MAMANDO O PAIZÃO NO PARQUE

Um conto erótico de MLKARABE
Categoria: Gay
Contém 1561 palavras
Data: 16/05/2026 08:48:56

Olá, meu nome é Samir, esse é meu primeiro conto aqui então vou me apresentar, tenho 25 anos, moro no interior de SP, sou descendente de árabes, então tenho os traços característicos, nariz grande, cabelo, barba e sobrancelhas pretas e cheias, olhos marcados e castanhos escuros, tenho bastante pêlos pelo corpo, piroca de 18cm e uma bunda média, mas redondinha e modéstia a parte, bem atraente.

Sempre fui mais magrinho, mas entrei na academia faz uns 2 anos e tenho pegado firme até, o suficiente pra pegar um corpinho legal.

Sempre adorei imaginar cenários de putaria diferentes, e foi assim que comecei a me aventar no mundo dos contos eróticos, leio a anos e já procurei dos mais variados temas, as vezes, ler uma putaria e imaginar a sacanagem com calma rende uma gozada melhor que um pornô (e melhor que muitas trepadas que eu já dei).

Essa experiência em questão que vou relatar a seguir, aconteceu recentemente, a alguns dias, e foi o que me motivou começar a escrever, e de verdade, espero que quem quer que esteja lendo, fique de pau duraço e goze pra caralho.

Era um sábado e eu tava na seca havia algumas semanas, correria no trabalho e falta de tempo e local (por parte de mim e dos outros caras) dificultavam muito marcar uma foda, depois de andar bastante pela cidade pra resolver umas coisas tava doido por uma putaria pra ir embora saciado com uma leitada de macho na garganta ou no cuzinho.

Passei o dia todo nos apps caçando um macho, mas quase todas as tentativas acabavam falhando, dois caras chamaram minha atenção, o primeiro puto era um versátil sarado e muito gato que eu já tinha visto pelos apps, disse que tava afim de putaria, mas nenhum de nós tinha local, ele sugeriu uma sauna gay da cidade e disse que ia passar lá, pelo tesão, até cogitei ir pra sauna, mas desisti, o preço era muito caro, ia ter que ficar pra outra hora, o segundo macho também não perdeu tempo e já chegou com os nudes e mandando a real: queria fuder pra caralho, era ativo, e quando abri o álbum fiquei mais gamado ainda, devia ter uns 35 pra 40 anos, barbudo, parrudo e forte, moreno, e uma pica grossa e deliciosa, babei só de já imaginar aquela tora atolada na minha garganta, mandei meus nudes pra ele e ele me curtiu também, já tava pronto pra ir, quando veio o balde de água fria: mais uma vez, o cara não tinha local também, fiquei bem frustrado, já tava lutando pra esconder a pica dura no meio da rua.

Ainda era começo de tarde, então pensei se valia pena andar e esperar mais, talvez ainda achasse alguém, quando tive a ideia de ir dar uma volta no Parque Municipal aqui da minha cidade, quem mora aqui sabe que é uma área de cruising, e que rolam umas putarias nas trilhas escondido.

Sempre tive curiosidade de ver como era, e obviamente, participar também, mas confesso que sempre tive medo, de ser pego e exposto ou sofrer algum tipo de violência, mas nesse dia, tava com tanto tesão, e não vamos ser hipócritas, as vezes o fogo é tanto que tira a razão da gente kk, fui com isso na cabeça, decidindo no caminho se realmente faria isso ou não.

Ao chegar lá, fui indo pro fundo do parque, onde há várias árvores e um lago, o movimento estava normal para um final de semana, fiquei andando à toa por um tempo, estava meio paranoico por ser a primeira vez e não queria dar bandeira ou parecer desesperado, fora que também, não sabia onde eram os points exatos de pegação.

Vi umas pessoas rondando e entrando em umas ruínas que haviam ao redor de uma das entradas, indício claro de quem tava procurando putaria, mas não quis entrar por ali, era muito as claras.

Passei por um cara correndo, forte e parrudo, e observei ele entrando nas trilhas, fiquei morrendo de vontade de ir atrás e ver se ele era um dos adeptos da sacanagem, porém ainda não estava a vontade, mas a visão daquele homem suado e sem camisa me torturou, tava com muito fogo e doido pra pegar numa piroca.

Fui adentrando nas estradinhas como quem não queria nada, até que fui achando umas entradas mais afastadas, respirei fundo, ainda com uma pouco de medo, e fui, até que finalmente vi dois homens saindo do meio da mata densa, com postura meio desconfiada, olhando para os lados e andando rápido, imediatamente soube, era ali.

Me aproximei e entrei pelo mesmo espaço, a mata era bem fechada mesmo, mas dava pra andar de boa, em poucos minutos já consegui ver uma dezena de camisinhas usadas no chão, demorou um pouco até cruzar com o primeiro homem, que simplesmente passou reto, e depois deles alguns outros, mas nenhum deles até então chamou minha atenção.

Até que comecei a ouvir uns gemidos altos em algum lugar próximo, então tentei procurar o lugar na esperança de que poderia estar rolando uma safadeza em grupo, mas depois de muito andar pelo labirinto de trilhas, vi que os caras já tinham saído.

De repente, cruzei com um cara que parecia bem interessante, era mais baixo que eu e parecia mais velho, com uns 40 anos, barba grisalha, de roupa toda preta e boné, bem rústico, meu tipo, fiquei atiçado, mas ele pareceu não dar muita atenção e seguiu.

Depois de mais alguns longos minutos, entre o tédio de não ter achado ninguém, a adrenalina de estar experimentando uma sensação nova e nervosismo e medo de dar merda, passei pelo mesmo cara de novo, mas dessa vez ele parou e me encarou, decidi arriscar e dar o primeiro passo, ele não recuou, de perto, consegui reparar melhor nele, realmente era um cara rústico, mas bonito, do tipo paizão, que você acharia numa obra, porra, sou gamado em homem assim, meu pau já deu sinal de vida e não perdi tempo, finalmente ia saciar meu tesão.

Pensei em beijar ele, curto muito um beijão bem molhado antes da putaria, mas ele não fez menção de querer me beijar, não quis arriscar que ele talvez se afastasse e fosse embora, então meti a mão sem cerimônia no pau dele por cima da calça, que já estava duraço, apertei e punhetei um pouco pra sentir a tora, caralho, que delícia, ia me acabar naquele puto.

Logo ele abaixou a calça e o monumento vazou pra fora, e eu fui igual um bezerro sedento por aquela piroca, botei na boca e engoli até o fundo, porra, aquele cheiro delicioso de pau de homem me embriagou completamente, mamei com força e com vontade, decidido a segurar aquele macho até ele gozar.

A piroca dele não era grande em comprimento, mas tinha uma grossura boa, enchia a boca e encaixava direitinho, o saco era peludo e delicioso igual.

Vi de relance alguns machos se aproximando, parando pra bater punheta vendo nós dois, ou querendo se enfiar, mas não demos confiança e eles debandaram.

Quando o tesão estava escalando, pra minha infelicidade, ouvimos um barulho, e o cara saiu, fiquei meio frustrado, tava doido pra terminar, mas segui, continuei a andar e reparei que estava escurecendo, pensei em sair e ir embora, senão ia ter problemas pra sair dali no escuro.

Quando estava quase entregando os pontos, o paizão não me decepcionou e voltou, já chegou pegando na pica e tirou ela pra fora, punhetando bem lentamente, entendi o recado e fui abocanhar a pica do meu macho ainda com mais tesão dessa vez, agora eu ia finalizar aquele puto.

Caprichei na chupada, babei bastante no caralho grosso dele e aproveitei pra dessa vez reparar se ele estava gostando, olhei pra ele com a minha cara mais safada e de bezerrão, bem puto.

Pensei em oferecer o cu pra ele ali, tava doido pra levar uma torada no rabo, mas me empolguei na mamada e logo ouvi ele tensionando e gemendo mais alto, acelerei a mamada e finalmente aquele colosso de piroca esporrou na minha boca.

Puta que pariu, que sensação maravilhosa, depois de tanto tesão, aquela jatada quente e grossa inundou minha garganta até vazar um pouco pela boca, terminei de limpar o pica dele até a última gota e tirei da boca tossindo com o engasgo.

Ele seguiu seu caminho, e eu fiquei ali parado por uns segundos, maravilhado e em êxtase com meu primeiro cruising.

Quando voltei a mim, corri para vazar dali logo, já estava quase escuro, passei por mais alguns caras e finalmente saí, voltando as trilhas principais, avistei o corredor suado sem camisa mais uma vez, imaginando se ele não havia se aliviado lá e o quanto eu adoraria aliviar ele também.

Quando saí do Parque de fato e fui esperar o ônibus, depois da adrenalina e do tesão abaixarem, comecei a pensar de verdade no que tinha acontecido, cara, que mistura louca de sensações, e o pior, é que eu já tava doido pra voltar, aquilo não tinha matado 100% minha vontade, mas com certeza tinha valido a pena. Fui pra casa e naquela noite, bati uma punheta bem demorada reimaginando a situação, e imaginando como seria aquele paizão socando a tora com força no meu cu.

Quem sabe a gente não se encontra de novo.

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