A Seita da Fertilidade - O Segundo Ritual

Um conto erótico de Sophia
Categoria: Trans
Contém 2314 palavras
Data: 13/05/2026 18:20:06
Assuntos: Incesto, taboo, Trans, Zoofilia

Não posso começar a escrever sem te agradecer por estar aqui. Escrever minha história pra você é o que me da força. Obrigado por me acompanhar. Vamos seguir...

A joelhada no carpete grosso do quarto de Cassiano e Helena foi o marco zero da minha nova vida. O peso da tiara na minha cabeça era um lembrete constante de que eu não era mais aquele órfão esquecido. Eu era Sophia. E Sophia precisava florescer.

Cassiano estava diante de mim, imponente, como um monumento de carne e autoridade. Helena se ajoelhou ao meu lado, passando o braço pelos meus ombros, o calor dos seus seios expostos pressionando meu braço.

— O que uma menina faz quando vê um homem, um macho assim, Sophia? — ela sussurrou, a voz carregada de uma doçura pedagógica. — Ela o agrada, não? Ela mostra que sabe reconhecer a força dele.

Senti as mãos dela guiando as minhas. Ela me ensinou a tocar, a explorar a textura da pele dele, a sentir o pulsar daquele membro que parecia grande demais para mim. Cassiano suspirou, uma nota de aprovação que me fez querer agradar mais.

— Agora, feche os olhos, minha princesa — Helena ordenou. — Esqueça o que você acha que sabe. O que uma menina de verdade faria?

— Eu..não sei... - Disse com a voz trêmula.

— Lamberia?

— Lamber? - Senti os cabelos arrepiando

— Isso, lambe bem bonito para a mamãe ver. Mostra para o nosso Macho Alfa que você adora a mamadeira dele.

Eu obedeci. O sabor era intenso, real, masculino. Helena se divertia, comentando com Cassiano como eu era dedicada. Ele respondia dizendo que eu mamava com instinto.

Fui relaxando, de fato gostava de ter algo na boca. O sabor, o cheiro, nada me parecia ruim. Fiquei confortável na posição e pude desfrutar. Mamai, chupei e lambi. Por bons minutos me detive aproveitando o que me era oferecido.

Mas o prazer dele exigia mais. Passados alguns minutos ele segurou minha nuca e passou a forçar o ritmo e a profundidade. Tentei parar, tentei tirar da boca, empurrar seu quadril. Ele me segurou. Ele era mais forte.

— Levanta o queixo, bota a língua toda pra fora, eu quero uma garganta profunda. — Disse Cassiano claramente se divertindo.

Obedeci, olhei pra Helena e ela não se cabia de alegria com a cena que via. Mas depois foi horrível. Cassino enfiou fundo. Eu engasguei, meus olhos lacrimejaram, o reflexo de vômito me fez recuar. Gorfei, meleca saiu do nariz. Me assustei.

— Calma, Sophia — Helena me amparou, limpando o canto da minha boca com o polegar e sorrindo de forma muito amável. — Respire. É uma honra, querida. Ele é o líder do nosso culto. Tente de novo, pela nossa terra.

— Ai, assim não. - Protestei.

— Continua, minha princesa. Ta indo muito bem. Continua. Se você pedir com jeitinho, ele te dá o leitinho depois.

"Que tipo de prêmio é esse?" eu pensei.

Mas o ritual avançou para a cama. Cassiano se posicionou atrás de mim e com as mãos apertou meu bumbum. Abriu as nádegas. Apertou. Me controlou. De 4 na cama fiquei de frente para Helena. Meu olhar de medo e angústia contrastava com o dela, sempre amável e encorajador.

Cassiano se arrumou atras de mim, seu pau, muito grosso, apontando para o meu cuzinho, senti o medo me paralisar.

— O que uma menina de verdade faz nessa hora? - Me disse Helena, bem baixinho, com um sorriso na boca.

— Ahn? - perguntei com dúvida.

— Ela dá, princesa. Ela dá e deixa comer.

A dor foi imediata, uma ardência que me fez soltar um grito abafado no travesseiro.

— Aaaai!!! Dói! - Gritei e tentei engatinhar pra longe. Cassiano me apertou pelo quadril. Helena me segurou pelas mãos.

— Assim não...tá ardendo, Helena! — chorei, buscando as mãos dela.

— Não é mais seu, Sophia — ela respondeu, enquanto me abraçava por trás, deixando que eu me agarrasse a ela com todas as minhas forças. — Esse corpo não pertence mais ao Bruno. Você agora é uma fêmea dando para um macho de verdade. Sinta a fertilidade entrando em você.

— Onde está o meu pau? - Perguntou Cassiano entre uma estocada e outra. - Onde está o meu pau, princesa?

— Aii...pufff...aaaaaiiSinto as pernas moles, dor, prazer, perda de controle.

— Responde teu papai, meu anjinho. Fala pra nós onde está o pau dele.

— Ta no...ta no meu cuzinho. - Respondi sem folego enquanto meu pau babava de tesão e sentia minhas orelhas quentes com o fluxo sanguíneo a toda potência.

Os dois riram da resposta. Cassiano meteu com força. — Não é mais teu. Esse rabinho é do teu macho agora.

Entre o choro e o suor, algo mudou. O ritmo de Cassiano tornou-se uma batida constante que ecoava no meu ventre. Sentia as minhas paredes sendo pressionadas por ele. Eu estava sendo alargada, arrombada.

Com olhos marejados e cara de dor eu olho por cima do ombro. — Tu ta metendo muito forte em mim - Reclamo.

— O que? - Pergunta Cassiano que ouviu muito bem, mas parecia se deliciar com as minhas palavras. — Repete pra mim, repete. - Disse ele aumentando a força.

— Ta...metendo...muito...em miiiiim!!! - Gritei em forma de choro e cai. Meus braços nem pernas podiam me sustentar mais. Cai sem forças.

Cassiano saiu de cima de mim. Senti dor e alivio. Ele deitou-se na cama com seu pau apontado para o teto. Helena me ajudou a montar nele.

— Eu...preciso de um minuto.- Implorei

— Falta pouco meu bem, você está linda, perfeita. Continua só mais um pouquinho. Agora você vai cavalgar, uma delícia. - Respondeu Helena animada.

Eu subi e deixei o pau escorregar pra dentro de mim. Pra cima e pra baixo. Pra frente e pra trás.

SLAP! um tapa na bunda vindo de Helena.

SLAP! Outro tapa, no rosto, vindo de Cassiano.

Meu pau latejava. Pra cima e pra baixo. Pra frente e pra tras. Geme. Pra cima e pra baixo. Pra frente e pra tras. Geme mais alto. Pra cima e pra baixo. Pra frente e pra tras. Mais. Mais.

Foi ali, sentindo a plenitude daquela invasão e o incentivo constante de Helena chamando-me de sua "princesa fértil", que eu tive meu primeiro orgasmo. Não foi como antes. Foi profundo, devastador, foi feminino.

Meu cuzinho piscou, piscou e piscou. Ficou super sensível e doeu muito pra tirar todo Cassiano de dentro de mim. rolei pra fora da cama e deitei no chão em posição fetal.

Helena me botou de joelhos, exausta, sentia a tiara pendendo torta sobre um dos meus olhos. Cassiano me coroou, não com a tiara, mas com uma gozada quente que cobriu meu rosto e minha boca. Um batismo. Belo, lindo e dolorido. Eu estava confusa, moída, mas estranhamente plena.

No momento em que o clímax de Cassiano me atingiu, o mundo pareceu parar. Senti o jato quente e espesso atingir meu rosto e minha boca, uma sensação térmica que contrastava com o suor frio que cobria meu corpo. De forma dominadora, ele segurou minha cabeça com firmeza, espremendo meus cabelos entre os dedos, e bateu com o pênis no meu rosto, um gesto de posse absoluta que selava minha submissão.

— Limpe — ele ordenou, sua voz rouca de exaustão. — Limpa a tua mamadeira até a última gotinha, princesa

Eu obedeci, sentindo o gosto salgadinho e alcalino do sêmen na língua, um sabor que agora parecia ser a minha própria essência. Ele se jogou na cama logo em seguida, o peito subindo e descendo, relaxado como um predador que acaba de se banquetear.

Eu estava em frangalhos. Minha cinta-liga branca estava torta, as meias arrastão tinham um rasgo próximo à coxa esquerda, fruto da urgência de Cassiano. O sutiã push-up branco parecia uma armadura que me esmagava; a sensação era de um aperto constante, me lembrando a cada respiração de que meu peito agora tinha um volume que não era meu, uma silhueta que eu fora forçado a aceitar. Minhas trancinhas, antes tão perfeitas, estavam um desastre: fios loiros soltos, laços de fita desfeitos e o cabelo colado na testa pelo suor. A coroa prateada de plástico jazia caída no tapete, como um símbolo de uma realeza caída.

O sêmen no meu rosto, inicialmente quente e grudento, começou a esfriar, escorrendo lentamente pelo meu queixo e pescoço. O casal se deitou e me puxou para o meio deles. Ali, entre os dois, eu me sentia minúsculo. Estava suado, lambuzado com o sêmen de Cassiano e os restos do meu próprio, que ainda manchavam a renda da minha calcinha. Ofegante e dolorida, a culpa e a vergonha lutavam contra uma estranha euforia que eu não conseguia admitir.

— Veja, Cassiano — Helena sussurrou, orgulhosa, enquanto acariciava meu rosto sujo. — As terras secas não vão florescer enquanto a Terra Fértil não for preparada. Nenhuma colheita nasce sem arar o solo. Bruno jamais seria capaz disso, mas Sophia... Sophia é perfeita. Isso que aconteceu hoje é sagrado. Você nasceu e foi batizada agora, Sophia, sobre o sêmen do seu macho. Não há mais volta.

Recebi um beijo na boca de cada um — o de Helena, doce; o de Cassiano, possessivo. Helena me guiou até o meu quarto, me levando até a porta do banheiro.

— Banhe-se e descanse, minha princesa. Você foi incrível hoje. Não poderia estar mais orgulhosa de você — ela disse, com um brilho quase febril nos olhos, antes de me deixar sozinho.

Entrei no banheiro e, pela primeira vez, me encarei no espelho sob a luz fria e clara. O susto foi físico. Eu vi uma criatura que eu não conhecia: o lápis de olho borrado me dava um ar de deboche e sofrimento; o batom rosa estava espalhado; as tranças desfeitas e a pele brilhando de sêmen e suor. Eu via uma menina. Uma fêmea marcada. E o que mais me aterrorizava era que, no fundo daqueles olhos pintados, eu não via mais o Bruno tentando lutar. Eu via Sophia aceitando o seu lugar.

Tomei um banho demorado, sentindo a água levar embora as evidências físicas, mas não a sensação da invasão. Saí do banho e, de forma quase automática, enrolei a toalha acima dos seios, como Helena me ensinara. Vesti uma camisola de seda fina, agindo com a naturalidade de quem sempre pertencera àquele corpo.

Ao me deitar, exausto e com o corpo latejando de dor, o silêncio da casa foi quebrado pelos gemidos de Helena vindos do quarto ao lado. A noite deles ainda não tinha acabado; o ritual de fertilidade continuava enquanto eu, a oferenda, tentava processar o fato de que meu antigo eu tinha morrido naquela cama de casal. Minha cabeça fervilhava com o que viria a seguir.

Na manhã seguinte, o sol entrava pela cozinha com uma claridade que feria. Eu usava um vestido curtíssimo de babados que mal cobria a lingerie. Uma senhora gordinha, a Dona Marta, tentava me ensinar a técnica para biscoitos amanteigados.

— Uma boa mocinha precisa saber adoçar a vida, Sophia — ela dizia, sorrindo.

Mas eu não conseguia focar na massa. Da sala, vinha um burburinho de vozes. Dezenas de fazendeiros e suas esposas, o alto escalão do Culto da Fertilidade, estavam reunidos. O som de palmas e vivas explodiu.

— O primeiro ritual foi um sucesso absoluto — ouvi a voz de Helena projetar-se para o grupo. — Sophia foi valente. Ela chorou, engasgou, mas entregou-se como uma verdadeira princesa.

O sangue subiu ao meu rosto. Eles estavam contando tudo. Cada detalhe da minha humilhação e do meu prazer estava sendo servido como entretenimento para aqueles estranhos. Ouvi risadas, perguntas curiosas sobre como eu tinha reagido à "mamadeira" de Cassiano. Eu queria me esconder no forno junto com aqueles biscoitos.

Ao entrar na sala o silêncio caiu como uma guilhotina. Dezenas de olhares me atravessaram. Havia nojo em alguns, uma expectativa quase religiosa em outros, e um tesão indisfarçável nos olhos de homens e mulheres de todas as idades.

Helena se aproximou, ladeada por duas mulheres belíssimas, que pareciam esculpidas em mármore.

— Sophia, venha aqui no centro, querida — Helena chamou, com um orgulho predatório. — Ajoelhe-se.

Fiquei confusa, mas a obediência já estava entranhada na minha pele depilada. Ajoelhei-me sobre o tapete, sentindo os olhos de todos queimarem em mim. Uma das mulheres, de olhos claros e frios, inclinou-se.

— O primeiro passo foi o despertar da fêmea — ela disse, sua mão descendo para tocar a renda do meu vestido. — Agora, Sophia, vamos falar sobre o segundo ritual. Onde a sua semente será plantada para que a terra nunca mais seque. Príapo, o Deus da Fertilidade, vai amar ver a sua transformação. A menina que está aqui não merece esse corpo, você pode ser algo tão maior.

As duas mulheres trocaram um olhar cúmplice com Helena, enquanto Cassiano observava do fundo.

— Um machinho nunca poderia ser fértil, concorda? - Disse a mulher mais jovem.

— Não, não poderia. - Respondi

— O que pode ser fértil, meu bem? - Perguntou Helena em tom pedagógico.

— Somente uma menina, Sra. Helena. - Respondo resignada.

— Isso, só uma menina. Mas o que pode ser mais fértil que uma menina? Como você chamaria alguém super fértil? Alguém que está sempre pronta para os machos?

Não respondi. Apenas encarei as três sem entender.

— Sempre pronta? Uma...Ai, não sei...

— Uma puta, Sophia. - Disse Helena, se divertindo.

— Puta?

— É, uma putinha. Ou não é? - Disse a mais velha das 3.

Fiquei sem reação. Olhava pra elas sem entender. Sentia dezenas de olhos fixos em mim.

— Princesa, você quer nos ajudar a trazer a prosperidade de volta a nossa região, não quer? Você sabe que pra ser a Terra Fértil não é fácil. Não basta ser uma garota, é preciso ser semeada como uma putinha. Esse é o seu segundo ritual.

Só então percebi os olhares lascivos dos homens que estavam ao meu redor.

Oi gente! Obrigado por quem comentou na primeira parte, não imaginam como isso é importante pra mim. Se curtirem esse relato e descobrir mais sobre mim não deixem de comentar aqui, me faz muito bem. Se fizer sentido pra vocês, eu termino de contar o que aconteceu.

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