Como fiz minha esposa evangelica virar puta 11

Um conto erótico de Ricardo
Categoria: Heterossexual
Contém 3498 palavras
Data: 15/05/2026 10:58:56

A Helena deu um tapa no meu rosto que fez minha orelha zunir. O olhar dela não era mais de medo, era de puro desafio. Ela se soltou daquela posição, me empurrou para trás e, num movimento rápido e feroz, montou em cima de mim.

— Quem você pensa que é para me chamar de santinha? — ela sibilou, os olhos azuis pegando fogo enquanto ela segurava meu pau com a mão e o guiava para dentro de si de uma vez só.

Ela soltou um gemido longo, fechando os olhos e jogando o tronco para trás enquanto sentia os 19 cm entrarem até o fundo. Sem esperar, a loira começou a cavalgar. Ela não ia devagar; ela subia e descia com uma raiva que parecia que queria me quebrar ao meio.

— Toma isso, Paulo! — ela gemia, o cabelo loiro balançando e batendo nos ombros. — Você queria ver quem eu sou? Então sente! Sente o que uma mulher de verdade faz quando perde o juízo!

O som do impacto do corpo dela no meu era seco e constante. Vupt, vupt, vupt. Ela apoiava as mãos no meu peito, me empurrando contra o colchão, enquanto rebolava em cima da tora, procurando o melhor ângulo para me sentir lá dentro.

— Isso... morde o lábio agora, seu desgraçado! — ela provocou, vendo que eu já estava perdendo o fôlego com o ritmo dela. — Você acha que manda em tudo porque é grosso? Eu aguento tudo o que você tiver! Soca em mim, Paulo! Vai, me joga lá em cima!

Ela estava fora de si. A cada descida, ela soltava um palavrão novo, misturando o nome de Deus com as coisas mais sujas que vinham na cabeça dela. A Helena tinha assumido as rédeas da perversão, e o jeito que ela cavalgava, apertando a bucetinha rosinha em volta do meu pau a cada subida, estava me levando direto para o limite.

— Olha para mim! — ela gritou, abrindo os olhos e me encarando com uma luxúria que dava medo. — Diz que eu sou melhor que a Naty! Diz que essa loira aqui é quem manda no seu pau hoje!

Eu a segurei pelos quadris, ajudando no movimento, sentindo que o quarto do motel estava ficando pequeno demais para a força daquela mulher que tinha acabado de descobrir que o pecado era o seu melhor laboratório.

Eu não deixei ela crescer pra cima de mim. No meio daquela cavalgada furiosa, eu levantei a mão e dei um tapa no rosto dela, fazendo a cabeça da loira virar pro lado.

— A Naty é minha mulher, Helena! Abaixa a bola! — eu rosnei, segurando ela pelo pescoço com força. — Você não chega aos pés dela. Você é só a minha cachorrinha de luxo, a minha moeda de troca. Entendeu?

Ela parou o movimento, ofegante, com a marca dos meus dedos vermelha na bochecha branca. O olhar dela deu uma vacilada, mas o tesão falou mais alto. Ela soltou um gemido arrastado, fechando os olhos e sentindo o meu pau latejar dentro dela.

— Vagabundo... — ela sussurrou, a voz saindo falha, carregada de malícia. — Você quer me deixar louca de tesão, Paulo? Quer me destruir? Então acaba logo com isso!

Eu não esperei ela terminar. Peguei a Helena pela cintura, tirei ela de cima de mim com um movimento bruto e a joguei de joelhos na cama.

— De quatro! Agora!— ordenei.

Ela obedeceu na hora, empinando aquela bunda branca e redonda pra mim. Quando eu me posicionei atrás dela, o cenário era de cinema. A bucetinha rosinha estava toda escancarada, babando de tanto mel, e logo abaixo, eu vi o cuzinho rosa dela, apertadinho, piscando de leve como se estivesse pedindo atenção.

Eu não perdi tempo. Segurei o quadril dela com as duas mãos, cravando os dedos na carne, e meti os 19 cm de uma vez só na buceta dela.

— Toma, sua cadela! __ eu disse, começando a socar com ódio.

O barulho da minha pica entrando e saindo daquela bucetinha era ensurdecedor. A Helena enterrou o rosto no travesseiro para abafar os gritos, mas o corpo dela me entregava: ela empinava cada vez mais, querendo que eu entrasse mais fundo, enquanto eu olhava fixo para aquele cuzinho rosa que vibrava a cada estocada que eu dava na buceta.

— Ai, Paulo... soca! Me quebra no meio!*— ela gritava com a voz abafada. — Eu sou sua cachorrinha... faz o que quiser comigo!

Eu continuei o bombardeio, vendo a pele dela ficar vermelha por causa dos tapas que eu dava na bunda dela enquanto a comia sem dó, transformando a professora de química numa completa dependente do meu prazer.

O clima estava pesado, o som da carne batendo e os gemidos da Helena preenchiam o quarto, mas o toque do meu celular em cima da cabeceira cortou tudo. Eu não parei de socar, mas estiquei o braço e peguei o aparelho. Era uma mensagem da Naty.

A Helena, sentindo que eu tinha me distraído, tentou olhar por cima do ombro, ofegante, com o cabelo todo bagunçado e o rosto suado.

— Quem é, Paulo? — ela perguntou entre um gemido e outro, a voz saindo falha enquanto meu pau continuava trabalhando nela. — É o Tomás de novo?

— Cala a boca, Helena — eu disse, lendo a tela.

Naty: "Amor, o Gilberto está muito nervoso. A Vera não sai da porta do gabinete e ele está branco de medo. Ele me colocou escondida no banheiro do gabinete dele enquanto tenta despachar a mulher. O perigo aqui está uma delícia... me conta, como está a loirinha? Ela já aprendeu quem é que manda?"

Eu dei um riso seco e joguei o celular de lado. Segurei o pescoço da Helena com uma mão e, com a outra, dei um tapa forte na bunda dela, deixando a marca da palma da mão bem em cima da pele branca.

— É a Naty — eu respondi no ouvido dela, sentindo ela estremecer toda. — Ela quer saber se você já aprendeu a lição ou se vai precisar de reforço. Ela está lá no gabinete, com o Pastor apavorado, e ainda tem tempo de rir da sua cara, Helena.

— Ela... ela está rindo de mim? — a Helena murmurou, e eu senti a buceta dela apertar ainda mais o meu pau, num espasmo de puro ciúme e tesão.

— Está. Ela sabe que você é só um brinquedo pra mim. Agora empina mais essa raba, que eu vou mandar um áudio pra ela ouvir o som deu te dominando, minha cachorrinha.

Eu peguei o celular de novo, abri o microfone e, enquanto dava estocadas violentas que faziam a Helena gritar o meu nome, gravei cada segundo daquela loira perdendo a compostura, para que a Naty soubesse que, enquanto uma dominava o altar, a outra estava sendo domada na cama.

A Helena, quando percebeu que eu estava gravando, pareceu entrar em transe. O ódio por ser humilhada pela Naty se misturou com a necessidade de mostrar que, mesmo sendo "brinquedo", ela era o brinquedo mais caro e bem usado que eu já tive.

— Isso, Paulo! Manda pra ela!— ela gritou, a voz saindo rasgada enquanto eu socava sem dó. — Deixa ela ouvir como eu grito o seu nome! Deixa ela saber que enquanto o Pastor tá tremendo de medo da mulher, você tá aqui me usando como se eu não valesse nada!

Eu soltei o pescoço dela e passei a mão pelo cabelo loiro, puxando com força pra trás pra ver o rosto dela.

— Você é muito corajosa pra quem tá com o meu pau na buceta, Helena— eu disse, rindo. — A Naty adora ver gente arrogante como você dobrando o joelho.

A Helena já não tinha mais nada daquela postura de professora de química. O rosto dela estava enterrado no travesseiro, o cabelo loiro todo desgrenhado, e a única coisa que importava era meu pau de 19 cm entrando e saindo dela.

voltei para a buceta, que estava tão encharcada que o som das estocadas parecia um chapinhado alto no quarto silencioso. *Plact, plact, plact.*

— Toma, sua cadela! — eu rosnei, segurando a cintura dela com tanta força que meus dedos deixavam marcas na pele branca. — É isso que você queria? O marido da colega te detonando de quatro?

A cada soco que eu dava, o corpo dela ia para frente e voltava, totalmente submisso ao meu ritmo. Ela não aguentou e começou a gritar, sem se importar com quem pudesse ouvir:

— Aiii, Paulo! Soca! Isso... me detona! — ela gritava, a voz embargada de tanto tesão. — Me faz de cachorrinha... eu sou sua cadela, Paulo! Me fode com ódio!

Eu aumentei a velocidade, sentindo o aperto da bucetinha dela tentando segurar meu pau a cada volta. O suor escorria do meu rosto e pingava nas costas dela, e o cheiro de sexo era tão forte que parecia que a gente estava num transe.

— Diz de quem você é, Helena!— eu comandei, dando um tapa estalado na bunda dela que deixou a marca da minha mão vermelha na hora.

— Eu sou sua! Só sua!— ela berrou, arqueando as costas e empinando a bunda ainda mais, querendo que eu atingisse o fundo do útero dela. —Esquece o Tomás... esquece tudo! Só me fode até eu não aguentar mais!

Eu continuei o bombardeio, vendo o contraste da minha pica grossa entrando naquela carne rosinha e delicada, sentindo que o ápice estava chegando para os dois. A Helena estava entregue, destruída e viciada no que eu estava fazendo com ela. Ela queria ser humilhada, queria ser possuída, e eu estava entregando exatamente o que a "santinha" da faculdade precisava para finalmente perder o juízo.

Eu parei o movimento na hora, o pau ainda pulsando, mas o choque foi tão grande que eu deslizei para fora da Helena. Ela caiu no colchão, ofegante, com a buceta ainda aberta e piscando, tentando entender o que tinha acontecido.

— O que foi, Paulo? Por que parou? — ela perguntou, a voz manhosa e rouca, se virando de lado com o cabelo loiro todo bagunçado no rosto.

Eu nem respondi. Meus olhos estavam pregados na tela do celular. A Naty tinha acabado de mandar uma bomba que explodiu qualquer noção de realidade que eu ainda tinha.

— Olha isso, Helena... — murmurei, estendendo o aparelho.

Na primeira foto, o cenário era o gabinete. O Pastor Gilberto estava sentado na sua poltrona de couro, com os olhos revirados e a mão cravada no braço da cadeira. A Naty estava de joelhos, concentrada, chupando o saco dele. Mas o que travou meu cérebro foi a outra mulher: uma morena de corpo violento, que eu nunca tinha visto, estava com a boca inteira enterrada no pau do pastor.

— Quem é essa? — a Helena perguntou, arregalando os olhos azuis, o tesão dando lugar ao espanto.

Antes que eu pudesse especular, o celular vibrou de novo. A segunda foto era o nocaute técnico.

— Meu Deus... não pode ser — eu soltei um riso nervoso.

Na imagem, o ângulo era mais aberto. A mulher morena de costas, revelando as curvas que o vestido discreto escondia no culto, era a irmã Vera. A própria esposa do Pastor. Ela estava ali, de joelhos ao lado da Naty, dividindo o marido com a "ovelha" que ela jurava estar aconselhando. A Vera, a dona da moral da igreja, estava mamando o Gilberto com uma fome que faria qualquer pecador se sentir um amador.

A Helena pegou o celular da minha mão, o rosto chegando perto da tela. Ela olhou para a foto da Vera, depois para a da Naty, e soltou um suspiro pesado, sentando na cama com a bucetinha ainda brilhando de mel.

— Paulo... o mundo virou um cabaré — ela disse, com um sorriso cínico surgindo nos lábios. — A fiscal da igreja e a professora santinha... todas no mesmo barco, ou melhor, no mesmo pau.

Ela me olhou, e o brilho de malícia voltou pros olhos dela.

— Se a Vera está fazendo isso lá, quem sou eu para te negar qualquer coisa aqui? — Ela engatinhou na minha direção, empinando a bunda de novo. — Esquece o celular. Se o gabinete virou zona, esse motel aqui vai virar o inferno hoje. Me vira de costas agora. Se a Vera aguenta o Pastor, eu aguento você dobrado.

O clima no quarto parecia ter atingido o ponto de ebulição. Depois de ver aquelas fotos da Naty com a Vera, qualquer barreira que ainda existia na cabeça da Helena sumiu. Ela estava possuída por uma mistura de choque e liberdade.

Eu a segurei com força pela cintura, puxando o corpo dela contra o meu com tanta vontade que não sobrava um milímetro de ar entre a gente. Voltei a socar na bucetinha dela com um ritmo frenético, selvagem. O som da nossa pele batendo era a única coisa que se ouvia, misturado com os gemidos agudos dela que agora não tentava mais esconder nada.

— Vem, Paulo! Me leva junto!*— ela gritava, as unhas cravadas nos meus braços. — Goza dentro de mim! Me marca!

Eu senti o meu corpo travar, aquela pressão subindo pela espinha, e não segurei. No momento em que eu descarreguei tudo lá no fundo, sentindo o calor do meu jato preencher a Helena, ela soltou um grito longo, o corpo dela entrou em convulsão e as paredes da bucetinha apertaram o meu pau num espasmo absurdo. Ela gozou junto, as pernas tremendo e os olhos azuis revirando de puro prazer.

O cansaço bateu na hora, mas a conexão foi diferente. Eu não saí de cima dela. A gente desabou no colchão, suados, ofegantes, com o coração de ambos batendo na mesma velocidade.

Ali, no meio daquela bagunça de lençóis e cheiro de sexo, o jogo mudou. A brutalidade deu lugar a algo que a gente não esperava. Eu a puxei para perto e nossos lábios se encontraram, mas não foi um beijo de luxúria apenas. Foi um beijo calmo, profundo, com língua e carinho, como se a gente fosse dois namorados que não se viam há anos.

— Você é louco, Paulo...— ela sussurrou entre os beijos, passando a mão pelo meu rosto, o olhar agora doce e relaxado. — Olha o que você fez comigo. Eu era outra pessoa antes de entrar por aquela porta.

— A gente é o que a gente quer ser, Helena— respondi, dando um selinho nela e acariciando o cabelo loiro espalhado no travesseiro. — O mundo lá fora que se exploda com o Pastor e a Vera. Aqui dentro, o segredo é nosso.

Ficamos ali um tempo, abraçados e nos beijando, saboreando a paz depois da tempestade, enquanto o celular no chão continuava a brilhar com as notificações de um mundo que, de fato, tinha virado um grande cabaré.

O clima de romance com a Helena foi cortado pelo vibrar insistente do celular no chão. Esticamos o braço ainda abraçados, e o nome da Naty brilhou na tela.

Naty: "Já cheguei em casa, amor! O clima aqui foi de outro mundo, você não tem noção do que eu presenciei e do que eu fizemos com a dona vera do Pastor. Estou elétrica! Quero te contar cada detalhe... mas primeiro, abre o jogo: o que você fez com a loirinha? Ela ainda está inteira ou você quebrou a banca da ética dela? Me conta TUDO!"

A Helena leu por cima do meu ombro, com o queixo apoiado no meu peito. Ela deu um sorrisinho de lado, aquele ar de superioridade de professora voltando aos poucos, mas agora com um brilho de cumplicidade.

— Ela é rápida, né? — sussurrou a Helena, passando a ponta da língua no meu pescoço. — Mal saiu da "reunião de oração" e já quer o relatório do laboratório.

— Ela não aguenta de curiosidade — eu respondi, sentindo o tesão de corno reacender só de imaginar a Naty em casa, ansiosa, depois de tudo o que ela viveu no gabinete. — A Naty vive pelo perigo, Helena. E saber que eu dominei a maior rival dela é o troféu que ela quer hoje.

A Helena se sentou na cama, deixando os lençóis caírem e revelando o corpo ainda marcado pelos meus tapas e pelo suor. Ela pegou o celular da minha mão e olhou para a câmera frontal, ajeitando o cabelo loiro descabelado.

— Então vamos dar o que ela quer, Paulo. Manda um áudio. Diz que a loirinha não só perdeu a postura, como entregou tudo o que tinha e mais um pouco. Diz que eu agora sei exatamente por que ela volta para casa com aquele sorriso no rosto.

Eu apertei o botão de gravar, enquanto a Helena se aproximava do microfone, dando um beijo estalado no meu ombro para o som sair nítido.

— Naty... — eu comecei, a voz saindo rouca de cansaço e prazer. — O seu projeto de pesquisa foi um sucesso. A Helena aprendeu lições que não estão nos livros dela. Ela descobriu que 19 centímetros de verdade valem mais que qualquer discurso de moral. A gente gozou junto, se marcou e, olha... a "santinha" tem um fogo que você não ia acreditar.

A Helena interrompeu, pegando o celular:

— Naty, guarda os detalhes do Pastor para quando a gente chegar. Eu quero ouvir tudo... e quero que o Paulo me use de novo enquanto você conta. O cabaré está só começando, amiga.

Soltei o áudio e a resposta da Naty veio em segundos, apenas com um emoji de fogo e uma frase:

Naty: "Venham logo. O jantar está servido e eu quero ver o estrago que meu marido fez nessa loira pessoalmente."

Liguei o carro, sentindo que aquela noite em casa seria o capítulo mais insano de toda a nossa história. O triângulo que eu imaginei estava se tornando um quadrado ou ate mais da perversão.

O clima no carro ainda era de pós-sexo, com o cheiro da Helena e o suor misturados no ar, mas aquela notificação no topo da tela fez meu coração dar um solavanco diferente. Era um nome que eu não via brilhar no celular há anos.

Carlos. Ou melhor, o Tizil.

Afastei o celular do campo de visão da Helena, que estava np banco do passageiro, recuperando ainda o fôlego. Eu não podia deixar ninguém ver aquilo. O Carlos era o único que sabia da minha real natureza, o único que não me julgaria por sentir prazer em ver a Naty nos braços de outros.

Abri a mensagem e soltei um riso:

Carlos: "Paulo, seu corno! E aí, já realizou teu fetiche hoje ou ainda tá só no planejamento? Saudade, meu irmão!"

Na hora, a imagem dele veio na cabeça: aquele cara alto, de 1,90m, magro e moreno que saiu daqui moleque e virou homem no exterior ja estava com uns 30 anos. E, claro, lembrei da Akemi. Eu vivia babando nas fotos que ele postava. Aquela japonesa era uma covardia: o corpo esculpido na academia, o bumbum redondinho e aquela tatuagem de dragão vermelho que começava nas costas e e descia ate seu bumbum.. um espetáculo de 22 anos que eu só conhecia pela tela do Instagram.

Digitei rápido, com o polegar tremendo de leve, tentando manter a visao no trânsito

Eu: "Fala, Tizil! Pqp, quanto tempo, cara! Se eu te contar as novidades, você não acredita. O negócio aqui escalou de um jeito que nem eu previ.

A resposta veio quase instantânea, como se ele estivesse com o celular na mão esperando:

Carlos: "Novidade? Imagino... Mas ó, não me conta por aqui não. Guarda o veneno. Tô arrumando as malas, meu parceiro. No máximo em uma semana eu e a japa estamos desembarcando aí no Brasil. Quero ver essa sua cara de safado pessoalmente!"

Olhei para a Helena, que agora me encarava curiosa, e depois para o celular. O tabuleiro estava ganhando peças novas e muito perigosas.

Eu parei no semáforo:

— É... parece que o "cabaré" vai ganhar reforço internacional, Helena.

Helena:*— ajeitando o cabelo — Quem era, Paulo? Você ficou com uma cara de quem viu um fantasma... ou um cúmplice.

Eu: — Um irmão. Carlos, um amigo de infância que mora fora há dez anos. Ele tá voltando pro Brasil semana que vem. E ele não vem sozinho... vem com a esposa, uma japonesa que você não tem noção do que é o corpo daquela mulher.

Helena: — Dando um sorriso de canto, provocativa — Uma japonesa? Hum... e deixa eu adivinhar: você já está imaginando como ela ficaria no meio dessa nossa confusão, não está?

Eu: — Eu estou imaginando que a Naty vai adorar a notícia. O Carlos é o único que me entende. E se a Akemi for metade do que é nas fotos... o Pastor Gilberto e o Marcos vão virar fichinha perto do que está por vir.

Helena: — Uma semana... Ela se aproxima e morde minha orelha. — Então é melhor a gente aproveitar bem esse tempo, porque sinto que quando esses dois chegarem, ninguém mais vai dormir nessa cidade.

Eu:— Pode apostar. O Tizil tá voltando pra casa, e ele sabe exatamente como incendiar um parquinho.

Fechei o celular e dei um tapa firme na coxa da Helena.

— Vamos embora. A Naty tá esperando e eu preciso preparar o terreno. Essa cidade vai ficar pequena pra esse reencontro.

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Foto de perfil de Casal hotCasal hotContos: 31Seguidores: 84Seguindo: 34Mensagem Somo um casal bem safado

Comentários

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Esse conto cada vez fica melhor e agora adiciona um temperinho japonês na jogada ansioso pelas próximas partes desse conto maravilhoso

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O cara ama putaria e não está nem aí se a mulher dele está trepando a vontade e tá tudo certo, cada um que seja feliz do seu jeito

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