Alguns dias depois, meu cunhado me mandou outra mensagem no WhatsApp: "Ei, safada, quando você vai me pagar aquele boquete que me deve? Tô com a rola latejando só de lembrar da tua boca gulosa". Meu coração acelerou na hora – eu tava no trabalho, mas já sentia a buceta umedecendo só de imaginar. Respondi rapidinho: "Hoje à noite, no motel. Vem preparado que eu vou te chupar até secar".
Cheguei primeiro, pedi o mesmo quarto de antes e me preparei: lingerie preta rendada, que realça minhas curvas, salto alto e um batom vermelho que grita "sou tua puta elegante". Ele chegou minutos depois, olhos famintos varrendo meu corpo como se quisesse me devorar viva. Mal fechou a porta, me prensou contra a parede, mãos firmes na minha cintura, pau duro roçando minha coxa.
— Você tá uma delícia assim, cunhadinha. Toda arrumadinha pra me mamar? — murmurou no meu ouvido, voz grave e rouca, mordiscando o lóbulo.
— Pra você, eu me arrumo como rainha pra ser tratada como vadia — respondi, lambendo os lábios devagar, já sentindo o cheiro almiscarado dele me enlouquecer.
Ele me beijou com fúria, língua invadindo minha boca, mãos subindo pros seios, apertando os bicos duros por cima do sutiã. Eu gemi no beijo, descendo a mão pro volume da calça dele, massageando aquela grossura que me deixa fraca. Ele gemeu baixo, empurrando os quadris contra minha palma.
— Tira essa roupa toda, quero ver essa buceta molhada que eu sei que tá pingando por mim.
Obedeci devagar, provocante, deixando a lingerie cair no chão. Ele se despiu em segundos, rola grossa saltando livre, veias pulsantes, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Sentei na beira da cama e o puxei pelo cinto imaginário, olhos fixos nos dele.
— Deita aqui, meu macho. Hoje eu vou te sugar até implorar por piedade.
Ele se deitou, pernas abertas, e eu me posicionei entre elas, beijando a parte interna das coxas, subindo devagar com a língua quente. Lambe as bolas peludas primeiro, chupando uma de cada vez, sentindo ele tremer. Aí, passei a língua na base da rola, subindo devagar até a cabeça, lambendo o pré-gozo salgado como se fosse mel.
— Porra, tua boca é um vício, sua putinha gulosa. Engole tudo, vai.
Abri bem a boca e engoli a cabeça grossa, sentindo ela forçar minhas bochechas, língua rodando em volta enquanto descia mais. Ele agarrou meu cabelo, guiando devagar, gemendo rouco.
— Isso, desce mais fundo. Olha pra mim enquanto mama minha pica grossa, mostra que ama ser minha chupadora.
Olhei pra cima, olhos lacrimejando de tanto esforço, mas o tesão me impulsionava. Chupei com fome, sugando forte, mão batendo na base enquanto a outra massageava as bolas. Ele bombava leve na minha boca, fodendo meu rosto com cuidado, mas intenso.
— Caralho, você mama como ninguém. Tua garganta tá apertando minha rola, vou gozar se não parar.
Eu parei só pra respirar, cuspindo na cabeça pra lubrificar mais, e voltei com tudo: boquete molhado, barulhento, saliva escorrendo pelo queixo e pingando nas tetas. Ele gemia alto agora, corpo tenso.
— Para, vadia, senão eu encho tua boca agora. Quero foder essa xoxota encharcada primeiro.
Ele me jogou na cama de costas, pernas abertas, e mergulhou de cara na minha buceta. Língua no clitóris inchado, chupando voraz, dois dedos enfiados fundo, curvando no ponto G. Eu arqueei as costas, unhas cravando nas costas dele.
— Aiii, cunhadinho, chupa mais forte! Minha buceta é tua, lambe esse mel todo.
— Tá tão doce e molhada, sua puta elegante. Vou te comer até gozar gritando meu nome.
Ele subiu, rola na entrada da xoxota, esfregando devagar pra me torturar. Eu rebolava, implorando.
— Enfia logo, porra! Me fode fundo com essa grossura que me estica toda.
Empurrou de uma vez, preenchendo cada centímetro, esticando minhas paredes latejantes. Começou devagar, saídas longas e entradas profundas, mas logo acelerou: bombadas fortes, saco batendo no meu cuzinho, mãos apertando meus seios.
— Toma pica, cunhadinha. Sente como eu te abro toda, tua buceta mama minha rola como luva.
— Mais forte, vai! Me fode como a vadia que eu sou pra você!
Ele me virou de quatro, tapa na bunda vermelha de antes reacendendo o fogo, e voltou a bombar: mãos na minha cintura, puxando contra ele, rola batendo no fundo. Eu gozei primeiro, tremendo, esguichando no lençol, gritando.
— Tô gozando, caralho! Não para, me enche!
Ele acelerou, grunhindo, e gozou logo depois: jatos quentes inundando minha buceta, escorrendo pelas coxas. Ficamos ofegantes, colados, suor misturado.
— Você me deveu um boquete, mas pagou com juros. Próxima vez, eu te como o dia todo — sussurrou, beijando meu pescoço.
Saímos exaustos, mas felizes. Agora, tô contando pra vocês porque não aguento guardar esse tesão todo. Beijos, até a próxima foda!