Uma proposta indecente prazerosa.

Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 2431 palavras
Data: 14/05/2026 21:58:54

Meu nome é Felipe, tenho 31 anos, 1,78m de altura, 78kg, moreno. Não tenho um corpo definido, mas cuido bem de mim. O que vou contar aconteceu há cerca de dois anos com um colega de trabalho: Raul, um cara muito bonitão, que se mostrou muito mais esperto e determinado do que eu imaginava. Era educado, charmoso e imponente: muito alto, descendente de alemães, careca e com olhos num tom de verde que prendiam qualquer um que o olhasse. Na época, tinha 30 anos.

Eu era responsável pelo setor administrativo e financeiro da empresa, e Raul trabalhava no setor comercial. Desde o primeiro dia em que chegou, achei aquele homem extremamente atraente. Sempre tive curiosidade em saber como seria estar com outro homem, e aquele garanhão fazia exatamente o meu tipo. Ele sabia dessa minha curiosidade, pois em algumas conversas mais descontraídas havia comentado que nunca tinha tido nenhuma experiência, mas que tinha vontade de entender como era.

Costumávamos sair para tomar umas cervejas juntos depois do expediente. Em uma dessas noites, tomei coragem e abri o jogo de vez, contando que tinha muita vontade de vê-lo pelado e duro. A resposta veio calma, deixando claro que só se interessava por mulheres, mas que aceitaria uma brincadeira comigo se eu cumprisse duas condições: gozar dentro da minha boca e receber em troca os vídeos que gravei com a Let enquanto o satisfazia.

Depois de pensar por dois dias, tomei a decisão e procurei Raul na empresa:

— Tudo bem, eu vou fazer o que tu quer, mas tem uma regra: tem que ser na minha casa!

O olhar foi firme ao perguntar logo:

— Mas ela não está lá?

— Não, hoje ela está de plantão no trabalho, vai chegar só de noite — respondi.

Ficou pensativo por um instante e emendou:

— Hum, então quero mais uma coisa!

— Fala! — respondi, já preparado para mais exigências.

— Quero uma das calcinhas dela.

— Bah, meu, assim fica difícil... — eu disse, receoso.

— Humm, então esquece o combinado — falou, virando-se como se fosse sair.

— Tá, tá! Tudo bem, vamos fazer do jeito que tu quer. Vamos sair agora e ir pra lá.

Um sorriso satisfeito apareceu no rosto, bateu no meu ombro e disse:

— Tu é um cara incrível.

Chegamos na minha casa. Assim que entramos, foi direto ao banheiro. Enquanto isso, fui até o quarto, abri a gaveta das roupas íntimas dela e peguei uma calcinha de renda preta, a que ela usava nas ocasiões mais especiais. Quando voltou, já estava só de cueca, um tecido fino que marcava todo o volume entre as pernas. Aquele safadão me olhou com aquele olhar envolvente, deu uma apertada nas próprias bolas com as mãos grandes e sentou-se no sofá, abrindo bem as pernas. Começou a acariciar o próprio corpo por cima do tecido, devagar, deixando transparecer o quanto já estava excitado.

Sentei-me ao lado, hipnotizado pela visão, e estendi a mão para tocar o que crescia cada vez mais. Rapidamente segurou o meu pulso e disse firme:

— Não toca! Ainda não!

Lembrei então do combinado. Peguei o celular, abri a pasta onde guardava as gravações e selecionei o último vídeo que tínhamos feito, onde eu aparecia de costas, mostrando o movimento do meu corpo e o contorno da bunda dela. Entreguei o aparelho. Raul ficou paralisado, os olhos verdes fixos na tela, sem piscar, absorvendo cada detalhe das imagens. Passou alguns minutos em silêncio, vidrado, até parar a gravação, me dar uma olhada, sorrir e comentar:

— Que delícia, meu! Pena que tu é homem, mas a minha putinha... porra, ela é muito gostosinha, que linda.

Virou o corpo na minha direção e continuou:

— Posso fazer uma proposta?

— Fala.

— Eu te fodo hoje aqui, se um dia eu puder foder ela no seu quarto.

— Bah, meu, não tem como. Ela nunca iria aceitar fazer isso — respondi logo, receoso.

— Mas se eu conseguir fazer ela querer, tu deixa? — insistiu, aquele trapaceiro que já sabia a resposta.

— Não, não, de jeito nenhum. Ela não vai aceitar, e eu não quero envolver ela nisso — falei, já preocupado com a direção da conversa.

— Então fica só entre nós dois, o trato de hoje continua valendo.

Guardou o celular e pegou a calcinha de renda que eu havia separado. Levou ao nariz, aspirou o perfume que ainda estava presente no tecido e guardou no bolso da calça que estava jogada sobre a poltrona.

— Agora sim, pode continuar o que combinamos — disse, deitando o corpo no sofá e abrindo ainda mais as pernas.

Ajoelhei-me no chão à sua frente. Desta vez, sem impedimentos, abri o elástico da cueca e deixei aparecer o que tanto se orgulhava: grande, grosso, reto, pele clara e veias salientes que pulsavam fortemente. A cabeça já estava toda úmida, escorrendo líquido transparente que molhava os pelos aparados na base.

Comecei devagar, passando a ponta da língua desde a base, subindo por toda a extensão, contornando cada veia como se estivesse saboreando cada milímetro. Quando cheguei à glande, rodeei todo o contorno com os lábios antes de envolvê-la por completo. Descia todo o comprimento até sentir tocar o fundo da garganta, segurava por alguns segundos, controlando a respiração, e subia devagar, fazendo pressão com os lábios.

A cabeça foi jogada para trás, soltou um gemido rouco e baixo, e segurou firme a minha cabeça com ambas as mãos, guiando o ritmo com mais força. Em determinados momentos, abria os olhos e me fitava intensamente, aquele verde brilhante carregado de desejo, como se comparasse o que eu fazia com as cenas que tinha visto no vídeo. O movimento era decidido, fazendo-me engolir cada centímetro, e eu adorava cada segundo daquilo, realizando enfim a minha fantasia.

Depois de longos minutos, puxou-me para cima, virou-me de frente para o encosto do sofá e ergueu a minha calça. Apertou a minha bunda com as mãos grandes e calejadas, roçou a ponta entre as minhas nádegas, umedecendo o caminho, antes de invadir devagar, sem pressa, até estar completamente dentro. Socava forte e ritmado, segurando a minha cintura para me manter firme. De vez em quando, se inclinava por trás, roçava a barba no meu pescoço e sussurrava coisas baixas, e eu podia sentir o olhar queimar a minha pele, como se gravasse na memória cada expressão minha.

Quando sentiu que estava chegando ao limite, puxou-me novamente para o chão. Voltei a chupar com ainda mais vontade e fome, sentindo o que estava na minha boca inchar ainda mais. O olhar permanecia fixo em mim, os olhos semicerrados de prazer, cada gemido mais alto e prolongado que o anterior, até que, com a voz embargada, avisou:

— Vou gozaaaaaarrrr...

Jorrou jatos e jatos quentes e espessos na minha boca, exatamente como havia pedido. Engoli cada gota, sentindo aquele gosto forte e único, confirmando que cumpriu rigorosamente o combinado. Ajudou-me a levantar, abraçou forte e sussurrou no meu ouvido: — Eu gostei muito disso tudo hoje. Deu um beijo demorado no meu rosto, arrumou a roupa e saiu como se nada tivesse acontecido.

Arrumamos tudo antes do horário da Let chegar. Devolvi a calcinha ao lugar e deixei a casa como estava. Nunca contei nada a ela sobre essa tarde.

Com o passar das semanas, Raul passou a nos visitar regularmente à noite para conversarmos e bebermos cerveja na sala. A minha putinha, que sempre foi muito simpática, logo se sentiu à vontade com a presença daquele garanhão. Notei que, sem perceber, ou talvez propositalmente, mudava de posição no sofá a todo instante, cruzava e descruzava as pernas, ajustava o vestido de forma que deixava suas coxas a mostra por mais tempo, sempre buscando chamar atenção.

Sentava-se relaxado, com o corpo virado ligeiramente para ela, e cada vez que ela fazia um movimento para exibir suas pernas, aquele trapaceiro me lançava um olhar de soslaio, um sorriso debochado no canto da boca e fazia um sinal discreto com a mão, indicando que já tinha certeza absoluta de que um dia iria realizar o desejo de tê-la. Aqueles sinais silenciosos entre nós eram constantes: apontava para ela e depois fazia um gesto como se segurasse algo forte, me mostrando que já a tinha nas mãos.

Certa noite, já estávamos há horas conversando quando a Let se levantou, ajeitou a barra do vestido e disse com um sorriso:

— Vou buscar mais cervejas pra nós, já estão acabando.

Assim que ela saiu em direção à cozinha, aquele safadão não perdeu tempo. Afastou a posição no sofá, abriu as pernas e passou a mão por cima da calça, acariciando o volume que já crescia e endurecia ali, deixando claro o quanto ela afetava. Em seguida, enfiou a mão no bolso, tirou um pacotinho de camisinha, balançou ele no ar para que eu visse e guardou novamente, me olhando com aquele olhar cheio de confiança.

— E aí? Posso ir até lá na cozinha falar com ela? — perguntou, com a voz baixa e cheia de intenção.

— Não, não faz isso agora... — respondi, um pouco apreensivo.

— Tudo bem, fica tranquilo, o tempo está a nosso favor — respondeu, recostando-se novamente, como se já tivesse tudo planejado.

Na sexta-feira seguinte, resolvi convidar Raul para um jantar especial conosco em casa. A minha intenção era arrumar um pretexto para sair mais cedo ou fazer um pequeno passeio depois da refeição, deixando os dois sozinhos, como forma de cumprir, sem palavras, a proposta feita meses antes. Mas a resposta veio por mensagem dizendo que não poderia ir, pois tinha um compromisso inadiável.

Como não iria poder vir, tomei meu banho e me vesti apenas com uma cueca de algodão, deitei-me na cama esperando por ela. Poucos minutos depois, a Let entrou no quarto, parecia um pouco distraída e ansiosa. Deixou o celular em cima da cômoda, virado para baixo, e seguiu direto para o banho sem trocar uma palavra sequer comigo. Aquele silêncio repentino e a sua atitude me deixaram com uma pulga atrás da orelha; eu já vinha achando tudo muito estranho nas últimas semanas.

Curioso e movido por uma intuição forte, levantei-me devagar e peguei o aparelho. Ao destrancar a tela, as mensagens mais recentes saltaram aos meus olhos, todas trocadas com Raul:

“Raul é muito grande kkk. Tem que sentir na boca só olhar não dá”

“Humm qualquer dia desses podemos sair”

“Sério mesmo sua safada..”

“Poderia ser hoje?”

“Não dá hoje mas te aviso, mas manda uma foto da sua bunda kkk”

“Nunca kkk”

“Porque?”

“Não, essa parte é proibida.”

“Humn fiquei triste..”

“Te mostro, mas vem aqui em casa.”

“Não dá, ele está chegando.”

“Inventa alguma coisa, tô duro te esperando.”

“Que merda, mas não tem como. Tchau tchau ele tá chegando.”

Suas palavras confirmavam tudo o que eu já imaginava. Não era só amizade; ela queria sentir todo aquele tamanho dentro de si. Guardei o celular exatamente onde estava e voltei para a cama, de olhos fechados, fingindo dormir.

Alguns dias depois, Raul chegou na nossa casa bem na hora em que ela estava no banho,entrou como se já fosse dono do espaço, sentou-se ao meu lado e logo foi direto ao ponto:

— Então, meu... quando tu vai decidir deixar ela pra mim?

— Calma, estou pensando, ainda estou nervoso com tudo isso — respondi, olhando para a porta do banheiro.

— Tá tudo bem, mas eu já te aviso: posso sair daqui com você, mas tu sabe que antes vou sentir tudo dentro da bundinha branquinha dela — disse, com um sorriso malicioso e seguro de si.

— Não... ainda não — falei, sentindo o coração disparar, sabendo que, mais cedo ou mais tarde, o acordo feito com aquele cara muito bonitão iria se cumprir de todas as formas possíveis.

E o dia chegou poucos dias depois,havia saído pra resolver assuntos da empresa e voltei mais cedo do que o esperado. Ao entrar em casa, o seu carro estacionado na frente da nossa casa . Caminhei em silêncio até o corredor e ouvi os sons abafados vindos do nosso quarto. A porta estava apenas encostada e, através da fresta, pude ver tudo claramente.

O Raul estava socando por trás, via suas bolas entre as suas pernas, a minha putinha estava de quatro sobre a cama, exatamente na posição que eu costumava gravá-la: coluna arqueada, bunda empinada, a pele branca contrastando com o lençol escuro. Segurava firme nos seus quadris grandes e aposentados, espalhou lubrificante na ponta e pressionou devagar contra ele.

Na primeira vez que invadiu, ela soltou um grito longo, misto de dor e prazer, jogando a cabeça pra trás. Entrou todo de uma vez, fazendo o volume desaparecer completamente dentro dela, parando alguns segundos para deixá-la se acostumar com o tamanho. seus olhos encontraram os meus na porta, enquanto começava a ritmar as estocadas: para fora quase saindo todo, pra dentro socando sem parar is até o fundo, batendo forte contra dizendo que era o que ela pediu pra ele fazer.

puxou ela pelos cabelos, fazendo-a levantar , ergueu uma das suas pernas e meteu tudo , (eu nunca fiz essa posição) mordia seu pescoço , sussurrava coisas que a faziam tremer, e cada movimento era mais profundo e intensi, seus gemidos enchiam o quarto, um som que eu nunca tinha ouvido antes, demonstrando o quanto ele a levava ao limite.

Em seguida, deitou-a de costas, ergueu suas pernas e dobrou-as até encostarem no peito, abrindo-a totalmente,a visão era perfeita: posicionou-se entre elas, apoiou os pés na cabeceira e socou com toda força , fazendo a cama bater contra a parede, agarrava os lençóis com força, seus olhos revirados, seu corpo arrepiado.

o safadão suava, a respiração pesada, mas não parava um segundo, e toda vez que ia até o fim, soltou um grande gemido olhando pra mim, mordendo o lábio,era como se dividisse cada calafrio comigo.

Quando sentiu que estava próximo, virou-a de lado, numa posição que permitia um encaixe ainda mais profundo,seus movimentos ficaram mais curtos mas fortes e firmes,seu pau estava todo dentro, dava pequenas estocadas fortes e curtas,e sempre rápida, um último impulso forte e demorado, jogou a cabeça pra trás, soltou um brado alto e gozou dizendo ,

- Porra!!

porra mulher! tu é demais putinha!!

tu é a minha safadinha agora,,te quero sempre !

permanecera agarradinhos, bem colados, imóvel por uns segundos, naquele momento era incrível, beijos carinhosos suaves sussuros, era paixão,era desejos novos pra ambos.

Ficaram abraçados conversando e se acariciando.

Saí dali fiquei esperando uns minutos, liguei pra ela avisando que chegaria em 10 minutos.

Logo ele saí da casa e vai embora,mas seus olhos me procuram amtes de sair.

Quando estava entrando em casa, recebia uma mensagem dele.

te quero amanhã na minha casa, quero fazer o mesmo que fiz.

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