Uma Nipocoreana Depravada

Um conto erótico de O Bem Amado
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 3198 palavras
Data: 14/05/2026 18:20:02

Desde sempre eu tinha o sonho de submeter uma oriental, de preferência japonesa aos meus caprichos de predador sempre ávido por novas experiências; sempre que eu encontrava uma descendente da etnia punha-me a viajar imaginando todas as situações a que ela poderia se sujeitar sobre meu comando e quase sempre tinha que disfarçar uma ereção inoportuna; me cativava aquela japonesinha tipo mignon, peitos pequenos e firmes, bundinha redonda, pele alva, rosto suave e quase angelical, lábios finos, olhos sempre argutos e um ar de inocência indisfarçável; e repentinamente meu devaneio foi ganhando corpo quando Yeon-In se juntou à minha equipe de desenvolvimento após completar seu período de estágio; ela era a materialização do meu desejo com seu sorriso arrebatador e seu jeito educado indicando que seria uma excelente submissa. Yeon-In, como ela gostava de ser chamada não demorou a se enturmar com a equipe como também demonstrou iniciativa e criatividade; a única coisa brochante é que Yeon-In era casada! O sujeito era um tal de Cezar dono de uma academia de fitness, com jeito de marombeiro e ar de oportunista cuja presença além de incômoda era um pouco abjeta.

De qualquer maneira esse fato não foi impeditivo para um flerte ocasional que Yeon-In não rechaçava mantendo-se naquela posição intrigante com um sorrisinho comportado; eu não nutria qualquer esperança de que ela cedesse às minhas insinuações sempre descaradas, todavia de forma acidental acabei descobrindo algo que mudou completamente o cenário ..., surfando na internet encontrei-a em um site erótico onde ela mantinha uma página pessoal. Seu apelido era "Nipocoreana Vadia" e seu lema era "meu corpo, suas regras!"; e como eu sabia que era ela? Isso foi fácil, pois em uma das fotos ela posava nua de costas exibindo uma tatuagem de Fênix que cobria toda a sua pele, e lembrei que certo dia ela veio trabalhar com um vestido cujas costas ficavam desnudas permitindo que se visse a mesma tatuagem.

De início achei que seria apenas uma mera coincidência, porém, mesmo assim, decidi explorar mais a página antes de revelar a Yeon-In minha descoberta; nesse site havia um espaço para álbum de fotos, uma janela para chat, outra para mensagens de texto e um descritivo da pessoa e também de seus interesses, sendo que lê-los fui tomado por um tesão descomunal que me obrigou a manipular o bruto enquanto lia todo o texto, descobrindo que estava diante de uma depravadinha tresloucada ansiosa por experimentar tudo que o sexo pudesse lhe proporcionar.

Depois de quase me matar lendo e imaginando as possibilidades eu enviei uma mensagem já me identificando para que ela não tivesse dúvidas a respeito e se sentisse constrangida; dias se passaram sem uma resposta com ela me evitando a todo custo, mesmo em reuniões onde permanecia de cabeça abaixada ora fingindo teclar em seu celular ou explorar seu notebook e por isso decidi confrontá-la. Era fim de expediente em uma sexta-feira e eu havia atolado Yeon-In em relatórios obrigando que ela permanecesse além do horário esperando pacientemente até que ficássemos apenas eu e ela. “Yeon-In, venha aqui, agora!”, disse eu em tom enérgico ao abrir a porta da minha sala, sem esperar por uma reação retornando para atrás da minha mesa. Ela entrou em silêncio permanecendo ao lado da porta apertando as mãos e evitando me fitar. "Não fique aí parada! Venha até aqui e me dê uma mamada! Venha logo, senão, você sabe das consequências de sua desobediência", ordenei eu com tom ameaçador enquanto liberava o bruto enrijecido; tremula e hesitante ela caminhou em minha direção se pondo de cócoras e cingindo o membro com sua mão pequenina, quente e macia passando a lamber a glande chegando a aprisioná-la entre os lábios numa preliminar alucinante; em poucos minutos Yeon-In revelou seu lado devasso fazendo o bruto quase desaparecer dentro de sua boquinha de lábios finos.

Ela mamava, babava, punhetava, tudo ao mesmo tempo e de uma maneira frenética me surpreendendo ao fitar meu rosto apreciando minhas expressões de prazer; a certa altura segurei sua cabeça e comecei a socar para cima e para baixo com movimentos bruscos e vigorosos fazendo com que a nipocoreana devassa quase engasgasse diante da minha fúria. Infelizmente pressenti a aproximação do clímax e tratei de mantê-la presa com o membro enfiado em sua boca pouco antes de atingir o orgasmo ejaculando com tal abundância que Yeon-In quase engasgou mais uma vez procurando se libertar da minha prisão. O resultado foi delirante com ela perdendo o equilíbrio caindo sentada sobre o carpete; eu ainda experimentava a sensação daquela boquinha linda mamando o bruto.

Assim que me recuperei fiquei de pé puxando-a com força pela gola da blusa obrigando que ficasse de pé; encarei seu olhar submisso e mandei que abrisse a boca; ela obedeceu eu salivei dentro de sua boca ordenando que ela engolisse minha saliva. "Agora, preste bem atenção, vadia ..., a partir de segunda você deve sempre usar vestidos sem calcinha ou sutiã e pouco me importa como você vai se virar com o maridão ..., e tem mais ..., se prepare porque esse é apenas o começo!", sussurrei próximo de seu rosto enquanto apertava os peitinhos por cima da blusa; sua reação se limitou a um tímido e hesitante aceno de cabeça seguido de um gemidinho sentindo minha mão beliscando o mamilo.

Na semana seguinte, logo pela manhã, chamei-a em minha sala ordenando que fechasse a porta e se aproximasse; Yeon-In usava um vestido curto de malha com tons de vermelho e uma sandália de salto alto sendo que assim que ficou ao meu alcance, sem cerimônia, meti a mão por baixo do vestido descobrindo e minúscula vulva depilada quente e úmida; dei um dedilhado suave com ela levando uma das mãos à boca e pousando a outra na borda da mesa controlando a tremedeira involuntária provocada pelo meu assédio digital; por mais de uma vez ela tentou arredar pé, porém eu a impedi e somente após sentir seu néctar escorrendo entre meus dedos decidi cessar a diversão. "Hoje a noite, você tem um compromisso ..., comigo! Espere pelas instruções!", declarei ao ficar de pé ao lado dela; Yeon-In acenou com a cabeça sem me encarar e pediu permissão para se retirar o que concedi exultante; aquela cadela depravada seria meu brinquedinho por um bom tempo. No fim do expediente estávamos apenas eu e ela, que não escondia sua ansiedade pelo que estava por vir.

Sem explicações tomei-a pelo braço e juntos descemos para a garagem onde a fiz entrar no carro; com os vidros insufilmados botei o bruto para fora e mandei que ela mamasse enquanto eu dirigia; Yeon-In olhou para mim com uma expressão de espanto balançando a cabeça em negação. Imediatamente, segurei sua garganta com um apertão controlado. "Você ainda não entendeu, não é? Teu corpo me pertence! Você é minha e faz o que eu quiser ..., agora chupa, vadia!", rosnei com tom ríspido; mesmo hesitante ela obedeceu e se pôs a mamar a pistola enquanto eu dirigia; meu destino era um antigo galpão da empresa que estava inativo havia alguns anos; conversei com o chefe da segurança que me franqueou o acesso sem problemas. "Agora, você tira a roupa, desce vai abrir o portão!", disse eu com o mesmo tom rude; dessa vez ela não hesitou tanto e logo se pôs nua diante do meu olhar glutão. A beleza daquela nipocoreana e a sensualidade em seus gestos contidos e encabulados eram as cerejas do meu bolo e olhando para ela tinha a certeza de que iria me fartar com aquele corpinho lindo e enxuto. Entrei com o carro e desci dele mandando que ela fechasse o portão e depois segurei-a pelo braço para que me acompanhasse; caminhamos na direção do alojamento que ficava ao lado do galpão

Ao entrarmos permiti que ela explorasse o recinto e logo depois levei-a ao estrado de uma cama alta onde mandei que se deitasse de barriga para cima o que ela obedeceu prontamente; como todos os acessórios que precisava já estavam lá cuidei de amarrá-la prendendo seus pulsos aos seus tornozelos passando por baixo de suas costas de tal modo que ela ficou imobilizada com as pernas abertas escancarando sua bucetinha; usei uma lona dobrada debaixo de sua cintura elevando seu corpo e pondo à mostra também seu lindo botãozinho.

Yeon-In exibia um olhar, ao mesmo tempo, de ansiedade mesclada com tesão que se tornou ainda mais intenso ao me ver nu com o bruto em riste pronto para fodê-la; de início explorei o buraquinho com os dedos ao som dos gemidinhos frenéticos da nipocoreana e depois tomei posição e arremetendo com força e profundidade de uma só vez fazendo a cadelinha soltar gritinhos histéricos com tom estridente; com movimentos de vai e vem da pélvis e cintura passei a foder com energia aproveitando para beliscar os mamilos durinhos causando enorme alvoroço em Yeon-In que não parava de gemer e gritar; eu penetrava com tanto entusiasmo que não demorei a colher os frutos do meu esforço com a putinha gozando vertendo seu néctar que nos deixava lambuzados …, eu não arrefecia e não dei trégua na foda monumental que saciava todos os meus desejos por aquela linda nipocoreana safada. Repentinamente, a porta do alojamento de abriu e meu convidado se apresentou; seu nome era Josias, um pedreiro meu amigo com quem costumava dividir algumas oportunidades como aquela que ele apreciava com o olhar de macho sedento.

Ao vê-lo Yeon-In me fitou cheia de expectativa que a deixou ainda mais alarmada quando o sujeito tirou a roupa exibindo seu membro de dimensões descomunais. “Vem pra cá, parceiro! Dá essa jeba pra putinha mamar! Ela tá mesmo precisando!”, disse eu com tom cheio de tesão e escárnio; Josias abriu um risinho descarado enquanto de aproximava de nós não fazendo rodeios em esfregar o bruto nos lábios dela que logo cedeu abrindo sua boquinha para recebê-lo em seu interior. Ao mesmo tempo em que eu socava com força, Josias segurava Yeon-In pelos cabelos metendo e sacando o membro da boquinha gulosa dela que mal conseguia respirar e também gemer já que estava impossibilitada.

Ao cabo de um bom tempo, eu dei um pequeno intervalo suficiente apenas para sacar o bruto da bucetinha que já estava bem avermelhada me preparando para a curra pressionando a glande contra o selinho com Yeon-In balançando desesperadamente a cabeça numa súplica para que eu me contivesse, gesto que serviu apenas para atiçar minha libido fazendo com que eu socasse com tanto vigor que o orifício foi de pronto laceada para receber o bruto em seu interior; Yeon-In bem que tentou gritar mas sua boca estava entupida pela jeba de Josias que prosseguia com socadas vigorosas; com movimentos veementes fui enterrando o mastro no cuzinho da nipocoreana que por estar amarrada não tinha meios de evitar o empalamento que logo se concluiu com a visão alucinante do meu membro entuchado no cuzinho de Yeon-In que ainda tinha que aguentar Josias pistolando em sua boca.

Ansioso comecei a socar com força e profundidade chacoalhando o corpinho de Yeon-In que tentava em vão esticar os membros aprisionados tendo ainda sua cabeça nas mãos do meu parceiro que não demonstrava arrefecimento em sua pirocada oral, tornando a situação absolutamente delirante; enquanto currava a nipocoreana vadia aproveitei ainda para brincar com seu grelinho provocando mais uma caudalosa onda orgásmica que fazia seu corpo tremelicar no ritmo das chacoalhadas resultantes dos meus empurrões quase selvagens.

Finalmente a fisiologia cobrou seu preço e eu atingi o clímax enterrando o membro bem fundo no cuzinho arregaçado de minha parceira despejando uma carga abundante de sêmen o que também serviu de estímulo a Josias que acabou gozando com uma descarga tão profusa que ela não conseguiu conter em sua boquinha deixando que parte escorresse para fora; ambos permanecemos engatados na putinha com nossas respirações procurando o necessário alívio antes que a libertássemos de sua prisão sexual.

Não contive um risinho vitorioso ao ver meu sêmen escorrer do buraquinho arrombado com Yeon-In se esforçando em contraí-lo a fim de expelir o líquido espesso que teimava em vazar lenta e copiosamente; Josias procurou por um lugar onde pudesse se sentar tecendo comentários sórdidos sobre o desempenho dela servindo sua boca para ele. Demorou um pouco para que ele se recompusesse vestindo suas roupas e partindo com uma despedida lacônica resumida a um acendo de mão; cuidei de desamarrar meu brinquedinho que desfaleceu sobre o estrado ainda suada e ofegante; tomei-a pelos braços para que se sentasse e perguntei se ela havia desfrutado da experiência. “Foi …, foi …, muito bom …, obrigado!”, balbuciou ela com tom embargada e um sorrisinho contido.

Expliquei a ela que aquela fora nossa primeira experiência e que outras viriam desde que ela se submetesse a mim; Yeon-In ouviu minhas palavras com dedicada atenção mesmo quando perguntei se seu marido seria um empecilho para que ela me servisse sempre que eu quisesse. “Oh! Ele não sabe de nada …, nem precisa saber …”, foi sua resposta sempre curta e sem rodeios. Fui até o carro e trouxe as roupas dela ajudando-a, pois seus movimentos ainda eram imprecisos e fiquei mais surpreso com sua resposta quando perguntei se ela queria tomar uma ducha no banheiro do alojamento. “Não precisa, vou pra casa assim mesmo …, ele adora me foder desse jeito! Sem saber de nada!”, disse ela com um tom suave e quase jocoso. Voltamos para o trabalho onde ela pegou sua scooter e foi embora me deixando ali realizado por encontrar uma mulher que me servisse sempre que eu a desejasse e ao que tudo indica eu a desejaria sempre! Passei alguns dias arquitetando uma nova situação para Yeon-In e de todos os pensamentos obscenos que li em seu perfil um chamou minha atenção.

Naquela manhã eu chegara ao trabalho mais cedo que o usual e fiquei uns minutos dentro do carro ouvindo uma boa música e fui surpreendido pela chegada de Yeon-In pilotando sua scooter que sequer prestou atenção no meu carro que ela já conhecia muito bem. Ela manobrou estacionando e um vão entre duas colunas, saltando do veículo, tirando o capacete e observando alguma coisa que logo percebi se tratar da posição das câmeras; ao certificar-se de sua posição, ela puxou o que parecia ser a blusa para fora da cintura e em seguida tirou a calça e também a calcinha deixando a blusa escorregar revelando se tratar de um vestido cumprindo sua função de esconder as partes íntimas. Após essa manobra ela guardou tudo no bagageiro da scooter e correu para o hall de elevadores. Mais tarde naquele mesmo dia ela estava assoberbada de trabalho, porém vez por outra eu a flagrava olhando na direção da parede envidraçada que separava minha sala do resto do ambiente de trabalho.

Findo o expediente com todos saindo apressados não demorou para que eu e Yeon-In estivéssemos sozinhos comigo chamando-a para minha sala; ela entrou, fechou a porta entrelaçou as mãos, baixou a cabeça e permaneceu imóvel a espera de minhas ordens; mandei que ela se aproximasse e se inclinasse apoiando as mãos sobre a mesa; com cuidado levantei o vestido expondo suas lindas nádegas pequenas e roliças que acariciei antes de estapeá-las até ficarem quentes e avermelhadas. Com ela abafando os gemidos peguei a caixinha que tinha sobre a mesa tirando de seu interior um plug anal de aço com brilhante e levei até seus lábios ordenando que ela o chupasse. Yeon-In obedeceu chupando o apetrecho com enorme sofreguidão e quando julguei necessário tirei-o de sua boquinha e comecei a introduzi-lo no seu cuzinho com movimentos giratórios até vê-lo desaparecer em seu interior com a nipocoreana gemendo como uma cadelinha no cio.

“Esse presentinho é pra ser usado sempre que você estiver aqui no trabalho …, e de vez em quando em sua casa, pouco me importando se seu marido veja ou não, entendeu!”, disse eu com tom ríspido enquanto segurava o queixo dela que sorriu acenando com a cabeça; depois disso dispensei-a para que fosse embora, avisando que no dia seguinte ela teria a incumbência de me servir; mais uma vez Yeon-In acenou e foi embora. Na tarde do dia posterior eu não me aguentava de tesão e assim que o pessoal encerrou a atividade, esperei até que o escritório ficasse deserto chamando Yeon-In para que viesse até mim. Assim que ela entrou mandei que se despisse o que ela hesitou em fazer olhando pela parede envidraçada com uma expressão de espanto; peguei-a pelo pescoço rosnando que me obedecesse e ela mesmo trêmula, obedeceu.

Imediatamente, coloquei-a sobre a mesa na posição de frango assado com as pernas flexionadas, certifiquei que o plug estava introduzido e abri a calça pondo o bruto para fora passando a pincelar a bucetinha que já se mostrava quente e úmida; enfiei o membro de uma só vez com ela tapando a boca com as próprias mãos a fim de evitar que seus gemidos evoluíssem para gritinhos histéricos; passei a foder a nipocoreana com golpes vigorosos, profundos e com uma cadência crescente pouco me importando com os riscos a que estava sujeito naquele momento; a cada socada eu vibrava e fazia Yeon-In estremecer de tesão contendo o ímpeto de gritar o que me deixava exultante pelo domínio exercido sobre ela. “Ahhh! Sim! Sim você é meu dono sou seu depósito de porra sempre que quiser …, Ahhh!”, murmurou ela em resposta à minha pergunta fazendo com que eu socasse com toda a força do meu corpo ouvindo-a gemer sem parar experimentando uma onda orgásmica monumental que chegou a beira de privar-lhe os sentidos.

Próximo do clímax saquei o bruto puxando-a com brutalidade até que ficasse de joelhos ordenando que me finalizasse em seu rosto; ela tomou o bruto com as duas mãos e tocou uma punheta até que eu atingisse o gozo ejaculando em abundância lambuzando seu rosto e também seu corpo, sendo que ao final, pôs-se a esfregar as mãos no rosto melando os dedos que em seguida lambia avidamente; mesmo exausto e suado não consegui tirar os olhos daquela visão do paraíso …, a nipocoreana cadela realmente me pertencia e eu desejava realizar todos os desejos descritos em seu perfil erótico. “Agora, vista-se! Vá pra sua casa lambuzada com a porra do seu dono e se quiser trepe com seu marido para que ele suspeite, ou descubra que é um corno manso!”, ordenei com tom firme. Yeon-In se vestiu como pôde e saiu da minha sala pegando suas coisas e indo embora.

E naquela mesma noite, pela primeira vez, Yeon-In enviou uma mensagem com uma foto exibindo sua bucetinha lambuzada de sêmen com a seguinte legenda: "Gozo do marido depois de meter na minha bucetinha melada da porra do meu dono! Como o senhor mandou a sua putinha descarada fazer!". No dia seguinte pela manhã flagrei Yeon-In estacionando no mesmo local e não me contive de ir até ela pegando-a antes de baixar o vestido metendo a mão dentro da bucetinha vasculhando até fazê-la gozar lambuzando meus dedos; alheio às suas reações dei as costas e fui para o escritório. Ao longo daquele dia a nipocoreana depravada não escondia mais sorrisinhos marotos. Mesmo sendo um predador convicto, confesso que aquela nipocoreana descarada havia me cativado …, pensei então: quem seria o predador e quem seria a presa? Só o tempo dirá

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