CRISTIANE, E OS DESEJOS DE GRAVIDINHA BOQUETEIRA

Um conto erótico de Morena peituda
Categoria: Grupal
Contém 1658 palavras
Data: 14/05/2026 18:35:08

Aqui vou eu de novo, a Cristiane Melo, escrever mais sobre essa minha tara de chupar paus. Sou uma boqueteira de bate-pronto, aquela que, mal as calças caíram, e já estou na rola, trabalhando… opa, no momento estou grávida de 4 meses, e com aquela indisposiçãozinha, já fico de mau humor só de pensar que o Zano vai se casar, e a rapariga foi uma das minhas aprendizes. Não deixa eu chegar perto, a vadiazinha, que até tendo razão para isso, não confia em mim.

Quando me anunciou, procurei esconder, mas não tem jeito, e fui acariciando a rola enquanto me beijava. Zano estava numa preocupação de dar pena ao me contar. Parecia que perderia a boca de veludo dessa repórterzinha grávida. Da minha parte, é só dor de cotovelo mesmo, e naquele interior de veículo, tratei de trazer a cueca enroscada na mão esquerda, enquanto a minha língua já trabalhava na jeba. “Será que ele decidiu casar devido à minha notícia de gravidez? Em todo o caso, a chupava foi melhor do que nunca, com a sua consequente esporrada na minha boca. Sentei e botei um chicletinho para ir curtindo – a porra era pouca, mas muito macia para se degustar.

Depois do casamento eu briguei com a Sandra – falei que teria de engravidar logo se quisesse segurar esse bofe. Ela me disse que foi o melhor que conquistou com a língua, e que esta, depois do cu, era a parte que o Zano mais gostava. Fiquei com nojinho do comentário, ou será que é algo da minha gravidez? Bom… nesta última conversa, ainda deu tempo da Sandra prometer fidelidade a ele, mas eu disse que ainda acho muito chato chupar um homem apenas, e o “Por que?” da Sandra ficou uma tarde toda me ressonando no ouvido.

E no fim da tarde, com eu debaixo da mesa do diretor do jornal onde trabalho, enquanto eu via que o seu pau tava mais ensebado do que nunca – da parte dele, adoro – eu vi que o porquê é esse: variedades. Por exemplo, tem cara que fica gozando na minha boca, logo após eu iniciar uma chupada, e continua os movimentos, invariavelmente com os olhos fechados, fingindo que nada está acontecendo. Também continuo o feito, e vou tratando de engolir, para que mais essa gama de espermatozoides possa me escorregar até o estômago. Coitados! Acho que não sobrevivem nem ao ácido clorídrico, quanto mais às enzimas duodenais.

Meu marido é outro que anda me evitando, e depois de tomar uma repentina, e viscosa, do patrão, lembrei dele, que estava me esperando no carro – É que me proibiu de dirigir na atual circunstância desse varão na minha barriga. Por várias vezes, o peguei batendo uma, e não era pelos meus peitões, tampouco direcionada neles.

“Não fala mais comigo?”, perguntei no carro. “Estou sentindo que está tão dividida...”, disse ele. “Entre o seu pau e a sua boquinha?”, atravessei. Tenho o dom de quebrar as intrigas, e ele estacionou o carro, já sabendo o que iria acontecer. Eu fui, meio que acomodando a barriga, de ladinho no banco. Ele jogou o dele para trás, e eu pude desfivelar com calma, sacando da cueca, um pau de marido irreconhecível, ereto, pulsante… “Bandidona! Eu sei que continua me traindo”, ele disse quando eu vim deslizando os lábios por toda a extensão da rola. “Nem com o nosso filho na barriga…, ui…”, ele ia continuando, quando eu não respondia, e, cada vez mais, estalava ao fim da cada movimento de língua.

Logo mais, eu ignorava cada súplica, ou cada resmungo dele, chupando igual uma desvairada, baixando e descendo a cabeça no estilo vai-e-vem das boqueteiras que gostam do produto. E o produto veio, sem que eu fizesse a miníma questão de desviar. Sei que ele me ama, e foi nesse segundo – o da porra explodindo contra a minha úvula – que eu perguntei irônica: “Então você quer me deixar?” “Não!… quer dizer… não sei… ai (estava com o pau pulsando). Vamos embora!”, soltou o meu maridinho.

Chegamos em casa, depois que o assunto morreu por conta própria, ainda no carro. Angélica tinha nos preparado um jantar, me chamou no corredor e,… me tascou um selinho. Eu virei uma bifa, de médio porte, mas que nesse clima meio frio, deixou o local meio rosadinho no rosto branco dela, dizendo: “Na boca não!”. Concordou com a cabeça, e entramos as duas no quarto. Enquanto Angélica me chupava a periquita, eu relaxava para o banho, e exclamei: “Ai, desse jeito vou precisar ir no quartel, para que uns cem gozem na minha boca!”. “Sério, deusa? E vai engolir tudinho?”, caçoou a diaba.

Antes de mais nada, meu marido batia na porta, dizendo: “Amor, tem dois caras dizendo que você os convidou para jantar”. “Ok, estou saindo, e bota mais dois pratos na mesa”, respondi. Botei o tomara-que-caia mais larguinho, mas que também é de chupar pau – enquanto um fica roçando nas minhas orelhas, um segundo tá na boca, e alguém ainda consegue me bolinar os peitões com a vara (este tem que ser bem-dotado).

Era o Murilo roludo com o colega Welington dele. Este último, o do pau menor, iria me comer, estando eu de costas na cama, enquanto o garoto roludo me castigaria no gag factor. E ainda antes do jantar, com a porta trancada, e Angélica, a amiga lésbica, tranquilizando meu marido – que era só fisio pré-natal mesmo – fizemos o feito. Welington me puxou a tanga sob o vestido, enquanto o outro, portador das 8 polegadas e meia, ia me acariciando os ombros, enquanto toda a extensão da verga me adentrava pela garganta e pescoço.

Enquanto me castigava a buça, o rapaz chamado Welington dizia que tava dando uma de peão de rodeio, mas montando só em éguas, por enquanto. E Murilo, o meu roludo lindo, me fazia agonizar com a jeba, me xingando de puta, biscate, sem-vergonha e etcétera. As bolas iam batendo no meu nariz, enquanto todo esse tratamento de égua, biscate, prenha indecente, … me faziam a casada mais orgulhosa do mundo – aquela que sabe segurar o marido com a língua e a garganta, porque no mais… Rsss.

Chegou, finalmente, a hora da janta, mas a dose habitual de proteína já estava no meu estômago. Meu marido, Luiz Augusto, estava com uma cara de semi-feliz, de advogado que sempre vê as coisas pelo lado bom. As outras pessoas, incluindo Angélica e o marido dela, que chegou depois, ajudavam a descontrair, e a integrar os dois moços na conversa. O assunto principal foi a minha gravidez, que inclusive era a primeira vez que vazava para fora, o resultado da minha ultrassom, e o sexo masculino do meu bebê.

Eu não consigo entender por que esses homens comemoram tanto a chegada de outro varão ao mundo, dizendo que a vida para os sacudos é mais fácil, e nessas horas eu lembro de estar engolindo alguma porra, e chego a duvidar: “Será?”. Daí, eu peguei o celular e passei um trote para o Vantuir, um colega meu, sardento e repórter também. Com a resposta dele, levantei e falei: “Gente, vou ter que sair agora. É coletiva no duro!”

Chamei um Uber, pois que meu bem não quer que eu dirija – passe mal no volante, estando com o filho dele na barriga. Eu tinha dito para o Ferrugem que meu marido me dispensou mesmo, e que disse ter feito vasectomia. Sendo assim, eu precisaria dormir em um hotel – claro que depois de fazer uma coletiva no grupinho de watts App aos amigos do Vantuir. “Nosso caso é namoro, ou amizade pelo corno aqui?”, perguntou ele. Eu já puxei de lado, para que o motorista não escutasse, e falei no ouvido: “É paixão pelas rolas que tu podes me proporcionar”. “Vai engolir muita porra hoje, repórter Cristiane?”, me azucrinou ele. “Com certeza!”, respondi. E fomos.

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Eu estava cercada – a minha cabeça cercada por paus eretos de todos os lados. Era um presente que qualquer boqueteira grávida estaria a desejar. Os paus estavam babando em homenagem ao meu topless – o feto com a inocência bem protegida pelo vestido que desceu. Enquanto isso, a porra de um se misturava com a viscosidade de outro, no meu rosto, nos meus lábios, no meu queixo, no meu nariz, … Alguns gozavam de repente, o lance continuava sem necessidade de VAR, e a gulosa aqui nem se preocupava com a questão – já que o desejo era tomar, todas quentinhas e sequências.

Teve um momento que era pura meleca, e o meu rosto moreno já coberto pelo líquido esbranquiçado – só que ou não parava de chupar; limpava com a mão e prosseguia. Pegaram uma tigela para amparar a pingadeira do meu quixo. Depois, vi que os saquinhos estavam um tanto inflados, e prometiam. Pedi um copo, e fiquei na ordenha – ajudando com a mão, enquanto praticava a gulosa ritmada. Aos poucos, o recipiente de 180 ml’s ficou até mais do que o meio, pois que de 35 cavalheiros - quase todos duas gozadas – e mais o da tigela de amparo, e foi assim.

Peguei o copo bem safada, e um dos caras perguntou: “Qual é a data provável?” “De 24 a 28 de setembro”, falei e virei o primeiro gole. “Glub, ah!”, e enchi novamente. Estufei as bochechas, girei para lá e para cá, e fupp pra dentro de novo. Fui aplaudida já antes de botar o resto, mas dei uma arrotada antes, só para não vomitar. Tendo chegado o alívio, e ei dar o velho sorrisinho amarelo, completei a cavidade oral com o final do conteúdo. Mostrei a boca cheia para as fotos, antes de engolir. Pisquei e disse: “Obrigada!”. “Passa a noite, madame prenha?”, perguntou o engraçadinho do Vantuir, o Ferrugem. Fechei a cara e respondi séria: “Não! Meu bem não dorme enquanto eu não chegar em casa”..., e fiquei observando a cara de decepção dele, que foi mesmo passado numa mentira,... sendo ainda um corno esperançoso de ter essa boqueteira aqui, como esposa compartilhada.

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Foto de perfil de Morena peitudaMorena peitudaContos: 106Seguidores: 212Seguindo: 14Mensagem Estou tentando resolver este problema, onde uma cena cresce mais que seu autor.

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