Tendências – Cap 5 - Sucessão de descuidos, não tinha como negar!
Feminização, Menino para Menina, Transição, Crossdresser,
Este episódio ocorreu a algum tempo, não há uso de material ilícito, nem apologias a uso de violência/drogas/pedofilia. Conta a história de Amanda, muito antes dela saber que seria Amanda.
Demorou um tempo entre o ocorrido na minha saída da cozinha e mamãe me chamar, lá de seu quarto. Eu já estava de cueca e calção, então fui rápido assim que ela me chamou.
– Lembrou de passar o creme no braço, melhor fazer isso 2 x ao dia pelo menos até amanhã, pela queda irá ficar roxo, então tome este outro creme que irá ajudar a não deixar marcas.
Ela me entregou um tubo de Hirudoid e eu havia dito que havia passado a pouco, fiz questão de tirar a camisa e passar o novo creme enquanto saia, me virei de costas e sai, ao que ouvi um murmúrio dela sem entender, quando cheguei no quarto, fiquei muito irritado, não percebi que o sutiã, havia deixado uma marca da pressão do fecho nas minhas costas na altura do ombro onde a fivela de ajuste possivelmente fez pressão, era mais um erro meu, com certeza o murmúrio de mamãe tinha a ver com isso, mas foi melhor eu nem ouvir, acho que estou imaginando coisas.
O resto do dia fiquei fazendo tarefas, mamãe fez as atividades naturais, pegou as roupas no cesto, trouxe roupas da lavanderia passadas, estendeu roupas, mas estas roupas que trouxe foram da semana, ainda não eram as dos últimos 2 dias, mas deixando elas na cama falou.
– Bom, agora temos muitas tarefas para pensar e realizar, vou precisar da sua ajuda aqui em casa também, assim que terminar a tarefa, guarde estas roupas que iremos na lavanderia para você aprender a lavar e separar as roupas por cor e tecido.
Eu terminei, guardei as roupas e já percebi que ao invés de 5 cuecas apenas 2, as mais novas estavam ali, meias nenhuma e apenas o uniforme de aula, mas como nunca havia guardado nada, poderia ser que ela tenha lavado no meio da semana e guardou, por isso tão pouca coisa, mas desci, ela estava na cozinha mexendo nos preparativos pro almoçou me viu e já falou.
– Acabei de fazer uma tabela de afazeres, vamos nos revezar, hj vou com você pra lavanderia, aprender a separar as roupas para não estragar na máquina, manchar ou danificar, ali na porta da lavanderia vou deixar umas instruções caso você esqueça algo, mas é bem simples.
Ela me mostrou a folha, eu li.
– Parece simples, se for só isso deixa comigo.
Minha arrogância às vezes supera o ridículo. É lógico que mamãe riu e falou.
– Calma, parece simples, não é complicado mas pode ser trágico ok.
Ri e ela foi falando das cores, que deveria fazer um monte com roupas escuras, outro com as coloridas e outro com as brancas. Depois cada monte separa-se entre roupas íntimas e roupas de uso para escola e trabalho. Falou do uso dos produtos como alvejantes, medidas de amaciante, medidas de sabão líquido. Que roupas de cama, mesa e banho eram lavadas em separado, em outro momento e tinham programação específica na máquina, era só ler as opções no botão. Falou tudo isso, cruzou os braços e disse.
– Ok, sabe tudo. Mãos a obra, me avise quando terminar a primeira lavada, hoje serão 3 ou 4 ciclos.
Eu não entendi o que ela disse de ciclo, ela saiu e eu fui fazendo os montes, só então percebi que ali estavam todas as roupas da saída com as primas, as roupas compradas usadas, o sutiã e calcinha que dormi, e as roupas dela.
Separei as escuras e as brancas, meti na máquina e adicionei os produtos.
Só não separei roupas íntimas das demais, 1 hora depois quando terminou, ouvi ela me chamando na sala, ela devia estar na sala de costura, um quarto que era para ser de empregada mas funcionava uma máquina de costura, uma de lã e uma overlock que ela ajustava as roupas que comprava.
– Terminou a máquina, pode por favor estender, e já prepare a segunda leva.
Eu fui, o meu desespero foi ver que ao misturar tudo, muita roupa estava embrulhada, o fecho dos sutiãs, praticamente destruíram duas camisas minha, um shorts e uma blusa de mamãe, estendi tudo, e tentando esconder pendurei as “destruídas” no meio encobrindo com as outras, mas estava na última roupa quando mamãe pôs a cara na porta e gritando falou.
– Não acredito que você não prestou atenção no que eu disse sobre misturar roupas, você lavou tudo isso junto ???
– Sim, errr, quer dizer, eram escuras.
– Meu Deus, irresponsável, olha isso, as roupas novas soltaram tinta nas outras, você simplesmente acabou com suas camisas, minha saia, meu blazer e essa calça.
– Ai mãe , desculpe.
Isso que ela nem tinha visto as roupas estragadas, apenas as aparentemente manchadas, eu não percebi diferença, mas ela sabia exatamente o que eu fiz.
– Olha isso!
E ela já com a mão arrancando as roupas manchadas, ficou uma fera quando viu as roupas com fio puxado, tortas e puxadas.
– Desculpe mãe, eu não sabia que estragava.
– Eu fui bem clara, um monte com as escuras, um monte com as coloridas, uma com as brancas, depois separar as íntimas, que depois vinha te falar como lavar e falei para separar as novas que necessitava eu olhar o que dizia as etiquetas para saber se soltam tinta. Olha o estrago que você fez.
.
Pior que ela repetindo, era exatamente o que ela disse, e agora com mais atenção vi que o maior prejudicado fui eu, pois as roupas manchadas eram mais minha do que dela, embora ela só apontou para as roupas dela.
Ela foi arrancando e jogando um canto, tudo molhado, ao final sobrou apenas as roupas íntimas escuras, o vestido que soltou cor e duas camisas dela e um calção meu, praticamente 15 roupas foram perdidas.
Pediu para pegar uma cadeira, sentar e reler em voz alta tudo que estava no papel.
Realmente estava tudo ali, inclusive a parte que dizia que as roupas íntimas com fecho deveriam ser colocadas em um invólucro especial, pequenas sacolas em filó, com laço para fechar os sutiãs dentro e alguma roupa com fecho, grampo, fivela.
– E agora, olha o prejuízo? Você praticamente destruiu mais da metade das roupas.
– Desculpa mãe, mas eu tenho uma gaveta cheia.
– Esqueceu que andamos jogando roupas velhas para o saco de doação e que ele já foi embora?
– Mãe, e agora?
– Bom, vamos terminar isso aqui, eu vou ficar olhando, faça agora o certo com as roupas brancas. Quanto ao que sobrou na gaveta, só iremos lavar roupa daqui 15 dias, então vai pensando no que fará, tenho certeza que encontrará algo que resolva e lhe … agrade.
Eu não entendi a pausa e o “agrade”, mas fui lendo e fazendo o que tinha que ser feito ela apenas confirmava com a cabeça, ou dizia … releia, tá errado quando eu pegava algo que não era para aquela batida de roupa.
Assim ficou um pequeno monte com roupas íntimas brancas, inclusive “minhas” e ela foi para sala e ao sair disse.
Terminando lave a 3º leva , pendure estas e venha no seu quarto para vermos o que fazer.
Eu terminei, 45 minutos depois, aí entendi pq foi mais rápido o relógio para roupas brancas era menos demorado do que os roupas escuras, depois, estendi, e enfiei o que sobrou, nos pacotes, na máquina e coloquei pra funcionar, não esquecendo de mover o marcador de roupas intimas, o relogio disse que demorava 55 minutos, subi já falando pra mãe que estava subindo, acabamos por nos encontrar na porta do quarto, ela saindo do dela e eu virando o corredor.
Ela sentou na cama e falou.
– Bom vamos ver o que sobrou.
Eu fui abrindo a gaveta, parecia que tinha diminuído mais algumas coisas, retirei cerca de 8 cuecas, 6 meias, não mexi nas gavetas com calcinhas e sutiã, não me atreveria neste momento, mas ao colocar na cama mamãe falou.
– Bom, temos 2 cuecas lá no cesto, nenhuma meia e agora a conta não fecha pra quinzena?
– Já sei, lavamos toda semana, assim dá e sobra.
– Não, isso ficará muito caro a luz, água e os produtos de limpeza, isso tudo custa dinheiro e agora temos que economizar muito mais, já tenho o primeiro aluguel, mobiliário, limpeza, funcionária, terei que pagar por alguns produtos, os outros consigo por consignação, de forma alguma podemos dobrar os gastos em casa.
– Ai mãe, perdão, nossa e agora?
– Eu imagino 8 meses até a loja começar a se pagar, se não mais, só com a funcionária, o gasto é 2 salários mínimos e impostos, eu posso me virar sem retiradas, a ideia era vc me ajudando aqui e eu me virando lá, mas agora sinto que não posso contar 100% com você filho.
EU já chorando de nervoso em decepcioná-la, ela me abraçou e falou:
– Desculpe, tudo bem, eu vou pensar no que fazer, de repente venda o carro ou financie um mais barato, deixa, sempre me virei sozinha, 1 ano passa rápido.
– Mãe, e se …
Eu tinha que ajudar, eu era culpado por isso tudo, talvez se eu estivesse mais focado ela poderia resolver melhor tudo isso.
– O que está pensando, vamos lá, você sempre teve boas ideias, fale filho.
– E se eu trabalhasse na loja meio período, de manhã vou para aula, volto e fico na loja do almoço até as 20hs, podíamos estipular um horário diferenciado, com as escolas e faculdades talvez o horário tarde e a noite seja mais vantajoso?
– Deixa eu ver.
Ela começou a gesticular, resmungar, pegar pela memória o que eu tinha falado e nossas conversas sobre os pontos de comércio em volta etc. Uns 5 minutos que pareciam 4 horas se passaram então ela falou:
– Pode ser que dê certo, em questão ao horário na loja, mas teremos outros problemas, mas deixa eu ver isso, vou ali no quarto pegar umas anotações e umas coisas.
Eu tinha que convencer ela a me deixar trabalhar ali, com isso tudo. Era o mínimo para apagar os erros cometidos hoje, assim que ela voltou, trouxe uma anotação e um pacote fechado, grande, escrito loja e deixou na cama, pegou as anotações e falou.
– Vejamos, você sai do colégio ao meio dia, certo?
– Sim, e o ônibus passa pela rua de trás dali, ao invés dos 50 minutos até em casa, levaria algo perto dos 20 minutos até a loja.
– Certo, bom se prepararmos algo no dia anterior, basta uma geladeira, microondas e montamos lá na cozinha um lugar para você almoçar, concorda ?
– Sim, mas geladeira?
– Na quadra de baixo tem uma loja de utensílios domésticos, já vi uma geladeira pequena com uma placa de R$700,00 mas acho que pego por menos sabendo pechinchar. Esse gasto eu já teria, e temos o micro-ondas que está lá na churrasqueira que levamos pra loja, junto com mesinha e 3 cadeiras. Com isso resolvemos a infra estrutura de alimentação, mas ainda tenho um problema;
– Mãe, fala que eu vou dar um jeito, é o mínimo né?
– Bom então, vamos lá.
Ela pegou o pacote e abriu, e foi separando e falando o que era cada um: tinha 3 saias curtas, 3 saias médias, 3 calças legs, 3 skinny, nas cores que tínhamos escolhido para loja, em tamanho M, além de 12 camisetas pinks sem estampa no tamanho M, sendo 3 no estilo babylook, 3 estilo camisetas Cropped com Recortes (Cut-Out) e Amarrações, 3 Camisetas Oversized com "Fenda" ou Fenda Lateral e as últimas 3 estilo camiseta com Decote V Profundo ou "Side-Slit" (Abertura Lateral).
– Eu comprei elas pensando em uma menina que trabalha comigo e iria sondar ela para ser minha funcionária, é um padrão de roupa e tamanho que imagino ser da minha funcionária.
– Mas eu tinha pensado eu ser eu, seu funcionário e agora?
– Bom, o gasto já tá feito, neste pacote aqui estão os sutiãs e calcinhas, em número de 12 que iriam junto com o uniforme, além do que para uma loja de cosméticos, tem que ser uma mulher atendendo, as clientes não se sentem tranquilas com homens, a menos que eles sejam totalmente gays, que não é seu caso.
– Credo mãe, claro que não sou gay!
– Não disse que era, mas é a única saída e até já sabemos o resultado, você ficou perfeita como menina naquela noite e na manhã seguinte, de repente, até o fim do ano, você poderia ser minha funcionáriAAAAAA.
Ela disse puxando o AAAA a fim de que não restasse dúvidas. Eu enfurecido me levantei e gritei.
– Eu não visto essas roupas de menina, não mesmo, mãe eu sou menino.
– Primeiro, baixe o tom. Segundo se é pra ser assim, eu tinha prometido não me envolver em seus desejos e travessuras, mas sabemos que não foi forçado a se vestir, nem se maquiar, também sabemos que não foi só aquela noite, você tem dormido com calcinha e sutiã, já peguei você olhando mais atentamente para minhas roupas íntimas e as gavetas aí estão bem mexidas, então, não é ser ou não ser gay e sim gostar ou não gostar de ser uma menina, ou estou errada?
Realmente, eu gostei do que vi naquela noite das meninas, amei a sensação da roupa íntima, amei usar babydoll, amei dormir com sutiã e calcinha, era nítido que me descobri sendo uma menina diferente ou um menino especial, não sabia ainda o que isso significava mas sabia que não iria resistir muito tempo sem provar nada, mas ainda existia uma diferença entre ser menina numa noite, e ser menina 9 horas por dia diante de estranhos, em uma loja totalmente voltada ao público feminino ou em sua maioria.
– Mas mãe, aquilo foi um dia, eu não saberia ser feminina um dia inteiro.
– Bom, para isso, podemos usar estes primeiros 20 dias antes de inaugurar para treino, postura e ajustes?
– Mas mãe olha essas roupas com esses furos e decotes, não vai dar certo?
– Vai sim, não se preocupe, existem seios, próteses, enchimentos, ou você acha que suas primas nasceram com aqueles peitos do dia pra noite quando usaram o primeiro sutiã, quanto a isso, a própria loja terá produtos para lhe disfarçar, vai depender se você quer ser visto como menina lá ou como um menino afeminado? O que escolher?
– Mãe, jamais irei lá como um gayzinho, não, mas se você disse que posso ser transformado em uma menina, acho que podemos arriscar, pelo menos ninguém descobrirá que sou eu?
– Só tem mais um problema!
– Qual?
– Você terá que ser bom o suficiente para se maquiar, lembre-se sairá da sala de aula direto pra loja e terá menos de 40 minutos para se transformar.
– Ai meu Deus, será?
– Se você realmente quer me ajudar, tenho certeza que em 15 dias estará gastando menos de 30 minutos para se transformar.
– Será?
– Eu confio, falta minha FILHA, acreditar que pode me ajudar?
– Filho, né?
– Errado, quem estará me ajudando na loja é minha filha uma MENINA, isto tem que estar bem claro, mas se quiser pode ser meu filho Gay, não assumido que vai atender, como se fosse um cabeleireiro gay como muitos, sem ser pejorativo, mas é como você seria visto, e ai? Filho ou Filha?
