O Fim de Semana de um Corninho Submisso
O fim de semana não é um momento de descanso para você; é quando a sua utilidade é testada ao máximo. A inversão de papéis agora é completa, inclusive financeiramente. Você trabalha duro a semana inteira, mas o dinheiro não é seu. O seu salário é o "fundo de diversão" dela.
A fantasia sempre começa com uma promessa de êxtase submisso, mas a realidade se instala de forma muito mais densa. A partir do momento em que essa mulher se casou com você, e a humilhação extrema, o cinto de castidade e as ofensas se tornaram a sua rotina de segunda a segunda, o ar que você respira mudou. Não há mais o conforto de um lar, mas sim as paredes de uma prisão voluntária e deliciosa.
A punição deste fim de semana já estava decretada. Durante a semana, você cometeu o erro imperdoável de esquecer de lavar o tênis dela para ir à academia na quinta-feira. Ela sorriu docemente e avisou que o castigaria para que você continuasse cada vez mais corno, submisso e aprendesse o seu lugar. O castigo surpresa começou de imediato: você teve que limpar o solado sujo do tênis dela com a própria língua, sentindo o gosto da rua, para só depois lavá-lo de verdade.
Na sexta-feira à noite, ela saiu com as amigas para jantar e voltou cedo, pois teria compromissos no sábado. Assim que chegou, vestiu o pijama, deitou-se na cama confortável e o castigo oficial começou. Ela ficou rindo, humilhando o seu pauzinho enjaulado, dizendo o quanto estava animada para foder com homens de verdade no fim de semana. Ela mandou você se ajoelhar no chão e massagear os pés dela até ela pegar no sono. O seu lugar de dormir, como sempre, foi o chão frio.
Sábado de Manhã: O Despertar e a Atrofia
Você não acorda com um despertador, mas com a luz do sol batendo no piso duro onde você dorme, logo aos pés da cama que um dia foi sua. O metal frio do cinto de castidade de 2,5cm é a primeira coisa que você sente, um lembrete constante de que o seu prazer e o seu corpo já não pertencem a você.
O seu primeiro dever do dia acontece antes mesmo de ela abrir os olhos. Você rasteja até a beirada da cama e, com a cabeça baixa, encontra a sua verdadeira religião: os pés lindos, delicados, macios e com as unhas perfeitamente pintadas da sua esposa. Você começa a beijar os calcanhares, os arcos, cada um dos dedos com devoção profunda. Com os olhos fechados, você coloca a língua para fora e a usa para limpar delicadamente o suor noturno entre cada dedinho.
Ela suspira, espreguiça-se e olha para baixo, abrindo um sorriso doce e genuíno ao ver o seu capacho já trabalhando.
— Bom dia, meu corninho do pauzinho minúsculo... que eu acho que já podemos chamar de buceta de tão inútil, kkkkkkkkk, — ela sussurra, usando a feminização que você aprendeu a aceitar com gratidão.
— Bom dia, minha rainha, — você responde, com a voz abafada pelos pés dela.
Você continua massageando e beijando os pés dela, de joelhos no chão, por mais uns 10 minutos. Enquanto isso, ela pega o celular, mexe nas redes sociais e, de forma distraída, fica mexendo os pezinhos e dando chutes leves no seu rosto, tratando você literalmente como um cachorrinho de estimação. Satisfeita, ela se senta na cama e estica a mão, fazendo um cafuné carinhoso no seu cabelo enquanto você continua adorando os pés dela.
— Chegou a hora do nosso check-up, meu amor, — ela diz, com um brilho sádico e amoroso no olhar.
Hoje é um dia especial. Faz exatamente um ano que você está em castidade estrita. Durante meses, ela obrigou você a passar gelo no próprio pênis para acelerar a atrofia peniana. Você aceitou, e o resultado estava ali. Ela manda você ficar de joelhos e ereto. Com um sorriso de deboche, ela começa a passar a sola do pé no seu rosto, esfregando os dedos nos seus lábios enquanto fala o quanto ama fazer isso, o quanto você nasceu para ser humilhado e que ela jamais transaria com um inútil como você novamente.
Ela pega a pequena chave na mesa de cabeceira e destranca o cinto. A gaiola cai, e o que sobra é uma visão patética. Ela pega a trena. Antes desse casamento, você tinha 11cm. Hoje, a realidade é brutal.
Ela estica a fita e solta uma risada gostosa, cheia de carinho, mas absolutamente letal para qualquer ego masculino.
— Olha só pra isso... tão pequenininho, tão inofensivo e tão inútil. — Ela aperta a sua bochecha como se você fosse um bebê inofensivo. — 3,5 centímetros mole... e, nossa, você tá excitado com os meus pés? Que fofo. Chegou a incríveis 5 centímetros duro. O seu pauzinho atrofiou de verdade, meu anjo.
Ela brinca com ele, balançando a pele inútil.
— Às vezes eu esqueço que você tem isso aí. É por isso que a sua esposa precisa de homens de verdade à noite, não é, meu bem? Mas não fica triste... você é o meu capachinho perfeito. A sua esposa putinha te ama assim, bem mansinho e inútil. Você vai continuar assim por mim? A gente vai continuar diminuindo isso até sumir de vez, já que não serve pra nada.
Você agradece com lágrimas de submissão nos olhos. Ela lhe dá um beijo na testa, tranca o cinto de 2,5cm novamente e dá um tapinha carinhoso no seu rosto.
— Agora ajoelha, beija os meus pés e agradece por eu te humilhar, por eu te fazer de corno e por eu ter diminuído isso até te tornar um capacho. Porque, amor, — o tom dela fica doce, mas ameaçador, — se um dia eu me cansar de você e te largar, na próxima mulher que você tentar casar, eu vou contar e fazer ela fazer tudo isso que eu faço com você. Então é melhor você ser o mais obediente possível pra eu não te largar.
Como selo dessa promessa, ela cospe levemente no seu rosto e dá um chute médio no seu nariz, rindo. — Vai preparar meu café da manhã.
O Café e a Academia
Você corre para a cozinha, prepara o café da manhã exatamente como ela gosta e leva na bandeja. Como você é completamente viciado nela, você implora:
— Amor, eu não trouxe o meu café... eu posso ficar de joelhos aqui massageando seus pés e beijando enquanto você come, por favor?
Ela sorri com a sua dependência. — Pode, meu vermezinho.
Enquanto ela toma café, você fica com o rosto afundado nos pés dela, recebendo esfregadas carinhosas e chutes leves no rosto. Às 7h00 da manhã, ela decide ir para a academia. Você arruma a roupa dela, coloca os tênis nos pés dela enquanto está ajoelhado, e a leva de carro.
Quando o treino dela acaba, ela manda mensagem. Você vai buscá-la, mas ela não está sozinha. Duas amigas da academia entram com ela. E elas não vão para o banco da frente. As três entram no banco de trás, conversando e rindo alto. A sua esposa olha pelo retrovisor e diz:
— Toca pra casa, corno motorista.
As amigas caem na gargalhada, e você dirige em silêncio, o coração acelerado de excitação e vergonha.
A Tarde: A Empregadinha, o Chulé e o Shopping
Assim que você estaciona na garagem, você sabe o seu roteiro. Você corre para dentro, tira a roupa de motorista e veste o seu uniforme oficial: calcinha, o cinto de castidade evidente, um vestido de empregadinha francesa e um avental.
As três entram na casa, ligam o ar-condicionado e se jogam no sofá, suadas do treino. Você se aproxima de joelhos, rastejando até elas. O cheiro do suor feminino preenche o ar.
— Vai, empregadinha, tira logo isso, — sua esposa ordena.
Você não usa as mãos. Com o rosto enfiado nos pés da primeira amiga, você usa a boca e a língua para desamarrar os cadarços. Depois, com as mãos trêmulas, você tira os tênis. O chulé das três é forte, azedo e inebriante. Você limpa o suor dos pés de cada uma delas com a língua, chupando os dedos suados enquanto elas dão risadas estridentes.
A humilhação sobe de nível. Sua esposa pega o celular e abre um vídeo que gravou na semana passada com um de seus amantes.
— Meninas, olhem a diferença, — a sua esposa diz, mostrando a tela para as amigas. No vídeo, um homem imenso e bem-dotado destrói a sua esposa na cama.
As amigas começam a rir e também pegam os celulares, mostrando fotos dos caras que elas pegaram. A sua esposa aponta o pé para a sua saia de empregada.
— Levanta a saia, corno.
Você levanta. As amigas olham para a gaiola minúscula de 2,5cm guardando os seus 3,5cm flácidos. Elas gargalham, apontam, chamam você de eunuco, de menina, de erro da natureza. E você aceita tudo, de cabeça baixa, adorando os pés delas.
Depois disso, você assume o seu papel profissional. Como você fez curso de manicure e massagista exclusivamente para ser mais útil, você passa a próxima hora lixando, pintando as unhas e massageando os pés das três mulheres, garantindo que estejam perfeitas para o shopping.
O Shopping e a Degradação Pública
Elas decidem ir ao shopping, todas de rasteirinhas, comprar roupas para saírem com outros homens à noite. Você vai junto, mas o seu papel é de mordomo de carga. Sob a sua roupa neutra de assistente, a calcinha e o cinto de castidade apertam.
Você caminha passos atrás delas, segurando todas as sacolas. Em uma loja de sapatos refinada, a sua esposa para. Enquanto as amigas escolhem os modelos, a sua esposa aponta para o chão. No meio da loja, na frente dos vendedores, você se ajoelha. Você tira a rasteirinha dela, beija os pés dela discretamente e calça o sapato novo nela. Depois, você se senta no chão da loja, massageando os pés dela enquanto ela decide se vai levar. Em seguida, ela manda você fazer o mesmo com as amigas dela. Você é o capacho público das três.
O Retorno às 4h00 da Tarde: O Teste de Limpeza
Vocês voltam para casa. Como elas já tinham almoçado no shopping, você vai para a cozinha e prepara doces saudáveis e proteicos para que elas não saiam da dieta. Você serve tudo de joelhos na sala, enquanto elas escolhem um filme.
É então que a sua esposa decide exibir o quão bem adestrado você está. Ela se levanta, caminha até a área externa da casa e pisa de propósito na terra molhada e na poeira do jardim. Ela volta para a sala, com as solas dos pés imundas.
— Meninas, olhem só pra que serve o meu maridinho inútil, — ela diz, orgulhosa.
Ela coloca o pé sujo bem na frente do seu rosto. Você sabe o que fazer. Sem hesitar, você coloca a língua para fora e começa a lamber a terra, a sujeira e a poeira das solas dela. Você limpa cada grão de sujeira com a boca, até o pé dela voltar a ficar impecável.
As amigas olham, maravilhadas e com nojo ao mesmo tempo. Achando genial, as duas amigas vão até o jardim, sujam os próprios pés e voltam para o sofá, esticando-os na sua direção.
— A gente também quer o serviço de limpeza do capacho, — uma delas diz, rindo.
E ali, às 4h00 da tarde, você está no chão da sua própria sala, vestido de empregada, com o seu pauzinho de 5cm preso e inutilizado, lambendo a terra dos pés das amigas da sua esposa, enquanto a mulher que você ama acaricia os seus cabelos, genuinamente feliz com a aberração submissa que você se tornou.
Das 16:00 às 17:30: O Móvel Humano e a Revelação
Depois que você limpa a terra dos pés das amigas com a própria língua, a sua humanidade é completamente descartada. O filme na televisão recomeça, mas a sua esposa decide que o sofá não é confortável o suficiente para os pés das três.
— Vem cá, amorzinho, — ela chama, com aquela voz doce que derrete o seu coração. — Fica de quatro aqui no meio da gente. As meninas precisam apoiar os pés.
Você obedece na mesma hora. Vestido com a sua roupa de empregadinha, você se posiciona de quatro no tapete da sala. A sua esposa é a primeira a descansar os pés perfeitamente limpos bem em cima da sua cabeça. As outras duas amigas colocam os pés cruzados sobre as suas costas e os seus ombros. Você se torna, literalmente, um móvel. Uma mesinha de centro humana.
Você fica nessa posição humilhante por quase uma hora, sentindo o peso delas, o calor dos pés no seu rosto e ouvindo as risadas enquanto elas comem os doces saudáveis que você preparou, ocasionalmente deixando cair farelos nas suas costas, que você sabe que terá que limpar depois.
Quando o filme acaba, a sua esposa bate palmas levemente, chamando a atenção das amigas.
— Meninas, esqueci de contar o motivo de eu ter chamado vocês pra cá hoje e de estar tão animada! Sabem que dia é hoje?
As amigas balançam a cabeça em negativa. A sua esposa olha para baixo, afagando o seu cabelo com o dedão do pé.
— Hoje o meu capachinho completa exatamente um ano trancado na castidade! Um ano inteirinho que esse pauzinho inútil não sabe o que é gozar. E o melhor de tudo: foi o ano que ele mais atrofio. Né, meu amor?
As amigas arregalam os olhos e depois caem na gargalhada, batendo palmas num tom de deboche absoluto.
— Mentira! Um ano? — uma delas diz, chocada. — Deixa eu ver essa miséria de perto!
A Sessão de Fotos para os Amantes
A sua esposa manda você se virar e sentar de joelhos, de frente para elas. Ela puxa a sua saia de empregada para cima. Ali está você: um homem adulto, rendido, exibindo a gaiola de 2,5cm de metal apertando os míseros 3,5cm de carne inútil.
— Olhem como sobrou espaço na gaiola, — a sua esposa comenta, toda orgulhosa do "trabalho" dela, apertando o seu nariz. — Ele tinha 11cm quando a gente casou. Eu fiz ele passar gelo todo dia, e agora, duro, não passa de 5cm. Ele virou praticamente uma menininha, uma bucetinha de metal!
As amigas sacam os celulares. Elas começam a tirar fotos do seu meio das pernas e selfies fazendo biquinho e apontando para a sua humilhação.
— Vou mandar isso pro Marcos, — a amiga loira diz, digitando rapidamente. — Ele tem um pau de 19cm. Vou dizer: "olha o que sobrou do marido da minha amiga, vê se vem destruir ela hoje à noite pra compensar".
A sua esposa sorri radiante e lhe dá um beijinho carinhoso na bochecha.
— Você se importa, meu amor? De a amiga da sua esposa mandar a foto da sua vergonha pros caras de verdade que vão me foder?
— Não, minha rainha, — você responde, com a voz embargada de excitação e submissão. — Eu amo ser a piada de vocês.
— Bom menino.
18:00: A Despedida das Amigas
O relógio marca 18:00. As amigas começam a pegar as bolsas, animadas para os encontros que terão à noite. A sua esposa se levanta para acompanhá-las até a porta, e você já sabe o seu lugar. Você vai rastejando atrás delas.
Na porta, as amigas se despedem da sua esposa com beijos e abraços. Então, elas olham para baixo, onde você está ajoelhado.
— Tchau, empregadinha inútil, — diz uma delas, estendendo o pé com a rasteirinha nova. — Limpa o meu sapato pra eu sair.
Você beija os pés das duas, dando pequenos beijos nas solas e nos dedinhos, agradecendo por elas terem passado a tarde humilhando você na sua própria casa. Elas saem rindo, prometendo mandar fotos dos caras com quem vão transar para a sua esposa.
O "Presente" de Aniversário e a Sentença
A porta se fecha. A casa fica silenciosa. A sua esposa tranca a fechadura, vira-se para você e encosta as costas na porta, olhando-o de cima a baixo. O olhar dela mistura aquele afeto profundo com um sadismo irresistível, quase zombeteiro.
Ela caminha até você, ajoelha-se no chão para ficar na sua altura e segura o seu rosto com as duas mãos, de forma absurdamente romântica. Ela olha bem no fundo dos seus olhos, enquanto o polegar dela acaricia a sua bochecha.
— Um ano, meu amor... — ela suspira, com um sorriso de orelha a orelha. — Um ano inteiro sendo o meu corninho manso, perfeito e castrado. Você me faz a mulher mais feliz do mundo por ter aceitado que esse seu defeitinho de nascença não serve pra me dar prazer, e por ter se dedicado apenas a cuidar de mim, limpar o meu suor e financiar a minha diversão.
Ela dá um beijo suave nos seus lábios, o primeiro do dia, fazendo o seu coração disparar. Então, a mão dela desce até a sua virilha, por cima da calcinha e da saia de empregada, apertando a gaiola de 2,5cm. Ela dá uma risadinha cruel.
— É tão patético que chega a ser fofo. Duro, ele mal encosta no metal agora. Virou um clitóris grande, meu amorzinho inútil.
Ela tira uma caixinha de veludo do bolso do casaco que estava usando. O seu coração quase sai pela boca. Ela abre a caixa. Dentro, brilhando, há um novo cinto de castidade, muito mais apertado e sufocante.
— Esse aqui tem apenas 1,5cm, — ela sussurra, os olhos brilhando de malícia. — Como você chegou a miseráveis 3,5cm mole, a gaiola antiga estava ficando frouxa demais. Nós vamos forçar esse pintinho a sumir de vez, vamos esmagar ele até você esquecer que um dia achou que era homem. Esse é o seu presente de aniversário, meu eunuco de estimação.
Você engole em seco, aterrorizado e completamente excitado pela degradação. Ela afaga o seu rosto e o sorriso dela se alarga, revelando o verdadeiro golpe final.
— E a segunda surpresa... bem, você vai precisar ser muito forte e muito submisso. — Ela segura o seu queixo com força. — Lembra daquele vídeo que eu mostrei pra você e pras meninas mais cedo? Aqueles paus enormes? Pois é. Às 20:00, os meus 3 touros favoritos, aqueles do vídeo, estão vindo pra cá.
Você arregala os olhos. Três.
— Isso mesmo, — ela ri da sua expressão de choque. — Eles não vêm só pra transar comigo... Eles vêm pra me arrebentar de todos os jeitos e pra te humilhar a noite inteira em comemoração ao seu fracasso completo como homem. E você vai assistir tudo, bem de pertinho. Aliás, assistir não.
Ela dá um tapinha no seu rosto, o tom ficando rígido e autoritário, mas cheio daquele amor distorcido.
— Você vai participar da forma mais humilhante possível. Vai servir de apoio, de degrau, de capacho. Vai ficar beijando os meus pés enquanto eles me destroem e riem da sua cara, preso nessa sua gaiola nova de 1,5cm. E no final de tudo... quando eu estiver completamente esgotada e cheia da porra de três homens de verdade, você vai rastejar e limpar toda a bagunça com a sua língua, engolindo cada gota, como um bom corninho deve fazer quando se tem esse micropênis ridículo. Entendido?
Você abaixa a cabeça até o chão e beija a ponta da rasteirinha dela.
— Sim, minha rainha. Serei o melhor capacho do mundo para a senhora e para os seus touros.
Ela ri, vitoriosa e completamente dona da sua alma.
— Bom menino. Agora vai pro quarto e começa a preparar tudo. Deixa a cama perfeita pra nós quatro.
Ela tirou o cinto de castidade. Com um nojo encenado, ela usou apenas dois dedos — o indicador e o polegar, como se fosse uma pinça — para segurar o meu micropênis. Ela começou a bater uma para mim de forma mecânica e humilhante. Eu estava há um ano em castidade; o menor toque me levou ao delírio. Quando eu estava quase gozando, com os olhos revirados, a mão livre dela desceu como uma garra e apertou as minhas bolas com uma força brutal.
Eu gritei de dor. O tesão sumiu instantaneamente.
— Você achou que ia gozar, aberração? — ela cuspiu as palavras, rindo da minha dor. Enquanto apertava o meu saco escrotal para me machucar, ela pegou um punhado de gelo e esfregou com força no meu pauzinho já sensível.
O frio extremo fez o meu pênis se encolher para dentro do corpo. Eu chorava, implorando para ela parar de apertar as minhas bolas, mas ela continuava passando o gelo, forçando-o a atrofiar ainda mais, até que mal chegasse a 2 cm de tão encolhido.
— Você vai adorar ver os três touros me arrombando hoje, não vai? — ela sussurrava no meu ouvido, enquanto me torturava. — Você vai rastejar no chão, vai beijar os meus pés enquanto eles me comem. E sabe o que mais? Eu vou mandar você chupar o pau deles. Eles vão gozar na sua cara de empregadinha, e eu vou cuspir na sua boca pra você engolir tudo. Você vai usar peruca, vai usar maquiagem, e eu vou pisar nessa sua cara inútil enquanto eles me destroem.
Com o meu pauzinho completamente congelado e minúsculo, ela pegou o "presente". A gaiola de 1,5 cm. Ela a encaixou, apertando a carne fria contra o metal. Eu mal conseguia respirar.
Mas a tortura estava só começando. Ela tirou um dildo enorme, de borracha grossa e preta, debaixo do travesseiro. E junto com ele, um pequeno dispositivo elétrico. Antes que eu pudesse reagir, ela prendeu o dispositivo no meu saco escrotal, logo abaixo da gaiola. Era um colar de choque adaptado.
— Abre a boca. Você precisa treinar pra mais tarde, — ela ordenou.
Ela socou o pau de borracha na minha boca. Eu tentei chupar, engasgando com o tamanho. Ela apertou o controle. Um choque elétrico forte e agudo percorreu a minha virilha. Eu chorei, tossindo e babando ao redor da borracha.
— Mais fundo! Faz garganta profunda! Se os meus machos não gostarem, eu vou aumentar a voltagem!
Eu passei os próximos minutos pagando boquete para um pedaço de borracha, chorando de humilhação, enquanto tomava choques nas bolas cada vez que tentava tirar a boca. Ela gargalhava, filmando a minha degradação absoluta.
Para piorar, ela decidiu que o vídeo precisava de um "toque especial". Ela foi até a sacada do quarto, pisou na terra dos vasos de planta, e voltou com as solas dos pés imundas. Apontou o pé para o meu rosto, ainda com o dildo na mão.
— Limpa, capacho. Limpa com a língua.
E lá estava eu, gravado para sempre: um homem adulto, de coleira, vestido de mulher, com o micropênis esmagado e eletrocutado, lambendo terra do pé da esposa.
19:00: A Empregada no Banheiro
Quando ela finalmente se deu por satisfeita, a preparação oficial começou. Eu ajudei minha rainha a se arrumar. Dei banho nela de joelhos no box. Depilei cuidadosamente as pernas e a intimidade dela. Sequei o seu corpo, passei o seu creme hidratante mais caro, arrumei o seu cabelo e fiz uma maquiagem impecável nela. As unhas dela, que eu havia feito à tarde, estavam perfeitas.
Eram 19:30. Ela deitou-se na cama, maravilhosa, vestindo apenas a lingerie provocante. Eu fiquei de joelhos no chão, no meu lugar de direito, massageando os pés dela com devoção por uns cinco minutos.
Mas ela olhou para mim e sentiu que eu precisava aprender ainda mais o meu lugar antes que os amantes chegassem.
— Eu acho que você ainda tá achando que tem algum valor, — ela disse friamente.
Ela se levantou, caminhou até a rua, descalça, e esfregou os pés com força no asfalto sujo e na calçada. Quando ela voltou para a cama, as solas estavam pretas de sujeira, óleo de rua e poeira.
— Você tem até eles chegarem pra deixar isso brilhando só com a sua língua.
Eu desabei em desespero e comecei. Durante 25 minutos angustiantes, eu lambi asfalto, óleo e terra. O gosto era horrível, a areia arranhava os meus dentes. Eu massageava um pé enquanto tentava limpar o outro com a língua, sentindo-me a pessoa mais humilhada, nojenta e descartável do universo. O pânico de não terminar a tempo me fazia suar frio.
20:00: A Chegada dos Touros
A campainha tocou.
O som ecoou pela casa como uma sentença de morte. Eu estava com o rosto sujo de poeira e baba. Ela levantou o pé e olhou.
— Ainda tem sujeira aqui, seu inútil, — ela esbravejou.
Com a raiva de uma dona insatisfeita, ela me deu um chute forte bem no meio da cara. O impacto me jogou para trás. Antes que eu pudesse me recuperar, ela pisou com todo o peso do corpo diretamente em cima do meu pauzinho enjaulado. Eu gritei, sentindo o metal afundar na minha pele.
— A próxima vez que o meu pé estiver sujo e você não conseguir limpar a tempo, eu vou chutar a sua gaiola até quebrar os seus ovos. Entendeu, lixo?
Eu concordei, chorando, pedindo perdão.
— Pro banheiro! Lava essa porcaria logo e coloca a porra da sua peruca! Eles estão esperando!
Eu rastejei até o box, puxei a mangueira do chuveiro e lavei os pés dela o mais rápido que pude, secando-os com a toalha. Com as mãos trêmulas, coloquei a minha peruca feminina loira, ajustei a maquiagem borrada pelas minhas lágrimas e me levantei.
A minha esposa caminhou até a sala. Ela se posicionou a alguns passos da porta, parecendo uma deusa do sexo na sua lingerie preta, pronta para ser destruída por três homens.
— Abre a porta, empregadinha, — ela ordenou, com um sorriso sádico. — E fica de joelhos quando os machos de verdade entrarem.
Eu segurei a maçaneta. A minha noite de inferno e êxtase estava apenas começando.