A transformação de minha esposa tímida em uma deliciosa hotwife (2ª parte)

Um conto erótico de Lael
Categoria: Heterossexual
Contém 3657 palavras
Data: 13/05/2026 14:51:22

Durante os meses de namoro e noivado, percebi que Sônia, além de religiosa e de ter um papo agradável, era extremamente prendada. Apesar de em sua casa ter uma empregada, ela fazia questão de preparar pratos e sobremesas sempre que eu ia. Também estava sempre cheirosa e levemente maquiada. Em contrapartida, tinha algumas coisas que podiam mexer com ela, por exemplo, uma notícia na TV sobre acidentes ou crimes; uma simples discussão entre o chato do pai com esposa ou mesmo de estranhos na rua, como em uma ocasião em que dois motoristas desceram de seus carros para trocarem socos, aquilo era o suficiente para deixa-la com medo.

Aprendi que em todos esses momentos, precisaria lhe passar segurança e creio que consegui, pois Sônia se apegou a mim de tal forma que não via a hora de sair de casa para viver comigo.

Chegou a nossa noite de núpcias. Eu pretendia seguir os conselhos que recebi na igreja, de que o sexo não podia ser um mar de loucuras e aberrações, mas sim, um ato de intimidade onde apenas algumas poucas coisas eram permitidas. A doutrina mais conservadora que era a que eu seguia, além de considerar como antinatural o sexo anal, condenava também o oral e até posições mais ousadas, como a esposa ficar de 4 ou por cima. Diziam que o aceitável era o tradicional papai e mamãe ou no máximo de lado.

Quando ficamos a sós no quarto de hotel, disse que se ela estivesse cansada, poderíamos deixar para o outro dia, mas Sônia foi se aprontar no banheiro e voltou um tempo depois, com uma camisola preta de renda que me permitia ver sua calcinha e sutiã. Começamos a nos beijar com calma e a despi.

Eu não era virgem, mas estava há seis anos sem transar, já para Sônia, aquilo tudo era novidade, porém sua confiança em mim era tanta que a mesma não se acanhou quando pedi que ficasse em pé um pouco para que olhasse seu corpo completamente nu. Seus seios eram pequenos, mas tinham um formato lindo como os de uma ninfeta, levemente arrebitados e com aréolas médias marrom claras, tinha cintura fina, pernas esguias, a boceta média com pelos negros no formato de triângulo ao contrário. O bumbum, como eu já imaginara, era lindo, médio arredondado, arrebitado e sem nenhuma celulite, porém evitei olhá-lo com medo de não resistir e passar dos limites.

Fiquei maravilhado com aquela mistura de ternura e sensualidade, eu realmente tinha me casado com uma linda mulher.

Nos deitamos na cama, ficamos um tempo nos beijando e alisei seus seios suavemente. Em minha mente, começaram vir imagens de um passado apagado, coisas mundanas que fiz e que chocariam até aos mais liberais, mas eram apenas flashbacks piscando rapidamente. Os seis anos infames que vivi, felizmente, tinham sido deletados do meu consciente graças a um acidente e também à minha conversão religiosa.

Procurei agir como um marido carinhoso e não libidinoso. O máximo que fiz foi mamar os seus seios, acaricia-los, passar a língua calmamente neles, beijar seu pescoço, boca e rosto. Sônia estava ofegante, arrepiada e gostando daquilo, mordia o lábio inferior com os olhos fechados. Um tempo depois, coloquei meu pau de 19cm, bem grosso, veiúdo e já duro para fora, ela arregalou seus lindos olhos negros e soltou um “Nossa!”, mas, em seguida passou a olhá-lo com admiração.

Com certo receio, levou sua mão delicada de dedos finos e cumpridos até ele e começou a tocá-lo, um tanto sem jeito, mas menos do que eu esperava, deu início a uma punheta suave. Fechei os olhos, após seis anos uma mulher me tocava.

Um tempo depois, expliquei-lhe que por ser a primeira vez, ela sentiria um pouco de dor, mas que pedisse para eu parar quando quisesse. Timidamente, Sônia balançou a cabeça e abriu as pernas. Vi que sua boceta tinha os pequenos lábios e o clitóris médios. Após mais alguns beijos, passei a penetrá-la bem devagar, foi um pouco complicado, talvez pela grossura, além, claro, dela ser virgem, mas consegui. Transamos por alguns momentos no papai-mamãe. Para mim, estava delicioso, sentir aquela bocetinha tão apertada de pelos negros contrastando com a pele branquinha e após alguns minutos, passei a bombar mais forte, meu tesão foi aumentando por foder uma mulher tão linda, até que explodi num gozo profundo.

Depois, vi um pouco de sangue em meu pau e também no lençol. Minha agora esposa, perdera sua virgindade. Foi ao banheiro e se lavou, depois voltou e se deitou ao meu lado, perguntando se eu tinha gostado. Parecia preocupada em me agradar.

-Foi perfeito, amor. Mas futuramente será melhor também para você.

Claro, que Sônia não gozou, era sua primeira vez, mas a mesma me confessou que gostou do que fizemos antes e também de me sentir dentro dela:

-Nem acreditei que conseguiria aguentar esse negócio todo dentro de mim, mas houve momentos em que senti algo muito gostoso. – Disse-me rindo com vergonha no outro dia.

Fomos para a nossa lua de mel no Sul. Tudo ocorreu bem, creio que em algumas ocasiões, Sônia chegou a gozar, mas como nossas preliminares eram “light” para dizer o mínimo, eu precisava segurar bastante para que a mesma conseguisse chegar lá.

De volta a São Paulo, nossos primeiros meses de casados foram excepcionais. Saíamos, íamos à igreja, transávamos numa frequência razoável. Após 4 meses, num almoço em família, em nossa casa, o general disse de maneira arrogante:

-E vocês como é que é? Quando vão me dar um neto? Será que estão pelo menos tentando? – Disse me olhando com certo desprezo.

Minha sogra tentou repreende-lo

-O que é isso, Fontana? Isso é uma coisa muito íntima para se falar, ainda mais à mesa.

-Deixa, mamãe. Sim, papai, queremos ter pelo menos uns 3 filhos, mas isso ocorrerá no momento certo, lembra que depois do meu irmão, minha mãe demorou a engravidar novamente? -Respondeu minha esposa.

-Sim, mas o motivo da minha pressa é outro, quero estar saudável, pois faço questão de ensinar meus netos para que se tornem homens e sigam a carreira militar. O regime há de durar mais de 50 anos, já eu, nem tanto, por isso, se apressem e me deem pelo menos um neto logo!

A calma que adquiri após me tornar um religioso me impedia de me sentir ofendido ou mesmo chateado pelos modos rudes do general ou de qualquer pessoa, na verdade, eu tinha uma paz tão grande no falar que muitas vezes desarmava quem me atacava ou irritava a ponto da pessoa desistir.

Apenas em meu trabalho, em duas ou três ocasiões, tive que ser duro com diretores de cinema que vieram tentar me desacatar após terem parte de seus filmes cortados. Como censor da Polícia Federal, eu tinha poder até de dar voz de prisão em qualquer local, porém nunca cheguei a tal extremo, mas nesses casos específicos em que fui ofendido, subi o tom e dei-lhes uma bronca feroz o que os levou a saírem com os rabinhos entre as pernas, tremendo de medo.

Por falar em meu trabalho, além de me sentir incomodado com a nudez dos filmes nacionais, franceses, também passaram a chegar e aos montes os italianos, chamados de “Comédia sexy à italiana”, um estilo parecido com o das pornochanchadas, só que mais pastelão. Meus colegas de trabalho adoravam, mesmo depois cortando umas cenas para mostrarem serviço, típico de falsos moralistas. Já eu, me sentia incomodado em virtude dos meus princípios religiosos. Nós, homens, nos excitamos muito pelo “ver”, por isso, era impossível não ficar com tesão vendo tantas mulheres lindas nuas.

E nesses dias, mesmo tentando esquecer o que tinha visto no trabalho, à noite, na cama, pegava Sônia com mais vontade. Ela notava que eu estava mais viril e eu também percebia que nessas ocasiões, minha esposa sempre chegava ao orgasmo e mesmo tentando controlar seus gemidos, acabava gritando. Entretanto, o sexo entre nós seguia sem as loucuras.

Completamos 8 meses de casados e nada dela engravidar. Sônia decidiu ir buscar ajuda médica, mas os resultados dos exames, revelaram que tanto ela, quanto eu, éramos saudáveis. O jeito era seguir tentando.

Certo dia, fui assistir a um novo filme brasileiro, nesse período, eu já os analisava sozinhos na sala de projeção e confesso que a beleza da protagonista e as muitas cenas de sexo me deixaram mais tenso do que em todas as outras vezes. Tive que afrouxar o nó da gravata, meu pau ficou tão duro que passou a doer, pois estava apertado na cueca, fumei um monte de cigarros. Certamente, se estivesse em minha casa sozinho, tocaria uma punheta para me acalmar, pois aquela morena cabocla era demais. O enredo era muito perturbador, pelo menos para um conservador como eu. Uma jovem mulher casada, linda e de classe média alta, trai o marido praticamente todas as tardes com homens feios e humildes, como pedreiro, taxista, idoso, trombadinha, vendedor de picolé e após deixarem que eles façam de tudo com ela, volta para casa e à noite e transa com o companheiro exibindo um sorriso sádico. Some-se a isso o fato dela aparecer várias vezes completamente nua, exibindo sua bocetona, bunda, seios e corpo de pela cabocla, se esfregando em homens toscos, certamente, não eram atores e foram escolhidos pelos produtores exatamente por serem bem “estragados”.

O impacto do filme e da atriz em mim foi tão grande que me esqueci de fazer qualquer anotação para depois elaborar meu relatório e indicar os cortes. Pedi para sair mais cedo, estava totalmente confuso, os flashs agora pipocavam de maneira incessante, enquanto eu caminhava desnorteado pelo centro histórico de São Paulo. Do nada, apareciam lindas mulheres totalmente nuas em minha frente, diferentes tipos de corpo, seios, bocetas, bundas, também me vi com elas, fazendo coisas totalmente imorais e no meio disso, voltavam as cenas da atriz roçando nua naqueles pobres diabos que pelo menos por um dia puderam encostar e tocar, ainda que sem penetração naquela linda mulher.

Parei em um bar e tive uma ideia infeliz, acreditei que se bebesse algo me acalmaria e aqueles pensamentos pecaminosos desapareceriam. Tomei duas doses de conhaque que desceram queimando. “Como isso é horrível!” Pensei.

Fui para casa desnorteado, os flashbacks voltavam, eram como peças aleatórias de um gigantesco quebra-cabeças, e quase tudo que surgiam eram imagens de sexo ou mulheres.

Ao chegar em casa, ouvi o chuveiro ligado no banheiro de cima. Me joguei no sofá, tombei a cabeça para trás, rezando mentalmente para que aquelas sensações estranhas passassem. Pouco depois, subi para o meu quarto. Sônia saiu do banheiro com um hobby branco e uma toalha na cabeça e se surpreendeu ao ver que cheguei um pouco mais cedo do que de costume:

-Amor! Que bom que já voltou!

Eu nada disse, levantei-me, caminhei até a ela, desfiz o laço do seu hobby, atirei-o no chão e vi a beleza do corpo nu de minha esposa. Arranquei também a toalha da sua cabeça, seus cabelos negros e molhados se soltaram. Arranquei meus óculos, beijei-a a com força, enchi a mão em sua bunda e a empurrei para a cama. O que a deixou espantada, mas sem dizer nada. Com um olhar decidido tirei meu paletó, gravata, camisa, tudo e me joguei na cama. Passando-a beijá-la não com a doçura de sempre, mas como um amante selvagem. Chupei seus seios como um animal faminto, abri bem suas pernas, olhei sem pressa para a sua bocetinha. Sônia nada dizia, mas vi o quanto estava ofegante e surpresa. Passei a beijar seu corpo todo, descendo até a xana, ela decidiu romper o silêncio e perguntou com a voz falhando:

-Paulo...o que está fazendo?

Eu não respondi, passei a beijar e lamber suas coxas me aproximando cada vez mais de sua bocetinha. Até que finalmente abri-a um pouco com meus dedos, vi bem de perto, aquela xana rosada, beijei sua virilha e finalmente passei a chupar seu clitóris e seus pequenos lábios, arrancando em poucos segundos um grito de espanto, confusão e prazer dela. Segui chupando-a e a mesma parecia não acreditar, ergueu a cabeça para me ver chupando-a. Certas coisas, a gente nunca esquece, como andar de bicicleta, e pelo jeito eu deveria ter chupado e bem muita boceta nos anos deletados da minha memória, pois todos os truques de um bom sexo oral vieram instintivamente.

Passei minha língua suavemente em seu clitóris, subi e desci devagar, sem deixa-la muito mole, nem muito dura, seu grelo parecia uma pedrinha de tão duro que ficou. Também fiz giros marotos, uma espécie de 8 com ponta da língua. Às vezes, ia um pouco mais depressa, depois, diminuía, tentava suga-lo com meus lábios. Sônia estava assustada com tudo aquilo, mas o tesão era tão grande que ela simplesmente se deixou levar e sem nenhum pudor, passou a gemer longamente, foram intermináveis “OOOOOHHHHHHHHHHHHHHH”. Introduzi dois dedos em sua boceta e passei a brincar com eles, fazendo o movimento com os dedos do gesto de vem cá de dentro para fora. Esse gesto somado a chupada que estava levando, fizeram minha esposa berrar. Senti o cheiro e o gosto de sua boceta tesuda, e aquilo me trouxe diversos déjà-vus. Um tempo depois, ela passou a jogar os quadris para cima e teve o seu orgasmo mais forte.

Eu não lhe dei tempo para perguntas e após elogiar o gosto e o cheiro de sua boceta, voltei a beijá-la, segurando-a firme pelo pescoço e logo me preparei para fodê-la, só que dessa vez, não no tradicional papai-mamãe, puxei suas pernas até a mim, abri-as bem, eu estava de joelhos na cama, e passei a penetrá-la na posição de frango assado. Trepei de maneira cadenciada por um tempo, mas logo, o tesão guardado me fez pirar e comecei a empalar minha doce esposa como nunca fizera em tantos meses de casamento. Socava com fúria, movimentando meus quadris num vai e vem frenético. Sônia me olhava numa mistura de medo e tesão, gritava, apertava os travesseiros, a cama estralava como nunca. Para a minha surpresa, minha esposa se soltou:

-Isso, Paulo, me usa, faz tudo o que quiser, quero assim, esse pintão batendo bem fundo. AHHHHHHHHHHHHH Como isso é bom!

Coloquei-a de quatro, foi a primeira vez que vi seu cuzinho marrom e pequeno, não resisti e além de beijar e morder suas nádegas, lambi seu cu, o que fez saltar para frente e comentar assustada:

-Paulo?! Aí não!

-Fique tranquila, amor, não vou fazer o que está pensando, mas hoje quero te beijar e chupar de todas formas.

Sônia voltou a ficar e 4 e enterrei meu rosto entre suas pernas chupando sua boceta e bunda, enquanto ela gemia e falava tudo enrolado. Em seguida, passei a estocar forte de 4, arrancando mais berros dela, que, vez ou outra, olhava para trás e mirava meu rosto, talvez querendo ter certeza de que ali estava seu marido calmo e carinhoso e não um estranho selvagem. Minha esposa gozou mais uma vez com tanta força, que além de ficar com a face num tom de vermelho pimentão, deitou-se de bruços enquanto eu também gozava urrando com um louco e enchendo-a de porra.

Eu não me daria por satisfeito apenas com um foda, e a verdade é que naquele comecinho de noite, tivemos uma maratona sexual. Onde a fodi em diversas posições, introduzi meus dedos em sua xana e cu, a fiz me chupar pela 1ª vez e até gozei em sua boca. Sônia demonstrava surpresa, um tesão que jamais sentira e muitas vezes incredulidade de que eu estava mesmo fazendo tudo aquilo.

Dormimos exaustos. No dia seguinte, um sábado, ao invés de felizes no café da manhã, estávamos envergonhados, como que querendo esquecer toda aquela loucura maravilhosa que fizemos. Sei que é difícil para quem não entende a mente de um religioso sério daquela época, mas, para nós, o que fizemos foi errado.

Após algumas horas, decidi falar com Sônia na sala, usando, como sempre meu tom calmo de falar:

-Meu amor, quero que me perdoe pelo que fiz ontem. Prometo que não irá se repetir, tentarei me controlar mais e certamente rezarei mais para me afastar desses prazeres carnais.

Sônia nunca tinha tido tantos orgasmos e tão intensos em uma mesma noite, na verdade, em nossas transas, ela tinha um e muitas vezes nem isso, mesmo assim, concordou que fomos longe demais e disse sem coragem de me olhar:

-Você parecia outro homem, tinha outro olhar, uma força...e fez coisas que nem sabia que existiam e muito menos que você sabia fazer com tanta destreza.

-Entendo sua surpresa e você merece uma explicação. Infelizmente, em meu trabalho, em muitos dias sou obrigado a assistir a filmes ultrajantes com mulheres totalmente nuas e com muitas cenas de sexo simulado, um mar de erotismo, coisas mundanas que muitas vezes surgem poucos segundos após o filme começar a rodar. Esse tormento já vem de um longo tempo assim que cpassei a trabalhar como censor. Por mim, censuraria tudo, mas não permitem, dizem que se for até um certo limite é arte e não podem podar. E foi por ficar exposto a toda essa imundície por tanto tempo que ontem, o mal me tentou e acabei fazendo tudo aquilo quando cheguei.

Sônia ficou inquieta, temendo o que iria dizer, mas acabou relevando:

-Sabe, Paulo, tenho até vergonha de dizer, mas mesmo tudo aquilo sendo errado e sei que é, pois aprendi na igreja, gostei de tudo o que fez, da sua volúpia, do jeito que me dominou, das posições e das coisas que fez com...a boca...e os dedos.

-Sim, entendo, perfeitamente, pois para mim também foi maravilhoso, mas eis o truque do mal que leva as pessoas à perdição. Certa vez, um padre me disse “Se o pecado fosse ruim, alguém o cometeria? Não!” O que nos levar a pecar é que ele é saboroso, prazeroso, tentador, por isso queremos repetir e chegamos a um ponto que não conseguimos mais parar. A bebida e outras drogas, seduzir a mulher do próximo, o dinheiro fácil vindo de um roubo, trapaça ou jogo, e o sexo feito sem limites, com todos os requintes possíveis de luxúria, todas essas coisas se não fossem prazerosas, ninguém iria se interessar, mas por trás desses prazeres mundanos, amor, há a perdição total.

Sônia sabia bem dessas histórias e concordou comigo:

-Tem toda razão, amor, devemos nos confessar pelo que fizemos ontem e rezar muito pedindo perdão e para que isso não se repita mais. Só uma dúvida, Paulo, entendi que aquele excesso de mulheres nuas e sexo tenham mexido, te tentado, mas achei você assim...tão experiente na forma de...sabe...tocar numa mulher...ter tantas variações.

Respirei fundo, apesar de não saber exatamente o que me ocorreu nos seis anos perdidos, é claro que sabia que tive envolvimentos contra outras mulheres, mesmo sem me lembrar de quantas e quais.

-Meu amor, antes de me tornar religioso, eu passei seis anos longe de casa, já te contei essa história e também como após um acidente, grande parte do que vivi se apagou da minha mente, mas sim, eu tive experiências sexuais mundanas e talvez por instinto, ontem, tenham se revelado, porém faço questão de dizer que de 70 a 76, não tive relação com nenhuma mulher.

Sônia concordou, porém aproveitou a ocasião para me revelar algo sério que ocorrera antes de nos conhecermos, não sem antes demonstrar muita vergonha e receio da minha reação. Somente quando a tranquilizei dizendo que independente do que fosse, eu não me zangaria.

-Nunca quis te contar isso, pois apesar de vergonhoso, não achei que fosse uma traição já que não nos conhecíamos, mas como devemos sempre francos sobre todos os assuntos, incluindo sexo, há algo que preciso te falar. Por um tempo, gostei do meu primo André, você sabe quem é. A gente chegou a ter um namorico escondido, eu tinha 18 anos, mas minha mãe disse que meu pai jamais permitiria que a gente se envolvesse por sermos primos. Mesmo assim, a gente, de vez em quando, se via e se beijava, até que ele começou a querer passar a mão em mim e não deixei, porém, numa certa tarde, de tanto insistir, aceitei tocar seu pênis, masturba-lo para ser mais direta. Enrolada pelo papo dele e também movida por uma certa curiosidade, acabei aceitando. Fiquei nervosa por ver pela primeira vez um pênis e ainda tocá-lo, o espertalhão foi guiando minha mão mostrando como fazia até eu pegar o ritmo, bom acabei indo até o fim e levei um tremendo susto quando, ele gemeu mais alto e começou a ejacular, corri para o banheiro, morrendo de vergonha, enquanto o safado ria. Mas essa foi a primeira e única vez, te juro por meus pais que foi apenas isso, não teve uma 2ª vez, nem outras coisas. O André seguiu atrás de mim por um tempo dizendo me amava, mas sabia que ele só queria se aproveitar de mim como fez e faz com várias.

Fiquei irritado ao me lembrar do sorriso cínico de André, no fundo ele sabia que um dia eu tomaria conhecimento disso e mesmo tendo sido só uma punheta, era uma forma de mostrar que foi o 1º a ter tal intimidade com minha esposa. Respirei fundo e procurei tranquilizá-la.

-Fique tranquila, meu amor. Isso não muda em nada o que sinto por você. O André se aproveitou de sua ingenuidade e do fato de gostar dele para tirar proveito, mas ainda bem que não chegaram a níveis intimidades mais sérios.

Sônia e eu decidimos não falar mais sobre o que ocorrera naquela noite e sobre o que fizera com André, porém, eu não ia querer aquele safado perto da minha esposa em nenhuma ocasião.

Só que problemas maiores me aguardavam, logo a verdade sobre os seis anos misteriosos do meu passado viriam à tona, e o chão abaixo dos meus pés estava prestes a ruir. O caos não tardaria.

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Foto de perfil de Lael Lael Contos: 328Seguidores: 863Seguindo: 12Mensagem Aviso: o site está infestado de contos produzidos por IA e/ou copiados de sites gringos. Mais grave: a maioria desses contos está sendo postada apenas por UMA OU DUAS PESSOAS, porém com nicks diferentes. Resta saber o que e se será feito algo realmente enérgico para que o site volte a ter apenas contos produzidos por autores de verdade. Aos leitores atentos e decepcionados que vêm falar comigo, quero dizer que entendo a frustração, mas o que poderia fazer, já fiz: informar e mostrar provas ao dono do site. Se algo será feito, já não depende mais de mim.

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