Como fiz minha esposa evangélica virar puta parte 10

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3365 palavras
Data: 14/05/2026 06:45:22

O fim de semana passou num arrasto. A Naty não conseguia relaxar, e eu muito menos. A imagem da Helena, com aquela cara de anjo e alma de demônio, não saía da minha cabeça. No domingo à noite, enquanto a Naty fingia orar no culto sob o olhar atento da Vera, eu planejei cada passo do encontro que viria.

Na segunda de manhã, a mensagem foi enviada.

Naty: "O Paulo aceitou. Mas ele não vai na sua casa. Hoje, às 14h, no motel de saída da cidade. Quarto 22. Se você quer o meu marido, vai ter que provar que aguenta o jogo."

A resposta da Helena veio em menos de um minuto:

Helena: "Estarei lá. E avise ao Paulo para não se atrasar. Eu não gosto de esperar."

Deixei a Naty na faculdade e o clima entre ela e a Helena era puro veneno. Elas nem se olharam. A Naty subiu para a sala dela, segurando a sacola com o tecido que a Vera tinha dado, pronta para o "aconselhamento" com o Pastor Gilberto mais tarde.

Às 13h50, eu estacionei na frente do motel. O coração batia na garganta. Eu, o marido que sempre gostou de ver, agora ia ser o ator principal de uma chantagem.

Cinco minutos depois, um uber parou na vaga ao lado, A porta se abriu e a Helena desceu. Ela não parecia a professora de química. Estava com um óculos escuros grandes, um vestido azul-marinho que ia até os joelhos e o cabelo loiro preso num rabo de cavalo perfeito. Ela entrou no quarto sem olhar para trás.

Quando eu entrei e tranquei a porta, ela já estava de pé, no meio do quarto, tirando os óculos. Os olhos azuis dela brilhavam com uma mistura de medo e triunfo.

— Você veio mesmo — disse ela, a voz firme, mas eu percebi um leve tremor nas mãos dela.

— Eu não deixaria minha mulher na mão, Helena. O que você quer de mim? — perguntei, cruzando os braços e sentindo o peso da minha barriguinha de cerveja contra a camisa.

Ela deu um passo na minha direção. O cheiro dela era de perfume caro, nada daquela lavanda de igreja da Vera.

— Eu quero saber o que a Natielly vê em você. Quero saber por que ela volta para casa todo dia depois de ser usada por homens como o Marcos e o pastor Gilberto. O que você tem que faz ela te contar tudo?

— Eu tenho o que eles não têm, Helena. Eu tenho a verdade dela — respondi.

Ela soltou um riso curto e seco.

— A verdade... que bobagem. Eu quero a carne, Paulo. Eu cansei de fiscalizar a vida alheia. Eu quero que você me trate como se eu fosse a Natielly. Me use como pagamento. Se eu gostar, as imagens das câmeras desaparecem.

Ela se virou de costas e puxou o zíper do vestido. Quando o tecido caiu, eu quase perdi o fôlego. Por baixo daquela pose de santinha, ela usava uma lingerie preta de renda, minúscula, que contrastava com a pele branca e sem nenhuma marca. Diferente da Naty, que já tinha o corpo marcado pelas investidas dos amantes, a Helena era como uma folha em branco esperando para ser escrita.

— Olha para mim, Paulo — ela ordenou, imitando o jeito que ouviu o Marcos falar através das câmeras.

Eu a segurei pelo braço e a virei com força. A Helena soltou um arquejo de surpresa.

— Você quer jogar, Helena? Então vamos jogar do meu jeito. Você acha que é a dona do segredo, mas agora eu sou seu dono.

O clima dentro daquele quarto de motel mudou no instante em que o vestido da Helena tocou o chão. A máscara de "fiscal da moral" caiu junto com a roupa. Ela tentava manter o olhar altivo, mas a respiração curta entregava que ela estava entrando em um território onde as fórmulas de química dela não funcionavam.

Eu não perdi tempo. Sentei na beira da cama e a puxei pelo braço, fazendo ela parar entre as minhas pernas.

— Você falou demais pelo celular, Helena — eu disse, a voz grossa, olhando bem no fundo daqueles olhos azuis que agora pareciam perdidos. — Estava muito valente ameaçando a Naty, querendo me usar como moeda de troca. Agora você está aqui. E no meu jogo, quem dita a regra sou eu.

Ela tentou desviar o olhar, mas eu segurei o queixo dela com força.

— Olha para mim. Você quer o que a Naty tem? Quer entender o que acontece por trás das portas? Então começa baixando a bola. Ajoelha.

Ela engoliu em seco. A hesitação durou dois segundos, até que o peso do desejo proibido falou mais alto. Lentamente, a loira conservadora da universidade dobrou os joelhos no carpete do motel.

— Isso... — eu rosnar, abrindo o zíper da minha calça e deixando meu pau saltar, já pulsando de tesão. — Esquece o conselho universitário, esquece as câmeras. Agora, a única coisa que importa é o que você vai fazer com a boca.

A Helena olhou para cima, e eu vi o brilho da luxúria vencer o medo.

— Eu... eu nunca fiz isso com ninguém que não fosse meu noivo — ela sussurrou, a voz trêmula.

— O seu noivo não está aqui. E ele não precisa saber que a santinha dele está agora babando no pau do marido da colega. Anda, Helena. Mostra que aquela sua boca serve para algo além de falar de ética. Abre.

Eu segurei o rabo de cavalo dela com firmeza, puxando levemente a cabeça dela para trás. Ela abriu os lábios devagar, e eu guiei a cabeça do meu pau para dentro. O contraste era absurdo: a pureza daquela pele loira contra a brutalidade do momento.

— Isso, mama... — eu comandei, sentindo o calor da boca dela me apertar. — Usa a língua, morde de leve como se estivesse querendo tirar cada gota de pecado de mim. Você não queria o Paulo? Pois agora você tem o Paulo inteiro na sua garganta.

Ela começou a se soltar. O som dos engasgos dela, misturado com o barulho da saliva, era música para mim. A Helena estava entregue. A submissão dela era real; ela não queria apenas me usar para atingir a Naty, ela queria ser dominada pelo que ela sempre fingiu odiar.

— Mais fundo, Helena! — eu ordenei, forçando o quadril para frente. — Esquece quem você é lá fora. Aqui dentro, você é só uma loira querendo o leite do homem que você tentou chantagear.

Enquanto ela se esforçava, os olhos azuis lacrimejando pelo esforço, eu pensava na ironia da situação: a Naty estava sendo "abençoada" pelo Pastor no gabinete, e eu estava aqui, fazendo a maior moralista da faculdade engolir o próprio orgulho.

— Continua... não para até eu mandar — eu disse, sentindo que o controle da situação estava totalmente nas minhas mãos. — Se você quer o meu silêncio sobre o que está acontecendo aqui, vai ter que se esforçar muito mais.

Ela gemeu contra o meu pau, as mãos pequenas apertando as minhas coxas, aceitando o seu novo papel. A "fiscal" tinha acabado de se tornar a aluna mais aplicada da minha escola de perversão.

A Helena estava no auge do esforço, os olhos azuis já vermelhos e lacrimejando enquanto tentava dar conta do meu pau, que preenchia toda a boca dela. O som da saliva e dos engasgos dela era o que dominava o quarto, até que, de repente, o toque de um celular cortou o clima.

O aparelho dela, jogado em cima do vestido no chão, vibrava sem parar. Ela parou por um segundo, os lábios ainda colados na minha pele, e olhou de soslaio. O nome na tela brilhou: Tomás meu amor.

— É ele... — ela murmurou, a voz rouca e abafada, tentando se afastar para recuperar o fôlego. — É o meu noivo. Eu preciso... eu não posso atender agora, Paulo.

Eu segurei o rabo de cavalo dela com mais força, impedindo que ela se levantasse. Um sorriso maldoso cruzou o meu rosto.

— Ah, você vai atender sim, Helena. O Tomás quer falar com a noiva santinha dele, não quer? — eu disse, pegando o celular do chão e estendendo para ela.

— Não! Paulo, por favor, ele vai perceber... eu não consigo — ela implorou, balançando a cabeça.

Eu não pensei duas vezes. Soltei o cabelo dela e dei um tapa rosto dela. O som ecoou pelo quarto e a bochecha dela ficou vermelha na mesma hora. O susto foi tão grande que ela arregalou os olhos, a respiração travada.

— Atende agora. E se você gaguejar, eu mesmo falo para ele onde você está enfiada — ordenei, com a voz fria.

Trêmula, ela deslizou o dedo pela tela e colocou o celular no ouvido. Eu não dei descanso; no momento em que ela atendeu, eu forcei o meu pau de volta para dentro da boca dela, fazendo ela quase engasgar.

— Oi... Tomás — ela disse, a voz saindo num fio, tentando controlar a arritmia enquanto eu começava a movimentar o quadril devagar, sentindo o calor da garganta dela.

— Oi, amor. Onde você está? Passei na sua sala agora e vc tinha sumido — a voz do tal Tomás saía pelo alto-falante, calma e confiante.

— Eu... hummm... eu estou na... na biblioteca — ela soltou um gemido abafado quando eu dei uma estocada mais funda, batendo no fundo da garganta. — Pesquisando... uns artigos novos... ahn...

— Você está bem? Sua voz está estranha, parece cansada — o Tomás perguntou, começando a soar preocupado.

A Helena fechou os olhos com força, sentindo o meu pau entrar e sair enquanto ela tentava manter o tom de voz. Eu dei outro tapa, dessa vez na coxa dela, para ela acelerar o ritmo.

— É que... o ar-condicionado aqui está... muito forte — ela disse, fazendo um esforço sobre-humano para não soltar um grito enquanto eu aumentava a velocidade. — Eu já... já ligo para você, Tomás. Preciso terminar... essa leitura.

— Está bem, querida. Te amo. Até mais tarde.

No momento em que ela desligou, a Helena soltou o celular no carpete e se entregou totalmente, voltando a chupar o meu pau com uma fúria que misturava ódio e desespero. Ela sabia que, depois daquela ligação, não existia mais volta. A moralista da universidade tinha acabado de trair o noivo com a boca cheia de pecado, e o som dos tapas e dos gemidos agora era a única coisa que ela conhecia.

A Helena estava com o rosto transformado. O tapa que ela levou e a ligação do Tomás pareciam ter quebrado a última trava de sanidade daquela loira. Ela me olhava de baixo, com o rímel levemente borrado e a bochecha vermelha, mas o olhar azul não era mais de medo; era de uma raiva excitada, um ódio que se transformava em fome.

— Você é um desgraçado, Paulo... — ela sibilou, a voz rouca, enquanto as mãos pequenas dela agarravam minhas coxas com força, cravando as unhas. — Você é um porco, um nojento... Como você tem coragem de me fazer passar por isso?

Eu ri, sentindo o peso do meu pau pulsando na cara dela.

— Reclama menos e trabalha mais, Helena. Você queria o marido da colega, não queria? Pois agora aguenta.

— Eu odeio você... odeio o jeito que você me olha... — ela continuou xingando, mas os olhos dela não saíam da minha rola. — E odeio ainda mais essa porra desse seu pau... Como é que pode ser tão grande? 19 centímetros dessa grosseria... Isso é uma aberração, Paulo! Você é um animal!

Ela não esperou eu responder. Avançou de novo, mas agora com uma agressividade que eu ainda não tinha visto. Ela abriu a boca o máximo que podia, tentando acomodar a largura da minha cabeça, e soltou um gemido de frustração ao sentir que não conseguia fechar os lábios completamente em volta da base.

— Puta que pariu... é grosso demais... — ela resmungou entre um movimento e outro, a voz saindo abafada. — Você quer me sufocar, seu lixo? Você quer que eu morra engasgada com isso?

— Se for o caso, morre feliz, santinha — eu respondi, puxando o rabo de cavalo dela para trás e forçando o ritmo.

Ela começou a me xingar de tudo quanto é nome enquanto tentava dar conta do serviço.

— Filho da puta... desgraçado... olha o que você está fazendo comigo...

Mas, apesar dos xingamentos, o trabalho de língua dela era impecável. Ela passava a saliva por toda a extensão, tentando lubrificar aquela tora para que entrasse mais fundo. A cada estocada que eu dava, batendo no fundo da garganta dela, ela soltava um som que era metade xingamento, metade prazer puro.

— Engole tudo, Helena! — eu comandei. — Mostra para esse "animal" aqui que a professora de química sabe como lidar com uma reação forte.

— Eu vou... eu vou acabar com você... — ela murmurou, os olhos revirando enquanto eu sentia o aperto da garganta dela ficando cada vez mais frenético.

A "moralista" tinha sumido de vez. No lugar dela, tinha uma mulher possuída, xingando a minha linhagem inteira enquanto se esforçava para não deixar escapar nem um milímetro daqueles 19 cm de pecado. O ódio dela era o combustível perfeito para o meu prazer, e eu sabia que, a partir daquele dia, a Helena nunca mais conseguiria olhar para um motel ou para o noivo sem sentir o gosto da minha grosseria na boca.

— Para, Helena. Chega — eu disse, segurando os ombros dela e a afastando com firmeza.

Ela parou na hora, com o rosto todo lambuzado, o batom borrado e o olhar perdido. Ela me olhou de baixo, com um biquinho de frustração que eu nunca imaginei ver naquela cara de professora séria.

— Por que, Paulo? — ela perguntou, a voz saindo manhosa, quase num sussurro de criança mimada. — Eu estava indo bem, não estava? Você não gostou? Eu faço do jeito que você quiser, mas não me deixa parar agora... eu ainda sinto o gosto...

Ela estava viciada. O choque da realidade com o Tomás e a brutalidade do meu pau tinham dado um curto-circuito na cabeça da loira. Eu não respondi. Apenas a levantei do chão pelo braço e a joguei de costas na cama.

— Fica quieta e abre as pernas — ordenei.

Ela obedeceu na hora, os olhos azuis arregalados de expectativa. Eu enfiei a mão por baixo do vestido azul-marinho que estava amontoado na cintura dela e coloquei os dedos na lateral da calcinha de renda. Puxei com força, ouvindo o som do elástico esticando até passar pelas coxas brancas dela.

Quando a peça saiu, eu parei por um segundo para admirar o estrago.

— Meu Deus, Helena... — eu murmurei.

A bucetinha dela era a coisa mais linda que eu já tinha visto. Toda rosinha, bem cuidada, com um tufo de pelos loiros bem clarinhos, quase dourados, que brilhavam sob a luz do motel. Estava completamente encharcada; o mel dela escorria, deixando a pele das coxas brilhante. O cheiro de mulher excitada subiu e me deu um soco no estômago.

Eu não esperei. Abri as pernas dela o máximo que pude e caí de boca.

No momento em que a minha língua encostou no clitóris dela, a Helena deu um grito que deve ter ecoado no corredor. Ela arqueou as costas, cravando as unhas no lençol, e começou a tremer as pernas como se estivesse levando um choque.

— Ahhh! Paulo! Meu Deus... — ela gemia, a voz falhando. — Isso... faz isso! Enterra essa língua em mim!

Eu não tive dó. Sugava aquela bucetinha com vontade, fazendo barulho, mergulhando o rosto no meio daquele matagal loiro e úmido. Eu queria que ela sentisse o mesmo domínio que eu impus na boca, mas agora de um jeito que ia fazer ela esquecer até o próprio nome.

A Helena não era mais a "fiscal da moral". Ela era apenas um corpo tremendo sob a minha boca, soltando palavrões e gemidos desconexos enquanto eu trabalhava com a língua nela, saboreando cada gota daquele suco doce e proibido que ela tentou esconder de todo mundo, mas que agora entregava para mim sem nenhuma vergonha.

A Helena perdeu totalmente a linha. Aquela postura de professora certinha derreteu no momento em que a minha língua encontrou o caminho do prazer dela. Ela jogou a cabeça para trás, os cabelos loiros espalhados pelo lençol, e começou a se contorcer como se estivesse pegando fogo.

— Ai, Paulo... meu Deus... não para! — ela gritava, a voz saindo arranhada, entrecortada pela respiração ofegante. — Isso... bem aí... bem nesse lugar!

Eu enfiava o rosto com mais vontade, sentindo o gosto doce dela e o cheiro dos pelos loiros molhados. A cada sugada que eu dava no clitóris dela, a Helena dava um solavanco, as coxas brancas tremendo sem parar.

— Cacete... você vai me matar... ahhh! — ela gemia, levando a mão até a minha cabeça, ora me empurrando, ora me puxando contra ela com desespero. — Lamber... lambe tudo... eu sou sua, Paulo... faz o que quiser comigo, mas não tira essa língua daí!

Ela fechava os olhos com força, e eu via as lágrimas de puro prazer escorrerem pelos cantos. A moralista da faculdade agora falava as maiores safadezas, totalmente entregue.

— Humm... assim... mais fundo...— ela balbuciava, o quadril subindo sozinho, procurando o contato. — Eu nunca... ninguém nunca fez assim... Tomás nunca chegou perto disso... Ahhh! Eu vou gozar, Paulo! Eu vou gozar na sua boca!.

Eu aumentei o ritmo, usando a língua como se fosse um chicote, sentindo a bucetinha dela pulsar e o mel escorrer ainda mais. Ela começou a falar frases sem sentido, misturando orações com xingamentos, enquanto o corpo dela entrava em curto-circuito total.

— Vem... me deixa limpa... suga tudo... ai, meu Deus! Eu estou derretendo!— o grito dela final foi abafado pelo travesseiro que ela mordeu, enquanto o corpo inteiro dela esticava e tremia no ápice do orgasmo mais forte da vida dela.

Depois que o corpo dela parou de tremer do orgasmo, eu não dei tempo para ela respirar. Puxei a Helena pelas pernas até a beira da cama e dobrei os joelhos dela contra o peito, deixando aquela bucetinha rosinha totalmente exposta e escancarada pra mim. Era a posição da "galinha assada", do jeito que deixa o caminho livre para os meus 19 cm entrarem até o talo.

Eu me posicionei, sentindo a cabeça do meu pau encostar na entrada úmida dela.

— Olha para você, Helena...— eu disse, a voz rouca. — Cadê a professora ética agora? Olha como você está aberta para mim.

— Cala a boca e entra... — ela implorou, o rosto corado e os olhos azuis vidrados. — Me rasga logo com essa tora, Paulo!

Eu dei a primeira estocada. Foi de uma vez, entrando tudo, sentindo o aperto daquela buceta que parecia que ia estourar com a grossura. A Helena soltou um grito que foi um misto de dor e um prazer absurdo.

— PUTA QUE PARIU! — ela berrou, as unhas cravadas nas próprias canelas enquanto eu mantinha as pernas dela dobradas. — É grande demais... dói, mas é bom... ahhh, continua!

Eu comecei a socar com vontade. O som da minha barriga batendo na bunda dela ecoava no quarto. Plact, plact, plact.

— Isso, Helena! Sente o peso do marido da Naty! — eu falava, aumentando a velocidade. — Sente como o seu noivo é frouxo perto do que eu estou fazendo com você agora!

— Humm... ahhh... soca!— ela gemia, a cabeça balançando de um lado para o outro. — Me detona, Paulo! Eu quero sentir o fundo... eu quero sentir você batendo no meu útero! Me faz de cadela, me faz de sua!

Ela estava completamente possuída. A cada estocada funda, ela soltava um arfar, o ar fugindo dos pulmões. O suor já brilhava no corpo dela, e o cheiro de sexo dominava tudo.

— Você gosta assim, né, santinha? — eu provoquei, dando um tapa na coxa dela enquanto continuava o bombardeio. — Gosta de ser tratada como a putinha que você escondia atrás desses livros de química!

— Gosto! Eu sou uma vagabunda!— ela gritou, perdendo todo o filtro. — Me fode mais forte! Não para nunca! Eu quero que você me deixe marcada, Paulo! Quero que o Tomás sinta o seu cheiro em mim quando eu chegar em casa!

Eu continuei castigando ela naquela posição, vendo a bucetinha rosinha ser devorada pelo meu pau a cada ida e volta, enquanto a Helena se perdia em gemidos e xingamentos, finalmente livre de todas as amarras que ela mesma criou.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Casal hot a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 30Seguidores: 83Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

Foto de perfil de Samas

A Helena agora vai ficar apaixonada por Paulo ( Aliás já esta) e a partir de agora vai fazer o que ele quiser ,já que namorado não deu o que a Puta que vive dentro dela,nunca teve o que esta recebendo

0 0
Foto de perfil genérica

Muito bom...o que acontecerá na sequência?

0 0