Moedor de Linguiça

Um conto erótico de Traficante
Categoria: Gay
Contém 537 palavras
Data: 12/05/2026 21:58:46

Tinha um grande amigo chamado Jorge. O sujeito parecia o Jacaré do É O Tchan grandão, presença forte, sempre com aquele jeito malandro e tranquilo. Mas acabou vacilando na favela, se envolvendo com gente errada. E o crime não perdoa.

Sobrou pra mim levar ele até o topo do escadão pra “aplicar o corretivo”.

A gente subia devagar, fumando um cigarro estranho, daqueles que deixam a mente rodando igual ventilador velho. Jorge já tava entendendo que a situação não era boa. Tragava fundo, soltava a fumaça olhando pro chão, tentando disfarçar o medo.

E eu ali, firme nas ideia… ou pelo menos achando que tava.

Só que quanto mais chapado eu ficava, menos entendia o que diabos significava “moer o cara”. Era pra descer a porrada? Era outra coisa? Minha cabeça virou um liquidificador. Fiquei nervoso.

Botei a arma na cara do Jorge e falei:

— Hoje tua vida acaba. Tua família vai sofrer. Tu vai pro moedor de linguiça.

Jorge quase desmontou. Implorava igual cachorro abandonado:

— Pelo amor de Deus, não faz isso comigo…

Mas eu tava tão fora de órbita que já nem lembrava como funcionava tal “moedor”. Pegamos o celular e fomos pesquisar no ChatGPT como aquela geringonça funcionava. Descobrimos: coloca a carne num buraco, gira a manivela, e sai tudo triturado do outro lado.

Quando entendemos aquilo, nós dois nos olhamos… e começamos a rir igual dois idiotas.

Lá no alto da favela. Madrugada pesada. Dois traficantes completamente chapados, pagando de perigosos enquanto rolava esses sentimentos.

O clima ficou estranho.

A fumaça subia lenta. O silêncio bateu. Um encarou o outro por tempo demais.

Aí eu quebrei o gelo:

— Bora parar de hipocrisia então… tu tá querendo e eu também tô percebendo.

Jorge segurou o riso, balançando a cabeça.

— Nós é homem ou não é, porra?

E naquele instante toda aquela cena de filme criminoso desmoronou. Não existia tribunal, execução nem corretivo. Só dois malucos muito loucos, presos numa madrugada quente, tentando entender se queriam matar um ao outro ou se só estavam carentes demais pra admitir qualquer coisa.

Todos preparados para o churasco de carne humana, aquele carvão preto assando minha carne mal passada. A linguiçona pulando na calça. Tudo da vida perdeu o sentido , retirei minhas calças e disse: Entra no moedor de linguiça Jorge. O criolo veio no seco, no bruto, na pressão mesmo. Passou aquela calabresa chapeluda pelo meu anel, e massageava minhas tripas. Pensa num homem que destruiu minhas hemorroidas, a flor de couro ja tava brotando, e o Ficou violento, urrando, suando chegou a me dar dois murros na costela enquanto me rancava bosta.

Mas eu não dou mole não, peguei na minha arma senti a babinha escorrendo no meu piruzinho, e começei a bater uma enquanto moía a linguiça do Jorge.

Gozei gostoso, me tremi todo, enquanto isso Jorge ficou macetando pesado mais meia hora ate se satisfazer como um verdadeiro macho faria.. Fiquei um caco, acabado, gozado, com a flor saindo da bunda, mas estava satisfeito, ate que Jorge aliviado por ter salvo sua vida e pela maravilhosa transa me faz um cafune e me beija na boca.

Peguei a arma e dei dois na cabeça dela pelas costas. Preto viado. Beijar é coisa de boiola

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Enzo Augusto a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários