Minha esposa santinha gostou do marido da irmã parte 16

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3581 palavras
Data: 13/05/2026 06:30:53

O silêncio do corredor da cobertura era tão denso que eu conseguia ouvir o barulho do meu próprio coração batendo, não de medo, mas de uma fúria que estava prestes a transbordar. Eu saí do quarto na ponta dos pés, deixando a Lia lá, dormindo o sono dos justos depois de ter sido usada como um pedaço de carne pelo velho Cláudio. Cada passo que eu dava naquele tapete caro, eu sentia que estava pisando no pescoço de cada um naquela casa.

Quando cheguei perto da dispensa, o vulto da Clara apareceu na penumbra. Ela estava usando uma camisola de seda branca, quase transparente, que deixava ver tudo. Ela não disse nada, só me puxou para dentro do cômodo pequeno, entre latas de conserva e garrafas de vinho de mil reais.

— "Você demorou, Robson," ela sussurrou, a voz carregada de uma urgência doentia. "Eu vi as mensagens da Bruna... eu vi o vídeo do velho com a minha irmã. O Paulo é um frouxo, ele não sabe de nada, mas eu sei. Eu sei que você é o único homem de verdade nesse ninho de cobra."

Eu não respondi com palavras. Segurei o pescoço dela com força, prensando-a contra as prateleiras. O ódio que eu sentia pelo velho, pela Lia e pelo Paulo se transformou em uma energia bruta. Eu queria destruir a Clara, queria que ela sentisse o peso da minha mão e a força do que ela tanto desejava.

— "Você quer sentir o gosto do meu leite, Clara? Você quer ser a próxima a trair esse noivado de fachada?", rosnei no ouvido dela, sentindo o perfume doce que ela usava para esconder a podridão por dentro.

— "Eu quero que você me use... me usa como se eu fosse nada," ela implorou, já puxando a camisola para cima.

A dispensa da cobertura era pequena, apertada e cheirava a madeira e vinho caro, mas o clima ali dentro era de pura selvageria. O silêncio do resto da casa só deixava o som da nossa respiração mais alto. Eu não queria saber de delicadeza; o ódio pela Lia e pelo velho Cláudio estava todo concentrado ali, na ponta do meu pau.

Eu prensei a Clara contra as prateleiras de aço, fazendo as latas de conserva chacoalharem. Ela soltou um gemido abafado quando eu levantei a camisola de seda dela até o pescoço. No escuro, a pele dela brilhava, e eu vi que ela estava completamente nua por baixo, já toda molhada, esperando pelo que sabia que vinha.

Eu não perdi tempo. Tirei meu pau para fora e, sem nenhum aviso, segurei as coxas dela e a levantei do chão. A Clara deu um tranco, segurando no meu pescoço com força enquanto eu entrava nela de uma vez só. O impacto foi seco, fundo, e ela jogou a cabeça para trás, mordendo o lábio para não gritar e acordar o Paulo no quarto ao lado.

Eu comecei a estocar ali mesmo, no alto, sentindo o aperto dela. Cada vez que eu batia, o corpo dela batia contra a parede, um som de carne com carne que ritmava a nossa traição.

Depois de uns minutos, eu a joguei no chão da dispensa, de quatro, por cima de um tapete qualquer que estava ali. Eu queria ver o estrago que eu estava fazendo. Segurei firme no quadril dela e comecei a foder por trás com uma raiva primitiva.

Eu puxava o cabelo dela com uma mão e com a outra dava tapas na raba dela, deixando a marca dos meus dedos na pele branquinha.

O barulho das estocadas ecoava entre as garrafas de vinho de luxo. A Clara rebolava buscando o fundo, gemendo baixinho que eu era o dono dela, que o Paulo nunca tinha chegado nem perto daquele prazer.

Eu a virei de novo, agora deitada em cima de uma bancada que tinha no canto. Abri as pernas dela o máximo que pude, deixando-a totalmente exposta. Eu enfiava com tanta força que o mármore chegava a tremer.

— "Olha pra mim, Clara! Olha quem tá te arrombando enquanto seu noivo dorme!", eu sussurrava, vendo os olhos dela revirarem de tanto tesão.

Ela começou a ter espasmos, as pernas tremiam e ela gozou forte, apertando meu pau como se quisesse que ele ficasse ali dentro para sempre. Eu senti que estava no limite. O ódio e o prazer se misturaram.

Eu não tirei. Eu queria que ela sentisse tudo. Dei as últimas três estocadas, as mais violentas da noite, e descarreguei um jato de leite quente e grosso direto no útero dela. Foi tanto leite que eu senti a pressão dentro dela diminuir enquanto ela desabava na bancada, ofegante, com o suor escorrendo pelo rosto.

Eu saí de dentro dela devagar, vendo o meu rastro escorrer pelas coxas dela. A Clara ficou ali, jogada, com a camisola de seda toda amassada e o olhar de quem tinha acabado de ser destruída e reconstruída por um bicho do mato.

O clima na dispensa ficou ainda mais denso. O cheiro de sexo se misturava com o aroma de carvalho das garrafas de vinho. Ela achou que tinha acabado, mas eu ainda tinha muito ódio e tesão acumulado para descarregar.

Segurei ela pelo queixo, forçando-a a olhar para mim enquanto eu ainda pulsava na mão dela.

— "Acha que acabou só porque você gozou, Clara? O jogo só termina quando eu decidir," eu disse, a voz grossa, sentindo o poder da situação. "Fica de joelhos e abre essa boquinha. Agora."

Ela obedeceu na hora, os olhos azuis brilhando na penumbra, submissa. Mas quando eu ameacei o comer seu cuzinho, ela deu um pulo, segurando meu braço com a mão trêmula.

— "Robson... no cuzinho nao... por favor," ela sussurrou, a voz chorosa. "Da última vez eu fiquei toda assada, passei dois dias andando mal, morrendo de medo do Paulo desconfiar de alguma coisa. Tá muito sensível ainda..."

Eu dei um sorriso de lado, aquele sorriso de quem conhece o ponto fraco de uma mulher como ela. Puxei ela para perto, colando o peito dela no meu.

— "Desta vez vai ser diferente, minha cachorrinha," eu disse, passando a mão com força pela curva do rabo dela. "Desta vez eu vou preparar o terreno. Eu vou lamber cada centímetro desse seu cuzinho, vou deixar ele bem relaxado e babado antes de socar com tudo. Você vai implorar para eu entrar."

A Clara soltou um gemido longo, fechando os olhos. O medo dela foi sendo engolido pelo desejo que eu provocava.

— "Você é um demônio, Robson...", ela murmurou, já se virando de costas e empinando aquele rabo branquinho na minha direção. "Faz o que você quiser... só me faz esquecer que eu sou noiva daquele frouxo."

Eu me abaixei, abrindo bem as bandas da bunda dela. O contraste da minha pele com a dela era nítido. Comecei a trabalhar com a língua, devagar, sentindo ela tremer todinha sob o meu toque. O plano era deixar ela tão louca que, quando eu entrasse, ela não ia nem lembrar do que era dor, só de como o caipira sabia dominar o território.

O silêncio da dispensa foi quebrado pelo som da minha língua trabalhando úmida contra o cuzinho dela. A Clara estava agarrada na prateleira de vinhos, com os nós dos dedos brancos de tanto apertar a madeira, o corpo todo curvado pra me dar acesso total.

— "Meu Deus, Robson... o que você tá fazendo comigo?", ela soltou um suspiro longo, a voz saindo falhada. — "Ninguém nunca... nunca chupou ai desse jeito. Tá gelado e quente ao mesmo tempo..."

— "Fica quieta e aproveita, Clara," eu murmurei entre uma lambida e outra, sentindo ela se arrepiar inteira. — "Não disse que ia preparar o terreno? Quero ver você bem relaxada pra não ter desculpa de que tá doendo depois."

— "Ahnn... mas desse jeito... desse jeito eu não vou aguentar," ela gemia, rebolando o quadril de leve contra o meu rosto, buscando mais contato. — "Sua língua é muito quente... tá entrando tudo... ai, caralho, eu vou amolecer aqui no chão."

Eu enfiei um dedo fundo na frente enquanto continuava com a língua atrás, fazendo um trabalho duplo que deixou ela fora de órbita. O som dos meus beijos estalados na pele dela ecoava no cômodo pequeno.

— "Tá sentindo como tá ficando molinho, Clara? Tá abrindo todinho pra mim," eu disse, sentindo o músculo dela relaxar sob o calor da minha boca. — "Agora para de reclamar que tava assada e sente o que é um homem de verdade cuidando de você."

— "Eu sinto... eu sinto tudo," ela balbuciou, a cabeça jogada pra frente, os cabelos escondendo o rosto. — "Tá me deixando louca... o Paulo nunca nem olhou praí... Robson, por favor, não demora... eu quero sentir ele aí dentro agora. Pode socar, eu não ligo se doer, eu quero você!"

Depois que eu trabalhei bem com a língua, deixando tudo encharcado e relaxado, ela parecia outra mulher. O medo de ficar "assada" sumiu e deu lugar a uma safadeza que eu ainda não tinha visto naquela noite.

Ela se apoiou com os cotovelos na prateleira inferior, empinando o rabo com uma vontade que quase derrubou umas garrafas de vinho. Ela olhou pra trás por cima do ombro, com o rosto suado e o rímel levemente borrado, e o que eu vi me deixou com o sangue estalando.

— "Olha aqui, Robson...", ela sussurrou, a voz carregada de malícia. — "Olha como ele tá... tá chamando por você. Tá vendo?"

Eu cheguei mais perto, com o pau latejando encostado na pele dela, e vi a cena: a boca do cuzinho dela, toda brilhante da minha baba, tava dando pequenas piscadas, contraindo e abrindo num ritmo frenético, como se tivesse vida própria.

— "Ele tá piscando pra mim, né, Clara? Tá com fome?", eu perguntei, passando a ponta do pau bem ali, só sentindo o calor.

— "Tá... ele tá implorando, seu desgraçado!", ela soltou um gemido curto quando sentiu a pressão. — "Olha como ele abre quando você encosta... eu nunca senti isso. Esquece o que eu disse da dor, Robson. Eu quero que você rasgue, eu quero que você entre com tudo até o fundo. Soca esse pau gigante em mim agora!"

— "Tem certeza? Depois não adianta chorar pro Paulo que tá andando estranho," provoquei, dando uma estocada de leve, só pra sentir o aperto da entrada.

— "Foda-se o Paulo! Eu quero ser sua hoje! Olha como ele pisca pra você, Robson... não me faz esperar mais. Me arromba logo, me marca de um jeito que eu nunca mais esqueça esse seu cheiro de bicho!", ela gritou baixinho, o quadril dando trancos pra trás, tentando pescar o meu pau pra dentro dela.

Eu não esperei mais nenhum segundo. Segurei firme na cintura dela, mirei naquele convite todo molhado e empurrei com a força de quem queria atravessar ela. O grito dela foi abafado pela minha mão, mas os olhos dela quase saltaram de tanto prazer e dor misturados. O jogo agora tinha subido de nível.

O barulho na dispensa era só o som seco da carne batendo com força e a Clara tentando segurar o fôlego enquanto eu socava sem dó. Eu tava com as mãos cravadas no quadril dela, deixando a marca dos meus dedos na pele, e a cada entrada, ela dava um tranco pra frente, quase derrubando as prateleiras de vinho.

— "Toma, Clara! Não era isso que você tava pedindo com esse cuzinho piscando pra mim?", eu rosnei, metendo até o talo, sentindo o aperto que parecia que ia esmagar meu pau.

— "Ahnn... meu Deus... Robson!", ela soltou um soluço, e eu vi as lágrimas começando a escorrer pelo rosto dela e pingar no chão de mármore. — "Dói... mas é bom demais... tá entrando tudo, caralho! Você tá me rasgando inteira!"

— "Tá chorando por quê, sua sonsa? Tá doendo ou é o prazer que você nunca teve com o Paulo?", perguntei, dando um tapa estalado no rabo dela que deixou a marca vermelha na hora.

— "É você... é porque é você!", ela gritava baixinho, soluçando de tesão, com o rosto todo molhado e o rímel borrado. — "Eu nunca senti nada chegar tão fundo... parece que você tá tocando minha alma com esse pau... soca, Robson! Não para, me destrói! Eu quero chorar de tanto sentir você!"

— "Pois chora então, chora que eu vou te encher todinha!", eu respondi, aumentando a velocidade. "Quero ver você amanhã no jantar, olhando pra cara do seu noivo e lembrando de cada estocada que eu tô te dando aqui nesse chão!"

— "Eu vou lembrar... ahhh... eu vou lembrar de cada centímetro!", ela balbuciava, o corpo todo tremendo, entregue totalmente. — "Eu sou sua cadela, Robson... me arromba... me enche de leite nesse cu agora! Vai, me mata de prazer!"

Eu via as lágrimas dela brilhando no escuro, um choro de quem tava sendo possuída de verdade pela primeira vez, enquanto eu continuava o massacre, sentindo que aquele jantar de noivado ia ser o enterro da moral de todo mundo naquele prédio.

O clima na dispensa ficou insuportável de quente. Eu dobrei a Clara naquela posição de "galinha assada", com as pernas lá no alto, quase encostando os joelhos no ombro dela, deixando aquele rabo empinado e totalmente aberto pra mim. O cuzinho dela, ainda brilhando da minha saliva e dilatado pelas estocadas, parecia um convite pro crime.

— "Olha o estado que você tá, Clara...", eu disse, a voz rouca de puro ódio e tesão, mirando bem no centro do alvo. — "Toda aberta, com as pernas pro alto igual uma franga pronta pro abate. É assim que você queria, né?"

— "É... desse jeito, Robson... ahnn!", ela gemeu, segurando as próprias coxas pra me dar ainda mais espaço. — "Me olha assim... me chama de qualquer coisa, mas não para. Entra tudo!"

Eu não tive dó. Mirei a cabeça do pau naquele aperto e empurrei com o peso do meu corpo todo. O som foi um estalo úmido, e a Clara jogou a cabeça pro lado, apertando os olhos com tanta força que mais lágrimas escaparam.

— "Puta que pariu, Robson!", ela soltou um grito abafado, a voz saindo espremida. — "Parece que você tá me partindo ao meio... esse seu pau não cabe aqui... mas continua, soca! Soca com força!"

— "Não cabe? Tá entrando é tudo, sua safada!", eu respondi, começando a socar num ritmo bruto, vendo a pele do cuzinho dela esticar no limite a cada entrada. — "Sente o caipira te arrombando no meio desse luxo todo! Sente o mastro lá no fundo!"

— "Eu sinto... eu sinto cada veia dele raspando em mim!", ela soluçava, o corpo dando trancos contra o mármore. — "O Paulo é um menino... ele nunca... ele nunca ia ter coragem de me deixar assim... toda aberta, sendo usada desse jeito... Ai, meu Deus, Robson, vai! Me marca pra sempre!"

— "Vou te deixar tão marcada que você vai sentir o meu rastro em cada passo que der naquele jantar amanhã!", eu rosnei, segurando firme no rabo dela e afundando o pau até o talo, sentindo o prazer me cegar enquanto ela chorava e gemia, entregue à maior humilhação e prazer da vida dela.

Eu tava com a Clara dobrada, o corpo dela todo suado brilhando sob a luz fraca que vinha do corredor. Decidi que não ia dar descanso pra nenhum dos dois buracos dela. Segurei firme na cintura daquela ninfeta e comecei o vaivém, fazendo o revezamento que ia deixar ela completamente louca.

— "Agora o jogo é outro, Clara. Vou arrombar os dois buracos pra você não esquecer quem é seu dono," eu disse, a voz rouca, tirando o pau do cuzinho dela com um estalo úmido e enterrando sem dó na buceta.

— "Ahhh! Robson!", ela deu um grito agudo, o corpo tremendo todo. — "Meu Deus... tá muito gostoso... você tá entrando em tudo! Tá queimando..."

— "Tá queimando porque você tá viva agora, sua sonsa!", respondi, tirando da bucetinha voltando pra o cuzinho com força, sentindo o aperto seco e quente do rabo dela. — "Sente a diferença... sente como o caipira sabe trabalhar em cada buraco seu!"

— "Eu não... eu não consigo nem pensar!", ela soluçava, com o rosto colado no mármore, a bunda empinada recebendo as estocadas. — "Embaixo tá pegando fogo... e em cima parece que você vai me atravessar... Ai! Isso! Alterna... não para!"

Eu comecei a acelerar. Duas na frente, uma atrás. O som da carne batendo era uma música de podridão e prazer.

— "Onde você quer agora, Clara? Na frente ou atrás? Escolhe, vagabunda!", provoquei, sentindo o pau latejar conforme eu trocava os buracos.

— "Nos dois! Eu quero nos dois!", ela gritava baixinho, fora de si. — "Me arromba o cu... agora a buceta... ahnn! Isso! Soca na frente agora! Me enche, Robson! Eu quero sentir você em todo lugar, quero ficar toda suja de você!"

— "Pois vai ficar!", eu rosnei, segurando o quadril dela com tanta força que minhas mãos deixavam marcas roxas. — "Vou te deixar tão larga que nem o Paulo e nem o Sérgio vão conseguir te preencher nunca mais. Você agora é território marcado pelo meu leite!"

Ela só conseguia chorar e rir de tesão ao mesmo tempo, sentindo o mastro entrar e sair, trocando de caminho, destruindo qualquer resto de moral que ela ainda achava que tinha. Aquela dispensa tinha virado um abatedouro de luxo, e ela era a minha melhor presa.

O cheiro de sexo e suor era tão forte que parecia sufocar. Eu já não tinha mais controle, era puro instinto. Segurei a Clara pelos cabelos, puxando a cabeça dela para trás enquanto minhas estocadas finais alternavam entre os dois buracos dela com uma velocidade brutal.

— "Tá chegando, Clara... eu vou despejar tudo!", rosnei, sentindo meu pau latejar como se fosse explodir. — "Vou te marcar por dentro e por trás, pra você nunca mais esquecer esse gosto!"

— "Eu também... Robson, eu tô indo!", ela gritou, a voz falhando, o corpo todo entrando em convulsão. — "Ai, meu Deus! Tá vindo... me destrói! Me enche inteira! Agora!"

Ela travou as pernas lá no alto, as paredes da buceta e do cuzinho apertando meu pau numa pressão insuportável. Foi nesse momento que o mundo dela caiu.

— "Ahhhhhhhh! Robson!", ela deu um grito longo, o rosto banhado de lágrimas e suor. — "Tô gozando! Tô gozando muito! Ai, caralho, que delícia!"

Eu não esperei. Tirei do cu e enterrei na buceta com toda a força, sentindo o primeiro jato de leite quente disparar lá no fundo do útero dela.

— "Toma, sua safada!", eu disse, enquanto descarregava. — "Sente o meu leite te inundando na frente!"

Tirei rápido, lambuzado, e mirei no cuzinho dela que ainda piscava de prazer. Enfiei só a cabeça e descarreguei o resto, o leite escorrendo e sujando tudo por trás.

— "E toma atrás também! Pra selar o serviço!", finalizei, sentindo a última pulsação.

A Clara desabou, as pernas bambas, tremendo da cabeça aos pés. Ela só conseguia balbuciar, o olhar totalmente perdido:

— "Meu... Deus... você me matou... eu tô toda cheia de você... por todo lado... Robson, o que eu vou fazer agora? Eu tô ensopada de você..."

— "Agora você vai dormir com o rastro do caipira em você," respondi, enquanto me limpava com a camisola de seda dela, deixando ela ali, entregue à própria luxúria. — "Amanhã o jantar vai ter um sabor especial."

Entrei no quarto tentando controlar a respiração e a adrenalina que ainda fazia meu corpo tremer. O contraste do escuro do corredor com a claridade lá dentro me cegou por um segundo. A Lia estava sentada na cama, encostada na cabeceira, com a luz do abajur acesa e os olhos fixos na porta.

— "Onde você estava, Robson?," ela perguntou, me medindo de cima a baixo com aquele olhar de quem desconfia até da própria sombra.

Eu dei um sorriso de lado, aquele sorriso cínico de quem não tem mais nada a perder e já viu a podridão que ela esconde.

— "Tava comendo a sua irmã, Lia. O rabo da Clara é bem mais apertado do que eu imaginei," respondi na lata, com a voz mais calma do mundo.

A Lia paralisou por um segundo, os olhos arregalaram, mas logo ela soltou uma risada curta, balançando a cabeça. Dava para ver o brilho de raiva no fundo da pupila dela, aquela irritação de quem se sente afrontada.

— "Engraçadinho... Você adora brincar com o perigo, né?", ela disse, fechando a cara logo em seguida. — "Fala a verdade, Robson! Deixa de ser ridículo. Onde você se meteu esse tempo todo?"

Eu caminhei até a cômoda, fingindo que estava organizando uns papéis, sentindo o cheiro da Clara ainda impregnado na minha pele sob a roupa.

— " Fui beber água e aproveitei para respirar um pouco. Esse ar da capital é pesado, parece que todo mundo aqui esconde um segredo," respondi, olhando para ela pelo reflexo do espelho.

— "É... você está estranho desde que a gente chegou. Deve ser o cansaço," ela murmurou, voltando a se deitar, mas sem tirar os olhos de mim.

Eu me deitei ao lado dela, sentindo o calor do corpo da mulher que se vendeu por 50 mil reais. Fiquei ali, olhando para o teto, com a imagem da Clara toda lambuzada de leite na dispensa ainda queimando na minha mente.

Eu pensei: "Será que essa sonsa não sabe de nada mesmo? Ou será que ela finge que não vê a irmã sendo arrombada só para não perder o conforto desse apartamento?"

O silêncio voltou a tomar conta do quarto, mas para mim, o barulho da traição era ensurdecedor. Amanhã, naquele jantar, as máscaras não iam apenas cair; elas iam ser estraçalhadas no chão de mármore.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 29Seguidores: 82Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Caraca , essa lia é uma bandido mesmo.

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Será que ela acredito que ele não fez nada ou é só fingimento. Olha que fingir é com ela mesma, sonsa do caralho. Ancioso pra ver esse circo pegar fogo mas torcendo pro Robson já a Lia na minha opinião tem que se ferrar.

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Delícia de conto. Sexo raiz, com pegada e tesão!

Pelo tesão deve ter engravidado a cunhadinha. Imagina o Paulo criando um filho seu como dele kkkk

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Poxa ! Pensei que seria nesse capítulo que a casa de muitos iriam cair

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