, fiz alguns contatos, conversei com vários alunos novatos e escolhi a dedo aqueles que ia mostrar a hospitalidade brasileira (pelo menos a minha versão kkkkkkkk...)
3 deles chamaram muito minha atenção. 1 novato do curso de educação física, um de letras e um de química. Três negões africanos, obviamente. 2 de cabo verde e um de Angola.
Eu não escolhi mais porque a semana tava puxada, eu tinha que estudar e fazer minhas obrigações em algum momento, então não dava pra ficar só de putaria o tempo todo kkkkk, até porque eu realmente precisava de um bom emprego pra mudar minha situação financeira e pra isso tinha que ir bem na faculdade. Mas aproveitei pra conhecê-los melhor, eles me tiraram muitas dúvidas dos seus países e inclusive acabaram com vários preconceitos meus sobre o continente africano, a vida na Africa etc.
Dos 03 escolhidos, todos foram de acordo com alguns dos meus fetiches. Já tinha dado uns pegas em todos na festa de apresentação, mas só pra atiçar e sentir os caralhos duros roçando em mim kkkk. E foi assim que fui escolhendo. Um deles gordinho com uma pica bem grossa, um musculoso com um pau médio, mas que tinha muita pegada e um baixinho e feinho, mas que tinha um caralho fenomenal, pelos meus cálculos devia ter mais de 20 cm e era bem grosso. Quem vê cara não vê a pica de cavalo, por isso eu faço meu teste drive antes kkkk.
Depois de alguns dias, quando finalmente consegui um tempo livre depois do furacão que é a semana inicial, se matricular em todas as aulas, se inscrever em cursos complementares etc, chamei eles pra minha casa, dei o endereço, eles toparam ir me ver, os 03 cientes que os outros iam, mas achando que era só uma social normal.
No dia marcado, eu levantei e fui me arrumar. Tomei banho, passei hidratante, perfume, fiquei bem cheirosa e me arrumei.
Eu usava uma camisola que fechava com uma tira ao redor da cintura que vinha por trás, era quase um robe, a única diferença é que era 100% transparente e rosa. Eu usava só isso, nada mais. E como se ser transparente não fosse o bastante, eu deixava aberto no meio. Então o robe cobria minhas costas e ombros, mas metade dos meus seios incluindo os mamilos e parte íntima eram 100% expostos. Nem o fino e transparente material da camisola pra cobrir.
Eu ouvi a campainha e fui abrir, dando boas risadas da cena que acontecia no meu sofá. Basicamente, no primeiro ano eu morava na minha cidade e estudava fora, mas já nos últimos meses do primeiro ano eu consegui um emprego que um amigo arrumou e aluguei um lugar naquela cidade. Aluguei junto com a minha melhor amiga na faculdade, Maria Júlia. E ela não era minha melhor amiga a toa. A gente se conheceu em um after na casa de uns meninos depois de uma choppada, basicamente éramos eu e ela contra 5 picas pretas duras. E durante aquela orgia, descobri que ela também era uma putinha viciada em rola negra, apesar dela ser bem mais fetichista que eu.
Eu nem vivia tanto assim esse mundo de putaria QOS, interracial, fora do sexo e das aventuras, mas ela não, vivia completamente. Tinha até tatuagens típicas de uma Snowbunny, foi ela que me apresentou alguns termos e conhecimentos que eu não tinha sobre esse mundo, incluindo vários tumblrs, que nessa época permitia pornografia e me mostrou vários estúdios pornográficos focados nesse tipo de conteúdo fetichista. Então, a nossa química foi instantânea. Só andávamos grudadas quando dava e aprontavamos muito juntas. Eu até vou contar umas histórias dela aqui, pra quem quiser poder conhecer melhor a mente dessa putinha que é bem mais degenerada que eu e assim como eu tinha escolhido propositalmente aquela faculdade por ter esse programa de inclusão com alunos africanos, eu nunca tive preferência de nacionalidade, só sabia que ali teria muitos negões, mas ela tinha um fetiche exclusivo em pretos africanos e se possível, muçulmanos.
Então, basicamente, aquela menina safada tinha levado um macho pra casa ontem a noite. Um negão imenso com cabelo afro e barbudo. Bem gostoso. Até pensei em tirar uma casquinha, já que a gente dividia machos sem problema. Era até bem comum eu levar macho pra casa, ir pegar algo na geladeira e quando voltava ela tava mamando ele. Eu também já tinha feito isso com os que ela levava, uma vez ela precisou sair correndo, muito atrasada pra uma aula, mas a tempo de passar no meu quarto e avisar que acabou esquecendo dos dois negões no quarto dela. Eu, como uma boa amiga, mantive eles entretidos até ela voltar kkkk. Esse era o nosso tipo de amizade.
Mas não sendo o bastante levar um macho pra casa, quando eu estava prestes a receber minhas visitas, ela ainda estava completamente nua com o pau dele na boca. Ela babava a rola escura dele e punhetava bem forte, convidando ele pra meter em sua bucetinha. Eu até esqueci da campainha, observando a cena. Ela era muito safada, adorava meter em umas posições malucas e eu era apaixonada em ver ela fazendo sexo, porque a gente se compreendia muito bem e eu sabia porque ela fazia cada ato. Então era como poder ver a mim mesmo no corpo de outra pessoa.
Enfim, fui abrir a porta, com meus peitinhos e bucetinha de fora e gemidos de sexo vindos da minha sala, pra surpresa dos meus negões que até olharam como se tivessem errado o endereço. Mas não fazia sentido, porque era eu ali abrindo a porta, então eles só me olharam de cima a baixo tentando entender o que acontecia.
E eles ficaram boquiabertos. Um deles até cobriu os olhos como se tivesse sem querer me pego nua, o que era exatamente o oposto ali. Eu não tinha sido flagrada enquanto me trocava. Aquela era a minha vestimenta pra receber meus convidados.
Mas qualquer dúvida das minhas intenções foram rapidamente sanadas assim que aceitaram meu convite pra entrar (só na casa por enquanto kkk). Minha colega, a morena entusiasta de rolas negras africanas, tirou todas as dúvidas do quanto aquele era um ambiente liberal. Ela estava no sofá, com as pernas abertas e levantadas, segurando as pernas afastadas com os braços. A parte de cima da bunda dela no sofá, dava pra ver seu cu daquela posição, a barriga subindo enquanto as costas dela formavam um arco. Só os ombros e a bunda encostavam no sofá. E isso porque na frente dela, em pé, tinha um preto africano nigeriano, afundando a rola bem firme na bucetinha daquela ninfeta. Ele puxava ela pela cintura, o que fazia as costas dela, empurradas contra o sofá, ficarem curvadas, porque ele forçava ela pra trás enquanto metia. Então estava bem claro que eles tinham entrado na casa, ou na teia, de duas ninfomaníacas loucas por pretos.
Sem cerimônia, eu sentei do lado da minha amiga, acendi um baseado, puxei e cheguei bem perto da boca dela. Comecei a soprar a fumava em direção a boca dela, que absorvia tudo fumando direto da minha boca. Então eu completei com um beijo, entrelaçando minha língua na dela. Os meus 3 convidados olhavam embasbacados e famintos. Eu chamei eles pra perto, que vieram e sentaram muito, muito perto. Eles tavam com as coxas quase por cima da minha. Eu, ensaduichada, levantei minhas pernas, botando as minhas coxas por cima das deles em vez disso. Minha perna direita de um lado, a esquerda do outro e sentava na beirada do sofá, com as costas no ombro do sofá, imitando o espacate em que minha colega de quarto era macetada sem pena. Minha bucetinha ali, completamente exposta, meus lábios de baixo abertos pra quem quisesse sentir.
Um deles, mais animado, não teve vergonha e começou a esfregar minha bucetinha com os dedos. Eu ia gemendo e fumando meu baseado, passando pra eles que também fumavam e me cercavam. Um deles, se sentindo solitário, até ficou no ombro do sofá sentado do lado da minha cabeça, se curvou e veio me beijar.
Então eu tinha um me fazendo uma siririca gostosa, outro brincando com meus peitinhos e beijava o terceiro. Todos se divertiam. E eu, me divertia mais que todos.
- Então, rapazes. Eu prometi pra vocês ensinar as tradições brasileiras. O Brasil é o país da miscigenação, então, hoje, a gente vai aprender sobre sexo interracial! Tudo bem?
Eles deram risada com meu deboche, minha amiga também não aguentou e se acabou com minha cara de pau e todos ali que ainda não sabiam, percebendo a putinha louca por sexo que eu era, aquilo não era nem de perto um cenário normal. Então eles sabiam que podiam se soltar. Já foram tirando suas rolas pra fora e me oferecendo. Eu chamei eles pra ir pra outro lugar primeiro. Eu tinha tirado meu colchão do meu quarto mais cedo e botado no meio da sala, em frente ao sofá. Era um colchão de casal (fiz questão de comprar um bem grande por motivos óbvios), então tinha bastante espaço.
Eu deitei e eles foram tirando a roupa e se deitando ao meu redor.
Adoro a sensação de estar cercada por corpos, sendo tocada por todos os lados, esse turbilhão de sensações e emoções. E é o que rolava ali. Eles me beijavam no pescoço, nuca, chupavam meus peitos, um deles enfio dois dedos na minha buceta e começou a me siriricar bem rápido, outro me beijava, até que um deles veio e me deu a pica pra chupar. Eu aceitei e comecei a mamar o safado, que era o gordinho baixinho, mas que tinha uma rola grossa que eu já tinha sentido anteriormente. Na minha boca parecia bem maior do que quando peguei com a mão e tirei pra fora da bermuda enquanto a gente dava uns pega na festa. Inclusive batia o dente sem querer na pica dele, tava forçando meu maxilar, mas ele não se importava, só me incentivava a chupar mais.
Eu não sei pronunciar como eles falavam, mas era com aquele sotaque português mais formal, mas eu adorei que eles usavam palavras tipo "quenga" e "rameira", que eu estava acostumada a ouvir, mas também ouvi outras que nem lembro como eram, nunca tinha ouvido antes, mas até me acabei de rir quando um deles me chamou de devassa kkkkkkk.
Os outros foram também se aproximando pra me dar de mamar, então eu revezava entre chupar cada um e apanhar de pau na cara, minha surra favorita de levar kkkkk. Até que eles foram se posicionando e me posicionando pra hora de meter.
O primeiro safado foi me botando de quatro e ficando atrás de mim, pincelando seu pau na minha bucetinha enquanto os outros ficaram deitados. Eu apoiava a parte da frente do meu corpo nas coxas deles, então era uma mão em cada pau e ia movendo a cabeça pra chupar um e outro, até a hora que senti a pica entrando.
A rola grossa do gordinho foi me rasgando bem gostoso, soltei vários gemidos e fiquei dominada pela sensação que torna difícil até continuar a mamada que eu dava.
- Isso caralho, me fode vai negão, fode essa vadia.
- Sua quenga, queres meu pau desde o primeiro dia que eu já sabia, então toma! - é difícil imitar a forma que eles falavam, mas vou me esforçar aqui kkkk
- Quero sim, tô babando nesse caralho africano faz tempo! dá ele pra mim vai? - e fazia biquinho e jeitinho de dengosa, que sempre deixa os homens loucos.
Ele reagia me segurando pela cintura e metendo bem forte, o pau dele era grosso e precisou de muito lubrificante pra entrar, mas as estocadas eram curtas, não era muito grande, só compensava na largura, mas machucava bastante mesmo assim, eu ia gemendo e fazia o melhor possível pra dar atenção aos outros negões.
Um deles segurou minha cabeça e como eu tinha dificuldade pra chupar, lutando pra aguentar o volume daquela tora na minha xota, ele tomou a iniciativa de foder minha boca.
O pau dele era maior que o do outro, mas mais fino, então ele dava golpes na minha garganta que me faziam engasgar.
- Vais babar toda minha Pila, vadia! - eles chamavam os paus deles de vários nomes que eu não conhecia tipo pila, piça, kilonga, alguns nem lembro direito.
- Isso sua rameira! Toma essa kilonga na sua cetinha! - eu adorava os termos e até me segurava pra não rir, principalmente quando um deles disse que ia meter na minha xobota, mas depois de conhecer outros africanos lusófonos eu fui me acostumando com alguns termos.
Continuamos o sexo fazendo o rodízio de Kilongas me fodendo. Depois veio o malhadinho e alto pra trás de mim, o pau dele era normal em tudo, mediano com grossura ok e cabeça menor que o corpo, mas ele tinha uma pegada muito gostosa e na festinha tinha me dedado bastante, então sabia que era safado. E ele provou ser, quando ao se posicionar atrás de mim já foi cuspindo na minha bunda e usando dois dedos pra ir enfiando o cuspe, também lubrificou sua Pila e foi forçando a cabecinha na entrada do meu cu.
Eu não me assustei porque já tinha entendido que ele queria o segundo buraco, só esperei pelo cacete duro. Mas mesmo assim, o impacto é sempre grande. Sentindo uma rola alargando meu cuzinho é uma mistura de delícia e dor, eu só dou um grunhido enquanto aguento o pau entrar pela primeira vez e vou controlando até ele comecer a meter.
O safado nem teve pena, só começou a socar com força, rasgando minha pobre bundinha. Mas felizmente pro bem do meu traseiro era o menor dos paus, então dava pra lidar bem com a pressão das estocadas.
- Vai sua cachorra, vou a bater nessa sua cona, puta!
- Isso seu puto! Fode meu cu, seu preto safado!
Sempre que eu envolvo raça no meio do sexo, ativo o modo intenso dos machos, alguns ficam mais rudes, outros mais safados, esse parecia que não estava acostumado a ouvir esse tipo de dialeto, começou a meter com raiva, como se estivesse ofendido, punindo meu cuzinho pela minha ousadia.
- Então toma sua puta branca! Brasileira puta vais a tomar no rabo pra aprender!
- Isso meu negão! Ensina meu rabinho como um macho fode de verdade! Me da essa pica preta, seu safado!
- Que rabo gostoso, sua loirinha quenga!
- Fode meu rabo enorme vai seu pauzudo gostoso! Adoro tomar no cu rola preta!
Os outros se animavam com a intensidade aumentando e eu adorava tudo que rolava, de vez em quando olhava pro sofá, minha amiga puta já tinha feito várias posições com o macho dela e agora estava deitada no sofá mamando a rola molenga dele, sinal que ele tinha gozado, só não sabia onde.
Depois de arregaçar minha bunda com minha raiva, meu negão deu lugar pro seu amigo, esse era bem feinho, com o nariz grande e lábios grossos, cabelo crespo curtinho, era baixinho e magricela, bem magro, mas era o que eu mais ansiava ali, porque eu sabia que o pau dele era sensacional. Grande, grosso, veiudo, com uma virilha bem cabeluda e circuncidado, com uma glande sempre exposta que parecia uma cabeça de cogumelo. Pela ocasião especial então, eu fui deitando ele, queria cavalgar aquela pica.
Com meu negão devidamente preparado, me posicionei em cima dele, apontei a rola preta dura pra entrada da minha bucetinha, botei as mãos no peito dele e de joelhos no colchão, comecei a mover minha pélves contra aquela tora. A cabeça lutou pra entrar. Eu fiquei provocando botando e tirando a cabeçona, até que desci mais. Mas não coube tudo, só uns 80% do pau dele. Não sei dizer quantos cm tinha, mas era um dos maiores que eu vi na vida, lembro dos detalhes do pau dele até hoje kkkkkkk.
Depois de encaixar tudo que conseguia, comecei a roçar minha virilha na dele, arrancando uns gemidos, e comecei a cavalgar. Subia, descia, esfregava pra dentro e pra trás com o pau todo dentro, rebolava na pica dele, rebolava esfregando meu grelo contra a virilha dele, tirando quase todo o pau de dentro, pra então enfiar tudo de novo sentando. Minha bunda batia nas coxas dele e fazia barulho de "clap, clap". Ele sofria com a minha sentada, segurava no colchão enfiando as unhas kkkkkk e eu me deliciava sentindo aquele caralho preto me violando.
Os outros negões vieram pra cima de mim enquanto eu cavalgaga e partipavam também, um deles chupava os meus peitos e o outro resolveu abrir minha bunda e enfiar dedos. Primeiro dois e depois três, até que enfiou a cara no meu rabo e começou a lamber meu cu, forçando a lingua contra meu ânus.
- Que cachorra mais safada! Essa brasileira é puta demais, eu te disse!
- Eu sou sim, uma putinha de negros! Adoro rola preta!
- Essa rameira está enlouquecida, vais afinar teu pau de tanto sentar.
- Hahaha, então vou sentar mais forte!
- Se sentar mais forte vou te expirrar leite, sua quenga!
- Hmmmmm, eu adoro leitinho de boi preto! Adoro leite de saco!
E arrancava risadas deles, que me davam tapas na bunda e elogiavam meu rabo.
- Já tou a ver que brasileiras tem o rabo enorme mesmo, olha esse cu de melancia!
- Deixa meu cu bem vermelho igual uma melancia, seu preto safado!
- Então queres mais tapas? Toma sua cachorra! - E plaft na minha bunda.
- Vou a foder esse cu também, só provei a cona da brasileira puta!
Disse o primeiro que me fodeu, se posicionando atrás de mim, que pare de cavalgar pra receber a DP. Nem estava do meu plano do momento, mas sexo é improvisação, então era hora de aguentar duas rolas ao mesmo tempo e justamente as duas mais grossas, sabia que vinha uma luta difícil pela frente.
- Aaaaaaaai meu cu, seu safado!
- Ihhh, vais começar com a choradeira? Foi você que pediu sua vadia.
- Vou chorar sim nessa pica! Mais quem disse que é pra parar! Pode meter mais forte! Não é pra parar nem se eu acordar todos os vizinhos ou a polícia bater na porta, só me fode porra!
- Toma desse jeito então sua brasileira quenga! Sua rameira rabuda!
Ele disse me segurando com o braço ao redor do pescoço e metendo forte no meu rabo. Eu me esforçava pra conseguir respirar e continuar me mexendo contra a pica dos dois, porque o que estava em cima me esmagava contra a rola embaixo de mim, então eu tinha que ficar roçando contra a rola do negão deitado embaixo, ou ele só ia ficar parado lá dentro de mim, mas era uma delícia sentir isso tudo.
O sexo já estava bem intenso, quando o que fodia meu cu acabou gozando, quase me fazendo desmaiar no processo, de tão forte que me asfixiava. Mas ele soltou meu pescoço e saiu de dentro de mim depois de saciado. O outro, o alto musculoso já foi tomando seu lugar, mas parece que ele queria todos os privilégios que o anterior teve, porque ele já veio enfiando o pau no meu cu e novamente de dando um mata leão, mas com um braço bem mais forte me asfixiando kkkkkkk;
Eu até tive, em certo momento, que pedir pra ele apertar mais devagas, cheguei a ficar com a vista turva e sentir que ia desmaiar. Ele aliviou um pouco a pressão e resolveu me foder botando os dois braços por baixo dos meus e juntando suas mãos atrás da minha nuca, me mantendo bem presa. Esse fazia tanta pressão que eu nem conseguia me mexer mais, só levava as roladas na bunda e esmagava o coitado embaixo de mim no processo.
Mas esse também, talvez pela grande pressão que fazia no meu rabo, gozou em seguida, dando a segunda leitada na vaca branca brasileira que os touros negros dominavam. Eu senti seu pau pulsando dentro de mim e ele caindo pra trás de exaustão, falando como eu era puta e minha bunda era apertada, que tinha drenado as bolas dele.
Com satisfação, mas muito cansaço, ouvia tudo e continuei a foda, restando apenas um pra ordenhar. Mas ele não queria mais ser cavalgado e sim meter, me jogou de costas no colchão e veio pro cima, eu me ajeitei com as pernas bem abertas, oferecendo qualquer buraco que ele quisesse meter. Mas ele escolheu continuar fodendo minha xota. Enfiou, apoiou os cotovelos ao redor da minha cabeça e começou a meter forte. Eu sentia o vai e vem e suas bolas batendo na minha bunda.
- Isso vai seu safado! Fode sua puta! Me dá essa caralho preto africano!
- Tás a ver que essa brasileira é uma grande puta! Essa rameira não se satisfaz depois de levar tanto Pila no cu e na cona!
- Nunca me satisfaço! Sempre quero mais rola preta! Me dá, vai? Fode minha cona rosinha, seu safado!
- Vou avermelhar essa cona rosinha toda, vais ficar toda arrebentada de pau!
- Isso, me arrebenta toda! arregaça minha bucetinha seu puto! Quero minha Cona toda ardida de rola preta africana!
- Engole minha rola com essa boca faminta, sua puta brasileira!
- Sou sim! Sou uma brasileira puta que adora pau preto africano! Mostra pra todo mundo como brasileira é puta, vai! Quero toda a África sabendo que brasileira puta adora rola de negão!
- Hahaha, vai se divertir bastante se vieres à Africa, loirinha!
- É? Me leva pra sua tribo e faz todos os machos pretos me foderem, seu cachorro! - Eu sabia que ele vinha de uma tribo proximo da capital pelas nossas conversas, não estava só falando por preconceito antes que alguém me acuse aqui kkkkk.
- Vais ter que aguentar todas as pilas dos machos da minha tribo, sua rameira! Mas essa quenga vai ter fila na porta, porque fode de graça e ainda chama pra casa os africanos pra meterem na sua cona!
- É isso mesmo! Adoro abrir as portas e as pernas pros negões africanos devorarem minha bucetinha e meu rabo loiro!
Depois de meter bastante e falar muita putaria, o terceiro negão me leitou, gozando forte. Ficamos caídos no colchão, ele ainda por cima de mim por alguns segundos até rolar pro lado exausto. Eu estava vermelha, por dentro e por fora, ardida e cercada por 03 negros deitados com as picas molengas que eu tinha drenado com muita força. Bem orgulhosa do showzinho que dei pra minha amiga com seu peguete no sofá, que assistiu tudo. Eu sempre sou bem mais puta e atrevida na frente dela e quando fodemos juntas, até hoje porque continuamos sendo amigas, sempre competimos e nos mostramos uma pra outra, uma forçando o limite da outra, mas a gente adora nosso joguinho.
Depois do sexo, eu levantei e recolhi as camisinhas que ainda estava nos paus dos meus convidados. E sim, eu geralmente acabo não comentando se o sexo aconteceu com camisinha e até usei termos como "me leitaram", mas raramente deixei de fazer sexo seguro, só em situações que fugiram do controle pelo tesão ou que fui pega desprevenida e arrisquei por irresponsabilidade, mas sempre fui bem consciente sobre isso, até porque fiz muito sexo com desconhecidos, não dá pra relaxar sobre . Mas enfim, recolhi as camisinhas e bebi o sêmen deles, o que eu também raramente fazia com desconhecidos, só com pessoas que tinha mais confiança, até porque a chance de dar merda é baixa, mas não é nula kkkk. Eu só fiz pelo tesão e imaturidade da época. Mas eles adoraram me ver bebendo a porra deles. Lambi a camisinha por dentro e chamei eles pro segundo round. Eles toparam, mas precisavam se recompor primeiro, ir ao banheiro etc. Então passamos o resto do dia assistindo tv pelados, eles me masturbando e eu masturbando eles de volta, fizemos bastante sexo, mas dessa vez com bastante calma. Fodi cada um deles individualmente, que aproveitaram todos meus buracos, até porque nem todos ficaram prontos pra ir de novo ao mesmo tempo, um deles até teve dificuldades pra ter uma segunda ereção, mas chupei bastante o pau dele e até botamos um pornô pra rolar, o que fez o gigante despertar kkkkk. Depois de um dia inteiro de putaria, me despedi e eles foram embora pra república onde moravam, eu estava saciada e acabada, só consegui tomar um banho, trocar o lençol do colchão na sala e dormi ali mesmo pelada.
Fui acordada no dia seguinte pelo peguete da minha amiga se preparando pra foder minha buceta. Perguntei onde ela estava, abrindo as pernas pra ele meter e ele disse que eles transaram muito e ela tava dormindo pesadamente, então ele precisava de outra puta pra meter. Adorei a ousadia dele de só vir me foder sem nem pedir permissão e sem ao mesmo uma manhã adequada de descanso já estava levando rola novamente. Eu até hoje digo que os anos na faculdade, tranquilamente, foram os melhores anos da minha, onde mais me desenvolvi, descobri do que gostava, evoluí como pessoa e descobri que essa pessoa é uma grande puta tarada em interracial e rolas negras imensas kkkkkkk.