Sobremesa – Nossa filha Capítulo 4

Um conto erótico de xandinha
Categoria: Heterossexual
Contém 834 palavras
Data: 15/05/2026 12:45:44

Depois da refeição.

– Obrigado, mamãe — disse minha filha enquanto chupava os dedos de um jeito provocante.

– Quer ajuda, querida? — perguntei.

– Não precisa. Você trabalha o dia todo, eu cuido da louça.

– E eu arrumo o resto da cozinha — completou minha filha, pegando a vassoura.

Comecei a mexer no celular enquanto minha esposa lavava a louça de costas para mim. Minha filha arrumava as coisas rapidamente, parecendo estar com pressa.

Depois de um tempo, notei que minha filha não estava mais à vista. De repente, senti um toque nas minhas pernas. A safada tinha se enfiado debaixo da mesa.

– Que porra você está fazendo, garota? — resmunguei baixinho.

– Papai… ainda estou com fome — respondeu ela, sorrindo enquanto puxava meu short para baixo.

– Você ficou louca? Sua mãe está bem aqui! Acabamos de transar no banheiro e você não tem limite nenhum?

– Sabe como sua filhinha é sapeca, papai… Deixa eu chupar seu pau pra tirar o gostinho da comida?

Tentei me afastar, mas ela puxou meu short com força. Meu pau saltou para fora e eu me sentei novamente, nervoso.

– Devolve meu short, menina. Como vou explicar isso pra sua mãe?

– Eu devolvo quando terminar…

– Terminar?

Ela nem esperou. Engoliu meu pau inteiro, chupando com força e vontade. Mamava tão forte e gostoso que fiquei com medo da minha esposa ouvir. Depois que começou, não consegui mais resistir. A boquinha da minha filhinha era viciante.

Minha esposa começou a falar sobre o dia dela e eu tentava responder normalmente, mantendo uma conversa coerente enquanto nossa filha me mamava por baixo da mesa. Era surreal.

A qualquer momento minha mulher poderia se virar e ver os pés da filha ou desconfiar da minha cara, que eu mal conseguia disfarçar.

Quando eu estava quase gozando, minha esposa começou a falar sobre nossa filha e a faculdade. Respondi com a voz entrecortada:

– Nossa filha é… especial. Muito especial. Ela é forte, esforçada e… eu tenho muito orgulho dela.

– Eu também amo demais aquela menina — respondeu minha esposa.

A chupada ficou mais rápida e intensa. Não aguentei. Gozei forte dentro da boca da minha filha. Ela tentou segurar tudo, mas um pouco escorreu para os seios. Ela limpou com a língua, subiu discretamente e sentou no meu colo, roçando a buceta quente no meu pau ainda duro.

– Paizinho… eu te amo. Me desculpa te colocar nessas situações. Eu gosto tanto do risco, mas se você quiser, a gente para…

Ela me beijou com carinho e me devolveu o short. Minha esposa terminou de lavar a louça e falou:

– Ah, você está aí! Sabe o que seria bom agora? Uma sobremesa! Vou preparar uma pra gente.

Minha mulher se virou novamente para o balcão. Olhei para minha filha, que parecia envergonhada, achando que tinha me irritado. Não queria ver ela assim. Então fiz o impensável.

– Papai…? — sussurrou ela.

Joguei o short para o canto da cozinha, levantei, virei minha filha contra a mesa, empinei aquela bunda novinha e afastei a calcinha. Enfiei meu pau de uma vez naquela buceta molhada. Ela tampou a boca com a mão para não gritar, mas soltava gemidos abafados. Parecia que ia chorar de tanto prazer.

– E se ela se virar? — sussurrou minha filha.

– Não sei… mas eu não vou parar de te comer.

– Merda, papai… você vai me fazer gozar só falando isso.

Começamos devagar, mas logo aceleramos. Estávamos fodendo com força em cima da mesa da cozinha. A mesa rangia e balançava. Tiramos toda a roupa dela, jogando tudo no mesmo canto. Estávamos completamente pelados, transando feito animais enquanto a mãe dela preparava a sobremesa a poucos metros.

Para disfarçar o barulho, comecei a falar:

– E então, filha… por que você não conta pra gente como estão os estudos?

– Ótima ideia! Eu e seu pai queremos saber — respondeu minha esposa, ainda de costas.

Puxei o cabelo dela enquanto metia fundo naquela buceta safada.

– Então, mamãe… ah… eu tô gostando muito da faculdade… Psicologia é incrível. Eu poderia estudar horas e horas sem enjoar.

Troquei de posição. Deitei ela de costas sobre a mesa, abri bem as pernas e continuei metendo, fazendo um delicioso papai e filhinha.

– Mas você está com dificuldade em alguma matéria? — perguntou minha esposa.

– Não… às vezes a matéria é bem grande e grossa. No começo eu acho que não vai caber, mas sempre cabe… cabe todinha, na minha cabeça é claro. Parece que eu fui feita pra isso.

– Se precisar de ajuda, é só pedir pra gente.

– Eu sei, mamãe. Eu sempre peço ajuda pro papai… Ele cuida muito bem de mim.

Conversamos assim por um tempo, enquanto eu fodia minha filha em várias posições em cima da mesa. Gozei duas vezes dentro da buceta dela. Minha esposa, completamente alheia, terminou a sobremesa.

– A sobremesa está pronta! — disse ela, virando-se. — Ué, cadê vocês? Estavam aqui agora mesmo… E que roupa é essa toda jogada no chão?

Debaixo da mesa, minha filha sussurrou, rindo baixinho:

– O senhor pensa rápido, papai.

– Aprendi com a paternidade.

– Ah, seu safado… me come de novo.

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Adorei o seu conto, tenho 64 anos, fotógrafo, massagista, vamos conversar? sou PAN e tenho algumas as ideias, caso interessar é só me chamar este email: euamoavida2020@gmail.com

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