Os Peitões da Minha Cunhada - Parte 2

Um conto erótico de Contos APP
Categoria: Heterossexual
Contém 1360 palavras
Data: 13/05/2026 19:12:11

Acordei com a sensação do corpo quente ainda grudada na memória, mas o espaço ao meu lado na cama estava vazio. Apenas o cheiro dela — uma mistura do perfume doce com o nosso suor — ainda estava no ar. Ela não estava mais ali.

Fiquei deitado um instante, ouvindo o silêncio pesado da casa. Aí veio o barulho. O barulho no banheiro. Não era choro, não era nada triste. Era o som da água correndo no chuveiro. Aquele ruído constante, normal, que nesse momento pareceu a coisa mais estranha do mundo. Por que ela estava tomando banho no banheiro de hóspedes?

Levantei-me, o corpo meio dolorido, mas satisfeito, e saí do quarto só de cueca. A casa estava escura, só a luz fraca da rua entrando pelas janelas. A porta do banheiro do quarto de hóspedes estava fechada, mas a luz acesa vazava por baixo, e o som da água ficava mais forte. Achei esquisito. Se ela quisesse um banho, tinha o banheiro social, maior, ou podia ter voltado pro meu quarto.

Cheguei perto da porta. A água estava correndo e, por um instante, achei que ouvi um leve... suspiro? Não dê tristeza. Diferente. Meu coração começou a bater um pouco mais rápido. Será que ela estava se arrependendo? Ou será que...?

Sem pensar muito, coloquei a mão na maçaneta. A porta não estava trancada. Com um empurrãozinho suave, ela abriu.

O vapor quente do banheiro me atingiu no rosto, junto com o cheiro do sabonete dela. E aí eu vi.

A cunhada totalmente nua, de frente para mim, embaixo do jato d’água. A luz do banheiro fazia a pele molhada dela brilhar. A água escorria pelos cabelos loiros, pelas costas, pela cintura fina... e descia direto por aquela bunda redonda e perfeita, que eu tinha segurado com força poucas horas atrás.

O ar saiu dos meus pulmões. Fiquei parado na porta, comendo com os olhos. A visão era mais gostosa que qualquer fantasia. Ver ela assim, completamente exposta, ainda com o tesão da tarde não tendo ido embora... era de cair o queixo.

Ela deve ter sentido minha presença, ou o ar frio do corredor, porque parou o movimento e virou a cabeça devagar, olhando por cima do ombro. Os olhos verdes dela me encontraram, e, em vez de susto ou vergonha, eu vi um brilho familiar. Aquele mesmo brilho de safadeza e provocação que ela tinha quando chegou aqui.

Ela não se cobriu. Não se moveu para se esconder. Só ficou ali, molhada, nua, me encarando, enquanto a água continuava a correr pelo corpo dela.

Um sorriso pequeno, quase imperceptível, apareceu nos lábios dela. E então, ela virou o corpo completamente para mim, sem pudor nenhum, me dando a vista inteira. A água escorria pelos seios pesados, pelo abdômen, e ela deixou a mão voltar para entre as pernas, mantendo o olhar preso no meu.

"Tava com saudade já?", ela perguntou, a voz saindo rouca pelo barulho da água e pelo que ela estava fazendo.

Eu não consegui falar. Só balbuciei qualquer coisa e senti o sangue correr violentamente para o meu pau, que já estava ficando duro de novo só de ver aquela cena. A tarde tinha sido intensa, mas aquilo ali... aquilo era um convite direto, cru, e ela estava claramente dizendo que não tinha acabado.

Ela me viu olhando, viu minha reação, e o sorriso dela ficou mais largo. "O banho tá bom... quer entrar?"

Eu não pensei duas vezes. Cheguei perto, o vapor do box envolvendo a gente. Ela nem esperou. A mão dela, ainda molhada, saiu de entre as pernas e foi direto para minha cueca. Ela já pegou no meu pau, sentindo-o latejar duro contra o tecido. Com um gesto só, ela puxou minha cueca para baixo e se ajoelhou no banheiro na minha frente, o chão frio sob seus joelhos. Enquanto fazia isso, com a outra mão, ela segurou os peitos lindos dela, apertando-os para cima, me oferecendo tudo. Era um banquete, e ela estava servindo.

Antes que eu falasse qualquer coisa, ela inclinou a cabeça. Logo ela estava com ele na boca novamente. A cabeça do meu pau sumiu entre aqueles lábios, e de novo eu sentia aquela boca quente envolvendo meu cacete. Era uma sensação que já conhecia, mas que era mil vezes melhor agora, com ela ajoelhada, nua e molhada, me engolindo com uma vontade que parecia insaciável. Os gemidos dela vibravam no meu pau, e minhas mãos se enterraram nos cachos molhados dela.

Eu estava ficando louco ali, mas queria mais. Puxei-a de volta para o quarto, ainda com meu pau na boca dela, a gente andando em um passo engraçado e urgente pelo corredor. Assim que a apoiei na cama, eu a deitei de costas e me posicionei sobre ela. Dessa vez, em vez de ir direto, coloquei meu pau entre os peitos dela. Ela entendeu na hora, juntando-os com os braços, criando um túnel macio e apertado. Era uma espanhola maravilhosa que ela me dava. Eu metia entre a carne quente dos seios dela, e eu tinha a melhor visão de todas: o rosto dela de êxtase, os mamilos duros, e meu pau aparecendo e desaparecendo entre eles, todo melado.

Mas o tesão era maior. Eu queria comer minha cunhadinha novamente. Saí de cima dela e deitei na cama com o pau apontando para cima, duro e implorando. Ela já veio, pegou ele com a mão e me masturbou algumas vezes, rápido, só pra me deixar ainda mais louco. Depois, ela cuspiu na mão e lubrificou meu cacete inteiro, do jeito que a gente já sabia que era bom. Então, sentou-se em cima dele. Desceu devagar, engolindo cada centímetro, até eu estar todo dentro dela. E começou a cavalgada. Pra cima, pra baixo, girando os quadris. Eu tinha a visão linda daqueles peitos de novo, balançando no ritmo dela, uma dança que me hipnotizava.

Eu não aguentei ficar só olhando. Levantei, fazendo com que ela ficasse em pé no meio do quarto. E fui por trás. Coloquei minhas mãos nos seus quadris e entrei nela de novo, por trás. Cada estocada minha fazia o corpo dela ir para frente e, enquanto ela segurava os peitos que balançavam, eu via tudo no espelho do guarda-roupa. Ela me olhava pelo reflexo, os olhos vidrados, a boca aberta.

Não resisti e comecei a apertar aqueles peitos fascinantes. Eram pesados, macios, cabiam perfeitamente nas minhas mãos. Eu apertava, massageava, beliscava os mamilos. Ela sabia que aquilo era meu ponto fraco. Gemia mais alto a cada vez que eu fazia isso, e o corpo dela se contraía em volta do meu pau, me levando mais perto do limite.

Mas eu ainda estava com muito tesão. Queria mais força, mais domínio. Levei-a de quatro na cama e voltei a meter na bucetinha dela por trás. Agora o ritmo era meu, rápido e profundo, a cama batendo na parede. Aquilo estava muito bom e eu não ia resistir por muito tempo. O calor, o aperto, os gemidos dela... era uma combinação explosiva.

Na hora de gozar, senti que não dava mais pra segurar. Tirei o pau dela num movimento rápido. Fiz ela ajoelhar na minha frente. Ela ficou ali, ofegante, os seios marcados das minhas mãos, me olhando. Masturbei-me algumas vezes, rápido, olhando para a cara dela. E então, com um gemido rouco, acabei gozando. Jorrei tudo sobre os peitos da minha cunhadinha. Os jatos quentes pintaram a pele branca, escorreram pelo vale, pingaram.

Aquilo foi intenso mais uma vez. A gente ficou ali, olhando um para o outro, só o som da nossa respiração pesada enchendo o quarto. O arrependimento não existia mais. Só existia o tesão e a certeza de que aquilo não tinha sido a última vez. Pedimos uma coisa para comer e acabamos dormindo juntos. Estávamos exaustos de tanto sexo naquele dia. Mas a manhã me reserva uma grata surpresa.

Continua...

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