O hospital do prazer

Um conto erótico de Casal Maravilhoso
Categoria: Heterossexual
Contém 690 palavras
Data: 13/05/2026 10:06:17

Eu nunca imaginaria que uma simples visita ao hospital pudesse despertar algo tão intenso dentro de mim.

Eu e Marcelo, saímos cedo da pequena cidade do interior de São Paulo para visitar um primo internado em um hospital maior da região. A viagem foi silenciosa no começo, mas bastou entrarem no estacionamento para Marcelo lançar aquele olhar provocador que eu conhecia bem.

— Você veio sem sutiã, né? — perguntou baixo, enquanto desligava o carro.

Sorri discretamente.

— Foi você quem pediu.

Marcelo adorava o jogo da provocação. Aos 49 anos, continuava fascinado por mim. Eu gostava da sensação de ser desejada — principalmente quando percebia os olhares discretos dos outros homens.

O vestido leve que usava marcavam minhas curvas com delicadeza. Nada vulgar. Apenas o suficiente para chamar atenção quando caminhava pelos corredores claros do hospital.

Enquanto esperavam o horário da visita, Marcelo fazia pequenos comentários ao pé do ouvido:

— Aposto que metade desse hospital já reparou em você…

Fingia indignação, mas sentia o calor subir pelo corpo.

Foi então que avistei.

O enfermeiro surgiu empurrando um carrinho de medicamentos pelo corredor. Alto, braços fortes sob o uniforme justo, barba bem feita e um olhar firme que contrastava com a voz calma ao falar com os pacientes. O crachá dizia “Rafael”.

E ele reparou em mim.

Não foi um olhar rápido. Foi lento. Demorado o bastante para eu perceber.

Marcelo percebeu também.

— Interessante… — ele comentou, divertido.

— Para com isso.

Mas já era tarde. A tensão tinha começado.

Durante a visita ao parente, eu mal conseguia prestar atenção na conversa. Em vários momentos via Rafael passando pela porta do quarto, trabalhando, concentrado, mas sempre lançando olhares discretos em minha direção.

Quando saímos do quarto, Marcelo disse que iria buscar café na lanchonete.

— Te encontro aqui em cinco minutos.

Sozinha no corredor, senti o coração acelerar quando Rafael se aproximou.

— Acompanhante do quarto 214? — perguntou ele, profissional.

— Sim…

Ele sorriu de canto.

— Seu marido foi tomar café?

Hesitei, surpresa com a ousadia.

— Foi.

Rafael inclinou levemente a cabeça para um corredor lateral.

— Preciso pegar alguns medicamentos na sala de apoio… você pode me ajudar segurando uma caixa?

Sabia que aquilo era apenas uma desculpa.

E mesmo assim fui.

A sala de medicamentos era pequena, iluminada por uma luz branca fria e cercada por armários metálicos. Assim que a porta se fechou, o silêncio pareceu engolir o som distante do hospital.

Rafael aproximou-se devagar.

— Você sabe o efeito que causa, não sabe?

Senti a respiração falhar.

Era errado. Perigosamente errado.

Mas havia algo intoxicante naquela situação: o hospital movimentado lá fora, o risco de alguém entrar a qualquer momento, o uniforme dele, a tensão acumulada pelos olhares trocados.

— Eu sou casada… — disse em voz baixa.

— Eu percebi.

Ele manteve os olhos presos aos meus.

— Mas também percebi que você gostou de ser observada.

Tentei responder, mas o próprio silêncio acabou confessando mais do que deveria.

A proximidade entre nós dois aumentou lentamente, carregada de desejo e adrenalina. Cada ruído no corredor fazia seu coração disparar ainda mais. Rafael tocou minha cintura de maneira firme, enquanto eu sentia a culpa e a excitação se misturarem perigosamente.

Naquele instante, percebi que não era apenas sobre traição.

Era sobre ser desejada.

Ser observada.

Ser tirada da rotina tranquila do interior e mergulhada numa fantasia intensa e proibida.

Rafael me virou, erguendo meu vestido, sua mão alisando meu corpo, quando senti puxando minha minúscula calcinha de lado. Não tínhamos muito tempo, quando senti sua pica encostando em minha bucetinha. Então me debrucei um pouco para facilitar, quando ele foi me penetrando. Me arrepiei inteira e com uma força bruta, Rafael começou a meter forte, apertando meus seios pelo tecido fino do vestido.

Minha vontade de gritar era grande, mas tinha que me controlar, e com uma força e virilidade jovem, Rafael explodiu com um gozo maravilhoso dentro de mim, me deixando de pernas bambas.

Quando deixamos a sala minutos depois, ajeitando o vestido e tentando me recuperar, sentindo a porra escorrendo pelas minhas coxas, vi Marcelo encostado no fim do corredor, segurando dois cafés.

E o sorriso discreto dele parecia dizer que talvez tivesse entendido exatamente o que havia acontecido.

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