**Título: “Leitinho da Manhã com o Corno Acordado”**
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Eram 7h15 da manhã de uma quarta-feira. Eu estava na cozinha quando o celular vibrou.
**Fanny:** “Tô morrendo de fome… e só quero o leitinho quente que você tem pra mim. Júnior acordou e tá na sala vendo TV. Vou falar que vou comprar pão. Chego em 5 minutos.”
Mal fechei a porta dos fundos e ela já estava ajoelhada na minha frente, ofegante. Usava um shortinho cinza bem curto que mal cobria a metade inferior da bunda gigante e uma blusinha branca fina, sem sutiã, os bicos dos peitos duros marcando o tecido.
— Ele tá acordado lá em casa… isso tá me deixando molhada pra caralho — sussurrou ela, puxando minha bermuda pra baixo com pressa.
Meu pau pulou pra fora, pesado e grosso. Fanny lambeu os lábios carnudos, segurou ele com as duas mãos e enfiou na boca quente e molhada. Começou a chupar com fome, babando muito, descendo fundo e fazendo barulhos molhados e obscenos que ecoavam na cozinha silenciosa.
O celular dela vibrou. Era o Júnior. Ela atendeu no viva-voz e colocou na bancada, sem parar de chupar.
— Oi amor… — disse ela, voz um pouco abafada, com meu pau enchendo sua boca.
— Tá demorando pra caralho, hein? — reclamou Júnior.
Fanny tirou o pau da boca por meio segundo, saliva escorrendo pelo queixo:
— É… a fila tá enorme hoje.
Assim que respondeu, voltou a chupar com mais vontade. O barulho molhado de sucção ficou ainda mais alto.
Do outro lado da linha, Júnior ficou em silêncio por alguns segundos e perguntou desconfiado:
— Que barulho estranho é esse? Tá chupando o quê aí?
Fanny, com metade do pau na boca, respondeu quase sem tirar:
— Hum… tô chupando um pirulito amor… tá muito quente e eu precisava de algo geladinho na boca.
Ela piscou pra mim safada e continuou chupando, descendo mais fundo, engasgando levemente. Eu segurava o cabelo dela com firmeza e metia devagar na garganta, fazendo a cabeça grossa inchar dentro da boca dela.
Júnior riu, mas parecia um pouco estranhado:
— Pirulito logo de manhã? Que mania doida é essa? Compra um pra mim também então.
Fanny gemeu baixinho ao redor do meu pau e respondeu com a boca cheia, voz embargada:
— Tá bom amor… vou comprar pra você também.
O barulho molhado ficava cada vez mais evidente. Eu aumentei o ritmo, fodendo a boca dela com estocadas mais firmes. Fanny babava sem controle, saliva grossa escorrendo pelo queixo, pingando nos peitos e no chão. Seus olhos lacrimejavam, mas ela não parava, olhando pra mim com cara de puta safada.
Júnior insistiu:
— Amor, você tá bem? Sua voz tá estranha…
— Tá tudo bem… só tô com fome — respondeu ela rapidamente, tirando o pau só o suficiente pra falar, enquanto massageava as bolas pesadas com uma mão.
Quando senti que ia gozar, segurei firme na cabeça dela. Fanny abriu a boca, língua pra fora, olhos pidões.
Explodi. Jatos grossos, fortes e abundantes de porra jorraram direto na boca dela. Fanny gemeu alto:
— Me dá leitinho… me dá bastante leitinho quente…
Júnior perguntou na hora, surpreso:
— O que você falou, amor??
Fanny, com a boca cheia de porra, respondeu rápido:
— Vou comprar um leitinho também amor, você quer?
Ela colocou o telefone no mudo por um segundo, olhou pra mim com os olhos brilhando de tesão e sussurrou bem safada:
— Me dá esse leitinho de tora… que pau cabeçudo da porra… goza mais pra mim.
Depois voltou ao viva-voz e continuou chupando a cabeça sensível, engolindo tudo com vontade, ordenhando até a última gota. Um fio grosso de porra escorreu pelo canto da boca, mas ela limpou com o dedo e enfiou na boca também, engolindo audivelmente.
— Pronto amor, já tô voltando agora — disse ela com a voz rouca e satisfeita. — Te amo.
Desligou a ligação, mostrou a língua limpinha pra mim e sorriu como uma vadia feliz:
— Tomei todo o leitinho quentinho… melhor café da manhã da minha vida.
Ela se levantou, ajustou o shortinho (que agora tinha uma manchinha úmida na bunda), me deu um beijo rápido com gostinho de porra e saiu rebolando pela porta dos fundos, voltando pra casa onde o corno esperava.