Surpresa na visão.
Vou fazer um relato que aconteceu quando eu estava no ensino médio (antigo 2º grau) e eu estava fazendo cursinho pré-vestibular no período da tarde. Devo salientar que sou hoje uma mulher de 45 anos. Branca, extremamente branca, magra e um pouco alta. Meu nome fictício é Catarina.
Naquela época eu morava em uma cidade do interior de minas, não muito pequena e tinha muita gente com dinheiro, sendo que a maioria eram fazendeiros. No bairro onde eu morava, um pouco afastado do centro da cidade, havia muitas construções de novos prédios e casas de alto padrão. Eu descia do ônibus e passava entre estas construções para poder chegar a minha casa. Havia uma construção entre as outras, estava com a obra praticamente paralisada e de tempos em tempos retomavam e novamente paralisavam. Era raro ter muitos trabalhadores no local, sempre poucos. Todos os dias eu passava em frente esta obra e nela sempre eu via um homem. Alto, negro e de aparência jovem. Sempre estava ali, eu pensava que deveria ser o vigilante pois nunca saía da obra. Mesmo nos dias que eu chegava mais tarde, ele lá estava rondando pela área da construção. A construção era cercada por placas de madeira e tinha um portão improvisado com duas destas placas amarradas por correntes, mas sempre estavam abertas. Eu passava e o via rondando a obra, muitas vezes sem camisa exibindo seu tronco forte e braços bem potentes. Eu passava pelos fundos desta obra porque dava acesso a rua da minha casa mais acima assim eu evitava dar uma volta enorme até a parte de cima para chegar a minha rua, já estava acostumada com este trajeto e meu bairro não tinha histórico de violência.
Às vezes, tinha outras pessoas lá quando eu passava. Não era incomum eu ver um carrão no pátio da obra e um senhor de 60 anos acho conversando com o homem que lá ficava, também já tinha reparado que ele costumava levar uma mulher com ele. Creio que era a esposa, porém aparentava ser muito mais jovem, acho que uns 30 anos.
Um dia, eu estava lá passando um pouco fora do horário que costumeiramente passava e notei o portão fechado. Isto era incomum, sempre estava aberto. Como se tratava de uma obra iniciada há uns 5 anos as placas de madeira que cercavam a obra, umas já estavam quebradas ou podres, então conseguia olhar dentro do pátio por frestas e aberturas causadas pelo tempo. Curiosas como sempre fui, olhei por uma destas aberturas e notei que tinha um carro parado lá, mas não era o mesmo de sempre. Não sei por qual motivo mas eu parei e fiquei observando pelo buraco do tapume por um tempo e, de repente aparece a mulher que eu via acompanhando o senhor mas ele não estava ali. Ela estava acompanhada por aquele homem que sempre estava ali, vigiando. Não conseguia ouvir tem o que conversavam mas podia ver que os dois pareciam se conhecer há bastante tempo, conseguia ver uma certa amizade.
Fiquei olhando os dois e corri os olhos pela redondeza para ver se não tinha ninguém me observando. Como estava sozinha continuei a observar os dois e quando voltei a olhar, o homem estava abraçando a mulher de uma forma que claramente já estava acostumada com o contato dele. Ela, uma mulher branca como eu, porém tinha os cabelos loiros por conta de pintura. Era mais baixa que ele, sendo que ela não passava dos ombros dele em altura. De repente ele puxou o rosto dela e a beijou na boca. Os dois ficaram se beijando e abraçando. Eu pensando: Ela casada e trai o marido com o vigilante da obra. Um contraste evidente entre uma mulher branca e um homem bem maior que ela, negro e forte. Em mim acendeu um desejo estranho que eu nunca havia alimentado. Ver aquela cena escondida estava me dando muito desejo e continuei a assistir a cena que os dois me presentearam, mesmo sem o consentimento dos dois. O homem negro continuou beijando e abraçado a mulher foi guiando ela até o carro encostando ela no carro agora a espremia entre ele e o veiculo. Suas mãos alisavam o corpo dela desde o pescoço até sua bunda. Ele então enfia suas mãos por baixo da saia dela e começa a alisar suas coxas e sua bunda, agora sem nenhum pano a cobrir, somente a calcinha. Ela, aos toques do seu amante, funcionário sei lá como chama-lo, se retorcia toda. Curtia muito estar nas mãos daquele negro. Ele sem cerimonia nenhuma com ela, o que me fez pensar que já faziam isto a um bom tempo, começa a explorar mais do corpo dela, enfiando uma mão dentro da calcinha dela, fustigando sua boceta. Ela para de beijá-lo para conseguir respirar e abre as pernas consentindo ele a esfregar seus dedos na sua parte mais intima. Ele volta a beijar a mulher, e agora claramente podia ver que ele enfiava os dedos dentro da gruta dela que rebolava com a masturbação que o negro aplicava. Ele com uma mão abre a porta do carro e a faz deitar no banco de trás com as pernas para fora. Se agacha e puxa a calcinha dela até os calcanhares, abre suas coxas e enfia sua cabeça entre elas, chupando sua boceta com bastante vontade. Ela se contorcia empurrando sua pélvis contra a cabeça do negro que devorava sua boceta.
Eu nunca tinha assistido a um simples filme erótico, no auge da minha virgindade senti um calor estranho entre as coxas e um arrepio nos seios. Claro que já me masturbava as vezes, mas nunca pensei eu presenciar uma cena destas. De repente me pego sentindo tesão em assistir um casal se pegando. Acho que pelo inusitado da situação, sei lá.
Observando os dois noto que ela agora começava a rebolar na boca do negro e em pouco tempo ela se move rapidamente e pelo jeito gozou na boca dele.
Ele se levanta e ela agora senta no banco com as pernas para fora. Puxa ele para perto e começa a desabotoar sua calça. Abaixa juntamente sua cueca até para baixo dos joelhos, expondo um pênis grosso e com uma glande volumosa mas não grande demais. Para mim era muito grande, jamais conseguiria aguentar aquilo ainda mais por ser virgem ainda. Ela segurou o pênis do negro, ainda meio mole e começou a alisar masturbando ele com as duas mãos. Ela olhava para aquela peça de carne preta com uma admiração como se fosse um troféu. Ela então fecha os olhos e começa a beijar a cabeça daquele tronco que agora estava crescendo e ficando bem duro. Ele segura a cabeça dela e a faz enfiar a cabeça toda na boca. Notei que ela já estava acostumada a chupar o pau dele, pois fazia com gosto. Eu conseguia ver ela passando a língua por baixo da cabeça quando ele puxava um pouco para fora.
Novamente olhei e me certifiquei que não tinha ninguém me vendo e continuei com minha observação, agora ela engolia o pau quase todo, escancarando sua boca para engolir ao mesmo tempo que alisava delicadamente o saco enorme que se contraía ao contato das unhas.
Um enorme desejo tomou conta do meu corpo e senti até vontade de estar no lugar dela, mesmo eu não tenho o menor desejo de me relacionar com homens negros, porém a cena era muito excitante para mim.
Ela chupou o cacete daquele homem negro que empurrava ao máximo para dentro da boca dela, e ela parou um pouco limpando sua boca da baba que encheu a boca dela. Agora eu via o tamanho do pau que ela acabara de chupar, eu imagino que uns 20 cm ou mais e bastante grosso. Ele puxa ela para fora do carro e a faz entrar agora com a bunda para fora, na posição de 4. Levanta sua saia e expõe uma bela bunda branquinha. Começa esfregar a cabeça do seu cacete entre suas coxas até alcançar seu anus, ela somente rebola vagarosamente, curtindo as pinceladas de pau preto contra suas carnes albinas. Ele segura seu gigante bem no rumo da boceta e desfere o primeiro golpe, ela chega a jogar o corpo para frente. Ele a segura pela cintura e começa a enfiar seu pau nela com força mas de forma lenta. Ela agora começa a empurrar sua bunda contra o corpo do negro e em pouco tempo ele já está com seu pau grosso todo dentro dela. Os dois começam a se movimentar e consegui ouvir nitidamente ela dizer para ele meter bem fundo. Ele agora soca seu pau todo dentro dela que rebola muito e começa a disparar gemidos anunciando um gozo forte, consigo ver os espasmos dela e ele continuando a meter todo o cacete sem ao menos se importar com isto. Ele acelera os movimentos e empurrando vigorosamente acaba gozando nela também. Assim que ele retira o pau de dentro dela, consigo notar o esperma escorrer pra fora da boceta e molhar toda sua virilha, era muito esperma para um homem só, achava eu.
Não nego, estava com minha mão dentro da minha calça melhor, da calcinha com um dedo brincando no meu clitóris. Estava muito excitada e nem notei que me masturbava vendo os dois fodendo.
Ela se levando do carro e apanha um pacote de lenços umedecidos na sua bolsa, limpa sua boceta e virilha, parte das coxas onde o esperma do negro escorreu. Depois limpou delicadamente o pau do negro e novamente beijou seu cacete. Nesta brincadeira ela acabou pondo novamente o pau dele na boca, passando a língua em torno da cabeça inchada e roxa.
Eu imaginava que deveria ser muito bom dar para um negro pois ela fazia isto com cara de muito prazer. Não levou muito tempo e o pau dele estava de novo em pé enchendo a boca dela completamente.
Agora, ele se sentou no banco do carro com as pernas para fora, e ela sentou em seu colo, levando o pau dele de novo para sua boceta com sua mão. Aquela cena de ver suas carnes brancas se abrindo para um cacete preto, inéditas até este momento para mim, agora causava um furor em minha boceta, eu ardentemente queria sentir aquele pauzão dentro também, porém por ser virgem me contentei em enfiar apenas a pontinha de um dedo na minha bocetinha. Ela ficou sentando e levantando e eu via aquela tora preta sumir dentro dela até que ela começou a se mexer rapidamente e novamente goza no pau dele. Ele puxa ela para seu colo fazendo ela engolir totalmente o cacete dele. Ela tremia e segurou na porta aberta quando gozou. Ele sai do carro empurrando ela, e a coloca de novo no carro na posição de 4, aponta seu cacete super grosso na direção de sua bunda, bem no rumo do anus. Encosta sua cabeça no anus dela que agora contrai a bunda e ouço claramente ela reclamar: no meu cu não por favor.
Ele não diz nada, apenas continua a esfregar a cabeçorra no cuzinho que piscava. Ela continua a dizer que no cu não mas também não faz nada para evitar. Ele cospe na cabeça do cacete e encosta novamente, leva uma mão até a sua boceta e fustigando sua boceta começa a empurrar para dentro do cu dela. Ela reclama que tá doendo, mas fica quieta. Ele para por um momento acho que para ela se acostumar, e depois começa a empurrar novamente. Agora ela não fala mais nada e ele consegue empurrar a cabeça para dentro do cu dela, forçando seu anel a ceder. Ela exclama uns ais e acho que pela manipulação da boceta aquilo acabava fazendo ela a deixar ele comer seu cu. Ela reclamava quieta e ele vagarosamente enfiava seu cacete preto no cu dela e ela em um ai incontido confirmava que seu anel cedeu ao poderoso membro negro. Ele agora enfiava cada vez mais fundo no cu sem resistência.
À medida que ele se movimentava e mexia em sua boceta ela agora consentia claramente em dar seu cu para ele meter e que ele fez sem dó, agora enfiando fundo e retirando quase todo de dentro dela. Ela começou a gritar, não sei se dor ou por prazer talvez os dois, e novamente os espamos tomam conta do corpo da mulher branca, patroa do vigilante, curtindo o empalamento que ele a impunha. Agora ela recebia em seu cu o pau todo e num ato incontido empurra sua bunda contra o pau do negro e goza forte novamente. Ele acelera os movimentos e também goza, enchendo o cu da sua parceira com sua porra.
Eu, nesta hora, resolvi retornar a realidade e rapidamente tomei o caminho de casa sem olhar para trás e evitando fazer o mínimo barulho. Cheguei em casa e me enfiei no banheiro para me lavar mas não me contive e acabei me masturbando no banho, lembrando daquela tora monumental que fodeu aquela mulher casada. Pela primeira vez me permiti enfiar um dedo na minha boceta sentindo a dor de passar pelo hímem virgem, só pensava naquele pau descomunal me comendo e gozei forte como nunca havia gozado.
Passados uns 28 anos do acontecido, ainda lembro do ocorrido como se fosse há uns minutos atrás. Confesso que passei a assistir muitos vídeos de mulheres brancas se envolvendo com negros, mas nunca tive uma experiência sequer. Nunca ninguém ficou sabendo disto, mantive segredo absoluto sobre isto. Não sei se algum dia terei coragem de me permitir algo assim, por mais que sinta vontade ao lembrar do que vi. Meu marido sempre fala quando estamos transando se eu não gostaria de dar para um negro, ele tem fetiche. Eu simplesmente falo que não tenho desejo nenhum por outro homem. Ele não precisa saber do meu segredo.
Espero que tenham gostado do meu relato.