Engravidei! Só pode ser do meu namorado... Ou do pai dele!

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 3037 palavras
Data: 14/05/2026 16:20:17
Última revisão: 14/05/2026 16:23:07

Demorei a abrir os olhos na manhã seguinte. O que me acordou, na verdade, foi Heitor me encoxando por trás, beliscando meus mamilos e falando safadeza baixinho no pé da minha orelha. Mozão acordou animado acima do normal, eu senti a pica dele rastejar lentamente na portinha do meu cu e ele pediu passagem, mas eu tranquei, disfarcei e me despreguicei.

- Hmmm... Já acordou em ponto de bala, mô?

- Pior que acordei. Vamo fazer aquele amorzinho gostoso pra iniciar o dia levinho, vamo?

- Ainda tô... Me recuperando da surra que cê me deu antes de dormir.

- Tehehe! Ontem eu tava inspirado, Vitinho. Te peguei de jeito, não peguei? Cerveja me deixou solto.

- Ô... Acabou comigo, adorei. Quero você sempre daquele jeito foguento, assim que eu gosto. – segurei o riso.

- Gehehe! Meu puto. – ele fez carinho no meu rosto, me deu um beijo e levantou da cama. – Bom, já que não vou ganhar uma ajudinha do meu namorado, melhor tomar banho pra não me atrasar. Sabe como é, né? Vou bater umazinha de lei no chuveiro.

- Vai lá, mozão. Olha, você tá ficando cada vez mais safado, sabia? Hahaha.

- Culpa de quem? Alguém jurou que vai me transformar em putão, agora aguenta. Hehehe. – Heitor apertou a vara dando seta no pijama, achou graça e me puxou pra fora da cama junto com ele.

Descemos pra sala, chegamos na cozinha e o pai dele já tava trajado no uniforme de eletricista, com calça de brim, botinas de EPI, cinto de ferramentas, blusão e as luvas de couro penduradas na cintura. Assim que nos viu, Geraldão largou o copo de café na mesa, abriu um sorriso exagerado e me tirou dos pés à cabeça sem cerimônia. Meu sogro me devorou com os olhos e bem na frente do filho.

- Olha eles aí. Finalmente, achei que não iam mais sair da cama. Pela cara dos dois, a madrugada foi boa. Huhuhu... – ele tomou o café sem parar de me secar por cima do copo.

- Bom dia, pai. Mãe já saiu?

- Já, ela tinha que chegar cedo na escola. Reunião de professores. E vocês, querem carona?

- Bom dia, sogrão. Não precisa se incomodar, eu e Heitor vamos de-

- Claro que precisa! Ele tá de carro, mano, melhor que pegar trem e ônibus lotado. – o garotão me corrigiu. – Vou só jogar uma água e me arrumo, coroa, espera?

- Tu tem... – Geraldo checou o relógio de pulso, arrancou um pedaço graúdo de pão e mortadela com os dentes e depois me olhou. – Dez minutos pra se arrumar, filhote. Corre.

- Não demoro, pai! Aproveita e toma café, Vitinho.

- É, meu genrinho querido. – o coroa puxou a cadeira que estava ao seu lado na mesa, deu dois tapas no assento dela e sorriu pra mim. – Vem tomar café com o sogrão. Tem queijo, ovo, leite... Mingau.

Heitor, que correu pra separar terno, sapato, calça e gravata, sequer maldou as palavras do paizão. Ele se trancou no banheiro, ligou o chuveiro e de repente a atmosfera da cozinha se transformou: meu sogro abandonou a pele de cordeiro e virou aquele lobo mau que me deixou de cu assado na madrugada.

- Senta aqui, vem tomar café.

- Geraldo... Uma coisa é a gente brincar enquanto ele tá dormindo, outra coisa é pagar pra ver com ele acordado. Vai dar merda, tô avisando. Melhor segurar a emoção, senão-

- Quem disse que ontem foi brincadeira? – o cafajeste ignorou meu pedido, encheu um copinho de café e preparou com açúcar. – Toma, bebe.

- Obrigado. – peguei o copo, mas ele não soltou.

- Pera. – ele lançou um cuspe carregado no meu café e só então soltou o copinho da minha mão. – Pronto, agora tá no ponto pra vagabunda tomar. Piranha gosta é disso, ser feita de puta logo cedo.

- Geraldo, pelo amor de De-

Meu sogro avançou em cima de mim, segurou meu queixo e grunhiu as palavras baixinho no meu pescoço.

- Tu ainda não entendeu que tá comendo na minha mão, seu moleque viado do caralho? Eu que mando nessa porra toda aqui. Tudo que tu tá vendo é meu. – ele apertou meus ombros e me levou pra frente do espelho da sala.

- Heitor vai sair do banheiro a qualquer momento. Perdeu a noção do perigo?

- Então melhor tu fazer teu servicinho antes disso, senão tá fudido. Gehehe! – meteu a mão na minha nuca, me ajoelhou no tapete e imprensou o volume da calça de brim contra o meu rosto.

O cheiro forte de tijolo deixou claro que não se tratava de uma calça limpa, mas sim de uma que ele já vinha usando há dias. E por mais que eu tenha tentado resistir, essa testosterona passada e batida me entorpeceu, ferveu meus neurônios e eu senti o cérebro queimar junto com o cuzinho, foi impossível resistir à pressão da mão grossa apertando minha nuca de encontro à mala.

- Bom que tu acordou cedo pra não se atrasar pra aula, moleque.

- Aula? Que aula?

- Mais uma aula de adestramento de cachorra. Se liga no presentinho que eu preparei pra tu, ó. – ele sacou a giromba, arregaçou o prepúcio borrachudo e cuspiu a glande lotada de linhas brancas, rastros do queijo que acumulou durante a noite.

- Mas esse pau tá sujo, porra!

- Tô vendo, não sou cego. E adivinha quem é a vagabundinha que vai limpar com a boca? O viadinho da família, lógico, teheheh! Pode começar, não tamo com muito tempo.

A jeba deu um pinote, massificou diante dos meus olhos e de repente se tornou aquele pedação de carne inchada, veiúda, peluda e pingando seiva bruta da ponta. Agora mais que nunca, a maresia de tijolo do Geraldão virou uma nuvem de feromônios no meu rosto, eu senti o nojinho inicial, mas ao mesmo tempo fui atropelado por uma fome DRÁSTICA, daquelas que só passam com MUITO, MUITO LEITE preso na garganta. Resumindo, caí de boca sujo mesmo.

- ISSO, ISSO! SSSS! Vem sem medo na rola do sogrão, sei que tu gosta! Sei que tu se amarra, garoto! – ele fez bico, prostou na ponta das botinas e fechou os olhos, à vontade na minha língua. – Mama pra limpar, quero ver meu cacete limpo!

- Mmm! Seu sem noção! Promete que vai parar de me tarar?

- Prometo que vou dar leite na tua fuça todo santo dia, isso eu prometo! GEHEHE!

- E teu filho, Geraldo? Eu namoro ele, seu doido!

- Quê que tem? Sou ciumento não, já falei que não me importo de pegar as sobras dele. Tu é minha sobrinha, meu restinho de cu. Pra mim tá ótimo, não preciso mais que isso. Deixa o amorzinho pro Heitor, comigo é goela e depósito. – deu o aviso, afundou minha cabeça na trolha e, como bem gosta de fazer, sogrão visitou as galáxias profundas no céu da minha garganta. – AAARGH, SSSS! VIADO FILHO DA PUTA! TU VEIO PRA ESSA CASA PRA ME ALIVIAR, FOI PRA NAMORAR MEU FILHO NÃO! OOORGH!

- GHHHRR! – não sei como meu rosto não explodiu em saliva e cuspe nessa hora, de tão inflado e estufado que fiquei.

A pressão foi tão viciosa que chegou a estourar cuspe pelas minhas narinas, perdi totalmente o controle da respiração na pentelhada dele. Seu saco rebocou meu queixo, ele prendeu a mão atrás da minha cabeça e me impediu de sair, me obrigando a sustentar mais de trinta segundos de carcadas agressivas na faringe.

- GLOOOGH, GLOOOGH! GHHHRRR! – minha boca tomou coça, meu cu pegou fogo e eu me contorci de tesão no chão da sala.

- ISSO AÍ, PUTA, LIMPA ESSA ROLA! Deixa ela limpinha, quero ver a cabeça brilhando da tua saliva! Putinha obediente do sogro! AAARFF! Abre bem a boca que lá vem mijo pra incrementar o café, bora.

Assim começou o dia em Realengo. Quando Heitor saiu do banheiro, eu já tava sentado comportadamente na cozinha, terminando de tomar café e com o bucho cheio de leite e mijo do pai dele, mas ele não percebeu nada, nem questionou minha cara vermelha, meu hálito de saco e os lábios inchados. Mozão vestiu terno e gravata, se aprontou pra sair e nós pegamos carona de carro com o Geraldão.

O trajeto até o Caju foi silencioso e sem muitas insinuações, apesar das olhadas constantes que eu o cinquentão trocamos pelo retrovisor. Ele deixou Heitor na porta do banco, depois seguiu comigo em direção ao Centro e desviou do caminho do meu trabalho, logo vi que ia dar merda.

- Pra onde cê tá me levando, cara? Bebeu?

- Faz diferença saber? O importante é o que tu vai fazer quando chegar lá. Hehehe. – ele pegou minha mão e pôs na mala enquanto dirigia.

- E se você se distrair no volante? Eu tenho que chegar vivo naquele McDonald’s, Geraldo.

- Ssssh. Tá falando muito, prefiro quando tu tá de boca cheia no meu saco. – puxou minha cabeça e me botou pra mamar no trânsito, em plena Avenida Brasil congestionada.

Paguei o segundo boquete do dia ouvindo barulho de buzinas, rádio ligado e vendedores ambulantes circulando pelas fileiras de veículos ao longo da via expressa. Geraldo apertou a mão no volante, a outra ele usou pra me engasgar e isso fez com que o sacana pisasse fundo no acelerador de vez em quando, botando o carro pra roncar de acordo com a profundidade da minha garganta.

- Vira o cu pra cá. – mandou.

- Aqui? – olhei pela janela e estávamos numa espécie de rua projetada, aparentemente atrás da Rodoviária Novo Rio. – E se passar alguém?

- Não tem movimento aqui essa hora, bora logo. Vira o cuzinho que eu tô de saco cheio.

- Já, macho?! Esporrou na minha boca não tem nem uma hora.

- Eu fico lembrando da minha vara atravessando teu furico e olha o que acontece. – ele abriu a calça de brim, a bazuca pulou pra fora e as pulsadas fizeram o couro arregaçar sozinho, aí a ponta da glande melecada de babosa apareceu.

Deitei o banco do carona pra ganhar mais espaço, arriei o short e virei que nem cadela no cio pro vira-lata garanhão da rua. Tem noção do que é o macho posicionar a piroca na beira do teu cu e socar ela inteira numa só botada? A cratera que ele abriu de madrugada amaciou o engate, sogrão escorregou com extrema facilidade e eu senti a glande fazer a curva lá na última parede do cuzinho, tão fundo que ele chegou.

- AAARGH! Ó como entra facinho! Ainda tá larguinho de ontem, que delícia! Será que eu encontro minha gala aqui dentro, garoto?!

- A cada dia que passa, eu tenho mais certeza que você devia estar internado, seu tarado! OOOHNN!

- Internado dentro da tua bunda, só se for! Tu me chama de tarado, mas não para de mastigar minha piroca com a cuceta, né, ô viadinho?!

- Ué, você quer me comer e eu não posso piscar?! Não tenho culpa se você é um gostoso do caralho, macho esfomeado!

- Sou esfomeado mesmo, quero cu o tempo todo! Namorar contigo foi a melhor coisa que meu filho fez! SSSS!

- DESGRAÇADO! CRETINO, FILHO DA PUTA! FFFF! – mordi a boca.

- SE FALAR ALTO COMIGO DE NOVO, ARREBENTO TUA BUCETA AQUI MESMO! ARRANCO SANGUE DO TEU COURO, ESCUTOU!? – ele estapeou minha cara, cuspiu na minha língua três vezes seguidas e tornou a macetar sem piedade.

- SANGRA, FODA-SE! MACHUCA ESSE CU, FODE ESSA PORRA! NÃO QUERIA METER!? METE! DEIXOU O FILHO NO TRABALHO E TROUXE O GENRO PRA TOMAR LEITE NO PELO, VOCÊ VAI DIRETO PRO INFERNO QUANDO MORRER!

- VOU, E VOU TE LEVAR COMIGO! PASSAR O RESTO DA ETERNIDADE ESPETANDO TEU CU JUNTO COM O CAPETA, UEHEUEH! CACHORRA! VADIA! PUTA DO SOGRO! QUEM É A VAQUINHA DO SOGRÃO, HEIN!? MINHA BONECA DE LUXO, MEU BRINQUEDO! OOORSS!

A porradaria cresceu desproporcional, Geraldão escorregou na própria porra amanteigada da madrugada anterior e, daí pra frente, foi carnificina pura o que aconteceu dentro do carro. Perdi a hora, o senso e os sentidos, virei um mero buraco esgarçado ao redor da mandioca do coroa e os vidros embaçaram em meio à guerra de pau torando no cu.

- PISCA PRA TOMAR FILHO, NÃO PARA! FFFF! – suas cabeçadas botaram o carro pra pular e o barulho de RENK, RENK, RENK da suspensão foi a trilha sonora perfeita pra sodomia.

- NÃO LEITA DENTRO, SENÃO EU VOU TER QUE TRABALHAR SUJO DE LEITE! OOHNSS!

- PROBLEMA TEU, COMIGO É LÁ DENTRÃO! – ele meteu tudo, inchou e transferiu três galões de testosterona bruta cuzão adentro. – SSSSS! TU É DEPÓSITO, BOTA ISSO NA TUA CABEÇA!

- MACHO ESCROTO DEMAIS, VAI TOMAR NO CU! ME ESPORROU TODO, CARA! AAAHNSS... – eu desmanchei na janela do carro. – Nem teu filho goza dentro, sabia?!

- ELE NÃO SABE COMO O CUZINHO DO NAMORADO DELE É MACIO DE SOCAR! Hmmm... – mais uma vez, sogrão fez vazar muito creme espesso do meu cu.

Ele tirou a borracha, sacou o leite retido na uretra e esfregou na minha bunda, já habituado a me esburacar na broca afiada. Ofegante e ensopado daquele suor tijoloso, Geraldo vestiu a calça e ligou o ar condicionado no máximo, pronto pra cair fora dali o quanto antes. Eu também me ajeitei, vesti a roupa e retornei o banco pro estado normal.

- Vou te deixar no trampo, onde é?

- Relaxa, não precisa. Você vai se atrasar, eu pego o ônibus ali no ponto.

- Não aguenta nem andar, viado. Bora, fala a rua.

- Tem certeza? Não quero dar trabalho.

- Tu não dá trabalho, dá é outra coisa.

O pai do Heitor me deixou na porta do trabalho, eu mal cheguei na lanchonete e tive que correr pro banheiro, pois a esporrada transpareceu na bermuda e quase pingou leite pelas pernas. Pra minha infelicidade, adivinha com quem eu dei de frente quando entrei no vestiário? A pior pessoa que eu poderia encontrar, dadas as condições.

- Opa, opa, opa. Onde a frutinha pensa que vai? Tá com pressa por quê? Aprontou?

- Já vai começar? É assim que você me dá bom dia, Maurício? Cai fora, me deixa em paz. – tentei passar.

- Implicância não, eu não implico contigo. – ele afundou a mão no armário do meu lado e me impediu de sair. – O que eu faço contigo é a mais pura verdade. Afinal de conta, tu é viado. Não é, Vitor?

Entendi que o valentão não me deixaria sair tão facilmente, respirei fundo e o encarei.

- Fala logo, o que você quer?

- Responde minha pergunta, donzela. É ou não é bichona? – o barbudo segurou meu queixo, encarou olho no olho e me cercou. – Tu dá ou não dá ré no quibe?

- Tá, eu sou gay. E daí, qual é o problema? Você é homem das cavernas, por acaso? Vai me bater?

- Viu como eu tenho razão quando chamo de bichona? Hehehe... Parece uma mocinha, só falta miar. Vem cá, tu também faz essa carinha de vadia quando tá dando o cu, meu parceiro? EUHEUH!

Dessa vez não deixei passar batido. Olhei sem medo na cara dele e mandei a real.

- Sabe... No início, quando eu vim trabalhar aqui, até que eu achava você bonitinho. Essa sua barba, a cara de mau, os brações tatuados, seu corpo forte. Pensei que a gente fosse se dar bem, mas aí você começou a reclamar da tua mulher e eu percebi que cê é daqueles caras que tão sempre certos, os outros que tão errados. Tipo esses maridos embustes que chamam a esposa de doida, tá entendendo mais ou menos? Um traste, Carrasco, isso que você é. – não poupei sinceridade. – Se cê fosse um pouquinho menos insuportável, até que eu daria pra você. Pena que é um azedo do caralho. Agora desaparece e vê se me erra, dá licença.

Saí, fui no banheiro mijar e aquele escroto finalmente me deixou em paz. Trabalhei tranquilamente até o horário do almoço, o relógio voou e Heitor me ligou um pouco depois do meio-dia, querendo saber se dava pra gente almoçar junto. Ele precisou resolver umas coisas de banco na Presidente Vargas e acabou passando na Uruguaiana pra me ver, daí comemos um lanche lá mesmo e mozão fez o convite.

- Vou pedir pro meu pai te dar carona na volta mais tarde, beleza?

- Quê? Não precisa, Heitor. Pra quê? – me assustei.

- Vai rolar enterro dos ossos lá em casa, vamo queimar tudo que sobrou de ontem. Quero você lá, lindão. – ele me abraçou e beijou.

- Ah... – pensei na putaria pesada com o sogrão e meu cuzinho piscou na cadeira. – Tá. Já que é assim, então eu vou. Vê com ele, largo antes das sete.

- Vou avisar. Agora... Sabia que eu ainda tô pensando naquele sexo gostoso de ontem? – meu namorado me surpreendeu quando sarrou a pica na minha coxa, o McDonald’s lotado.

Senti tesão, confesso, mas a gala grossa do meu sogro esquentou meu cuzinho, eu dei um peidinho e quase cuspi parte dela na cueca, isso enquanto conversava com o filho do macho que me engravidou. Muita baixaria, né?

- Sossega, Heitor, tô no meu ambiente de trabalho. – eu avisei.

- Ué, logo você bancando o certinho? Cadê o Vitinho fogoso que quer me transformar em putão, morreu?

- Se continuar me encoxando, eu vou cometer uma loucura aqui mesmo. Olha lá, tô avisando. Ainda mais que cê tá gato pra caralho de terno e gravata, todo engomadinho. Meu advogato gostosão... – meti a mão na pica dele por cima da calça social e o provoquei.

- Ah, vai? E que tipo de loucura você pretende cometer aqui, posso saber?

- Te conto. Vem cá um minutinho.

Puxei pela gravata, fomos pro banheiro masculino do segundo andar e eu vi que não tinha ninguém ali. Entramos numa das cabines vazias e admito que tive medo de ele eventualmente perceber meu cu cheio de porra, mas Heitor tava galudão, de pau trincando e horário apertado, ele nem teve tempo de ficar analisando meu cu.

- Puta merda, mano! Fudeu.

- Que foi, amor?

- Minha camisinha acabou, ontem foi a última. Tem alguma aí?

- Camisinha, Heitor? Chega, é hoje que você me engravida. Vem, bora fuder de verdade. – desci a calça, virei de costas e não dei tempo pra ele pensar, muito menos olhar meu cu.

- Tem certeza que...

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