CARNAVAL DE SALÃO

Um conto erótico de BONECO
Categoria: Heterossexual
Contém 1391 palavras
Data: 16/05/2026 09:46:40

Não sei por que aceitei a ideia da minha mulher. Carnaval , final dos anos 80 , a tv passando aqueles bailes gays na Manchete e depois na Bandeirantes. Estava assintindo com minha mulher, e aquelas orgias me deixaram de pau duro. Fomos deitar e eu fui para cima dela, temos uma rapidinha ( como sempre, pois tenho ejaculação precoce ). Gozo muito rápido, e muitas a maioria das vezes ela nem consegue gozar.

Ela ficava frustada, entendi isso muito tempo depois. Dia seguinte ela inventa de irmos num baile de carnaval. Naquela época muitos clubes faziam os bailes de salão (que saudades). Mas ela queria ir de fantasia. Não tinahmos grama para comprar , mas ela disse que daria um jeito.

Voltei do trabalho , e ela me esparando faceira. Linda como sempre, cabelos loiros cacheados , tipo a Farrah das panteras, magrinha, mas gostosa, bundinha empinada, seis pequenos, e um sorriso estontante.

---já fiz as nossasa fantasias. Disse sorrindo. Tomei um banho , jantamos e fomos nos arrumar.

Quando mostrou as fantasias peguei o short de futebol (curtinho das anos 80), e fui vestir.

---Não amor, esse é o meu. Eu vou fantasiada de jogador e tu vai de Columbina.

---Como assim amor...Respondi surpreso.

---tu de jogador não é fantasia. Deixa que eu te arrumo.

Alem do sorriso estoanteante, esqueci de falar que ela teimosa como uma mula, e quando colocava uma coisa na cabeça, ninguém tirava. E como eu sabia que não dava tudo o que ela queria, acabei aceitando.

Ela vestiu uma calcinha preta de renda bem pequena e meu calção de futebol branco, só que ela tinha tirado o forro e feitos uns cortes na lateral, customizou uma camiseta do meu time , tirando as mangas e abrindo um decote. Tudo nela ficava bonito.

Aí foi me vestir, es estava de cueca . Ela me deu uma meia arrastão dela, que foi rasgando em varios lugares quando vesti, me vestiu uma saia curta dela com uns tules por baixo paar ficar armado. Me colocou uma camisola branca que ela tinha cortado para entrar em mim. E de toque final, uma peruca lílas destas bem falsas retinhas feito uma kokekshi. Me senti ridículo, mas ela não gostava de ser contrariada.

Tomamos 2 ou 3 cervejas em casa esperando o hora certa de ir ( no clube sempre é mais caro).

Cheio de vergonha entrei no salão. Por sorte estava lotado e fomos logo para a pista.Começamos a circular pelo salão, como se fazia na época, ouvindo as antigas marchinhas de canaval. Logo senti um mão passar na minha bunda, olhei para tras e não tinha indentificar, em seguida de novo, olhei novamente e nada. Comentei com minha esposinha, mas ela dise para deixar pra lá, estavam passando na dela também, mas é carnaval .

Meia hora, as mãos já nem me incomodava mais, mas o tule da armação sim. Comentei com minha esposisnha, e ela resolveu na hora, deu um puxão e arrancou . Continuamos a dançar, e dois engracadinhos nos abracaram, um de cada lado. Levei na brincadeira, mas o cara foi descendo a mão e ficou dançando com mão na minha bunda, dei um chega para lá nele. Mas o outro continuava abraçando minha espossinha. Puxei ela , e afastei-o.

Em seguida mudou a marchinha, e começou a tocar aquela que se dançava indo para frente e para tras. Tres passos para frente e seguida voltava de ré. Era um loucura. Os caras que estaval nos abraçando estavam atrsa de nós e quando davamos o ré , eles vinham para frente e nos coxiavam, passavam a mão nas nossas bundas. Convidei ela para sair.

Saimos da pista . Ela disse que ia no banheiro , aproveitei e fui buscar uma cerveja.

Não tinha fila, era uma aglomeração no frente do bar, todos gritando e levantando a mão e fazendo o mesmo. Logo senti uma mão na minha bunda, tentei olhar para trás , mas era impossível. Consegui pedir, e quando peguei a cerveja e os copos, senti a mão novamente, mas não consegui reagir.

Fiquei tomamdo a cerveja de pé , já que não tinhamos mesa. Uns 10 minutos depois ela aparece, servi um copo. Reclamou que não tinha mesa. Em seguida um cara parou do nosso lado, e perguntou se a gente queria sentar com eles na mesa. Ela topou na hora.

Chegamos na mesa e de cara identifiquei o cara , era o que tinha me abraçado, e passado a mão na minha bunda. Com certeza o outro era o que tinha abraçado minha mulher. Mas ela sentou e já foi se apresentando. Eu só de olho na garrafa de whisky em cima da mesa. Um deles logo serviu um pouco em caad copo e completou com guaraná.

Eram dois estudantes da Federal. Marco era alto moreno, corpo atletico, fazia medicina, e outro mais claro, loiro, lindos olhos claros e o Davi , estudante de Psicologia. Não passavam dos 22 , 23 anos.

Terminou o guaraná e um deles ia buscar , mas minha esposinha mandou eu ir. Obedeci. Quando voltei ,encontrei só o Davi na mesa.

Quando sentei, ele falou:

----eles foram para pista.

Seguimos bebendo, meia hora depois eles voltaram. Estavam cansados e suados. Ela pediu uma cerveja. Fui buscar. Quando voltei, encontrei só o Marco. Antes de sentar ele já falou :

---eles foram dançar.

iquei ao lado da pista tentando ver eels passarem, mas não consegui. Voltei e sentei com Marco. Segui bebendo Whisky com guaraná e mais a cerveja dela. Vinte ou trinta minutos depois eles voltaram e se deixaram cair nas cadeiras. Pareciam exaustos. Falei no ouvido dela que ela tinha me deixado sozinho e ido dançar com eles.

----tâcom ciuminho, vamos dançar então. Respondeu ela levantando e me puxando para pista. DEi uma volta e tuda estava girando, tive me segurar nela, a bebida tinha me pegado. Voltamos para a mesa. Sentei e vi ela coxichando com eles.

Logo eles se levantaram e me ajudaram a levantar. Saimos do clube e temos uma pequena caminhada, entramos num predio e logo estavamos no apartamento deles.

Me colocaram num sofâ, deitei e logo adormeci. Acordei com o sol alto. Na vi ninguem na sala. Estava seco. fui a cozinha e tomei uma agua. Voltei a sala, ninguem. Vi que tinham 2 portas fechadas, mas não quis abrir. Sentei , e logo estava adormecido.

Acordei com uns passos , era o Davi sentando na minha frente só de cueca, tomando agua. Sem camisa o car era ainda mais bonito, peito definodo, barriga de tanquinho, coxas grossas, e um olhar caridoso com aqueles olhos verdes. Peguntei onde estava minha esposinha. Ele respondeu que devia estar dormindo.

Logo a outra porta abriu e saiu o Marco. Totalmente pelado. ALto, forte, e não pude deixar de reparar com um pika meia bomba balançando nas coxas. Mesmo meia bomba era enorme. Deu um bom dia entrou no banheiro.

Em seguida volta para o quarto e vejo minha esposinha sair do qaurto só e camiseta cumprida que não era dela e não tapava a pompas da bunda dela. Estava com uma cara acabada, foi direto ao banheiro. Voltou , sentou ao meu lado me beijoue disse:

----vamos embora amor....chega de dar trabalho para nossos amigos.

Nos despetimos e ela foi embora assim mesmo só de camiseta. Chegamos em casa e fomos direto para cama. Quando deitou , reparei aquele pentelhos pretos da sua buceta a mostra. Estava sem calcinha. Me livrei da saia e da cueca e deitei pelado ao lado dela. Dei um beijo no pescoço dela e levei a mão até a xaninha dela.

---amor , tô muito cansada, vai dormir.

Mas não desisti, desci até sua coxas e fui lambendo aquela pele macia. Fui subindo e cheguei na xaninha dela. Estava com cheiro de sexo, e claro gosto de porra. Mas não desiste. Meti a lingua no clítoris dela e a barba foi roçando no grandes lábios. Ele foi acordando, começou a gemer e só aprei quando senti ela gozar.

Subi , deitei por cima de dela , e meti meu pauzinho duro na sua xaninha. Fazendo um paapi e mamãe. Tres ou 4 minutos e já gozei dentro dela. Virei para o lado e adormeci satisfeito. Eu tinha gozado, e sabia que ela tinha gozado muitas vezes nessa noite.

Quem quiser conversar sobre sexo, putaria e traições pode me chamar no email : boneco1965@outlook.com

Ou se quiser trocar alguma fotominha e dela, me add no telegran : @luispoa

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive boneco1965 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários