Acordei naquela manhã de sábado com a sensação de que o dia carregava algo diferente no ar. Eu e Marcelo completávamos vinte anos de casamento, e ele havia insistido em comemorar longe da cidade, numa chácara afastada que pertencera ao pai dele.
O lugar era cercado de árvores altas, cheiro de terra úmida e silêncio suficiente para fazer qualquer pensamento parecer mais intenso. O caseiro, Jonas, cuidava da propriedade havia anos. Homem aparentando 50 anos, forte, bronzeado pelo sol constante, poucas palavras e olhar firme. A esposa dele, Célia, era simpática, observadora, dessas mulheres que percebem tudo sem comentar nada.
Passei a manhã organizando a varanda, colocando bebidas para gelar e escolhendo cuidadosamente a roupa da noite. Quando sai do quarto usando um vestido leve branco e um conjunto de renda branca por baixo, percebi Marcelo observando-me em silêncio.
— Vinte anos e você continua me surpreendendo — ele disse.
Sorri, aproximando-se devagar.
— Talvez porque você goste de ser surpreendido.
Marcelo segurou minha cintura e respondeu perto do ouvido:
— Hoje eu quero realizar uma fantasia antiga.
O arrepio percorreu meu corpo imediatamente.
Durante o jantar, o clima foi mudando aos poucos. O vinho soltava conversas, risadas e olhares demorados. Jonas e Célia permaneciam respeitosos, mas percebia pequenos detalhes: o modo como o caseiro desviava os olhos rápido demais quando eu cruzava as pernas, ou como Marcelo parecia notar tudo com atenção quase provocadora.
A noite ficou mais quente. Mais lenta.
Depois de mais uma taça de vinho, Marcelo se recostou na cadeira e falou num tom calmo demais para ser inocente:
— Acho que aniversário de casamento merece um presente diferente.
Senti o coração acelerar.
Jonas e Célia trocaram um olhar silencioso.
Marcelo continuou:
— Sempre tive curiosidade de ver você completamente livre… sem vergonha… sem limites.
O vento atravessou a varanda naquele instante, fazendo o tecido fino do meu vestido se mover contra as pernas. Eu percebi o olhar de Jonas descendo involuntariamente até ali antes de subir outra vez.
E, estranhamente, isso me incendiou.
Célia pareceu entender o que estava acontecendo antes mesmo de qualquer palavra mais direta. Havia tensão no ar, pesada e íntima, como se todos estivessem esperando alguém atravessar uma linha invisível.
Me levantei devagar, caminhando até a beira da varanda iluminada apenas pela luz amarelada da chácara. Sentia-se observada, desejada. E Marcelo parecia absorver cada segundo daquela cena como parte do presente que havia imaginado.
Quando ele se aproximou por trás e sussurrou:
— Hoje você pode fazer o que quiser…
Fechei os olhos por um instante.
O silêncio ao redor parecia pulsar junto ao meu corpo.
Naquela noite, a chácara deixou de ser apenas um lugar isolado no interior. Tornou-se cenário de desejos guardados por anos, fantasias que nenhum deles teve coragem de confessar até então.
Descobri que o que mais a excitava não era apenas o proibido.
Era perceber que meu marido olhava para mim, com ainda mais desejo, justamente enquanto eu ultrapassava todos os limites que imaginava existir. Fui em direção a Jonas e Celia, peguei na mão dela fazendo levantar-se, a segurei com uma mão na cintura e outra em seu pescoço e dei um beijo em sua boca.
Celia correspondeu e ficamos ali, alisando nossos corpos enquanto os dois nos olhavam. Foi quando Marcelo deu sinal para Jonas, que se levantou e veio por trás, me agarrando, me prensando contra Celia.
Fomos aos poucos se livrando de nossas roupas, até ficarmos completamente nus. Celia era linda, loira, seios médios, com as auréulas pequenas e rosadas, sua bucetinha também rosadinha e pequena, com poucos pelos loiros, contrastava com meus seios fartos, auréulas grandes e escuras, bicos duros e pontudos e minha buceta depilada, carnuda tipo capô de fusca.
Célia se sentou no sofá lateralmente, com as pernas abertas, me posicionei de quatro de frente a ela, onde comecei a chupar sua bucetinha, enquanto de rabo empinado, Jonas lambuzava minha buceta com sua boca. Marcelo somente observava no sofá ao lado.
Minha buceta estava pegando fogo, foi quando senti a pica enorme e cabeçuda de Jonas entrando em mim. Nesse momento Marcelo se levantou e ficou em pé ao lado de Célia, ela segurou sua pica e começou a chupar como uma louca.
O tesão na sala era grande, onde nos entregamos ao prazer de fudermos de todas as maneiras possíveis. Após várias explosões de gozadas deliciosas, caímos os quatro no chão da sala exaustos. Os primeiros raios de sol começaram a sair, quando percebemos que passamos a noite toda se entregando completamente ao prazer.
Estávamos deitados, eu abraçada à Jonas, com minha perna sobre as pernas dele e Marcelo abraçado de conchinha com Célia.
Adormecemos por um período e quando acordei, não vi Jonas na sala, foi quando escutei o chuveiro ligado. Chegando no banheiro ele estava se refrescando, então aproveitei e entrei junto com ele. Algumas passadas de sabonete aqui, outra alí, e logo estávamos se beijando e começamos a fuder novamente, com a água caindo sobre nossos corpos. E quando ele foi gozar, me abaixei e engoli tudinho, sem despediçar uma gota.
Ao voltarmos para sala, Marcelo estava deitado no chão e Celia cavalgava como uma louca saboreando novamente a pica dele. Eu e Jonas ficamos observando a putaria dos dois. Quando terminaram, fomos fazer um café para nós quatro, mas tudo isso completamente nus. A sensação de liberdade era maravilhosa.
Passamos o restante do domingo os quatro juntos, fudendo o tempo todo, aproveitando cada momento. Mas infelizmente chegou à noite e precisamos voltar. Foi o melhor presente de casamento que poderia receber.
Mas agora nossas visitas à chácara ficaram mais frequentes, pois Jonas e Celia entraram nas nossas vidas para abalar as estruturas. Isso mudou completamente meu casamento, pra melhor!
