DÓRIS, A SUBMISSA - Parte 1

Um conto erótico de jrDmetrionX
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 550 palavras
Data: 13/05/2026 22:58:42

— Isso vai doer, Nicolau?

Dóris dava nervosa. Ela se encontrava amarrada na cama com a bunda de fora enquanto esperava o contrato.

A primeira chicotada acertou sua bunda e ela gritou, sentindo a pele arder imediatamente. Nicolau começou fraco, aquecendo aquela bunda.

Dóris estava ajoelhada na beira da cama, os braços presos para frente, bunda totalmente nua e empinada, ardendo a cada segundo.

A segunda chicotada acertou o meio das nádegas, deixando uma marca vermelha. Dóris gemeu alto, mordendo o lábio, sentindo a dor misturar-se ao prazer crescente.

A terceira chicotada veio com mais força, fazendo-a se contorcer, gemendo com a intensidade da dor que pulsava em cada fibra de sua bunda.

A quarta chicotada rasgou a pele com estalos secos, e ela arqueou ainda mais, as pernas tremendo, tentando absorver o choque da sensação que a queimava e excitava ao mesmo tempo.

Dóris apertava as cordas que amarravam suas mãos e mordia os lençóis da cama a cada chicotada que recebia.

— Para... por favor... — implorou, mas ele não lhe deu ouvidos.

— Essa não é a palavra certa! — disse o rapaz, em pé, segurando o chicote, antes de desferir outra chicotada em sua bunda.

— Meu Mestre!!! — disse a palavra mágica.

Ele finalmente parou, mas permaneceu olhando para aquelas nádegas avermelhadas, ardendo e pulsando, completamente à mercê dele.

Abaixou-se e passou os dedos por cada marca vermelha, acariciando-as.

— Dessa vez eu peguei muito leve — disse, beijando a bunda quente. Em seguida, soltou os braços dela.

Dóris se levantou com a bunda dolorida. Mal conseguia se sentar.

— E então, que nota você dá? — perguntou Nicolau, guardando o chicote.

— Um sete! Foi prazeroso, mas faltou um pouco mais de brutalidade — disse ela, enquanto se vestia.

— É que eu tô tendo alguns problemas familiares. Por isso não consigo me concentrar. Mas prometo que, na próxima, vou mandar bem.

— Nossa, esqueci da hora! Meus pais vão me matar. Preciso ir, me leva!

Eles saíram daquele motel de quinta categoria, entraram no carro e seguiram viagem até chegarem à casa de Dóris. Despediram-se com um beijo, como se fossem um casal de namorados normal.

Dóris levou um susto ao ver a mãe na sala.

— Onde tu estava até agora, Dóris?

— Eu... eu estava na casa da minha amiga. Estávamos estudando para a prova da faculdade... eu falei para a senhora.

Com essa desculpa, ela acabou indo para o quarto descansar. Tomou banho e passou uma pomada na bunda, rezando para que aquelas marcas de chicotadas sumissem rápido.

De repente, alguém passou pela porta entreaberta e observou o interior do quarto.

Bernardo viu aquela enorme bunda nua iluminada pela luz do abajur. Ficou paralisado, hipnotizado por aquelas nádegas. Nunca tinha visto uma bunda tão bonita tão de perto. Aproximou-se mais da porta, vendo-a espalhar a pomada lentamente sobre a pele marcada.

De repente, assustou-se ao ouvir a voz.

— Irmão, é você aí atrás da porta?

— Sim... — disse ele, abrindo a porta como se tivesse acabado de chegar. — De novo, Dóris? Achei que você tivesse parado com isso.

— Não é da sua conta. Melhor continuar de bico fechado, senão eu conto para a mãe sobre aquela boneca inflável que tu esconde no quarto. Agora sai do meu quarto, porque estou cansada e quero dormir — disse Dóris, vestindo-se para dormir.

Dóris adormeceu pensando na próxima aventura com o namorado.

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