Minha mãe pediu um gangbang de presente de aniversário

Um conto erótico de Libertino
Categoria: Heterossexual
Contém 933 palavras
Data: 14/05/2026 01:13:37

Em casa, havia um pacto de não-confidencialidade: conversávamos sobre tudo, não havia tabus, nenhum assunto era proibido. Como esta história que minha mãe me contou sobre o melhor presente de aniversário que ela ganhou em anos de casamento.

Meu pai sempre foi um homem prático. Quando minha mãe fez quarenta e cinco anos, em vez de joia, viagem ou aquele jantar com velas que os casais normais fingem que ainda apreciam, ela pediu algo mais direto.

— Quero um gangbang, amor.

Disse assim, como quem pede uma torta de limão. Eles sempre foram bem safadinhos, e haviam se assumido swingers há uns 5 anos. Meu pai nunca foi de negar nada à ela. Ligou para uns amigos, daqueles que já apareciam de vez em quando nas noites de swing da casa. Eram cinco, contou ela depois, com o mesmo tom orgulhoso que outras mães usam para falar do filho que entrou em Medicina.

Eu soube de tudo isso numa tarde de domingo, enquanto tomávamos café. Ela me serviu mais uma fatia de bolo e falou, sem nenhum drama:

— Foi o melhor aniversário da minha vida, filho.

E aí veio a descrição. Não poupou detalhes, porque minha mãe nunca foi de meias palavras.

— Começou devagar, filho. Seu pai sentou na poltrona do canto só pra assistir no começo. Os outros quatro entraram no quarto meio sem jeito, mas eu já estava nua, de quatro na cama, olhando pra eles com cara de quem não aguentava mais esperar. Um deles, o careca alto que seu pai conhece da academia, foi o primeiro. Segurou meu cabelo, enfiou devagar na boca e foi fundo. Enquanto isso, outro já estava atrás, abrindo minhas pernas e me comendo sem cerimônia.

Ela deu uma risadinha, quase carinhosa.

— Eu pedi pra serem brutos, e eles obedeceram. Não era amor, era uso. Me viraram de todos os jeitos. Um debaixo de mim, metendo na boceta enquanto outro me fodia o cu ao mesmo tempo. Eu sentia os dois se esfregando lá dentro, aquela pressão gostosa de estar completamente cheia. O terceiro enfiava na boca, segurando minha cabeça com as duas mãos, me usando como um brinquedo. De vez em quando batiam na minha bunda, forte, daqueles tapas que deixam marca. Eu gemia feito uma cadela no cio, e quanto mais eu gemia, mais eles se empolgavam.

Minha mãe parou um segundo, como se estivesse revivendo a cena, e continuou:

— Me levantaram no ar uma vez. Dois me segurando pelas coxas, um de frente e outro atrás, me fodendo os dois buracos enquanto eu balançava no meio deles. Parecia um daqueles brinquedos de parque de diversão, só que com pau. Eu gozei tanto que minhas pernas tremiam. Depois me jogaram de novo na cama e trocaram de posição. O careca quis meu cu, e entrou fundo, sem piedade. Outro enfiou na boca, quase me engasgando. Eu babava, chorava um pouco de tanto tesão, mas era choro bom.

Ela tomou um gole de café, como se estivesse falando do tempo.

— No final, quando eles estavam todos perto, me colocaram de joelhos no chão. Dois gozaram quase juntos dentro da minha bunda, um atrás do outro, enchendo até escorrer pelas coxas. Dois gozaram na boceta, um depois do outro, me deixando pingando. Seu pai, que tinha ficado só olhando até então, se levantou, segurou meu queixo e gozou na minha boca. Engoli tudo, olhando pra ele. Era o presente, afinal.

Ela deu de ombros, com um sorrisinho satisfeito.

Ela ria baixinho ao lembrar, como se estivesse contando uma peça de teatro amador que deu certo.

— Dois gozaram na bunda, dois na boceta, seu pai na boca. Clássico, né? Depois foram todos tomar cerveja e me deixaram lá, escorrendo, feliz da vida, parecendo um quadro impressionista moderno.

Eu fiquei olhando para ela, tentando conciliar a imagem da mulher que me levava para a escola com essa versão de fim de semana. É estranho quando a gente descobre que os pais têm uma vida sexual mais interessante que a nossa. Dói um pouco no ego.

— E você, mãe? Não ficou... sei lá... cansada?

— Cansada? Eu dormi como um bebê. Acordei só quando seu pai voltou e me perguntou se eu queria pizza. Pedi de calabresa.

Ela deu de ombros, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Para ela, era. Depois de anos de casamento certinho, de PTA de escola e de fingir orgasmo para não magoar ninguém, minha mãe havia decidido que merecia ser, pelo menos uma vez por ano, um objeto de puro desejo bruto. Sem romantismo, sem “você é tão linda”, sem aquela conversa mole de autoajuda sexual. Só carne, suor, tapas e porra.

Fiquei olhando pra ela, sem saber se ria, se me chocava ou se pedia mais café. No fim, só consegui dizer:

— Mãe, você é doida.

— Doida não, filho. Só sincera.

Eu ri.

— As outras mulheres pedem colar de pérolas — disse ela, rindo. — Eu pedi cinco paus. Saí ganhando.

Fiquei em silêncio, mexendo o café. Pensei em como a vida é absurda. A gente cresce achando que os pais são personagens de comercial de margarina e descobre que, na verdade, são personagens de filme pornô dos anos 70, só que com mais consciência corporal e menos trilha sonora ruim.

No fim, ela me olhou com aquele carinho de sempre e falou:

— Pode contar pra quem você quiser, filho. Só não coloca no grupo da família.

Levantei, dei um beijo na testa dela — a mesma testa que eu beijava quando criança — e pensei que, de todos os presentes que ela já ganhou na vida, aquele provavelmente foi o único que realmente serviu.

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