Pra quem não me conhece, sou dentista Dom, 27 anos, loiro e louco por sexo e Sado, mas essa série de contos que vou começar aconteceu há alguns anos, lá por volta de 2006, na época da escola
Jonathan sempre foi um dos meus melhores amigos da escola. Desde muito novos, partilhávamos tudo e fazíamos praticamente tudo juntos. Fazíamos trabalhos de escola em dupla, almoçávamos, lanchávamos, saíamos nos finais de semana e nessa idade, os hormônios estavam a flor da pele, até pegávamos meninas juntos, mas cada um na sua.
Eu tinha minha namoradinha, que se chamava Ana Beatriz. Ele já era mais solto e tinha umas duas ou três, mas eu sempre reparei que não ficava com uma por muito tempo e não comentava muito sobre o que fazia com elas.
Em um final de semana, saímos para uma festa teen: eu, Ana Beatriz, ele e uma peguete dele. Nessa época ainda não existia Uber, então meu pai deu carona pra todo mundo. Na volta, deixamos as meninas em casa e Jonathan iria dormir lá em casa.
Quando entramos em casa, ele começou a falar:
— Mano, tô meio mal, cara.
— Tô vendo, cara. Bebeu pra caralho, né?
— Pra caraalho, mano… Se eu chegasse assim lá em casa, meu pai ia falar pra caralho na minha cabeça. Ainda bem que tu falou pra eu vir dormir aqui.
— Poo, véi… de boa. Mas manda mensagem aí pro teu pai pra não dar merda. Da última vez ele ficou puto porque tu não avisou.
O cara caiu na cama praticamente apagado. Ainda falei:
— Pô, cara… na minha cama de roupa não.
Mas ele nem respondia mais.
Falei “vai se fuder”, né. Comecei a tirar a roupa dele: jaqueta preta, camisa, cinto, tênis, meias… calça jeans e a cueca box preta. Puxei ele pelo braço na direção do banheiro.
Ele falou meio embolado que queria cagar. Até então, tínhamos uma relação de irmãos, então não liguei e ajudei ele… afinal se um dia precisasse, esperava o mesmo dele. Sentei ele pelado no vaso. Logo ele fez força e começou a se esvaziar. Tirei minha roupa toda e fui pelado pro box tomar um banho quente.
Então ele me chamou. Estava meio zonzo pra levantar do vaso. Quando olhei, o pênis dele estava ereto. O safado estava afim de putaria, e ver aquele pau ali, mexeu um pouco comigo. Pensei comigo: ficou sarando na menina a festa toda e ainda sobrava pra mim ajudar. Puta merda.
Fui lá e ajudei Jonathan a levantar. Fomos pro box juntos. Mandei ele apoiar as mãos na parede, ficando levemente encurvado pra frente, de costas pra mim, enquanto eu começava a ensaboar ele. Passei shampoo no cabelo dele, passei esponja pelo corpo todo.
Ao passar as mãos no corpo dele, minha rola foi ficando ereta. Fui massageando sua bunda lisinha e carnuda, espalhando sabonete líquido devagar entre suas pernas, provocando ele aos poucos. Cada vez que eu chegava mais perto, ele retraía o corpo num arrepio involuntário.
Agachei atrás dele e dei uma mordidinha naquela bunda gostosa. Abri mais as pernas dele e peguei em seus testículos, massageando devagar enquanto mordia de leve sua pele molhada. Jonathan respirava mais forte a cada toque, claramente excitado com a situação.
Continuei provocando ele lentamente, deslizando os dedos ensaboados enquanto o corpo dele reagia inteiro ao que eu fazia. O clima no banheiro já tinha mudado completamente. O pênis dele permanecia ereto enquanto a água quente escorria pelo corpo dele.
Enchi a mão de sabonete líquido e comecei a masturbar ele devagar. Minha mão ia e vinha na sua vara, deixando sua respiração cada vez mais forte e ofegante. Colei meu corpo no dele, sentindo meu pênis tocar sua bunda molhada e lisa.
Enquanto lambia sua nuca molhada, sentia ele se arrepiando inteiro e o pênis dele pulsando em minha mão. Tirei a mão antes que ele gozasse. Ele só iria gozar na hora que eu quisesse.
Mandei ele ajoelhar e virar de frente pra mim. Ele obedeceu, e eu aproximei meu pênis ereto da boca dele, provocando devagar. Jonathan segurou minha cintura enquanto eu conduzia os movimentos, completamente tomado pelo tesão daquele momento.
O clima entre nós já estava fora de controle. Ele me olhava de um jeito diferente, misturando desejo, curiosidade e entrega. Continuei segurando seu rosto enquanto ele me provocava, sentindo minha respiração ficar pesada e meu corpo inteiro pulsar de excitação.
Sem conseguir segurar muito mais, acabei gozando. Jonathan continuou ali, me encarando, ainda ofegante. Segurei seu rosto por alguns segundos antes de puxá-lo de volta pra cima.
Levantei ele e voltei a provocar devagar, passando a mão pelo corpo dele enquanto ele respirava forte, claramente no limite. Toda vez que eu percebia que ele ia gozar, diminuía o ritmo só pra ver a reação dele, aumentando ainda mais a tensão entre nós.
A agonia dele querendo gozar e eu controlando aquilo me dava ainda mais tesão. Minha vara ficou dura de novo rapidinho.
Desliguei o chuveiro e fomos pra cama. Ele foi abrir uma gaveta minha pra pegar alguma roupa, mas eu impedi e disse:
— Ooo cara… vamo dormir pelado, mano. Acha que terminei?
— Pô, mano… tô com frio, cara.
— Vem cá que eu te esquento. Deita logo aí, ô buceta…
Ele deitou na minha cama de casal, e eu me deitei ao lado dele. Virei seu corpo de bruços e acomodei um travesseiro sob sua cintura, fazendo com que ele arqueasse levemente as costas. A intenção entre nós já era evidente desde o instante em que a porta do quarto se fechou.
Aproximei-me devagar, deixando meus lábios passearem por sua nuca e pela curva da orelha. O arrepio imediato que percorreu o corpo dele me fez sorrir. Fui descendo lentamente pelas costas, acompanhando a linha da coluna com beijos demorados e respiração quente, sentindo sua pele estremecer a cada toque.
Entao abri com as duas mãos a bunda dele. O furinho dele ali fechadinho... Não resisti e passei minha lingua bem no olho do cu dele. Ele se mexeu todo na hora respirando mais forte. Enfiei uma mão embaixo dele e puxei seu saco escrotal pra trás, por entre as pernas. Abocanhei seus ovos, um de cada vez... Mexendo eles com a língua dentro da minha boca. Foram minutos disso... E voltei para o cuzinho dele. Lambidas e mais lambidas... Um arrepio atrás do outro...
Abri suas pernas com os meus joelhos.
Seu pênis brilhava babinha pré gozo.
Posicionei minha vara no centro da bunda dele e disse baixinho...
- Abre pra mim, mano...
- Que tezao do caralhoo, cara.
- Safadinho... Então aguenta. Vai ser minha putinha bêbada essa noite.
Fui forçando a entrada mas não passava.
Segurei ele pelos ombros e forcei duma vez!!!
Caraaaalhoooo....a cabeça da minha rola penetrou rasgando ele. Ele fez cara de dor e segurou um grito. Pela primeira vez rapidamente abaixei a cabeça e beijei ele na boca... Enfiei minha lingua na boca dele. Ele assustado e confuso correspondeu. Começamos a nos beijar gostoso... com força e calor. Nunca tinha feito isso com outro cara, apenas com as gatinhas.
Ele fechou os olhos e respirando fundo penetrei mais. Ele chorava me beijando. A dor foi tanta que o pau dele ficou molinho e melecado de babinha.
Logo comecei um vai-e-vem nele.
Afastei nossas bocas e senti o pau dele ereto de novo entre nossos corpos. Ele permanecia de olhos fechados fazendo careta a cada estocada.
Seu pênis ereto era esmagado entre nossos corpos se apertando, sarrando numa agonia de sexo quente e gostoso. Agora ele estava autorizado a gozar.
Então ele abriu os olhos... Me olhou fundo, abriu a boca respirando forte e gemendo baixinho começou a tremer. Jatos quentes brotavam entre nossos corpos deixando nossa barriga enxarcada pela sua ejaculação. Jatos e mais jatos eram expelidos da rola dele entre nossos corpos.
Ver meu amigo hétero ali gozando com minha rola atolada nele, se contorcendo de prazer, me fez chegar ao limite. Abaixei o rosto chupando o peitinho magro dele. Lambi o seu peitinho...
Respirei forte sentindo minha rola inchar e pulsar, me fazendo despejar meu sêmem dentro de seu corpo quentinho acessado por aquele orifício apertadinho. Meus espasmos seguidos me faziam mexer o pênis molhado dentro dele. Meu pênis se mantinha ereto lá dentro. É um tezao inexplicavel a sintonia entre nós dois.
Ficamos ali conectados uns 5minutos e sorrindo pra ele recomecei um leve vai-e-vem que logo se transformou num mais acelerado... Ele parecia não acreditar que eu estava o enrabando de novo. Seu rosto franzia indicando dor até que um calafrio me veio junto com um estufamento no pênis e sem conseguir segurar, novamente gozei dentro do meu putinho hétero. Bem menos gala saiu, mas o zunido no ouvido e o êxtase foram maiores que os anteriores.
Tirei o pau de dentro dele todo molhado de esperma. Com minha cueca limpei o corpo de nós dois por fora, mas mandei ele dormir com minha porra dentro de seu cuzinho.
A bebida relaxou ele e acabei descobrindo em nós uma brotheragem que até então, não existia e mais uma coisa para fazermos juntos!