MEU FILHO E EU TRANSFORMAMOS MINHA SOGRA NUMA PUTA FAMINTA PT2

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 3723 palavras
Data: 14/05/2026 12:18:29

Voltei para o escritório com as pernas fracas e o pau ainda latejando dentro do short. Não conseguia apagar a imagem da minha sogra Neide, aquela coroa de 52 anos, idêntica à Michelle Fernandes, batendo uma punheta lenta e gostosa no pau do meu filho.

Sentei na cadeira e fiquei ali, respirando fundo, relembrando cada detalhe: a mão dela com unhas bem feitas subindo e descendo no pau grosso do Maycon, o jeito que ela apertava, o polegar girando na cabeça inchada, os seios enormes balançando dentro do robe, o olhar vidrado de tesão enquanto ordenhava o neto até a última gota.

“Caralho…”, pensei. “A mesma mulher que quase me matou quando engravidei a Angela com 15 anos agora tá aqui, escondida no quarto do meu filho, batendo uma pra ele.”

Fiquei duro o resto da noite. Quase não consegui dormir.

No dia seguinte, a casa parecia normal por fora. Neide fez o café da manhã novamente, Maycon foi pra escola, e eu tentei trabalhar. Mas a tensão sexual no ar estava palpável.

Por volta das 11h da manhã, Neide subiu até o meu escritório. Estava usando um vestido leve, justo no corpo, daqueles que marcavam todos os seus atributos. Os seios grandes esticavam o tecido, a cintura ainda marcada e a bunda empinada balançando a cada passo.

— Beto… posso falar com você um minutinho?

— Claro, Neide. Entra.

Ela fechou a porta e ficou de pé na minha frente. Parecia nervosa, mas havia algo diferente no olhar dela.

— Quando o Maycon me contou sobre aquela… doença dele, eu fiquei muito preocupada. Não sabia que era algo tão sério. Eu não entendo muito dessas coisas de saúde masculina. Você está lidando com isso como? Vamos deixar por aqui mesmo ou tem algum tratamento?

Ela não confessou que tinha ajudado ele. Ficou no fingimento, como se só tivesse ouvido a história. Notei que ela evitava olhar direto nos meus olhos.

Respirei fundo e respondi calmamente:

— Eu tô cuidando, Neide. Mas é complicado. Ele tem crises de vez em quando.

Neide mordeu o lábio carnudo e disse:

— Você não tem algum amigo médico? Aquele seu amigo Paulo, que já veio aqui em casa algumas vezes… Pergunta pra ele, Beto. Eu fico mais tranquila se um médico de verdade explicar isso direito. Eu não entendo nada de internet, fico com medo de pesquisar bobagem.

— Tudo bem. Mais tarde eu ligo pra ele e te conto o que ele falar.

Ela pareceu aliviada e desceu.

Assim que ela saiu, peguei o celular e liguei para o Paulo, meu amigo médico de longa data. Expliquei toda a situação (a mentira da doença, a Neide, o que eu queria). Ele riu pra caralho do outro lado e topou na hora trollar ela.

Passadas umas duas horas, chamei Neide novamente no escritório.

— Neide, vem aqui. Consegui falar com o Dr. Paulo agora.

Ela entrou rápido, visivelmente ansiosa, e sentou na cadeira à minha frente. O vestido subiu um pouco nas coxas grossas. Coloquei o celular no viva-voz.

— Alô, Paulo? Tá no viva-voz. Neide, mãe da Angela, está aqui comigo.

— Oi Neide, tudo bem? — disse o médico com voz profissional.

— Oi doutor… — respondeu ela, nervosa.

Paulo foi brilhante:

— Olha, Neide, o caso do Maycon não é muito grave, mas quando dá crise é bem desconfortável. O acúmulo de sêmen gera uma pressão interna que pode causar dor forte, inchaço e até risco de complicações. O ideal, nesses casos, é esvaziar com frequência. Masturbação ajuda, mas o que realmente resolve de forma mais eficiente é relação sexual completa. Buceta é o que melhor acalma o quadro.

Neide arregalou os olhos, chocada.

— Como assim, doutor? Ele precisa… transar?

— Isso. Levar ele numa casa de confiança, com meninas limpas e discretas, é a solução mais rápida quando a crise aperta. Depois que ele começar a transar com regularidade, o organismo vai se acostumando e as crises diminuem. Com o tempo, a doença costuma ser curada naturalmente.

Neide ficou vermelha, mexendo as mãos no colo.

— Mas tem cura, doutor? Ele vai ficar bom?

— Tem sim. Depois que ele transar bastante, umas duas ou três vezes por semana, o quadro tende a desaparecer em poucos meses. O corpo precisa se acostumar a liberar com frequência através do sexo.

Neide ficou em silêncio por uns segundos, processando. Ela conhecia o Dr. Paulo de algumas festas e churrascos aqui em casa, então confiava nele.

— Entendi… obrigada, doutor.

Desliguei o telefone. Neide ficou olhando para o chão, visivelmente abalada. Os seios grandes subiam e desciam rápido com a respiração agitada.

— Beto… você ouviu isso? — murmurou. — Meu Deus… o menino precisa transar pra não sentir dor? Que coisa horrível…

Fiquei quieto, só observando a reação dela. O vestido marcava perfeitamente o corpo maduro e gostoso. Eu conseguia ver os bicos dos seios levemente endurecidos.

Neide levantou os olhos para mim, um misto de preocupação e algo que parecia excitação contida.

— E agora? O que a gente faz?

— Beto… você ouviu isso? — murmurou Neide. — Meu Deus… o menino precisa transar pra não sentir dor? Que coisa horrível…

Fiquei quieto, só observando a reação dela. O vestido leve marcava perfeitamente o corpo maduro e gostoso. Os seios grandes e siliconados subiam e desciam com a respiração agitada, e dava pra ver claramente os bicos endurecidos marcando o tecido.

Neide levantou os olhos para mim, um misto de preocupação verdadeira e algo que parecia excitação contida.

— E agora? O que a gente faz?

Tentei tranquilizá-la, mantendo a voz calma:

— Vamos dar um tempo, Neide. Eu vou continuar cuidando dele. Se tiver alguma crise mais forte, a gente pensa no que fazer. O importante é ele não sofrer.

Ela balançou a cabeça, ainda atordoada, e saiu do escritório. Mas eu vi o jeito como ela apertou as coxas ao se levantar. Eu estava curioso pra caralho. Queria saber até onde aquela mulher “de respeito” iria por causa da mentira que criamos.

Mais tarde, por volta das 18h, Maycon chegou da escola. Chamei ele no meu escritório e fechei a porta.

— Senta aí. Preciso falar com você.

Ele sentou com aquele sorrisinho safado no canto da boca. Eu fui direto:

— Então… me conta a verdade. O que aconteceu ontem?

Maycon riu baixo e passou a mão no cabelo.

— Eu vi ela parada no corredor olhando, pai. Quando percebi que a vó tava ali espiando, resolvi forçar a barra. Gritei fingindo dor pra ver se ela entrava. Não imaginava que ela ia realmente bater uma pra mim… Porra, foi foda!

Eu balancei a cabeça, rindo apesar de tudo.

— Seu filho da puta arrombado… fez a própria avó bater punheta pra você.

Maycon deu uma gargalhada.

— Ela ficou bem excitada, pai. Você precisava ver a cara dela… mão tremendo no começo, depois apertando meu pau com vontade. A vovó é gostosa pra caralho, não acha?

Olhei bem pra ele por uns segundos antes de responder:

— Sou casado com sua mãe e não traio, Maycon. Isso não é coisa que se pergunte pro pai.

Ele insistiu, inclinando o corpo pra frente:

— Mas na real, pai… ela é boa demais. Parece aquela atriz pornô que você me mostrou uma vez, a Michelle Fernandes. Ainda é idêntica, né? Cabelo vermelho, boca carnuda, aqueles peitos enormes…

Sem querer, acabei respondendo:

— Parece sim…

Maycon ficou me encarando com um olhar malicioso.

— Pai… você teria coragem de comer a vovó?

— Claro que não, Maycon! Eu sou bem liberal com você, mas jamais comeria sua avó. Tá louco?

Ele sorriu de lado, sem acreditar nem um pouco.

— Tá bom… eu não conto nada pra mamãe juro . Mas eu sei que você quer. Dá pra ver na sua cara.

— Vai se fuder, arrombado! — respondi rindo e jogando uma caneta nele.

Maycon levantou, mas antes de sair do escritório virou e soltou a última:

— Pai… e se a gente fizer dela nossa puta? Chega de punheta pra mim… e você, quando a mamãe não estiver, come ela também. Imagina nós dois metendo nela… ia ser insano.

— Vai pra merda, Maycon! — falei, ainda rindo, mas com a voz um pouco mais rouca.

Ele saiu rindo e fechou a porta.

Fiquei sozinho no escritório, olhando para a tela do computador sem ver nada. As palavras dele ficaram martelando na minha cabeça.

“E se a gente fizer dela nossa puta…”

Respirei fundo e senti meu pau começar a endurecer de novo só de imaginar a cena: Neide de quatro, aquela bunda grande e empinada, meu pau metendo nela enquanto Maycon enfiava na boca carnuda… ou os dois revezando, gozando nela, transformando aquela coroa religiosa e cheia de moral numa puta faminta pra pai e filho.

Balancei a cabeça tentando afastar o pensamento, mas não conseguia.

“Porra… e se ela topasse?”

Aquela noite estava quente e abafada. Angela só voltaria na sexta, e a casa parecia ainda mais silenciosa. Por volta das 23h20, eu estava no escritório terminando uns detalhes de um projeto quando ouvi um barulho vindo da varanda dos fundos, perto da piscina.

Desci as escadas devagar e, quando cheguei ao corredor que dava para a varanda, parei no escuro.

Maycon estava em pé, encostado na mureta de pedra, só de short de nylon fino. Neide estava na frente dele, de robe curto preto de seda, o mesmo que usava antes. A luz amarelada da piscina iluminava os dois de baixo para cima, criando sombras que destacavam as curvas dela.

Eu me escondi atrás da cortina da porta de vidro e observei.

Maycon estava fingindo dor novamente, mas dessa vez de forma mais elaborada. Ele segurava o pau por cima do short, o volume bem visível, e respirava com dificuldade.

— Vó… desculpa te chamar… mas tá acontecendo de novo. Tá doendo pra caralho. Eu tentei sozinho lá no quarto, mas não consegui gozar… tá travado de novo. Tá inchado demais…

Neide olhou ao redor, nervosa, o cabelo vermelho solto caindo nos ombros.

— Maycon, meu Deus… aqui na varanda? E se seu pai aparecer?

— Ele tá trabalhando lá em cima, deve estar de fone. Por favor, vó… só me ajuda rapidinho. Tá doendo muito, parece que vai explodir…

Neide hesitou bastante. Olhou para o pau do neto, depois para o rosto dele. A mentira da “doença” junto com o falso desespero de Maycon estava funcionando perfeitamente. Ela respirou fundo, os seios grandes quase saltando do robe, e se aproximou.

— Só com a mão, tá? E bem rápido…

Ela puxou o short dele para baixo. O pau de Maycon saltou, duro, grosso e latejando. Neide envolveu ele com a mão direita e começou a masturbar devagar, depois com mais firmeza. O barulho molhado da punheta ecoava baixinho junto com o som da água da piscina.

— Assim, meu filho? Tá melhor? — perguntou ela com a voz rouca.

— Tá bom, vó… aperta mais na cabeça… isso…

Eu peguei o celular silenciosamente e comecei a filmar. A cena era surreal: minha sogra, aquela mulher de 52 anos que ia à missa todo domingo, batendo uma punheta gostosa pro próprio neto de 18 anos na varanda de casa.

Neide acelerou o movimento, a mão subindo e descendo com vontade. Os seios dela balançavam a cada punhetada. Maycon gemia baixo, segurando o cabelo vermelho dela com uma das mãos.

De repente, ele falou com voz sofrida:

— Vó… não tá descendo… tá preso. Precisa de boca… só um pouquinho, por favor. O médico falou que quando trava tem que usar boca quente pra soltar…

Neide parou a mão, olhando assustada para ele.

— Maycon… chupar? Isso não, meu filho… isso é demais…

— Por favor, vó… tá doendo pra caralho. Só um pouco. Ninguém vai saber. Eu imploro…

Ela olhou mais uma vez para os lados, nervosa, e então se ajoelhou na frente dele. O robe abriu, revelando os seios enormes e siliconados, os bicos escuros e duros.

Neide abriu a boca carnuda e colocou a cabeça grossa do pau do neto entre os lábios. Começou chupando devagar, só a glande, depois foi descendo mais. O barulho molhado de chupada enchia a varanda. Ela segurava a base com a mão e chupava com vontade, os olhos semicerrados, como se estivesse gostando mais do que queria admitir.

— Porra, vó… sua boca é quente demais… — gemeu Maycon, segurando a cabeça dela.

Neide tirou o pau da boca, babando, e perguntou ofegante:

— Tá melhorando?

— Um pouco… mas ainda tá travado. Vó… eu preciso sentir buceta. Só um pouquinho pra soltar. Por favor…

Neide ficou em silêncio por longos segundos. Estava claramente excitada, as coxas apertadas, o robe quase aberto. A luta interna dela era visível no rosto.

— Só a cabecinha… e bem rápido — murmurou, rendendo-se facilmente.

Ela se levantou, virou de costas para ele e apoiou as mãos na mureta da varanda. Levantou o robe até a cintura, revelando a bunda grande, redonda e empinada, e uma calcinha preta fina. Puxou a calcinha para o lado, expondo a buceta madura depilada, carnuda e já molhada.

Maycon não esperou. Posicionou o pau e enfiou devagar. Neide soltou um gemido abafado quando o neto a penetrou.

— Ai, meu Deus… que grosso… vai devagar, Maycon…

Ele começou a meter, primeiro devagar, depois com mais força. O som das coxas dele batendo na bunda dela era alto. Neide segurava na mureta, os seios balançando soltos para fora do robe, gemendo cada vez mais.

— Isso, vó… sua buceta tá apertada pra caralho…

Eu continuei filmando tudo, pau latejando na mão. Ver minha sogra sendo comida pelo meu filho na varanda da minha casa era uma das coisas mais safadas que já presenciei.

Maycon meteu mais fundo, segurando a cintura dela. Neide rebolava para trás, entregue. Os gemidos dela ficavam mais altos e menos controlados.

— Não goza dentro, pelo amor de Deus… — pediu ela, mas a voz saía fraca de tesão.

Maycon acelerou, socando forte. Depois de alguns minutos, ele puxou o pau e gozou nas costas e na bunda dela, jatos grossos e brancos escorrendo pela pele bronzeada.

Neide ficou apoiada na mureta, pernas tremendo, respirando pesado.

Maycon deu um beijo no ombro dela e sussurrou:

— Obrigado, vó… você salvou minha vida de novo te amo.

Ela se arrumou rapidamente, fechou o robe e, sem dizer mais nada, voltou para dentro de casa com as pernas bambas.

Eu parei de gravar, o coração disparado.

A Neide “de moral” estava caindo cada vez mais rápido.

No dia seguinte o café da manhã foi estranhamente normal. Neide fez ovos, pão na chapa e café forte. Estava bem arrumada, de robe mais comportado, mas evitava olhar muito nos meus olhos. Maycon comeu rápido, deu tchau e foi para a escola.

Assim que ficamos sozinhos em casa, a tensão no ar ficou insuportável.

Fui para a academia que montei no porão, vesti apenas um short preto de malhar e comecei meu treino. Estava agitado, sem conseguir tirar a imagem dela da cabeça. Uns 20 minutos depois, Neide desceu. Usava uma calça legging cinza clarinha que marcava absurdamente a bunda grande e redonda, e um top esportivo preto que mal continha os seios enormes. O cabelo vermelho estava preso em um rabo de cavalo.

Ela começou a fazer alongamento ao meu lado, em silêncio. Eu continuava malhando, mas meu pau já estava meio duro só de ver ela ali.

Não aguentei mais.

— E aí, Dona Neide… dormiu bem? — perguntei, parando o exercício e pegando a garrafa de água.

— Dormi… sim — respondeu ela, sem me olhar.

Fui direto ao ponto, sem rodeios:

— E como foi o sexo de ontem?

Neide ficou branca, depois vermelha instantaneamente. Virou o rosto para mim com os olhos arregalados.

— Q-que sexo, Beto? Eu não… eu não faço sexo há anos. Você tá louco?

Eu sorri frio, peguei o celular, abri o vídeo e dei play. O som dos gemidos dela e das estocadas encheu a academia. Neide viu a si mesma ajoelhada chupando o pau do neto, depois sendo comida por trás na varanda.

As pernas dela fraquejaram. Ela sentou no banco de supino, mãos tremendo, olhos cheios de lágrimas.

— Beto… por favor… — a voz dela falhou. — Eu fiz aquilo pra ajudar ele… por causa da doença… Não conta pra ninguém, pelo amor de Deus. Angela não pode saber… minha igreja… minha família… por favor…

Fiquei de pé na frente dela, suado, o volume do pau já bem visível no short.

— Você é uma safada, Neide. Ficou de quatro pra seu próprio neto de 18 anos. Olha como você rebolava gostoso pra ele…

Ela chorava baixinho, envergonhada.

— Eu vou apagar esse vídeo… mas você vai ter que fazer uma coisa por mim primeiro.

— O que você quer? — perguntou ela, voz quase sumindo.

— Chupa meu pau. Agora.

Neide olhou para mim assustada, lágrimas escorrendo.

— Beto… não… você é casado com a minha filha… isso é errado…

— Errado igual você chupar e dar a buceta pro Maycon? — rebati, mostrando o vídeo novamente. — Ou você chupa, ou eu mando esse vídeo pra Angela agora. E pro grupo da sua igreja também.

Ela ficou em silêncio por quase um minuto, soluçando. Depois, devagar, se ajoelhou na minha frente.

Com as mãos tremendo, puxou meu short para baixo. Quando meu pau saltou livre, grosso, grande e completamente duro, Neide arregalou os olhos.

— Meu Deus do céu… — murmurou chocada. — Como… como a Angela aguenta isso tudo? É enorme, Beto…

Segurei o pau pela base e bati de leve no rosto dela.

— Abre a boca.

Neide obedeceu, ainda com lágrimas nos olhos. Abriu os lábios carnudos e colocou a cabeça grossa na boca. O calor molhado me fez gemer. Ela começou a chupar devagar, desajeitada no começo, mas logo foi tomando mais fundo, usando a mão na base porque não conseguia engolir tudo.

— Isso… chupa gostoso, sua safada… olha pra mim enquanto chupa.

Ela levantou os olhos marejados, o rímel escorrendo, enquanto mamava meu pau com mais vontade. Os seios grandes balançavam dentro do top. Eu segurava o cabelo vermelho dela e enfiava um pouco mais fundo, fazendo ela engasgar.

— Porra, Neide… você chupa melhor que a Angela… — rosnei.

Ela tirou o pau da boca por um segundo, babando, e perguntou ofegante:

— É mesmo maior que o do Maycon… como a minha filha aguenta isso inteiro dentro dela?

— Ela aguenta porque gosta de pau grande — respondi, enfiando novamente na boca dela. — Agora mama direito. Quero ver você engolir o máximo que conseguir.

Neide gemeu com o pau na boca e acelerou o movimento, chupando com mais fome. A mão dela massageava minhas bolas enquanto a boca trabalhava na cabeça e na metade do comprimento.

Eu segurava a cabeça dela com as duas mãos, fodendo sua boca devagar, sentindo o fundo da garganta dela.

A coroa de 52 anos, que ontem ainda fingia ser santa, agora estava de joelhos na minha academia, mamando meu pau com desespero.Neide estava de joelhos na academia, o rosto molhado de lágrimas, rímel escorrendo, enquanto chupava meu pau com desespero. Eu segurava firme o rabo de cavalo vermelho dela, controlando o ritmo.

— Olha pra mim — ordenei com a voz rouca.

Ela levantou os olhos castanhos, cheios de vergonha. Meu pau grosso esticava seus lábios carnudos ao máximo. Eu empurrei um pouco mais fundo, sentindo a garganta dela apertar.

— Isso… mama direito, sua vadia hipócrita. Ontem de quatro pra seu neto de 18 anos… hoje de joelhos mamando o pau do genro. Que bela cristã você é, Neide.

Ela gemeu com o pau na boca, um gemido abafado de humilhação e excitação. Eu puxei o cabelo dela com mais força, inclinando sua cabeça para trás e metendo mais fundo, fodendo sua boca com estocadas curtas e firmes.

— Gluck… gluck… gluck… — o som molhado ecoava na academia.

Puxei o pau para fora de repente, batendo de leve com a cabeça grossa no rosto dela, deixando rastros de saliva e pré-gozo.

— Abre a boca e mostra a língua.

Neide obedeceu, esticando a língua para fora como uma cadela. Eu bati o pau pesado várias vezes na língua dela.

— Diz pra mim… você gostou de levar o pau do seu neto ontem?

Ela hesitou, lágrimas escorrendo. Dei um tapa leve no rosto dela, só o suficiente para arder.

— Responde, porra.

— …Gostei… — murmurou, voz tremendo de vergonha.

— Mais alto. E me chama de Beto.

— Eu gostei, Beto… gostei do pau do Maycon dentro de mim.

Sorri com maldade e enfiei novamente na boca dela, fodendo com mais força agora, segurando a cabeça com as duas mãos.

— Uso este pau pra foder sua filha… e agora eu vou foder você também. A mãe e a filha vão virar minhas putas. Imagina se a Angela soubesse que a mãe dela é uma puta faminta que chupa o genro escondido?

Neide gemeu alto, apertando as coxas. A legging dela já tinha uma mancha escura no meio das pernas. Ela estava molhada.

Puxei ela pelos cabelos, levantando-a um pouco. Segurei os dois seios enormes por cima do top e apertei com força, fazendo ela gemer de dor e prazer. Puxei o top para baixo, liberando os peitos siliconados. Os bicos estavam duros como pedra. Dei dois tapas firmes em cada seio, fazendo eles balançarem pesadamente.

— Ai! — ela reclamou, mas não tentou se afastar.

— Olha esses peitos de puta… cheios de silicone pra chamar atenção. Quantos anos você tem, Neide?

— Cinquenta e dois… — respondeu envergonhada.

— Cinquenta e dois anos e de joelhos mamando o pau do genro como uma cadela no cio. Que vergonha, hein?

Voltei a foder a boca dela com mais intensidade. Segurava a cabeça dela firme e metia até bater no fundo da garganta. Neide engasgava, babava, lágrimas escorrendo, mas não pedia para parar. Pelo contrário… ela segurava minhas coxas e tentava aguentar.

— Isso… engole mais. Quero sentir sua garganta apertando. Sua filha mal consegue engolir metade… mas você vai aprender a engolir tudo.

Depois de alguns minutos fodendo a boca dela sem piedade, puxei o pau para fora. Neide tossiu, babando no queixo e nos peitos, ofegante.

Eu segurei o queixo dela com força, obrigando ela a me olhar.

— Você vai ser nossa puta agora, Neide. Minha e do Maycon. Sempre que a gente quiser. Entendeu?

Ela balançou a cabeça devagar, derrotada, mas com os olhos brilhando de excitação.

— Entendi… — sussurrou.

— Boa menina.

Bati o pau molhado no rosto dela mais algumas vezes, depois esfreguei naqueles seios enormes, lambuzando eles de saliva e pré-gozo.

Neide respirava pesado, joelhos tremendo, buceta visivelmente molhada na legging. A mulher respeitável, que ia à missa todo domingo, estava completamente quebrada na minha frente.

E eu ainda nem tinha fodido ela.

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Comentários

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Interessante.... bem excitante. Já ta meio fora da realidade, mais irreal seria a Angela chegar de viagem, descobrir que é corna da própria mãe com o marido e o filho e ficar feliz em ser passada de idiota e enganada. Deve ser destruidor pra um mulher saber que seu marido a trocou por uma mulher mais velha que ainda por cima é sua mãe moralista e que a mesma mãe transa com seu filho....

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