Eu ando sonhando, sonhos reais, palpáveis. Minha mente não era mais só minha. Metade de mim, era Micaela. Nos últimos dias, os sonhos estavam cada vez mais intensos. Eu me vejo como Micaela, vestida como uma vadia: micro saia, calcinha de renda, batom vermelho. Sempre de madrugada, em ruas escuras da cidade, encostada num muro ou de quatro num banco de praça. Homens estranhos me cercam, negros, brancos, velhos, jovens. Eles me fodem no cu sem piedade, um atrás do outro, em público. Eu gemo alto, rebolo pedindo mais, enquanto carros passam e algumas pessoas param pra assistir.
Acordo sempre com o cu piscando, o pauzinho vazando e o lençol melado. Não estava aguentando mais. Estava me sentindo sedenta. Liguei pra Sofia, minha amiga secreta. Ela também é sissy, se chama Sofia quando se monta, e entende perfeitamente desse mundo.
— Amiga, preciso de ajuda… — desabafei no telefone. — Tô sonhando que sou arrombada por estranhos na rua toda noite. Acordo molhada, louca pra dar o cu de verdade.
Sofia riu baixinho do outro lado.
— Ai, Micaela… isso tá te deixando com tesão, né? Vem pra cá amanhã à noite. A gente conversa sobre esses sonhos.
Quando cheguei na casa dela, já era bem tarde da noite. Mal fechei a porta e a gente já estava rindo, nervosas e excitadas. Contei todos os detalhes dos sonhos: como eu pedia pra gozarem dentro, como sentia o cu escorrendo porra enquanto outro pau entrava, como gozava só com a bunda na frente de desconhecidos.
Sofia ouvia, mordendo o lábio, as pernas apertadas.
— Porra, amiga… você tá me deixando molhada só de ouvir — confessou ela.
Foi o estopim. Decidimos nos montar juntas.
Passamos quase uma hora no quarto dela. Escolhemos as roupas mais putas: eu vesti um babydoll vermelho transparente, sem sutiã, só um espartilho apertando minha cintura e uma calcinha fio-dental preta que mal cobria meu pauzinho no cadeadinho de castidade. Meias 7/8 de renda, peruca loira longa e maquiagem pesada: delineador, sombra escura, batom vermelho puta. Sofia ficou idêntica, mas de babydoll rosa, peruca preta cacheada. Duas sissyzinhas baratas, femininas e prontas pra brincar.
Colocamos dois dildos grandes na cama, um preto de 22cm e um bege veioso de 20cm, junto com bastante lubrificante
— Vamos treinar boquete primeiro, amiga? — sugeri, já de joelhos.
Começamos a festa do boquete. Colocamos os dildos fixados na cabeceira da cama e mamamos como duas vadias famintas.
Eu engolia o preto fundo, babando, engasgando, enquanto Sofia chupava o outro ao meu lado. Juntamos os consolos, nossas línguas se encontravam no meio, lambendo os paus juntos. Depois nos beijamos de língua, safadas, trocando saliva e baba, gemendo na boca uma da outra.
— Você fica tão puta com esse batom borrado… — Sofia sussurrou, enfiando a mão na minha calcinha e acariciando a ponta do meu grelinho.
— Quero dar o cu… — pedi, manhosa.
Deitamos lado a lado, bundas empinadas. Lubrifiquei meu cuzinho e desci devagar no dildo preto, gemendo alto enquanto ele abria tudo.
— Aaaah… tá entrando todo… que delícia…
Sofia fez o mesmo, cavalgando o dela, as duas rebolando sincronizadas, olhando uma pra cara da outra. Os babydolls subiam, mostrando nossos pauzinhos presos vazando.
— Me conta mais dos seus sonhos enquanto fode, Micaela… — pediu ela, ofegante.
— Sonhei que tava de quatro num beco… um negão me arrombando enquanto outro enfiava na boca… todo mundo olhando… — falei, acelerando o rebolado.
Fodemos gostoso. Troquei de posição, fiquei de quatro e sentei no dildo, rebolando forte. Sofia veio atrás de mim, esfregando o dela na minha bunda enquanto eu cavalgava.
Fizemos ATM várias vezes: eu tirava o dildo do cu e enfiava na boca, depois enfiava de novo. Sofia adorava.
Gozei primeiro um orgasmo anal forte, tremendo, gritando, sentindo a pressão no cuzinho e contraindo meus dedos. Meu pauzinho preso soltou leitinho sem nem tocar. Sofia gozou logo depois, gemendo na minha boca enquanto nos beijávamos.
Mas não paramos. Ela me deitou de lado, enfiou o dildo dela no meu cu e começou a foder devagar enquanto eu mamava o outro. Depois invertemos.
Fizemos 69 anal, cada uma com o dildo da outra na boca, alternando entre mamar e enfiar na cucetinha uma da outra.
No final, estávamos exaustas, suadas e meladas. Eu me ajoelhei na frente dela, boca aberta.
— Goza na minha boquinha, amiga…
Ela bateu punhetinha com o dedo friccionando a cabecinha do grelo no cadeadinho rosa dela até gozar, jatos finos e quentes acertando minha língua e meus lábios.
Eu guardei tudo, depois subi, trocando o leitinho enquanto nos beijávamos de língua, sujas e felizes.
Deitamos na cama, abraçadas, babydolls grudados de suor e porra.
— Seus sonhos são lindos, Micaela… — Sofia murmurou, acariciando minha bunda ainda aberta. — Quem sabe um dia a gente realiza um juntos… com pintos de verdade.
Eu sorri, o cu latejando de prazer, já imaginando a próxima noite.
— Mal posso esperar, amiga.