Era sábado de manhã, e o sol de Florianópolis já invadia o quarto com raios quentes e dourados, filtrando pelas cortinas semi-abertas e dançando sobre a cama bagunçada. Jhonny acordou devagar, o corpo ainda pesado de sono, esticando os músculos malhados enquanto piscava para afastar a preguiça, sentindo o cheiro reconfortante de café fresco e pão torrado flutuando do corredor. “Que delícia dormir até tarde… mas cadê a Andi?” - pensou, o relógio marcando quase 11h, o corpo relaxado após a noite intensa de reconciliações e prazeres. Ele se espreguiçou, notando a ausência dela ao lado, e se levantou, vestindo apenas a cueca boxer cinza, pés descalços no piso frio, seguindo o aroma que o guiava até a cozinha.
Lá, Andressa já preparava o café da manhã, de shortinho solto e camiseta velha dele, os cabelos loiros desgrenhados caindo em ondas suaves sobre os ombros, o corpo magrinho se movendo com graça natural enquanto mexia ovos na frigideira. "Bom dia, amor… ou já é boa tarde? Dormiu bem?" perguntou ela, virando-se com um sorriso radiante, os olhos verdes brilhando de contentamento, o cheiro de ovos mexidos cremosos misturando-se ao de frutas frescas cortadas. Jhonny a abraçou por trás, mãos nas curvas suaves da cintura dela, beijando o pescoço e inalando o perfume doce da pele misturado ao café: "Bom dia, minha loirinha. Dormi como uma pedra… graças a você e aquela 'reunião' maluca de ontem. Ainda tô processando tudo." Eles riram baixinho, um riso cúmplice que aliviava qualquer resquício de tensão, sentando-se à mesa para o café – ovos mexidos fofos, pão torrado com manteiga derretendo, fatias de melão e morango suculentos, e suco de laranja gelado em contraste com o café quente, bem estilo café de hotel, o vapor subindo das xícaras de café.
Enquanto comiam, o sol batendo na janela e aquecendo a cozinha, Jhonny, ainda com a mente vagando com as revelações da noite anterior, perguntou casualmente, mordendo um pedaço de pão crocante: "Ei, amor… tem mais coisa naquele bendito grupo do Telegram? Tipo, algo que eu deva saber antes de mergulhar?" Andressa tomou um gole de suco, os lábios úmidos brilhando, e respondeu com um sorriso leve, sem hesitação: "Provavelmente sim, amor. Ali tem muitas histórias antigas nossas – anos de aventuras, a maioria antes de a gente se conhecer, da época da faculdade. Fotos, vídeos, loucuras que a gente às vezes nem lembra até rever. Mas, dentro do período do nosso namoro e casamento... huuum... é, você já sabe tudo." Jhonny riu, curioso, o som ecoando na cozinha acolhedora: "To aqui rindo, mas tô curioso mesmo. Parece um tesouro escondido." Ela piscou, inclinando a cabeça: "Quer entrar? Eu te adiciono agora." Ele pensou por um segundo, balançando a cabeça: "Ver com você seria melhor, amor. Sozinho, eu poderia entender errado, simplificar e acabar criando conflito por bobagem." Andressa concordou, tocando a mão dele com carinho, os dedos quentes e suaves: "Tá bom, talvez até seja melhor assim. Só que o grupo tá aberto pra você quando quiser – as meninas até querem que você entre, acham que ia animar mais... mas admito... você vendo fotos e vídeos delas, à vontade, até sem estar comigo, me deixa com uma pontadinha de ciúme hihi" Ela pausou, ficando um pouco mais séria, mas ainda com um brilho nos olhos: "Lá tem de tudo: filmes e contos eróticos da internet, vídeos e fotos nossas sozinhas se exibindo, transando entre si… até com nossos maridos, Chris e você, e umas ainda mais antigas, com alguns ex."
Jhonny recordou, o tesão sutilmente voltando à memória: "Tipo aquele vídeo seu com a Anna, que você me mostrou outro dia? Aquilo foi quente… me deixou louco." Andressa sorriu safada, mas manteve o tom sincero: "Exato, amor. É como um baú de tesouros das três mosqueteiras safadinhas. Inclusive, a Anna pediu pra adicionar ela, tenho que confirmar se a Ci já fez isso. Se não, eu vou adiocioná-la. Ela mesma disse que tem umas coisinhas pra colocar lá também." Ele gargalhou: "Baú de Tesouros das Mosqueteiras Safadinhas! Amei o nome!" Ela riu, pegando o celular: "Gostou? Vou colocar no grupo agora – pronto, nome atualizado haha antes era ‘Grupo das Amigas’. Admito agora, que sem graça haha" As notificações pipocaram, com risadas virtuais das meninas, e ela pausou, séria de novo: "Mas sério… amor, isso não te incomoda? Se quiser... eu saio do grupo. Se isso não te deixa à vontade…" Jhonny balançou a cabeça, firme, sem ela nem terminar de falar: "Não, amor. Só não quero aquilo caindo na internet ou com terceiros vendo. Pode dar merda." Ela pulou da cadeira, abraçando-o: "Nem eu! É proibido pras três compartilhar – regra sagrada. Ninguém mexe. No máximo, com você e com o Chris. Só os maridos."
Jhonny, ainda curioso sobre a noite da festa, perguntou: "Ei, depois que você saiu daquela sala, a câmera do seu celular tava no automático, certo, no suporte… tirou fotos do presidente com a Lia?" Andressa sorriu, confirmando com um aceno: "Sim, amor. Deixa eu procurar…" Após uns instantes no celular, ela mostrou: três fotos antes da Lia desligar. As duas primeiras: Lia chupando o pau do coroa, boca cheia e olhos fechados de prazer, o membro grosso e veioso brilhando de saliva, ela ajoelhada no sofá luxuoso da sala reservada. A última: Lia nua, de quatro no sofá, sendo comida por trás pelo coroa, bunda gordinha e gostosa tremendo com as estocadas, expressão de êxtase no rosto. Jhonny sentiu um calafrio misturado a excitação: "Essas tão no grupo?" Andressa assentiu: "Sim, e tem coisas de terceiros também… tipo nudes que recebemos ou flagramos por aí, guardamos lá. Não compartilhamos, pode dar processo." Jhonny riu, balançando a cabeça: "Vocês têm um hobby perigoso, hein? Mas é excitante."
Andressa o beijou, lábios macios e quentes contra os dele, língua dançando devagar: "Te amo cada vez mais, Jhonny… quero te fazer o mais feliz do mundo. Nunca imaginei que você iria curtir tanto nosso... hobby hihi" Ela mostrou mais fotos, voz ganhando tom sedutor: "Olha essas… dos nossos antigos vizinhos no RJ." Jhonny se inclinou, curioso, enquanto ela abria o álbum: primeiras, o casal transando na varanda – a vizinha, uma ruiva curvilínea e gostosa, cavalgando o marido, seios grandes balançando, suor brilhando na pele sob a luz noturna. Outras: ela com outra mulher, bocetas roçando em tesoura, gemidos imaginários ecoando; o casal com um homem, ela chupando o marido enquanto era fodida pelo visitante; outra com uma mulher, línguas entrelaçadas em beijos molhados. Jhonny sentiu o pau endurecer: "Caralho, amor… a vizinha era uma safada. Era a mesma que você… né? Aquela traição." Andressa assentiu, olhos faiscando ao notar a excitação dele, ajoelhando-se devagar: "Sim… ela enviou essas fotos pra mim depois, tentando me fazer repetir a dose, mas nunca mais topei. Deixa eu compensar agora pelo meu vacilo de te trair..."
Enquanto Jhonny via as fotos, Andressa baixou a cueca dele, boca quente e úmida envolvendo o pau grosso, sugando com gula lenta, língua rodopiando na cabeça veiosa, gemidos abafados vibrando contra a pele sensível, mãos massageando as bolas pesadas. Ele passou para outras fotos e lá estava: Andressa e a vizinha: se chupando mutuamente, Andressa deitada com a boceta rosada aberta, a vizinha lambendo faminta, língua mergulhando nos lábios úmidos; outra, dedos enfiados fundo, corpos suados e entrelaçados, gemidos capturados em close. Um vídeo: a vizinha filmando Andressa a chupando, câmera tremendo levemente, sons molhados e suspiros – "Ah, sim… lambe minha bocetinha gostoso!" Jhonny, vendo aquilo somado à chupada deliciosa de Andressa – boca apertada subindo e descendo, garganta profunda engasgando levemente –, não aguentou: "Porra, amor… tô gozando!" Explodiu na boca dela, jatos quentes e espessos enchendo-a, ela engolindo tudo com um gemido satisfeito, lambendo os lábios enquanto um filete escorria pelo queixo: "Delícia… complemento perfeito pro café da manhã." Deu um beijo rápido, babado e salgado, e correu pro banheiro escovar os dentes, Jhonny atrás, rindo: "Você é insaciável, hein? Mas adorei o 'serviço'."
Andressa, enxaguando a boca com água fresca, disse: "Vou fazer unhas e cabelo no salão perto depois do almoço. E você, vai sair? Você tinha dito, mas não lembro." Ele confirmou, escovando os dentes ao lado dela, o espelho embaçando levemente: "Sim, preciso resolver uma coisa. Te levo, resolvo e te busco depois." Após um almoço leve – salada fresca com frango grelhado temperado, o aroma de ervas preenchendo a cozinha – ele a levou ao salão, beijando-a na porta com um abraço apertado: "Se cuida, amor. Te pego depois – te amo." - Disse ele.
Jhonny dirigiu até a cafeteria no centro, o sol de sábado batendo no para-brisa, mente vagando para as fotos e o grupo. “Baú de tesouros, né…” - pensou. Chegando à uma cafeteria, viu Suzana e Cintia o aguardando em uma mesa ao ar livre, cafés fumegantes à frente, o burburinho de pessoas ao redor misturando-se ao cheiro de grãos torrados.
Foi ele quem as havia chamado, ansioso para tratar do aniversário de Andi, que seria em poucos dias – uma surpresa que planejava há semanas. Suzana acenou, olhos curiosos brilhando: "Ei, Jhonny! Finalmente… senta aí, tô morrendo de curiosidade pro que você quer planejar pro niver da Andi." Cintia, com seu jeito doidinho, riu animada: "Sim, conta logo! A gente tá aqui roendo as unhas… vai ser épico, né? Poxa, que pena que não vou poder ver a Ani nesse fim de semana, pra ela não suspeitar. Já volto hoje mesmo pra Criciúma. Então desenrola, careca." Jhonny sentou, sorrindo: "Relaxem, meninas. É surpresa pra ela, mas preciso da ajuda de vocês pra tornar inesquecível. Vamos ao plano?"